blog do Roberto Leite

Assuntos de interesses multiplos e atuais.

Verdade na lei

Comprovação da verdade na lei.

Hoje quarta feira 29 de março de 2017, aconteceu em minha vida algo diferente, e para não passar em branco vou escrever a respeito.

Levo o meu filho Roberto para a escola, bem cedo para evitar o pesado trafico que acontece nas horas mais próximas ao horário escolar.

Hoje, não sendo diferente, chegamos à porta da escola bem cedo e como não havia nem uma pessoa ainda estacionei o carro e fiquei conversando com o Roberto, sobre várias coisas, a maioria referente à sua escola.

Em dado momento, eis que surge um cão, de porte médio, uns 30 a 40 quilos, que sempre anda por lá. Deve pertencer a algum lar das vizinhanças, pois, não está magro nem em aparência carente.

Este cão, por não aparente razão decidiu nos dar um show de civilidade, e bem na nossa frente se agachou e executou o ritual nº 2 das suas necessidades fisiológicas cotidianas no meio da rua, um pouco à direita da faixa central. É uma rua de aproximadamente 8 metros de largura, e a arte final ficou exposta ligeiramente à direita da faixa divisória da sinalização horizontal de tráfego.

Com sua obra em exposição plena este artista se retirou deixando lá a evidencia de sua presença nesta manhã.

Em dado momento, com toda a rua vazia e tendo também a disponibilidade das calçadas, um senhor, provavelmente em sua jornada para a labuta, vem andando no centro da rua e por questões de centímetros não estragou com o seu tênis a grande obra do artista canino. 0 interessante é que provavelmente distraído nem se deu conta do quão perto chegou ao seu grande prêmio. A rua então estava se tornando mais movimentada pelos alunos chegando e esperando a abertura dos portões da escola. Vem uma aluna, que com pleno espaço para se locomover pelas calçadas se decide cortar pelo centro da rua e sem perceber a presença da obra no centro da rua pisou parcialmente em um dos lados da maravilha e um pedaço se desprendeu e passou a fazer parte de um de seus tênis.

Logo depois vem um dos ocupantes da rua, um veículo automotor que chegava para deixar mais um aluno.

Este, que com todos os direitos garantidos para o uso da rua, e com real possibilidades para absorver toda aquela obra de arte, passou incólume por cima dela sem nem esbarrar. Alguns alunos deixaram este veículo e imediatamente passaram a atravessar a rua em direção ao cocô que ficou bem atrás do carro. Uma aluna vinha arrumando as suas coisas e deixou cair um pano ou um lenço, bem em cima do cocô.  Assim como este veículo outros foram e vieram, e não tocaram no cocô que estava bem à vista. E o faziam sem perceber a presença inoportuna do legado do cão.

As pessoas, no entanto, continuaram a passar por perto e inúmeras vezes o encontraram em cheio, levando em seus sapatos e tênis os vestígios do crime da destruição da obra de arte. Quando os portões finalmente se abriram a destruição deste legado já estava em bom andamento, quando surgiu uma motocicleta, que tendo toda a rua ao seu dispor, acertou a merda em cheio, terminando assim, a total obliteração do trabalho do cão. Esta obra não foi destruída pelos carros como deveria ter sido, por não ter uma grande escolha em seus movimentos, mas sim pelas pessoas que poderiam facilmente ter evitado o encontro, e finalmente foi obliterada por uma moto que poderia por sua agilidade ter também evitado o encontro fétido desta maravilha matutina.

A lei de Murphy – Se puder dar errado,  vai dar errado.

E para não perder o costume, mais uma do Sponholtz

29 mar 2017 - Posted by | CRONICAS, CURIOSIDADES, Uncategorized

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