blog do Roberto Leite

Assuntos de interesses multiplos e atuais.

Mais coisas do Jabor

jabor 11Este artigo foi publicado no blog do Giulio pelo

colaborador “Old Man”BOMBA 11

O BRASIL ESTÁ COM ÓDIO DE  SI MESMO.
Old Man
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CIRCO 11Uma preciosidade de artigo e importante diagnóstico do Brasil de hoje. Temos de nos defrontar com esta dolorosa realidade e tentar com todo empenho mudá-la. Precisamos acreditar que somos capazes disso. Este mal não pode e não deve nos vencer.

O Brasil está com ódio de si mesmo

06 de maio de 2014

Arnaldo Jabor – O Estado de S.Paulo

DISFARCE 11O Brasil está irreconhecível. Nunca pensei que a incompetência casada com o delírio ideológico promoveria este caos. Há uma mutação histórica em andamento. Não é uma fase transitória: nos últimos 12 anos, os donos do poder estão a criar um sinistro “espírito do tempo” que talvez seja irreversível. A velha “esquerda” sempre foi um sarapatel de populismo, getulismo tardio, leninismo de galinheiro e agora um desenvolvimentismo fora de época. A velha “direita”, o atraso feudal de nossos patrimonialistas, sempre loteou o Estado pelos interesses oligárquicos.IMPUNIDADE 11
A chegada do PT ao governo reuniu em frente única os dois desvios: a aliança das oligarquias com o patrimonialismo do Estado petista. Foi o pior cenário para o retrocesso a que assistimos.
Antes dessa terrível dualidade secular, a mudança de agenda do governo FHC por sorte criou um pensamento mais “presentista”, começando com o fim da inflação, com a ideia de que a administração pública é mais importante que utopias, de que as reformas do Estado eram fundamentais. Medidas simples, óbvias, indutivas, tentaram nos tirar da eterna “anestesia sem cirurgia”. Foi o Plano Real que tirou 28 milhões de pessoas da pobreza e não este refrão mentiroso que os petistas repetem sobre o Bolsa Família ou sobre o PAC imaginário.massfiAa 11
Foi um período renegado pelo PT como “neoliberal” ou besteiras assim, mas deixou, para nossa sorte, algumas migalhas progressistas.
Tudo foi ignorado e substituído pelo pensamento voluntarista de que “sujeitos da história” fariam uma remodelagem da realidade, de modo a fazê-la caber em suas premissas ideológicas. Aí começou o desastre que me lembra a metáfora de Oswald de Andrade, de que “as locomotivas estavam prontas para partir, mas alguém torceu uma alavanca e elas partiram na direção oposta”.
Isso causa não apenas o caos administrativo com a infraestrutura morta, como também está provocando uma mutação na psicologia e no comportamento das pessoas. O Brasil está sendo desfigurado dentro de nossas cabeças, o imaginário nacional está se deformando.
Há uma grande neurose no ar. E isso nos alarma como a profecia de Lévi-Strauss de “que chegaríamos à barbárie sem conhecer a civilização”. Cenas como os 30 cadáveres ao sol no pátio do necrotério de Natal, onde os corpos são cortados com peixeiras, fazem nossa pele mais dura e o coração mais frio. Defeitos e doçuras do povo, que eram nossa marca, estão dando lugar a sentimentos inesperados, dores nunca antes sentidas. Quais são os sintomas mais visíveis desse trauma histórico?
Por exemplo, o conceito de solidariedade natural, quase ‘instintiva’, está acabando. Já há uma grande violência do povo contra si mesmo.pac copa 11
Garotos decapitam outros numa prisão, ônibus são queimados por nada, com os passageiros dentro, meninas em fogo, presos massacrados, crianças assassinadas por pais e mães, uma revolta sem rumo, um rancor geral contra tudo. O Brasil está com ódio de si mesmo. Cria-se um desespero de autodestruição e o País começa a se atacar.
Outro nítido efeito na cabeça das pessoas é o fatalismo: “É assim mesmo, não tem jeito não”. O fatalismo é a aceitação da desgraça. E vêm a desesperança e a tristeza. O Brasil está triste e envergonhado.
Outro sintoma claro é que as instituições democráticas estão sem força, se desmoralizando, já que o próprio governo as desrespeita. Essa fragilização da democracia traz de volta um desejo de autoritarismo na base do “tem de botar para quebrar!”. Já vi muito chofer de táxi com saudades da ditadura.
A influência do petismo também recriou a cultura do maniqueísmo: o mal está sempre no outro.
Alguém é culpado disso tudo, ou seja, a ‘media conservadora’ e a oposição.presos 11
A ausência de uma política contra a violência e a ligação de muitos políticos com o tráfico estimula a organização do crime, que comanda as cadeias e já demonstra uma busca explícita do horror. A crueldade é uma nova arte incorporada em nossas cabeças, por tudo que vemos no dia a dia dos jornais e TV. Ninguém mata mais sem tortura. O horror está ficando aceitável, potável.
O desgoverno, os crimes sem solução, a corrupção escancarada deixam de ser desvios da norma e vão criando uma nova cultura: a cultura da marginalidade, a “normalização” do crime.
Uma grande surpresa foi a condenação da Copa. Logo por nós, brasileiros boleiros. Recusaram o ‘pão e circo’ que Dilma/Lula bolaram, gastando mais de 30 bilhões em estádios para “impressionar os imperialistas” e bajular as massas. Pelo menos isso foi um aumento da consciência política.
Artistas e intelectuais não sabem o que pensar – como refletir sem uma ponta de esperança?
QUADRILHA 11Temos aí a “contemporaneidade” pessimista.
Cria-se uma indiferença progressiva e vontade de fuga. Nunca vi tanta gente falando em deixar o País e ir morar fora. As mutações mentais são visíveis: nos rostos tristes nos ônibus abarrotados, na rápida cachaça às 6 da manha dos operários antes de enfrentar mais um dia de inferno, nos feios, nos obesos, no desânimo das pessoas nas ruas, no pessimismo como único assunto em mesas de bar.
Vimos em junho passado manifestações bacanas, mas sem rumo; contra o quê? Um mal-estar generalizado e sem clareza, logo escrachado pelos black blocs, a prova estúpida de nosso infantilismo político.
É difícil botar a pasta de dente para dentro do tubo. Há uma retroalimentação da esculhambação generalizada que vai destruindo as formas de combatê-la. Tecnicamente, não estamos equipados para resolver as deformações que se acumulam como enchentes, como um rio sem foz.
E o pior é que, por trás da cultura do crime e da corrupção, consolida-se a cultura da mentira, do bolivarianismo, da preguiça incompetente e da irresponsabilidade pública.
O Brasil está sofrendo uma mutação gravíssima e nossas cabeças também. É preciso tirar do poder esses caras que se julgam os “sujeitos da história”. Até que são mesmo, só que de uma história suja e calamitosa.
TREM BALA 11Fonte: Jornal O ESTADO DE S. PAULO

22 maio 2014 Posted by | ARTIGOS, ÉTICA, GOVERNO, POLÍTICA | Deixe um comentário

Educação hoje

educação 10
Tenho muitos artigos sobre a nossa educação e de outros lugares, tenho filhos na idade escolar, e vejo neste artigo abaixo a realidade triste da situação da educação básica no Brasil.
Professores de escola pública, apenas corrigem deveres que os alunos levam para casa e os pais têm que se virar para ensinar.
Se o aluno for um pouco mais difícil, mandam para um psicopsocorro -10edagogo para identificar o problema, pois não é possível que ele PROFESSOR/A não consiga ensinar a matéria. Deve ser aluno com problemas sérios.
Não existe paciência por parte destes senhores e senhoras, (com exceções é claro) que se dizem vítimas de pouco salário e de falta de compreensão por parte de autoridades. Ainda com exceções, estes professores são contra um sistema meritório, apoiam sempre os famigerados sindicatos que fazem a media por baixo, onde os líderes não fazem nada a não ser desordem e ganham mais do que os filiados.
Gustavo mostrou sem nenhuma dúvida ou preconceito que este é o caminho errado.
Grande artigo.

Gustavo Ioschpe
Professores, acordem!diaq das mães- 10
O respeito da sociedade não virá quando vocês tiverem um contracheque mais gordo. Virá com a educação de qualidade para nossos filhos
Normalmente escrevo esta coluna pensando nos leitores que nada têm a ver com o setor educacional. Faço isso, em primeiro lugar, porque creio que a educação brasileira só vai avançar (e com ela o Brasil) quando houver demanda pública por melhorias. E, segundo, porque nos últimos anos tenho chegado à conclusão de que falar com o professor médio brasileiro, na esperança de trazer algum conhecimento que o leve a melhorar seu desempenho, é mais inútil do que o proverbial pente para careca. Não deve haver, nos 510 milhões de quilômetros quadrados deste nosso planeta solitário, um grupo mais obstinado em ignorar a realidade que o dos professores brasileiros. O discurso é sempre o mesmo: o professor é um herói, um sacerdote abnegado da construção de um mundo melhor, mal pago, desvalorizado, abandonado pela sociedade e pelos governantes, que faz o melhor possível com o pouco que recebe. Hoje faço minha última tentativa de falar aos nossos mestres. E, dado o grau de autoengano em que vivem, eu o farei sem firulas.
Caros professores: vocês se meteram em uma enrascada. Há décadas, as lideranças de vocês vêm construindo um discurso de vitimização. A imagem que vocês vendem não é a de profissionais competentes e comprometidos, mas a de coitadinhos, estropiados e maltratados. E vocês venceram: a população brasileira está do seu lado, comprou essa imagem (nada seduz mais a alma brasileira do que um coitado, afinal). Quando vocês fazem greve — mesmo a mais disparatada e interminável —, os pais de alunos não ficam bravos por pagar impostos a profissionais que deixam seus filhos na mão; pelo contrário, apoiam a causa de vocês. É uma vitória quase inacreditável. Mas prestem atenção: essa é uma vitória de Pirro. Porque nos últimos anos essa imagem de desalento fez com que aumentassem muito os recursos que vão para vocês, sem a exigência de alguma contrapartida da sua parte. Recentemente destinamos os royalties do pré-sal a vocês, e, em breve, quando o Plano Nacional de Educação que transita no Congresso for aprovado, seremos o único país do mundo, exceto Cuba, em que se gastam 10% do PIB em educação (aos filocubanos, saibam que o salário de um professor lá é de aproximadamente 28 dólares por mês. Isso mesmo, 28 dólares. Os 10% cubanos se devem à falta de PIB, não a um volume de investimento significativo).
Quando um custo é pequeno, ninguém se importa muito com o resultado. Quando as coisas vão bem, ninguém fica muito preocupado em cortar despesas. E, quando a área é de pouca importância, a pressão pelo desempenho é pequena. No passado recente, tudo isso era verdade sobre a educação brasileira. Éramos um país agrícola em um mundo industrial; a qualificação de nossa gente não era um elemento indispensável e o país crescia bem. Mas isso mudou. O tempo das vacas gordas já era, e a educação passou a ser prioridade inadiável na era do conhecimento. Nesse cenário, a chance de que se continue atirando dinheiro no sistema educacional sem haver nenhuma melhora, a longo prazo, é zero.
Vocês foram gananciosos demais. Os 10% do PIB e os royalties do pré-sal serão a danação de vocês. Porque, quando essa enxurrada de dinheiro começar a entrar e nossa educação continuar um desastre, até os pais de alunos de escola pública vão entender o que hoje só os estudiosos da área sabem: que não há relação entre valor investido em educação — entre eles o salário de professor — e o aprendizado dos alunos. Aí esses pais, e a mídia, vão finalmente querer entrar nas escolas para entender como é possível investirmos tanto e colhermos tão pouco. Vão descobrir que a escola brasileira é uma farsa, um depósito de crianças. Verão a quantidade abismal de professores que faltam ao trabalho, que não prescrevem nem corrigem dever de casa, que passam o tempo de aula lendo jornal ou em rede social ou, no melhor dos casos, enchendo o quadro-negro de conteúdo para aluno copiar, como se isso fosse aula. E então vocês serão cobrados. Muito cobrados. Mas, como terão passado décadas apenas pedindo mais, em vez de buscar qualificação, não conseguirão entregar.
Quando isso acontecer, não esperem a ajuda dos atuais defensores de vocês, como políticos de esquerda, dirigentes de ONGs da área e alguns “intelectuais”. Sei que em declarações públicas esse pessoal faz juras de amor a vocês. Mas, quando as luzes se apagam e as câmeras param de filmar, eles dizem cobras e lagartos.
Existem muitas coisas que vocês precisarão fazer, na prática, para melhorar a qualidade do ensino, e sobre elas já discorri em alguns livros e artigos aqui. Antes delas, seria bom começarem a remover as barreiras mentais que geram um discurso ilógico e atravancam o progresso. Primeira: se vocês são vítimas que não têm culpa de nada, também não poderão ser os protagonistas que terão responsabilidade pelo sucesso. Se são objetos do processo quando ele dá errado, não poderão ser sujeitos quando ele começar a dar certo. Se vocês querem ser importantes na vitória, precisam assimilar o seu papel na derrota.
Segunda: vocês não podem menosprezar a ciência e os achados da literatura empírica sempre que, como na questão dos salários, eles forem contrários aos interesses de vocês. Ou vocês acreditam em ciência, ou não acreditam. E, se não acreditam — se o que vale é experiência pessoal ou achismo —, então vocês são absolutamente dispensáveis, e podemos escolher na rua qualquer pessoa dotada de bom-senso para cuidar da nossa educação. Vocês são os guardiães e retransmissores do conhecimento acumulado ao longo da história da humanidade. Menosprezar ou relativizar esse conhecimento é cavar a própria cova.
Terceira: parem de vedar a participação de terceiros no debate educacional. É inconsistente com o que vocês mesmos dizem: que o problema da educação brasileira é de falta de envolvimento da sociedade. Quando a sociedade quer participar, vocês precisam encorajá-la, não dizer que só quem vive a rotina de “cuspe e giz” é que pode opinar. Até porque, se cada área só puder ser discutida por quem a pratica, vocês terão de deixar a determinação de salários e investimentos nas mãos de economistas. Acho que não gostarão do resultado…
Quarta: abandonem essa obsessão por salários. Ela está impedindo que vocês vejam todos os outros problemas — seus e dos outros. O discurso sobre salários é inconsistente. Se o aumento de salário melhorar o desempenho, significa que ou vocês estavam desmotivados (o que não casa com o discurso de abnegados tirando leite de pedra) ou que é preciso atrair pessoas de outro perfil para a profissão (o que equivale a dizer que vocês são inúteis irrecuperáveis).
O respeito da sociedade não virá quando vocês tiverem um contracheque mais gordo. Virá se vocês começarem a notar suas próprias carências e lutarem para saná-las, dando ao país o que esperamos de vocês: educação de qualidade para nossos filhos.petromerda 10

 

11 maio 2014 Posted by | ARTIGOS, EDUCAÇÃO | , , , , , | Deixe um comentário

A recusa de mudanças.

Encontrei no blog do Giulio esta reportagem de Rapphel Curvo.
Achei excelente e reproduzo com os créditos.
O mais incrível é que todos sabem dos problemas, querem soluções, e nada acontece. O ECA. Está totalmente exagerado, e necessita de alguma mudança urgente, O Senador Aécio, em um discurso recente, disse o que já comentei neste espaço inúmeras vezes: “os crimes praticados contra a vida, ou crimes hediondos, Têm que ser punido com a força da lei existente”
Isto quer dizer o seguinte:

Existem leis severas no Brasil e devem ser aplicadas às pessoas de qualquer idade que cometem estes crimes e ponto final. Se um menor de 14 anos pega uma arma assalta e mata, tem que cumprir a pena inteira. Fica em um lugar diferenciado até os 18 anos e depois cumpre pena na penitenciária junto com os adultos iguais a ele.
Não se mexe em nada da “Idade Penal”.
Se isto for feito, se resolve praticamente todo o problema da impunidade infanto/juvenil.
Vejam por exemplo o nosso código de transito, esta aberração que foi relatada em 2005 pelo deputado paulista dono da verdade, Ary Kara. Foi modificado inúmeras vezes para poder funcionar mediocremente. Mas melhorou.
Por esta e outras vejo que o título do artigo do Rapphel está correto.
Existe uma recusa de mudança no Brasil, e isto está matando o país. Tem que haver mudanças profundas em nossa sociedade.

Blog do Giulio Sanmartini (1944/2013) evolução - 8
RECUSA DE MUDANÇA
A COLUNA DE RAPPHAEL CURVO
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Existe uma grande dificuldade no Brasil em se produzir propostas e projetos inovadores. O País não é adepto da criatividade, muito menos ainda a estrutura administrativa de governo. Inovar parece algo agressivo a população e aos governantes. Mesmo nas empresas brasileiras da iniciativa privada há certa aversão a pesquisa e a aplicação de novas idéias a sua forma de administrar e mesmo na sua produção. Propostas e projetos inovadores que poderiam resultar em avanços ao desenvolvimento das empresas ou Instituições, são bloqueados pela insegurança provocada pelo fator mudança que é um processo temeroso aos administradores, sejam públicos ou privados.

visita - 8Há muita reserva e desconfiança a qualquer idéia que possa mudar o traçado evolutivo com maior dinâmica e eficiência. Acredito que este estado refratário tem sua origem na falta de um estado jurídico mais imperativo, firme e reto. O cidadão não estabelece crença no seu cotidiano, repleto de acontecimentos hostis em, praticamente, todos os campos de sua relação social. Existe, mais forte ainda, um estado beligerante nas relações dos negócios empresariais e econômicos. Cada qual estabelece seu arsenal competitivo como se ele fosse o único e não um grupo, o que prejudica, sobremaneira, a troca de informações e conhecimentos tão importante ao crescimento da economia como um todo.
Isto é muito visível no mercado produtivo e os reflexos são intensos nas relações comerciais até entre países. Essa composição de competição não é a movedora principal do desenvolvimento, mas sim, da imposição dominadora, de conquistas e domínios, traduzidos em submissão de povos, nada diferente da época romana. Trocaram-se apenas as armas e a estratégia, a finalidade é a mesma, subjugar. Aí está um dos pontos que atravanca o crescimento do Mercosul e ainda provoca danos no mercado comum europeu. No caso dos subdesenvolvidos, existe uma frente dos demais países do Mercosul que temem pelo poderio brasileiro e este, dominado pelo sentimento da parceria ideológica bolivariana, submete o Brasil a irrisórios índices de crescimento ao frear a expansão de suas relações comerciais. Lulla e Dillma são as causas ante a obediência cega ao reduto cubano e as inadmissíveis linhas de ação política do Foro São Paulo.tucano - 8
Vemos em grande parte da Europa problemas da população no mercado de trabalho, a Espanha, Grécia e Portugal chamam a atenção com o alto índice de desemprego. Lá também aparece com muita força o lado da vaidade da população a qual recusa aceitar outras experiências em nome da homogeneidade cultural e patamar evolutivo. Os chamados especialistas da Espanha ou Grécia, como exemplos, não conseguiram estabelecer caminhos que minorasse a sofrida situação de desemprego do povo. Tanto lá como cá, recusam escutar e avaliar propostas e projetos em razão de auto-suficiência dos dirigentes e governantes. São incapazes de promover debates e reuniões com finalidade de estimular a criatividade para dar maior celeridade à solução dos problemas. Ainda vivemos a fase pré histórica do “nós” e “eles”.
Assim então, vamos vivendo a ineficiência dos transportes para o escoamento de nossa produção o que resultou em ação dos produtores de soja ao criar proposta e projeto para uma solução ante as condições deploráveis de nossas estradas, com a construção de ferrovias. Assim, continuamos nos últimos lugares de avaliação internacional na área da Educação e submetendo nossas crianças ao massacre físico de escolas sem carteiras e roubando-lhes o seu futuro, jogando-os na vala dos desesperançados como se descartados das possibilidades de uma vida melhor. Assim vemos nossa Justiça caminhar pelo aparelhamento e com isso transmitir insegurança e descrença. Vemos os descalabros administrativos grassando por toda administração governamental sem qualquer penalidade aos seus praticantes. Desvios de dinheiro, corrupção e por ai vai, tornaram-se normalidade.
Existe solução? Existe, para tudo há uma solução. No nosso caso ela é urgente. Ainda há tempo para mudar, só não pode existir a recusa de mudança.caindo  - 8

 

10 maio 2014 Posted by | ABUSOS LEGISLATIVOS, ARTIGOS, ÉTICA, ideologias, Justiça, POLÍTICA | | Deixe um comentário

A NAU DOS PESADELOS

Encontrei esta matéria no blog do Giulio Sanmartini, postada por Anhanguera
O único comentário que me resta fazer, é Excelente.
Parabéns Maurozebu - 7

 

A NAU DOS PESADELOS
Mauro Pereira
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Anhangüera disse: Tá lá no JBF do Papa Berto. Como de hábito, supimpa. Como o Mauro não mandou para nós, nóis copeia
“Pode ser apenas coincidência, mas as recentes reações destrambelhadas de figuras proeminentes do Partido dos Trabalhadores, agravadas por pronunciamentos de autoridades federais carreados de indisfarçável apelo eleitoreiro, deixaram transparecer que os resultados das últimas pesquisas de intenção de votos para presidente da República apontando a contínua e vertiginosa queda livre passadena - 7da presidente-candidata à reeleição, Dilma Rousseff, causaram sérios abalos nas estruturas do universo petista, elevando ainda mais a temperatura naquele espaço que se notabiliza pelo permanente estado de ebulição.
Se analisadas à luz da razão, não será difícil concluir que a entrevista concedida pelo ex-presidente Lula a uma jornalista portuguesa e a mensagem da presidente Dilma Rousseff em rede nacional de rádio e televisão homenageando o Dia do Trabalho, revelaram a dimensão exata do desespero que se abateu sobre as hostes petistas. A razia (*) substituiu a razão e o que se sucedeu é de conhecimento de todos. O Olimpo dedicado a Lula foi declarado área conflagrada. No meio do fogo amigo cruzado zanza atônita a democracia, potencial vítima a ser encontrada pelas balas da decência perdida.
Na condição de líder máximo da seita, Lula tomou a iniciativa nessa batalha estrelada disparando contra seus companheiros os cartuchos poderosos da perfídia. Flanando faceiro pelos céus da ingratidão, pousou sua valentia em terras lusitanas. Na segurança da distância, criou coragem para constranger toda uma nação ao declarar que os prisioneiros do mensalão não eram gente de sua confiança. Porém, a natureza reagiu de pronto à sandice de Lula e se incumbiu de lhe fazer justiça. Exatamente no dia dedicado ao trabalhador, um dos fundadores e ex-presidente do Partido dos Trabalhadores era reconduzido à penitenciária da Papuda.
gravidade - 7Dilma Rousseff, por sua vez, sentindo-se encurralada contra-atacou utilizando como munição os devastadores projéteis da insurreição. Perambulando meio trôpega pelo front da alforria, buscou guarida na trincheira da sobrevivência política afirmando que seria candidata à reeleição com ou sem o apoio do seu partido e da base aliada. Estrategicamente posicionada, mostrou o dedo do meio da mão para seus companheiros adversários avisando que estava disposta a adorná-lo com a aliança da discórdia.
Enquanto eu escrevia este texto, fiquei sabendo que Lula e Dilma tinham marcado para hoje, sexta-feira, uma reunião cuja agenda seria dedicada à elaboração dos termos e à assinatura do armistício visando selar a paz entre os petistas. No entanto, o pronunciamento da presidente Dilma em cadeia, opa!, em rede nacional de rádio e televisão originariamente concebido para homenagear os trabalhadores brasileiros pelo dia a eles dedicado, me levou a presumir que naquele território hostil à sanidade tudo havia voltado à normalidade. Anormalidade é a minha incontrolável presunção de tentar entender o que se passa pela alma petista e imaginar que o desfecho daquela recaída libertária presidencial seria diferente.
groucho - 7Exercitando com extrema perícia o incomparável jeito petista de ser, a presidente não se fez de rogada e deu uma banana à responsabilidade ao se aproveitar do episódio para descambar para o discurso de candidata em campanha, sem se preocupar em encobrir o viés eleitoreiro do seu pronunciamento. Aluna aplicada, não decepcionou o mestre e apresentou aos brasileiros as delícias do Brasil Maravilha inventado por Lula e gerenciado por ela.
Confiante que a pelegada sindicalista correria em seu auxílio, mais uma vez prejudicou a classe trabalhadora reajustando o Imposto de Renda abaixo da inflação. Utilizando-se de um recurso de retórica enviesada e de honestidade um tanto quanto duvidosa no seu objetivo, usou e abusou da palavra mudança, causando inveja até mesmo ao mais acirrado palanque oposicionista. Sem demonstrar o menor vestígio de rubor garantiu que não permitirá que destruam a Petrobras, uma conquista do trabalhador brasileiro. Pode até parecer implicância, mas eu fiquei com a impressão de que ela estava querendo pautar o discurso de Aécio Neves e Eduardo Campos. Sei lá, pode ser que tenha restado algum resquício daquela súbita crise de rebeldia, avaliei.
Pura ilusão. Logo Dilma voltou ao seu estágio natural e tratou de um tema que ela tem certeza que domina e conhece a teoria profundamente: Miséria. Disposta a não permitir que se vinculasse à sua alma caridosa a menor conotação oportunista, rendeu-se à índole populista e sapecou 10% de aumento para o Bolsa-Família. Alguma medida para encontrar uma porta de saída para esse programa mais preocupado em preservar a submissão do eleitor do que resgatar a dignidade do cidadão, nenhuma palavra.
Sobre a inflação que bate à porta, sobre o pibinho renitente, sobre o desastre na saúde, sobre a falência da educação, sobre o caos na segurança pública, por exemplo, o mais sepulcral dos silêncios, afinal, ela dissertava sobre o Brasil Maravilha empulhado por Lula e lá essas irrelevâncias foram superadas faz muito tempo.
No Brasil de verdade, entretanto, sequestrada pelo discurso samaritânico do governo federal, parte significativa da população se dá por satisfeita com a verve filantrópica e eleitoreira do estado. Tangida pelo mais desenvolvido dos instintos, o da sobrevivência, pouco se importa com quem a comanda. Sem perspectivas, não consegue visualizar um futuro além do oferecido pela servidão das bolsas que alicia e encontra no ócio a única referência da pátria mãe gentil e traz no número do cartão de benefícios fragmentos de sua cidadania.droga - 7
Há praticamente doze anos, uma horda de políticos venais tem se esforçado para perenizar esse estado decadente, desumano e opressor, que descobriu na miséria do povo a fórmula ideal para se perpetuar no poder. A mediocridade é a nação que os identifica e lhes dá asilo e a corrupção é a justiça que os rege e os iguala.
O que me faz manter viva a esperança de que haveremos de retomar o País das mãos desses embusteiros, é que, apesar de suas dimensões continentais, ainda assim, o Brasil se mostrará pequeno para acomodar tantos egos exacerbados movidos a ambição desenfreada. Já se pode notar no horizonte, até pouco tempo tão calmo, os primeiros sinais de autofagia.
Prudentes por natureza, os ratos já começaram a abandonar os porões imundos dessa nau dos pesadelos. “
(*) Razia:
s.f. Incursão feita em território inimigo para aprisionamento de tropas, saque de rebanhos, cereais, etc.
Figurado: Devastação, assolação.
Postado por Anhanguera

 

08 maio 2014 Posted by | ADMINISTRAÇÃO PÚBLICA, ARTIGOS, AUTORITARISMO, ÉTICA, Cinismo, ELEIÇÕES, GOVERNO, POLÍTICA | , , , , , | Deixe um comentário

dilmachuck - 6

Mais uma das incríveis e indecifráveis narrações da presi-Danta.orelha queimando - 6

O Lula, é um imbecil, fala besteiras por atacado, mas pelo menos você sabe o que ele está dizendo: Se o mundo fosse quadrado, levar o SUS para o Obama aprender o que é saúde pública, ETC., mas a Anta, não se sabe realmente o que ela diz. E fala desta forma em qualquer lugar.

Em Davos, os tradutores simultâneos não sabiam como traduzir mais da metade de seu discurso, pois nada fazia sentido.
Agora encontrei esta na coluna do Augusto Nunes, e está imperdível.

Quem decifrar o Enigma de Feira de Santana ganhará um diploma de doutor em dilmês
O jornalista Celso Arnaldo Araújo acaba de ordenar a internação de Dilma Rousseff amparado em outro trecho do atordoante palavrório produzido em Feira de Santana. Na primeira leitura da frase entre aspas, bateu-me a suspeita de que faltaram algumas palavras. Na segunda, desconfiei que o grande caçador de cretinices estava brincando comigo. Na terceira, achei melhor passar a bola para o timaço de comentaristas.
O neurônio solitário, como sabem os leitores da coluna, é um craque insuperável na arte de não falar coisa com coisa. Mas quase sempre fornece indícios e pistas que permitem suspeitar do que queria explicar à plateia. Desta vez, nada encontrei que me ajudasse a decifrar o enigma.dilmalinda - 6
Na justificativa da internação, Celso Arnaldo informa que a paciente decidiu “dar um exemplo dramático de como é complicado negociar com bancos no Brasil”. É isso, mas talvez existam mais recados submersos na sopa de letras servida abaixo:
“Quando você chega no banco, ele (sic) vai te perguntar: ’Qual é a garantia que você me dá? Eu vou pagar a vocês, para me aceitar te emprestar um dinheiro para você me pagar’”.
Quero saber o que cada um de vocês imagina o que a presidente quis dizer. Quem desvendar o mistério vai ganhar um diploma de doutor honoris causa em dilmês.
• RECADO DO CELSO ARNALDO dilma 1
No começo desta tarde, nosso PhD em dilmês enviou a seguinte mensagem:
Consegui enfim ouvir o áudio do discurso de Feira de Santana e, de fato, ao vivo, tudo é ainda pior que na transcrição do Portal do Planalto. Especificamente na frase deste post, eis o original literal e apavorante:
“Quando você chega no banco, ele vai te perguntá qual é a garantia que cê me dá. Eu vô pagá vocês pra mim, aliás, pra me aceitá ti emprestar um dinheiro procê me pagar”.
Lamento não ter podido solucionar o enigma que você propõe em seu post – ao contrário, agravei-o. Mas podia ser pior: já imaginou essa senhora comandando a sétima economia do mundo? Epa! Ela comanda a sétima economia do mundo!dilma cega - 6

 

03 maio 2014 Posted by | ABOBRINHAS, ARTIGOS, GOVERNO, POLÍTICA | , , , | Deixe um comentário

Mais bolsa família

cagadas - 5Mais bolsa família

Encontrei isto no blog do velho comandante,
http://velhocomandante.blogspot.com.br/
Esta tem sido a minha opinião o tempo todo e tenho vários artigos sobre isto neste blog. Mas, uma a mais apenas indica que não estou só, e isto me faz bem.
Estou reproduzindo o texto na íntegra, que é uma opinião forte de uma pessoa que lida com o seu povo cara a cara e fala com muita propriedade sobre este programa vazio e eleitoreiro que é o “Bolsa Família” da forma em que foi implantado.
Poderia ter sido realmente um programa melhor, com inclusão social e distribuição de renda, mas teria seu resultado a médio e longo prazo, e isto não interessa aos governantes do imediatismo.
Eta Brasil…vamos que vamosvolta lula - 5

Juíza de Cajazeiras-PB é contra o “bolsa-famíia” e diz por quê
Por Adriana Lins de Oliveira Bezerra*

Apenas a título de esclarecimento, aos que respeitam opiniões contrárias, e apenas a esses, é que escrevo agora. Fui alvo de críticas e agressões acerca de minha opinião avessa ao ‘Bolsa-Família’, programa criado pelo Governo Federal há 10 anos. Grande parte optou por uma justificativa simplista.

– “Ah, ela é rica, juíza, elite, fala porque nunca passou necessidades, nunca passou fome…”. Pronto! Essa justificativa encerra a questão e resolve o problema. É uma idiotia de quem nada sabe sobre a vida.

Apenas a título de informação saibam que não sou rica, nunca fui e nunca serei. Meu salário é bom, e com ele, se Deus quiser, nunca passarei fome nem necessidade, mas lutei por ele; e como lutei! Sofri, estudei, trabalhei e lutei, repita-se. Mas isso é outra estória que em outro momento, se interessar a alguém, posso contar.

Aquele final de semana retrata exatamente um dos fatores que me levam a formar a opinião que tenho. Um simples “boato” de que o ‘Bolsa-Família’ iria acabar, foi suficiente para causar um caos em várias agências da Caixa Econômica Federal. Uma pessoa me disse que teve que pedir dinheiro emprestado para sair do seu sítio para receber o ‘bolsa-família’, “antes que acabasse”…

A pergunta é: de que viveriam essas pessoas, se o ‘bolsa-família acabasse? A minha resposta: passariam ainda mais fome do que tinham quando começaram a recebê-lo. E sabem por quê? Porque agora, com a certeza do “benefício”, do óbolo, elas não se propõem mais a trabalhar, ou a estudar e se profissionalizar. Enfim. Estão escravizados à merreca que recebem, como qualquer dependente químico da droga que consomem.charge_grd_488genuino - 5

É a isso que me oponho, pois quando esse “programa social” foi implantado, a situação das pessoas era caótica, lastimável. Hoje elas estão sendo tratadas como inúteis, como incapazes, com a única serventia de massa de manobra eleitoral! A partir do momento em que se implanta um ‘programa assistencialista’ como esse, sem uma política paralela de reestruturação, de capacitação para o restabelecimento de condições de trabalho, de auto-sustento, enfim, de busca por uma atividade que traga um mínimo de independência como contrapartida pela ajuda oferecida pelo estado, ou esse estado passa a considerar essas pessoas como não tendo capacidade alguma para tal ou, simplesmente, não se está querendo ajudar, mas tão somente escravizar, ou seja, obter delas a única coisa de valor que têm a oferecer: o seu voto – e a preço módico. É no que acredito.

Segundo a ONU, o ‘bolsa-família’ – que antes era chamado de ‘bolsa-escola’ e exigia a contrapartida das crianças e adultos analfabetos estarem cursando o ensino fundamental – rendeu muita popularidade e votos, mas as DESIGUALDADES continuam elevadas e os progressos obtidos são pífios.

diabo gosta - 5Como programa de caráter EMERGENCIAL, o ‘Bolsa-Família’ foi importante, mas onde está a tão decantada “inclusão socioeconômica” sustentável dos seus beneficiários?

O saudoso Luiz Gonzaga já dizia em uma de suas canções, de composição com Zé Dantas:

– “Seu Doutor, uma esmola para o homem que é são, ou lhe mata de vergonha ou vicia o cidadão…”.

A Coordenadora do Fórum Nacional de Prevenção e Erradicação do Trabalho Infantil afirmou que, da forma que o programa funciona, não tem sido útil para ela identificar e retirar as crianças do trabalho e que esse programa não tem impacto nenhum na redução do trabalho infantil.

O programa existe há dez anos e pouquíssimo foi mudado na vida dessas pessoas. O que foi feito de efetivo para reestruturar essas famílias?

Visitem as casas dessas pessoas e me digam o quanto mudou! Enquanto apresentam índices de redução de evasão escolar, em razão do que era o ‘Bolsa-Escola’, os adolescentes que passam hoje pela Vara que ocupo não sabem a data de seus nascimentos, não sabem o seu nome completo, não sabem o nome de seus pais e, pasmem, não tem a menor ideia de seus endereços. Que noção de civilidade esses meninos tem? Esses mesmos meninos que agora estão querendo jogar na prisão!?!

O ‘bolsa-família não dignifica. Escraviza. Vicia no ócio. É o que acho.

As pessoas se tornam escravas da vontade política e não formadoras dessa vontade. E isso para mim é um FAZ-de-CONTA, sim. Defender a redução da maioridade penal é um exemplo disso. Defender a pena de morte também. Fazem de conta que isso vai resolver a criminalidade, mas não vai.

Da mesma forma que fazem de conta que cumprem o ECA, que existe há mais de vinte anos, não o cumprem. Nunca o cumpriram.papuda - 5

Como eu posso cobrar algo de alguém a quem eu nunca dei a chance que produzisse esse algo? As pessoas não podem viver de esmolas. Precisam aprender a andar com as próprias pernas e precisam saber que isso é da responsabilidade delas também.

Vejo mulheres jovens e saudáveis pedindo dinheiro nas ruas. Cada uma com seus três ou quatro filhos. Mas nenhuma pede um emprego. Por quê?

Os senhores tem ideia de quantos cartões desse programa estão nas famosas “bocas de fumo”?

Vejo homens jovens e saudáveis nas portas dos bares ou papeando nas esquinas em pleno dia da semana. Porque não estão trabalhando?

Qual o trabalho que as políticas públicas oferecem ou a simples, mas fundamental capacitação para eles?

É certo que existem alguns programas profissionalizantes. Mas são tímidos, limitados, e não recebem a milésima parte do investimento que o programa de “caridade” gasta, com essa barganha evidente to “toma lá e dá cá o seu voto”.

Não sou contra partido político algum. Sou contra políticas públicas inúteis, mal intencionadas e danosas ao futuro da nossa gente e nação. Sou e serei sempre.falando demais - 5

Respeitem a minha opinião. Discordem dela, mas a respeitem. E não sejam tão simplistas assim. As coisas não são simples e não podem ser “explicadas” dessa forma populista e demagógica como tem sido a prática dos governos na última década, principalmente por quem não me conhece.

O homem precisa ser dignificado e não escravizado ou comprado por aparentes favores de seus governantes. As pessoas continuam sofrendo com a seca… Absolutamente TODAS AS PESSOAS, TODOS OS ANOS, HÁ DÉCADAS. E o que foi feito da política de irrigação, da política que permaneça que se perpetue e que de fato transforme a vida do sertanejo do nordeste, onde – todo mundo sabe, menos o governo – a água está no subsolo e não na superfície?

Não precisamos disso. Somos inteligentes e capazes. Temos força e vontade de trabalhar. Só precisamos de oportunidades e onde elas estão? Onde está a água das chuvas do ano passado?

Aos que apenas me agrediram gratuitamente, fico com a dor que me causaram e com o consolo de que o tempo cura quase tudo. Aos que perderam alguns minutos de suas vidas para lerem essa minha resposta, agradeço a atenção.

Que Deus esteja conosco!

03 maio 2014 Posted by | ADMINISTRAÇÃO PÚBLICA, ARTIGOS, GOVERNO, ideologias, POLÍTICA | , , | Deixe um comentário

Rir é o melhor remédio

Encontrei isto hoje no Blog do Giulio Sanmartinipapuda
http://prosaepolitica.wordpress.com
Quase morri de rir. É bem triste, eu sei disto, mas as vezes rir é o melhor remédio.
O comentário do Anhanguera esta impecável.

MAIS PÉROLAS… DA GOVERN ANTA
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Ih! A coisa tá fedendo…ta fedendo
Adoro a eloqüência desta Presidenta… é dilmais, como se expressa bem!
TEORIA GERAL DA DILMA
“O início do Brasil e o fim do Brasil e o meio do Brasil são os municípios, porque não existe, de fato… nem é União, nem é um estado, um estado fisicamente. Existem, fisicamente, os municípios, as cidades e as zonas rurais”.
PRA FRENTE, PARÁ
“Então, eu vou concluir dizendo para a maioria e para a minoria, para todos, por que é que eu dei esse exemplo? Eu dei esse exemplo pelo seguinte, eu quero dizer para vocês que o Brasil só vai para frente se o Pará for para frente”.
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Anhangüera comenta: – A culpa do Brasil ter parado, então é do Pará, porque se o Pará parou, o Brasil parou junto. Puta que o parou… paralisou, pariu. A perua pirou. Do Chauí ao Óia a porcaria que ela arrumou… existem os municípios, fisicamente, quimicamente e matematicamente. Já a União fabricava açúcar e está quase falindo, e os Estados, como o próprio nome indica, estão em péssimo estado.
Postado por Anhangüerapetralha

 

 

 

02 maio 2014 Posted by | ABOBRINHAS, ANEDOTAS, ARTIGOS, Cinismo, GOVERNO, POLÍTICA | Deixe um comentário

   

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