blog do Roberto Leite

Assuntos de interesses multiplos e atuais.

O poder fazer…

O poder fazer…

Este post, está em meu outro blog, e foi ao ar em 1º de janeiro de 2007.

Como este novo blog que contém quase todos os posts do outro, somente começou em março de 2007, alguns posts do outro endereço não se encontram neste endereço. Esta semana estava editando alguns posts e encontrei este.

Li e decidi publicar, aproveitando a oportunidade para publicar também algumas charges atualizadas do  Roque Sponholz.

Então aqui estamos:

A diferença é poder fazer.

Eu nasci no ultimo ano da segunda guerra mundial, e lá pelos anos 50, em plena guerra da Coréia, eu já entendia um pouco das notícias do Repórter Esso.

O meu pai, que sempre foi professor universitário, (UFMG) na época ouvia todas as noites o Repórter Esso e fazia alguns comentários sobre a guerra da Coréia.

Um dos comentários que eu ouvi e que não entendi, ou entendi errado foi:

“Se esta guerra demorar muito, o Mac Arthur acaba jogando uma bomba atômica lá e aí sim acaba rápido.

Eu entendi assim:

“Se esta guerra não acabar rápido o macaco joga uma bomba lá… ETC.?

Eu perguntei para a minha mãe no dia seguinte:

“Mãe, quem é o macaco que joga bomba?

“Não sei meu filho, onde você ouviu isto?

“O papai disse isto ontem à noite depois do Repórter Esso.

“Então pergunte para ele na hora do almoço?

Esperei ansiosamente a hora do almoço, e assim que o meu pai chegou perguntei para ele:

“Pai quem é esse macaco que joga bomba?

“Que macaco filho?

“Este que você falou ontem depois do Repórter Esso?

“Eu não me lembro de ter falado nada de macaco?

“Falou sim, e disse que ele joga a bomba atômica para acabar com a guerra?

“Joga bomba atômica? – Ah sim, mas não é macaco, é o general americano Mac Arthur que comanda esta guerra, e se a guerra não acabar logo ele pode jogar uma bomba atômica como fez no Japão e a guerra acabou logo?

“E isto é bom?

“Não sei, respondeu meu pai e continuou” Se ele fizer isto, vai matar de uma morte horrível muita gente inocente, mas provavelmente vai acabar com a guerra.

“Porque ele quer matar tanta gente inocente?

“Ele não quer matar, mas quando existe uma guerra, muita gente morre mesmo os que não estão fazendo nada de mal.

“Ele pode matar gente como eu, o senhor, a mamãe que não estamos fazendo nada?

“Se existir uma guerra isto poderia acontecer”.

“Então eu não gosto dele”.

“Dele quem?

“Do general macaco americano.

“Meu filho, o nome do general é Mac Arthur e não macaco.

Aí terminou o nosso diálogo, e eu saí dali não entendendo como pede haver pessoas que matam em nome da guerra outras pessoas que não fizeram nada. Eu não sabia ainda o que seria uma bomba atômica, mas sentia que era uma coisa muito ruim para as pessoas.

E eu não gostava dos generais macacos americanos.

Depois disto, em pouco tempo faleceu o meu avô paterno, figura que eu tinha como homem sério que ele era e apesar de severo muito bom comigo e que senti muita falta nos anos que se seguiram. Esta foi minha primeira experiência em perder uma pessoa querida.

Depois disto os fatos que me marcaram foram a morte do Getúlio Vargas, a Martha Rocha, ganhando o concurso de Miss Brasil e São Paulo fazendo 400 anos de vida.

A eleição do Juscelino Kubitschek foi a primeira fase política da minha vida, principalmente porque o Juscelino era conhecido da família.

Ele tomou posse em 31 de janeiro de 1956

Em outubro de 1956 Aí houve a invasão da Hungria pela Rússia, e houve protestos nas ruas de Belo Horizonte, comandados pela Embaixada Americana.

Neste momento, veio na memória os fatos sobre o General macaco americano. Que matava os inocentes.

A revolução cubana e a vitória de Fidel Castro em 1959 foram divisórias quando os meus amigos e companheiros começaram a se definir entre direita e esquerda, na escola, clubes etc.

Em 1961, A União Soviética coloca Yuri Gagarin em órbita, na frente dos americanos e então, ponto para a esquerda que com isto tenta provar a superioridade do regime estatal russo.

Eu neste ponto estava muito indeciso sobre o assunto político internacional. De um lado, vários amigos, portando teorias de Carl Max e Engels como a esperança da raça humana. De outro lado, a sociedade americana, que representava o oposto do regime comunista e de onde eu conhecia através da revista Mecânica Popular em espanhol que o meu pai assinava. Eu gostava da idéia de fazer as coisas como havia aprendido com meu avô e meu pai, de não ter que depender de ninguém para desenvolver minhas idéias. Eu gostava dos projetos da revista e quando às vezes dependia de suprimentos encontrados apenas nos Estados Unidos, sentia vontade de ir para lá para poder concluir estes projetos. Aí eu me recordava da minha conversa com o meu pai sobre o General macaco e mudava de opinião.

Meus amigos, definidos como de esquerda, me estimulavam a ler Max e Engels, mas eu apesar de tentar, não consegui ver na teoria deles muita esperança para a humanidade.

Eu sabia então como sempre soube e até hoje de que os homens eram e são diferentes, e com diferentes capacidades de pensar e de se desenvolver e que a tão falada injustiça social popular, não poderia se somente culpa dos patrões mesquinhos, mas era a diferença entre os próprios homens que criava as escalas sociais. A mudança de escala e condições sociais ficava mais difícil uma vez estabelecida a condição de inferioridade, mas se houvesse uma pessoa com uma capacidade muito melhor do que a sua classe social, este indivíduo tinha chance de se sobressair e mudar de classe. Então os seus descendentes poderiam ser parte de outra classe melhor.

Eu sempre pensei que os valores individuais e que deveriam reger a divisão das classes sociais.

Com este pensamento, as teorias onde o estado controlaria tudo e onde não poderia haver diferença de classes sociais, pareciam no mínimo utópicas demais e que não teriam possibilidade de acontecer. Primeiro é que os indivíduos de melhor desempenho teriam que ou trabalhar por outros ou se igualarem aos outros para se comportarem dentro de uma classe única. Seria fazer a média por baixo e desta forma negar a possibilidade de progresso.

Nesta época, eu tinha lido praticamente todos os livros clássicos brasileiros como Monteiro Lobato, Machado de Assis, José de Alencar, Érico Veríssimo, e os contemporâneos como Rachel de Queirós, Graciliano Ramos, Estanislau Ponte Preta, Fernando Sabino, e os estrangeiros como Eça de Queirós, Tolstoi, Esteinbeck, Dumas, Twain, Exuperry, e havia olhado de forma breve, sem me aprofundar muito, os trabalhos dos filósofos gregos e alemães como Sócrates, Aristóteles, Kant, Nietzsche e outros. Eu lia e leio o tempo todo. Eu encontrava alegria em todos os livros, mas os meus amigos que pregavam as doutrinas de Max, não conheciam quase nada dos outros autores, e quando eu perguntava por que não liam outras coisas, eles vinham com as desculpas de que não eram relevantes.

Isto para mim estava ficando com cara de fanatismo ideológico e eu me afastei destas idéias políticas de esquerda. Mais tarde, fui morar nos Estados Unidos,e me encontrei com os sindicatos americanos, com suas idéias sociais muito parecidas com as dos meus amigos da juventude de esquerda, onde um comando único poderia fazer muito mais por mim . A força da massa, etc. E que deveria participar do sindicato pára poder sobreviver, ETC. Eu então comecei a ver que os sindicalizados trabalhavam menos sim, mas não melhoravam muito e que os líderes não trabalhavam , mas melhoravam muito e comecei a ver tudo diferente.

Eu pensava: “Se eu que estou aqui para trabalhar de qualquer forma, provar ao meu patrão que eu posso fazer o trabalho de quatro sindicalizados, e pedir para ganhar o dobro do que ganho, vou conseguir? e dito e feito, em menos de um mês estava ganhando muito mais sem a ajuda do sindicato. Sofri com isto, fui perseguido, mas os valores individuais sempre foram a minha idéia de vencer e melhorar na vida.

Este é o resumo de como me orientei entre esquerda e direita, dando mais peso aos valores individuais do que os valores políticos sociais. Eu não gosto muito do estado. De nenhum estado. Mas por mais que busque ver um meio da sociedade viver sem o estado, não consigo enxergar. Então eu penso: “Se a sociedade necessita de um estado para sobreviver, que este seja o menor possível?

E eu comungo nos ideais do pensamento anarquista:

“O estado é o maior opressor do homem.

Roberto Leite de Assis Fonseca

Brasília dia 1º de janeiro de 2007.

Depois de escrever este resumo, encontrei este bom artigo de outro autor com um tema parecido:

CONFISSÕES DE UM EX-COMUNISTA.

Por Adauto Medeiros, engenheiro civil e empresário

Eu era um jovem sonhador quando li o livro “O que você sabe sobre o petróleo, de Gondin da Fonseca. Nele as multinacionais do petróleo eram a causadora de todos os males do mundo. Nesta época o Brasil estava começando a fomentar e criar sua grande riqueza que era o petróleo com a criação de uma estatal chamada Petrobrás. Na época não havia capitais nem financeiros nem humanos nacionais para bancar a exploração do ouro negro, como se dizia naqueles dias.
Trouxeram então um diretor da Standar Oil chamado Walter Link, que presidiu a Petrobrás e deu toda a estrutura administrativa que ela tem até hoje. Na época um barril de petróleo custava em torno de U$ 2,00, mas mesmo assim ela sobreviveu especialmente porque ao emplacar um carro a pessoa era obrigada a comprar ações da nova empresa monopolista. O monopólio levou 50 anos para promover a auto-suficiência.
Mas o livro de Gondin da Fonseca me influenciou tanto que para ser comunista foi um passo. O que de fato ocorreu.

Na Universidade juntei-me à esquerda e passei a achar e ter certeza que o comunismo era a única solução para resolver os problemas da miséria, não só no Brasil como no mundo. No auge da Guerra Fria li um pronunciamento de John Foster Dulles, Secretário de Estado de Eisenhower dizendo que a guerra seria vencida pelos americanos porque os russos não tinham economia para enfrentar a economia americana. Ele estava certo, mas na época, como bom comunista não acreditei e passei a ler compulsivamente os escritos de Lênin, Trotsky, sem falar em Marx, Engels e Hegel. Finalmente, como jovem, tinha encontrado o caminho da salvação da classe trabalhadora.
Na Universidade o diretório acadêmico era dirigido pelos comunistas, não só os filiados do PCB, como aqueles que como eu nunca tinham pertencido aos quadros do partidão. Eu era comunista, acreditava firmemente, mas sempre quis ser um uma espécie de livre-pensador, algo que entrava em conflito, porque esse tipo de mentalidade não se coaduna com filiação nem em religião e nem em partido político.
Mas em 1962, a União Soviética estava patrocinando o Festival da Juventude e desta feita foi em Helsink, Finlândia. Lembro que ela dava hospedagem apenas, mas para ir até o Festival cada um pagava suas despesas. Não hesitei e vendi uma modesta casa que tinha recebido como herança de meu pai (o que me levou no futuro a refletir e a entender que se não houvesse propriedade privada não teria como ter vendido e sem democracia não teria liberdade de ir e vir), troquei o dinheiro em dólares, e juntamente com mais dois colegas do Partido fomos para Viena e lá encontramos a cúpula da UIE (União Internacional dos Estudantes) que na época era dirigida por Marco Jamovich, um judeu brasileiro muito influente no comunismo internacional, e que depois foi trocado pelo embaixador americano.
Nesta viagem estavam os cantores (na época faziam um sucesso máximo) Nora Ney e Jorge Goulart e o famoso (logo ficaria famoso) ator de novelas Lima Duarte, além do Fernando Mesquita que depois viria a ser porta voz do presidente Sarney. Apanhamos o trem e quando cheguei na Rússia tomaram todos os passaportes e nos colocaram próximo da divisa com a Finlândia. Logo de cara, percebi que as estações eram todas cercadas com arame farpado, isto para que os russos não tivessem contato com os estrangeiros, pois eles podiam trazer (era essa a mentalidade na época que nós ouvíamos) o micróbio do capitalismo. Nos parecia estranho, uma vez que nós também éramos estrangeiros.
Mas o que nós encontramos e isso ficou na minha mente, foram cidades pobres, não havia estradas de rodagem e uma burocracia terrível igual à de Brasília. Aliás, hoje Brasília é pior. Em Helsink hospedei-me em um colégio juntamente com a delegação de Angola e da Guiné, onde conheci os principais líderes dos dois países, inclusive Agostinho Neto e Marcelino Serafim Goia que foram presidente e vice respectivamente de Angola e Guiné. Através de Marco Jamovich fui convidado para visitar a Tchecoslováquia como convidado do governo, onde passei 12 dias. Tive a oportunidade de conhecer desde as fábricas, passando pelas fazendas coletivas, até boates. Tudo era estatal e controlado pelo governo, desde o garçom até as músicas. Como só havia em cidade grande, portanto, só havia também uma boate grande; a fila para entrar nela era enorme e levava-se (fiquei sabendo) às vezes até mais de duas horas para conseguir entrar, e como tinha um número definido de pessoas para freqüentar, muitos que estavam na fila voltavam porque não havia mais lugar. As coisas aos poucos foram ficando mais claras para mim, e o que era uma crença inabalável nos regimes de esquerda, começou a ser posta em xeque, e comecei a me perguntar se uma sociedade toda regida pelo estado não conseguia resolver nem os problemas básicos quanto mais de laser.
Minha viagem à Rússia para participar do Festival da Juventude comunista, aconteceu em 1962. E foi nessa viagem a Rússia que vi no que havia resultado a revolução. Em 1960 Kruchev já havia denunciado no famoso XX Congresso comunista, mas no Brasil ainda não se sabia por inteiro da paranóia e dos crimes de Stalin. De qualquer forma fiquei decepcionado com a vida dos camponeses, em especial suas casas que eram construídas de feno e com sanitário ao ar livre. Aquilo chamou minha atenção e fiquei impressionado como um país que tinha mandado Yuri Gagarin ao espaço poderia ter uma população no campo tão pobre e vivendo em condições tão subhumanas. Depois descobri que 80% do orçamento russo era para a defesa. A guerra fria havia destruído a tentativa de construir o paraíso comunista. Mas não só isso, claro. A economia americana conseguia fazer tudo isso e ainda proporcionar um bem estar social ao seu povo. Isto me fez enxergar na deficiência do sistema econômico centralizado e dirigido por funcionários públicos. Hoje ninguém mais acredita nisso, mas na época todos os dogmas das esquerdas eram verdadeiros. Isto, ninguém acredita, com exceção certamente ainda da América Latina.
No entanto, lembro-me de um judeu russo que tinha ido estudar nos USA, no começo do século. Chegando na casa do tio, este perguntou o que ele queria estudar e jovem disse que ia fazer medicina porque queria estudar os micróbios. O tio disse que os micróbios estavam na terra e portanto ele deveria ser agrônomo. De fato, o futuro agrônomo descobriu a terramicina. E foi esse judeu russo que disse certa vez que o homem que aos 20 anos não é comunista é um homem sem coração, e que aos 40 anos se continuar sendo é um homem sem juízo. Quando agora o nosso presidente disse algo parecido, um plágio grosseiro sem saber a fonte, nisso ele estava certo.
O que todos perguntam, é porque mesmo dizendo isso, ele estar perto de Hugo Chaves, Fidel, Evo Morales, e Cia. Coisas do nosso presidente, certamente.
Bom, eu terminei meu curso de engenharia em 1963, na Politécnica de Campina Grande, e nesta época a política ideológica fervia dentro da Universidade. Eu que já voltara da Rússia decepcionado, não via no comunismo mais a solução para os problemas materiais da humanidade. Portanto, eu e quatro alunos começamos a fazer oposição a esquerda e conseguimos colocar como diretor da Escola de Engenharia, o professor Linaldo Albuquerque que era um homem integro e não era ligado aos comunistas. Foi nomeado e transformou a universidade da Paraíba a segunda do Brasil perdendo apenas para a UFRJ. Na época já havia professores do ITA, mas depois veio gente da França, Canadá,
India, trazidos por Linaldo que transformou a Universidade como um todo, e não só num grande centro de engenharia e matemática. As escolas pertenciam a Universidade da Paraíba, hoje Universidade Federal de Campina Grande. Há poucos meses a Google recrutou um de seus professores para trabalhar nos USA, o que dá uma idéia de sua pujança.
Depois de formado comecei um pequeno negócio com uma pequena construtora. Eu tinha como contador um senhor que pertencia ao partido comunista que foi preso em 1967 e o levaram para João Pessoa. Fui a policia federal visitá-lo e tentar negociar mas não me deixaram falar com ele. Num sábado a tarde estava eu em casa quando fui preso pela policia federal pelo agente federal
Í
ndio Bugre, hoje aposentado. Preso fui levado para o Batalhão de Engenharia do Exercito em Campina Grande. Sei o quanto é desagradável um cidadão ser tirado de sua casa por forca do arbítrio e ter que prestar depoimento por algo que ele não sabe. Mesmo assim, apesar de ter sido preso político, nunca pedi indenização ao contribuinte e nem aposentadoria gorda como fizeram muitos e ainda continuam fazendo. Aliás eu não tenho nem mesmo aposentadoria, nem do INSS. Hoje aos 71 anos me considero um pequeno empresário, amante da livre iniciativa, pois tenho a consciência que o único meio de elevar o padrão material de um povo é pela democracia e pela geração de riquezas, e não somente sua divisão como os comunistas pensam, pois apenas ela pode dar ao homem a capacidade de criação e de gerar novas riquezas. Mas também sei que o capitalismo não é um sistema econômico capaz de resolver tudo, ele exige trabalho, talento e sobretudo talento para enfrentar as diversidades do mercado e as mudanças constantes. Mas só ele pode fazer migrar classes pobres para a classe média. Alias foi o capitalismo que criou a classe media. E basta um exemplo: a China antes da abertura capitalista tinha 1% de classe media, após a abertura já tem 11%. Eu costumo a dizer sempre que no capitalismo ou cresce ou empobrece, mas no comunismo nem cresce e portanto todos empobrecem. Trabalho todos os dias e acho ótimo a iniciativa privada, que junto com a democracia constituem o único sistema econômico e político em que um individuo pode viver sua plena cidadania. Neles, de fato, o contribuinte é valorizado. Por outro lado, é triste ver que a sociedade brasileira ainda não se definiu por nenhum sistema econômico. Aqui há uma democracia sem voto e um capitalismo sem lucro. Temos um regime em que a classe política vive como Reis olhando a ralé se debatendo com fome. Não é à toa que estamos parados no tempo há no mínimo 400 anos.

17 out 2008 - Posted by | ARTIGOS, GOVERNO, ideologias, POLÍTICA

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