blog do Roberto Leite

Assuntos de interesses multiplos e atuais.

O Lula e Maquiavel!!!!

O Lula e Maquiavel!!!!não me abandone sarney

Outro dia, conversando com amigos sobre a estratégia do governo para a eleição de “Dilma Rousifu”, começou a surgir em nossas mentes, uma possibilidade ainda não veiculada em nenhuma mídia sobre a possibilidade do Lula entregar passivamente o poder, possivelmente para uma oposição, e com seus 84% de popularidade.

E o desgaste sofrido com a permanência do Sir Ney, que claramente foi uma iniciativa do executivo.

E este agora com este desgaste com as mentiras da Dilma.

Isto não condiz, com uma possibilidade de uma eleição majoritária a pouco mais de um ano.

Não faz sentido, a situação de se expor desta forma, e ter a pretensão de eleger sua candidata.

E está mais do que comprovado que a transferência de votos e popularidade é uma tarefa muito difícil e quase impossível de se concretizar.

Para acabar com este preâmbulo, resta apenas dizer que um possível candidato, o José Serra que ainda não se manifestou como tal, anda disparado na frente de qualquer simulação de intenção de votos e que a Dilma, que realmente progrediu um pouco, ainda não mostrou a que veio.

E então, como se equaliza esta questão?você não presta

E foi então que apareceu uma possibilidade que contempla todas estas situações, e coloca em perspectiva, todos estes desmandos e erros do executivo.

Vamos enumerar as possibilidades antes das conclusões.

1. O Lula não quer, e não pode deixar o poder, por razões óbvias:

a. Com uma popularidade de 84%, seria um desperdício, apenas colocar o rabo entre as pernas e ir-se embora.

b. Com tantas maracutaias e pendências abertas, com o súbito enriquecimento de sua família, seria um tremendo risco entregar o governo ao inimigo que poderia abrir inquéritos, e causar muita dor de cabeça.

c. O Lula não vai arriscar tentar um plebiscito ou referendo em favorecimento de um terceiro mandato, pois o risco de ser considerado um golpe é grande como aconteceu em Honduras.

2. Se não está disposto a entregar democraticamente o mandato, como vai conseguir eleger seu candidato, que no momento é candidata e não consegue decolar?

a. A Dilma não decola.

b. A transferência de popularidade é coisa incerta.o remédio

c. O desgaste no congresso é coisa inexplicável.

d. E o desgaste na receita, é inaceitável em começo de campanha.

3. E então qual seria o plano?

a. O Sarney, aliado inconseqüente, teria de ser mantido como presidente do congresso e terceiro na fila presidencial. (Por isto o risco do desgaste)

b. A Dilma será a candidata, e o Lula se afasta da presidência em março e compõe a chapa como vice da Dilma.

c. Deste modo, não existe problema de transferência de votos, pois o próprio Lula é o candidato.

d. Procurando superficialmente pelas possibilidades jurídicas desta possibilidade, (Não sou jurista), não encontro nenhuma razão constitucional ou legal que impeça o presidente de se afastar da presidência e se tronar vice em alguma chapa.

e. O atual vice está mais com um pé na cova do que fora, e no caso de não poder assumir, entra então a necessidade de manter o Sarney, pois o vice do Sarney é o Marconi Perilo que é da oposição, e como presidente assumido poderia causar dificuldades para este plano.

  1. f. A Dilma também não está lá estas coisas de saúde, e se o plano der certo, ela se afastaria deixando o Lula mais quatro anos e com caminho livre para as eleições de 2014, pois não seria considerado presidente, mas sim vice e poderia continuar no poder.

4. Foram estas as considerações a que chegamos para explicar estes atos aparentemente tresloucados da atual administração, mas que se olhados do ângulo certo podem mostrar um tremendo plano muito maquiavélico, que deixa aparente sem sombra de dúvidas as mãzinhas do senhor José Dirceu e do Marco Aurélio Garcia.

Que tal, temos agora começar a lutar para impedir a concretização deste plano que nada mais é do que um golpe disfarçado de democracia nos mesmos moldes de um referendo, mas com mais peculiaridades, aproveitando as brechas da legislação brasileira. o placar

29 ago 2009 Posted by | ABUSOS LEGISLATIVOS, AUTORITARISMO, ÉTICA, GOVERNO, POLÍTICA, Reforma eleitoral, REFORMA POLÍTICA | 6 Comentários

O Brasil e a saúva II.

desordem

Este post foi escrito e publicado em junho de 2007, e continua muito atual. As coisas e os fatos sim mudaram, mas para pior. Os personagens ficaram desde então mais ousados, o cinismo aumentou, e as maracutaias estão a céu aberto.  Os políticos estão tratando povo como idiotas, o povo está tratando os políticos como se fossem de outro país.

As notícias, as entrevistas, são reais e estão acontecendo no Brasil.

Não é possível que os cidadãos que estão pagando por tudo isto estejam observando tudo como se estivesse acontecendo na China, no Iraque ou mesmo em Israel.

Quando um político diz em alto e bom tom que está se lixando para a opinião pública e sai rindo, é um sinal de que algo está muito errado.

Este tal de Paulo Duque, de 81 anos de idade, com cara de mascate, é o suplente do suplente, não recebeu nem um simples voto, e já anuncia antes de conhecer todos os fatos que irá arquivar todas as denúncias contra seu patrão o Zé Sir Ney.

Bem leiam o artigo abaixo com mais de dois anos de publicação, assim como os artigos no conteúdo que são de outros autores e julguem vocês mesmos se algo está diferente ou pior

etica e decouro

O Brasil e a saúva.

Ou o Brasil acaba com a Saúva ou a Saúva acaba com o Brasil.

Esta frase, de autor desconhecido, era propagada com afinco nos anos 60, e hoje está comprovado que era um equívoco total por parte dos pesquisadores.

Leiam sobre a saúva aqui:o senhor dos pasteis

http://fgaia.org.br/texts/brasil.html

Atualmente, existe uma linha de pensamento que até explora a possibilidade de que a frase seja de autoria de uma campanha dos produtores de agrotóxicos para justificar a venda dos seus produtos.

Agora, eu vou aproveitar esta frase equivocada para construir outra parecida, mas que não vai estar nunca equivocada, e vai permanecer atual para sempre.

Retirando-se a presunção aqui vai:

“Ou o Brasil acaba com a corrupção endêmica ou a corrupção acaba com o Brasil.”

O Lula em vez de mandar investigar a fundo o mensalão, abraçou o Roberto Jefferson e disse que confiaria sua vida à ele.

Disse algo parecido com ocaso do Palocci.

Agora vem falando o mesmo do seu irmão Vavá pela segunda vez, pois este já foi investigado por tráfico de influência e a investigação foi “influenciada” pelo ex-ministro da justiça.

Agora vem o caso do Renan Calheiros, que em uma averiguação fajuta pelo congresso, apresentou provas de que financeiramente poderia estar bancando a sua ex-amante e sua filha com esta. Este não é o caso, poderia é claro que poderia, pois ganha suficiente para isto. Mas se faria é outra coisa, pois a ganância não tem limites e como a revista veja publicou, o congresso tem é que vasculhar os extratos bancários dos dois para ver se saiu de um para ir para no outro. Existem inúmeras maneiras de se fazer isto, e uma delas é pelos pagamentos do CPMF. Pelo menos este imposto indecente deveria servir para algo decente.

Acorda Brasil, isto tem que acabar senão estamos perdidos.

Onde tem fumaça, certamente tem fogo.

Uma coisa o Brasil tem de sobra, são bons escritores e jornalistas falando sobre este assunto.sessão aberta

Liam o artigo do Jarbas logo abaixo:

Opinião: Endemia da ladroagem

Jarbas passarinho escreve:

Ao pregar diante de Dom João IV e sua corte, na Igreja da Misericórdia, o padre Vieira iniciou audaciosamente o sermão dizendo ser a Capela Real, e não aquela a que assomara, porque falaria de coisas atinentes à Sua Majestade Real e não de piedade, pois nem os reis podem ir ao paraíso sem levar consigo os ladrões, nem os ladrões podem ir ao inferno sem levar, com eles, os reis.

Louvado em São Tomás de Aquino e Santo Agostinho, vergastou os grandes que sabia ladrões, parte deles na Corte Real. Sem nomear quem quer que fosse, muitos que o ouviam sabiam ser seus alvos. Como vários santos trataram de ladrões protegidos pelos reis, advertiu: “O que vemos praticar em todos os reinos do mundo é, em vez de os reis levarem consigo os ladrões ao paraíso, os ladrões são os que levam consigo os reis ao inferno”.

Concluídas as invectivas, disse estar respondendo a Sua Majestade, que lhe perguntava se havia ou não conveniência de unirem-se as duas capitanias, do Maranhão e do Pará, em um só governo ou em dois. Menos mal – disse ele – será melhor um ladrão que dois, já que é mais difícil achar dois homens de bem.

Temos, hoje, 27 governadores e 38 ministros de Estado. Padre Vieira teria de mudar seus exemplos, pensando quão difícil é indicar não dois, mas muitos homens de bem para assessorarem Suas Excelências, sem o receio de desagradáveis procedimentos que os levem, junto com os protegidos, ao inferno. Há que fugirem de tal futuro os três poderes da República, bem assim as organizações sindicais patronais, até de terceiro grau, a representar milhares de empresários.

O quadro atual da desalentadora corrupção, que parece endêmica, bem mereceria uma defesa de tese de doutorado, receita para prevenir, evitar e impedir que o inferno do padre Vieira venha a ter dificuldade de alojá-los, tantos são. A triste realidade brasileira pode ser objeto não das increpações substantivas do padre Vieira, mas as adjetivas de seu contemporâneo Souza Macedo, o verdadeiro autor de A arte de furtar.

Não temos reis para ouvir, ao lado de seus ladrões, fingindo não saber nada, mas render-se aos indícios escandalosos de desonra, de pérfido exemplo, sobretudo para os jovens. São tantos, de pertinente autoridade não honrada, que, parodiando Norberto Bobbio, já não despertam a “santa indignação” que os provocava o furto do dinheiro público.

Repetir-se-ia, séculos depois, a engenhosa imaginação de Machado ao comparar as diversas fraudes com a conjugação dos tempos e modos do verbo rápio, de que derivam nosso rapinar e o substantivo rapina. Furtam pelo modo indicativo presente, quando, noviços, louvam os veteranos nas lições de como furtar nas licitações; pelo modo imperativo, mandando terceiros receber a propina depositada nos bancos ou no cofre das secretárias dos grandes empresários, e especialmente o imperativo negativo, ao bradarem, ofendidos, nunca terem recebido propina nem conhecerem sequer o propinador; pelo conjuntivo, lobistas experientes, que conjuntam a sua argúcia ao cabedal de magistrados, negociando suas sentenças, ou ao parlamentar zeloso e habilidoso a aprovar emendas para obras em que tem generosa participação e, descarado, ainda tenta chantagear o governo a cuja bancada pertence; pelo modo permissivo porque permitem que se furte, desde que se reparta o furto; pelo modo infinitivo, quando acha pouco e pede mais; e finalmente furtam pelo modo mais-que-perfeito, construindo pontes que ligam o nada ao nada coniventes com governador.

Mas o que essa novela Gautama mais estranha são os substantivos cuja significação varia com a mudança do gênero, em que Zuleide muda em Zuleido, original na troca e nada original na arte de furtar. Tantos se anteciparam, a ele, como os graúdos petistas, por exemplo, que surrupiaram, através de um intermediário experimentado na profissão de fraudador, muitos milhões de reais e quase mais ninguém se lembra disso. Talvez porque foram modestos e não furtaram o bilhão e meio de reais que o masculino de Zuleide amealhou em inocentes relações com seis ministérios e dezenas de honestos representantes de nosso povo.

Jarbas Passarinho foi ministro, senador, governador e é escritor

Agora, temos um excelente artigo do Laurence:ame-o ou...

Por Laurence Bittencourt Leite, jornalista

A política brasileira caberia num romance de Dostoievski, mas não certamente em “Crime e Castigo”. Aqui só há o crime. Lembrei-me dessa frase lendo a primorosa crônica do jornalista Woden Madruga do último sábado sobre a “mentira” no nosso mundo (ou seria submundo?) político. Lembrei-me também que no Brasil nunca (já imagino os defensores!) ganhamos um prêmio Nobel. Vale acrescentar: em nada. Nadica de nada. Talvez muitos quisessem acabar até mesmo com a Física e a Química porque seus cientistas criaram a energia a vapor que criou a revolução industrial. Quanta, quanta picaretagem. Mas haveria um Nobel que se fosse instituído nós seriamos imbatíveis: Nobel de corrupção. Nesse nós somos Phd, com todos os “méritos”. Nesse nós exportamos “tecnologia”. O crime da corrupção, esse, esse é o nosso grande “patrimônio cultural”, acrescido do dificílimo mérito de não haver o castigo.

Lembro agora que na década de 80, Henry Kissinger, em entrevista a jornalistas brasileiros, disse que o Brasil era o maior potencial econômico do mundo. Sequer falava-se em China ou Índia. Percebam. No entanto, outra figura notável, essa do mundo das letras, Stefan Zweig escreveu um livro chamado “Brasil, o país do futuro”. O primeiro, Kissinger, hoje, ninguém mais fala. E Zweig suicidou-se. Como acréscimo aconselho a leitura do livro biográfico do jornalista Alberto Dines sobre Zweig chamado “Morte no paraíso”. O paraíso, claro, é o Brasil. O paraíso fiscal, o paraíso das incoerências, da corrupção.

Mas numa coisa eu posso concordar tanto com Kissinger quanto com Zweig. Nossas riquezas são imensas, inúmeras. Mas estão enterradas. De que valem? A questão é que para desenterrá-las nos falta cabeça. Falta “cérebro” para explorá-las. Não conheço nenhuma árvore, que sozinha produza papel, é preciso a parte do homem, para explorar a árvore, que se faz o papel que se faz o jornal, por exemplo. Mas nosso cérebro só funciona quando é para a exploração política. Exploração, mentira e corrupção. Ai, ele é imbatível. Eis a nossa civilização. Uma civilização sem culpa.

E qual a raiz a sociológica ou psicológica para não mentir? Sem dúvida, o medo da punição. Esse é outro nosso grande mérito: nós abolimos a punição. Somos um país livre. É outro nosso paradoxo. Aqui se muda de ideologia como se muda de roupa. Aqui se muda de partido sem nenhum constrangimento. E nesse momento, eu fico me perguntando para aqueles que defendem a sociedade: onde está a força da nossa sociedade para punir a mentira, o excesso? Essa sociedade é uma miragem? Ou justamente pelo (excesso) de miséria se torna manipulável? Algo natural ou premeditado?

Aqui o que temos é o Estado gastador, assistencialista e provedor. Que vai entregar casa, comida e roupa lavada. Mas sem acabar com a miséria. Percebem a contradição? É a saída marota? Os pobres se avolumam com seus pedidos porque a idéia não é acabar com a miséria e sim “explorar” a miséria. A nossa política se faz com o assistencialismo que nunca termina com a miséria. É o Estado gerador da dependência.mamando

O incrível é que passamos mais de vinte anos de ditadura militar combatendo e criticando a dependência educacional, a dependência financeira, a dependência econômica da miséria, dos pobres ingnorantes e miseráveis. O combate, Jesus, hoje sabemos, era apenas para mudar de “dono” do Estado, ou de “dono” do poder. Resolver e acabar com a miséria pela geração de emprego e trabalho eles não querem nunca. Eles vivem de “dar” as coisas, mas esse “dar” é com o dinheiro dos outros, e pressupõe a continuação, a perpetuação da miséria. Pobre dependência.

Quem foi mesmo que disse que o homem se tornava homem quando recebia seu primeiro salário? Ah sim, foi Sartre. Ok. Mas repito: o nosso Nobel disparado seria o da corrupção. Esse é nosso eternamente.

Se não houver uma reforma política profunda, feita e comandada

pelos eleitores, a tendência é de um quadro pior no futuro

próximo, e de uma revolução violenta e sangrenta para tirar do

poder estes verdadeiros sanguesugas e carrapatos que não

querem largar o conforto de sugar o sangue dos brasileiros sem

serem importunados

cosa nostra

07 ago 2009 Posted by | ABOBRINHAS, ABUSOS LEGISLATIVOS, ARTIGOS, ÉTICA, Crimes e emntiras, GOVERNO, POLÍTICA | 3 Comentários

Os incríveis?

Os incríveis?obras clásicas

É mesmo impressionante a passividade dos brasileiros.

Nós pagamos direta e indiretamente a maior carga tributária do

mundo civilizado, e não recebemos em troca absolutamente nada.

Deveríamos ser sem nenhuma dúvida, o país com a melhor

educação básica, a melhor saúde pública e o país de melhor

segurança no mundo.tranquilidade

Somos acreditem ou não exatamente o contrário. Somos na visão

do resto do mundo, um país de otários, que elegemos para

presidente um imbecil que roda o mundo inteiro falando

abobrinhas e que para representantes no congresso mantemos de

forma coagida pelas atuais leis os mesmos corruptos que deram o

Brasil o título de campeão de corrupção no mundo.

E os incríveis sofredores, deram ao Lula mais de 80% de

aprovação. Inrível, incrível mesmoseguindo lula

Depois de assistir na mídia local, e também na mídia

internacional, os escândalos cometidos dentro do senado federal.

Depois de ouvir nas rádios, o presidente do congresso contratar

sem concurso o namorado de sua neta para trabalhar no senado

federal, dizendo em alto e bom tom que a vaga existente é mesmo

da família, como se o voto de confiança recebido sem merecer do

estado do Amapá, também lhe dava o direito vitalício de um

pedaço do Senado Federal.   Depois de ouvir o presidente do

conselho de ética do Senado Federal, que não representa

ninguém, pois não recebeu nenhum voto para ocupar a posição

ocupada, adiantou para os eleitores a remissão do Senador

Sarney de qualquer culpa seja lá o que for.

O povo não faz nada.mausoleo

Em um país mais sério, este crápula do Duque seria linchado em

praça pública.

Mas este começo de post, nada tem haver com o assunto que me

trouxe hoje por aqui.

O povo brasileiro, além de pagar estes impostos abusivos, ainda

paga mais em forma de várias multas.

É verdade que as multas mais freqüentes atingem mais a classe

média, nas formas de multas de trânsito, mas também é a classe

média que suporta a maior carga tributária.

É também a classe média que tem maior acesso à mídia de todas

as formas e está mais informada sobre todos os assuntos.

E mesmo assim, esta classe tão sofrida, paga sem muito

questionar, este abuso que é a indústria das multas de trânsito.

E as administrações locais, principalmente as administrações

municipais, estão inventando a cada dia, mais uma maneira de

cobrar mais multas para poder financiar e saciar a sua fome por

recursos que são usados espuriamente da forma que lhes convier.

É também verdade, que o Código de Transito Brasileiro (CTB),

prevê que as multas de trânsito devam ser usadas na melhoria no

trânsito.mudando o senado

Esta disposição, é muito vaga e apesar de bem intencionada, leva

a más interpretações do assunto, deixando aberta a porta da

informalidade.

Por exemplo, no DF, o governador anuncia que as multas de

trânsito estão ajudando na implementação da segurança no

trânsito. Com este dinheiro, que não é pouco (aproximadamente

500 milhões de reais ao ano), ele contrata mais agentes para

multar, instala mais radares para multar mais, e a segurança está

em baixa, pois os acidentes continuam acontecendo, os roubos de

veículos aumentaram escandalosamente e as infrações que

causam muitos problemas com estacionamentos proibidos, estão

acontecendo em todos os recantos do DF.

E esta arrecadação escandalosa de multas, inconstitucionalmente

já faz parte da receita do DF.

Pensem como isto está totalmente errado.o pinto

A receita de qualquer município, estado ou da nação tem que ser

feita antecipadamente em forma de previsão orçamentária, que

deve ser aprovada, pelas câmaras de representantes, de cada

unidade.

Portanto esta arrecadação de multas, não pode ser parte da

receita, pois, teoricamente, não deveria existir se o povo se

educasse e parassem de cometer infrações.

Mas, com a fome de arrecadar cada vez mais, inventam há todos

os instantes, maneiras, regras idiotas, apenas para poderem ter

uma desculpa para continuar a usufruir desta arrecadação

espúria.

Esta arrecadação também promove outra infração como o

suborno que freqüentemente acontece quando um oficial recebe

do cidadão alguma recompensa para não emitir a multa.

E esta situação está em tendência de alta, sem muita perspectiva

de acabar.

Isto precisa acabar sim. Esta indústria da multa, qualquer multa,

tem que ser coibida de alguma forma.

Realmente, a multa tem que existir, pois sem ela os abusos

tendem a aumentar.

O que fazer então????

Eu tive outro dia uma idéia, que precisa ser difundida e encontrar

algum representante honesto o suficiente para apresentar no

congresso.

Seria criado o Fundo Nacional da Multa.

Toda e qualquer multa aplicada punitivamente a qualquer

cidadão ou pessoa jurídica, seria depositado neste fundo único.

Isto se aplica a qualquer unidade federativa seja município,

estado ou união.

Os recursos arrecadados neste fundo seriam distribuídos

diretamente e, igualmente no Ensino Básico e na Saúde Pública.

O TCU, o Ministério Público e uma comissão de representantes,

iriam fiscalizar esta distribuição, ficando totalmente proibido,

repassar estes fundos para qualquer ministério, secretaria ou

qualquer outro órgão que não o usuário final, como uma escola

ou hospital público que deveria apresentar ao fundo uma

necessidade emergencial, que seria analisada pelo conselho

dentro do fundo.

Os motivos poderiam ser os mais diversos, como uma melhoria

nos salários, dos médicos e professores para incentivar médicos

e professores decentes em municípios mais pobres.

A compra de materiais de emergência para escolas e municípios

pobres.

Não poderiam ser usados estes recursos para obras inteiras como

construção de hospitais ou escolas novas, pois isto poderia

reverter em distorções nas distribuições e em corrupção durante

as obras como super faturamento, etc.

Os membros e diretores deste fundo seriam remunerados pelos

órgãos a que pertencerem sem retirar do fundo absolutamente

nenhum centavo para o funcionamento deste.

As medidas legais e os estatutos do fundo seriam criados por

entidades com experiência jurídica legal como a OAB ou algo

parecido.

Com esta medida, a fome arrecadatória seria amainada, e as

escolas e hospitais públicos iriam se beneficiar destas multas.

Vamos gente, vamos deixar de ficar incrivelmente passivos, e

mostrar para os incrivelmente corruptos que o povo também tem

vontade de fazer as coisas acontecerem, sem legislar em causa

própria.

E para dar um exemplo de alguém que não está na impassividade,

leiam este Email que recebi, dando credito a este professor da

USP.

FORREST LULA (o professor foi genial)

Finalmente alguém abordou o tema com uma simplicidade

franciscana, foi direto ao ponto.

O melhor de tudo é que o autor é docente de uma grande

universidade onde, via de regra, a grande maioria é de esquerda,

festiva, burra e eleitora de LULA.

APROVEITEM A ANALISE INTELIGENTE DO PROFESSOR DA

USP Wagner Valenti*

Professor da USP / Departamento de Biologia Aplicada. Esse

professor da USP fez um belo resumo, que aí vai ….

‘Todos conhecem o filme Forrest Gump , que narra a história de

um imbecil que sobe na vida auxiliado por circunstâncias a ele

absurdamente favoráveis.

Pois nós brasileiros temos aqui nosso Forrest Lula, pelas razões

que apresentarei abaixo.

1) Ele pensa que chegou a presidente pela competência, mas foi

por uma junção entre sua persistência malufiana e o

‘mudancismo’ do eleitor, que só pelo desejo de mudar nem se

sabe o quê vota alternadamente em candidatos como Collor e

Maluf, e depois em Lula & companhia.

2) Ele pensa que é respeitado lá fora, mas não passa de uma

curiosidade zoológica, como o mico-leão dourado. A esquerda

romântica de lá acha lindo um operário do terceiro mundo ter

virado presidente: Se ele é competente ou não, o terceiro mundo

que se dane. Ele recebe essa corda toda e acredita.

3 ) Ele pensa que trouxe programas sociais, mas a única coisa que

o PT fez foi proteger os terroristas sem-terra, e transformar o

bolsa-escola em bolsa-esmola.

4) Ele pensa que faz sucesso com a imprensa, mas na verdade

contou, pelo menos até os recentes escândalos, com uma

imprensa domesticada e cordial.

5) Ele pensa que não existe ninguém que possa questioná-lo tanto

em ética quanto em política, mas isso só acontece por que ele

nunca se expôs a entrevistas coletivas sérias, com jornalistas

especializados, onde teria de dar uma satisfação objetiva de seu

desempenho.

6) Ele pensa que é imune a essa crise porque seu percentual de

aprovação ainda é alto, mas as pessoas que ainda confiam nele são

aquelas tão avessas à leitura quanto seu presidente, e por isso

nem sabem o que acontece.

7) Ele pensa que é responsável pelo sucesso da política

econômica, mas isso aconteceu porque a diretriz econômica foi a

única herança do governo anterior que ele não estragou.

8) Ele pensa que causou o aumento das exportações, embora isso

tenha sido

conseqüência de uma série de fatores anteriores a seu governo,

mais as circunstâncias favoráveis no cenário internacional.

9) Ele pensa que não sofrerá impeachment por estar acima de

tudo o que acontece, embora Collor tenha sido defenestrado por

muito menos. Na verdade, ele só vai ficar lá porque não interessa

a ninguém transformá-lo em mártir,

dando-lhe chance de retornar à cena política, ao mesmo tempo

que ninguém quer ver o escroto do Alencar tomar o poder e

arruinar a política macro-econômica..

Wagner Valenti* Professor da USP / Departamento de Biologia

Aplicada ‘ ..

(*) é um bom prof. de Biologia, pois, mostrou que entende bem

de moluscos, vermes e parasitas…

ditadura

05 ago 2009 Posted by | ABOBRINHAS, ABUSOS LEGISLATIVOS, ADMINISTRAÇÃO PÚBLICA, ÉTICA, ECONOMIA, EDUCAÇÃO, TRABALHO | Deixe um comentário

   

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