blog do Roberto Leite

Assuntos de interesses multiplos e atuais.

Irritação.

Irritação.

Recebi a algum tempo um email de um de meus amigos com a história abaixo.

Não mencionava o autor. Procurei na internet e encontrei várias menções ao mesmo conto, sem nenhuma indicação de sua autoria.

Então por achar relevante o exemplo deste conto estou também publicando em um de meus posts.

O homem que não se irritava

Em cidade interiorana havia um homem que não se irritava e não discutia com ninguém. Sempre encontrava saída cordial, não feria a ninguém, nem se aborrecia com as pessoas.

Morava em modesta pensão, onde era admirado e querido. Para testá-lo, um dia seus companheiros combinaram levá-lo à irritação e à discussão numa determinada noite em que o levariam a um jantar.

Trataram todos os detalhes com a garçonete que seria a responsável por atender a mesa reservada para a ocasião. Assim que iniciou o jantar, como entrada foi servida uma saborosa sopa, que o homem gostava muito.

A garçonete chegou próxima a ele, pela esquerda, e ele, prontamente, levou seu prato para aquele lado, a fim de facilitar a tarefa. Mas ela serviu todos os demais e, quando chegou a vez dele, foi embora para outra mesa.

Ele esperou calmamente e em silêncio, que ela voltasse. Quando ela se aproximou outra vez, agora pela direita, para recolher o prato, ele levou outra vez seu prato na direção da jovem, que novamente se distanciou, ignorando-o.

Após servir todos os demais, passou rente a ele, acintosamente, com a sopeira fumegante, exalando saboroso aroma, como quem havia concluído a tarefa e retornou à cozinha.

Naquele momento não se ouvia qualquer ruído. Todos observavam discretamente, para ver sua reação. Educadamente ele chamou a garçonete, que se voltou, fingindo impaciência e lhe disse:

– O que o senhor deseja?

Ao que ele respondeu, naturalmente:

– A senhora não me serviu a sopa.

Novamente ela retrucou, para provocá-lo, desmentindo-o:

– Servi sim senhor!

Ele olhou para ela, olhou para o prato vazio e limpo e ficou pensativo por alguns segundos. Todos pensaram que ele iria brigar… Suspense e silêncio total.

Mas o homem surpreendeu a todos, ponderando tranquilamente:

– A senhorita serviu sim, mas eu aceito um pouco mais!

Os amigos, frustrados por não conseguir fazê-lo discutir e se irritar com a moça, terminaram o jantar, convencidos de que nada mais faria com que aquele homem perdesse a compostura.

Bom seria se todas as pessoas agissem sempre com discernimento em vez de reagir com irritação e impensadamente. Ao protagonista da nossa singela história, não importava quem estava com a razão, e sim evitar as discussões desgastantes e improdutivas.

Quem age assim sai ganhando sempre, pois não se desgasta com emoções que podem provocar sérios problemas de saúde ou acabar em desgraça. Muitas brigas surgem motivadas por pouca coisa, por coisas tão sem sentido, mas que se avolumam e se inflamam com o calor da discussão. Isso porque algumas pessoas têm a tola pretensão de não levar desaforo para casa, mas acabam levando para a prisão, para o hospital ou para o cemitério. Por isso a importância de aprender a arte de não se irritar, de deixar por menos ou encontrar uma saída inteligente como fez o homem no restaurante.

A pessoa que se irrita aspira o tóxico que exterioriza em volta, e envenena-se a si mesma. Queridos amigos!! Que possamos tirar ensinamentos dessa história. Vamos tentar não nos irritarmos por coisas poucas, vamos fazer esse bem para nosso próprio ser.

Quando alguém quiser lhe irritar não entre em seu jogo, encontre uma saída diferente, façamos como o homem no restaurante, tenhamos serenidade e calma diante das situações.

“ONDE HÁ RESPEITO HÁ PAZ”.

“Para compreender as pessoas devo tentar escutar o que elas não estão dizendo, o que elas talvez nunca venham a dizer.”

John Powell

E finalmente, encontrei um dia a frase que também não conheço o autor, mas vale para finalizar este artigo:

“Guardar raiva a alguém ou alguma coisa, é como beber veneno e esperar que o outro morra”

15 abr 2012 Posted by | ARTIGOS, CURIOSIDADES, exemplos | , , | 1 Comentário

História curta

Uma história curta

Hoje recebi por email, de minha amiga Pernelle, uma curta historinha, muito sugestiva.

Não trazia o nome do autor, para que se pudesse anotar o devido crédito, não dizia a origem tampouco de tal história.

Mas de qualquer forma vale à pena lê-la, pois o seu final, muito breve e curto é de uma grandeza incrível.

Fiquei contente e recebê-la e estou publicando para que os visitantes também possam desfrutar:

História Curta

 Uma noite, um velho índio falou ao seu neto sobre o combate que
acontece dentro das pessoas.
 Ele disse: – “Há uma batalha entre dois lobos que vivem dentro de todos nós.

 Um é o Lobo Mau: Ele é a raiva, a inveja, o ciúme, a tristeza, o desgosto, a cobiça,
 a arrogância, a pena de si mesmo, a culpa, o ressentimento, a inferioridade,
 o orgulho falso, a superioridade e o ego.

 O outro é o Lobo Bom: – Ele é a alegria, a fraternidade, a paz, a esperança, a serenidade,
a humildade, a bondade, a benevolência, a empatia, a generosidade, a verdade,
 a compaixão e a fé”.

 O neto pensou nessa luta e voltou a perguntar para o avô: – “Vô, qual dos dois lobos

pode vencer esta luta”?

 O velho índio respondeu: – “Aquele lobo que você alimentar melhor”!

28 nov 2011 Posted by | CRONICAS, CURIOSIDADES, exemplos | Deixe um comentário

Problema de Educação

Problema de Educação


Ou falta dela?


Outro dia, assisti a um programa de televisão sobre o desagradável hábito do macho brasileiro de urinar em qualquer lugar, bastando para isto ter vontade.

No programa a repórter entrevistou várias pessoas depois de um show, mulheres principalmente, que disseram como é desagradável ir a algum show em lugar público e passarem o tempo todo desviando de urina que escorre pelo chão, desviando a vista de homens urinando em qualquer lugar. Uma coisa bem desagradável.urinando-nas-ruas2

Este hábito deve ser coibido em casa, com exemplos e ensinado nas escolas, para que visitantes e turistas possam se sentir mais à vontade quando em turismo pelo nosso Brasil.

Um dos exemplos a ser seguido deve vir das autoridades, dos mandatários, e muito principalmente de um presidente que dizem ter uma aprovação de 90% dos eleitores.

Se este popular presidente der um bom exemplo, muita gente será compelida a seguir, e se pelo contrário der um mau exemplo, também poderá ser um incentivo a ser seguido.

E o nosso apedeuta, como não tem nenhuma educação formal, não se esmerou em aprender comportamentos civilizados, os exemplos que emanam dele são os piores possíveis como este terrível ato de urinar em público.

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13 mar 2009 Posted by | ÉTICA, EDUCAÇÃO, exemplos | 1 Comentário

   

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