blog do Roberto Leite

Assuntos de interesses multiplos e atuais.

A grande festa

O TRABALHO É UMA FESTAbebendo-em-casa.jpg

Eu já escrevi neste blog, varias vezes que o Lula não é muito e nunca foi chegado ao trabalho.

Mesmo sem trabalhar ele é um indiscutível sucesso, pois assumiu sua posição de primeiro mandatário com um currículo obscuro e duvidoso. Em sua declaração de renda, ele conservadoramente é um milionário e seu apartamento de cobertura, é um total mistério de aquisição.

Em um país repleto de analfabetos ele dá declarações contrastantes de que não tem muita necessidade de leitura. Não se tem notícia de algo que ele tenha escrito pessoalmente, e não se tem notícia que ele saiba utilizar um PC. Eu nunca vi dentre tantas fotos e filmes ele sentado diante de um PC. Agora fotos dele traçando uma branquinha, têm de monte e dele escornado depois de uma noitada de excessos também existem várias espalhadas pela Internet.

O único trabalho para o qual foi treinado, o de torneiro mecânico, não pode desempenhar sua função sem perder um dedo, mostrando a falta de capacidade para este trabalho. Como deputado da constituinte ele não se mostrou capaz do desempenho esperado, e foi até muito apagado. Não encontrei referencias se durante aquele tempo ele se mostrava propenso às suas festinhas com a branquinha. Por isto não tenho comentários.

Quando um jornalista americano residente no Brasil fez referencia ao seu apego à branquinha, ele em um rampante de autoritarismo queria que se expulsasse este jornalista.

“Quem tem fama deita na cama” e ele pode até se indignar, mas seu currículo não deixa dúvidas, que ele é chegado a uma “marvada” ele é.

Mas também ninguém é de ferro.

E melhor posto do que o artigo do Villas que está aí abaixo reproduzido na integra, não tem:

Opinião: Governar é divertir-se

Villas-Bôas Corrêa, repórter político do JB

Nos quatro meses do segundo mandato do governo que não começou, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva forneceu mais elementos para a decifração da sua personalidade – que não chega a ser tão complicada – do que nos quatro anos iniciais embalados pelos elogios em boca própria ao maior em tudo de todos os tempos.

Nas picuinhas ao antecessor que jogou nos seus ombros a tal herança maldita, misturou viagens pelos quatro cantos do planeta para a afirmação de uma liderança mundial, de que tanto se orgulha. O modelito inaugural do seu gabinete no Palácio do Planalto só cuidou de política para a montagem do esquema da reeleição. Descuidos intencionais ou não fecharam os olhos para os desatinos petistas na armação da temporada dos escândalos: do caixa 2, do mensalão, das ambulâncias superfaturadas, da trapaça das sanguessugas, ampliados pela maciça cobertura pela mídia das CPIs que desandaram na dança do plenário da Câmara para comemorar a absolvição em cascata dos denunciados.

Lula abandonou o PT às merecidas traças, adubou a reeleição com os 11 milhões de Bolsa Família para matar a fome de 44 milhões de eleitores especialmente nas áreas mais pobres do Norte e do Nordeste.

Quando o núcleo político bichado pelos escândalos foi dissolvido, o presidente-candidato, em estalo afortunado, descobriu a fórmula perfeita do gabinete administrativo, que confiou à competência e energia da ministra Dilma Rousseff, chefe da Casa Civil. Livre da papelada burocrática, que jamais leu, contentando-se com os resumos em meia folha de papel, pôde dedicar-se em tempo integral à campanha nas suas diversas etapas.

E desde então, o estilo Lula de governar ampliou o esboço até o retrato em corpo inteiro, com a transparência das suas singularidades. Da casmurrice das frases curtas do presidente Dutra à variedade dos cinco generais-presidente do rodízio de quase 21 anos da ditadura militar, passando por JK, Jânio, Jango, Sarney, Collor, Itamar e FH, nada pode ser comparado ao presidente Lula do bis.

Joalheiro amador, aplicou-se em enfeitar a faixa presidencial com as pedras coloridas da fantasia para a festa do governo desfrutado como uma diversão. Lula adora presidir reuniões com grande número de participantes que ocupem todas as cadeiras das mesas imponentes dos palácios do Planalto e da Alvorada ou das aperturas da Granja do Torto. Como não pode convocar governadores, prefeitos ou ministro todos os dias, conforma-se com a modéstia de encontros com os chamados núcleos de ministros para assuntos que interessam o público com a garantia de ampla cobertura na mídia.

Mas o recheio doce do mandato são as viagens. Qualquer uma, para qualquer lugar, com qualquer justificativa. Claro, as rotas internacionais para a exibição nos palcos do mundo são manjares para o paladar dos deuses que voam nas asas do Aerolula com a pompa e os agrados das mordomias. Reconheça-se que os giros patrocinados pelo Mercosul pelo mapa do nosso continente quase que se igualam ao deslumbramento da Europa, da Ásia ou da África. Lula é um temperamento eclético.

Nunca pareceu mais feliz e à vontade como no segundo mandato, sem a tentação de brincar com a democracia para mais quatro anos. Se cair no colo, claro que não recusará o sacrifício.

Por enquanto, pretende curtir os três anos e 10 meses no ritmo de festa, concentrando os esforços oficiais em três ou quatro programas que iluminem a imagem do grande presidente, o maior de todos os tempos.

Além do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC), mesinha milagrosa para a cura de todas as enfermidades do país; três ou quatro obras de truz, como a irrigação de áreas do Nordeste com a transposição das águas do Rio São Francisco. E, um degrau abaixo, o pacote de emergência para o investimento de mais R$ 8 bilhões na educação.

A rede rodoviária em pandarecos, com recorde de desastres, ou a calamidade nacional da insegurança, com o registro de mortes diárias no Rio e nas grandes cidades são assuntos para a pauta da burocracia, dos governadores e prefeitos.

Poupem Lula: o governo é uma festa.

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08 mar 2007 Posted by | ADMINISTRAÇÃO PÚBLICA, AUTORITARISMO, TRABALHO | Deixe um comentário

AUTORITARISMO

Mais sintomas autoritários.

Podem alguns até pensar que eu fiquei paranóico, dizendo das tendências autoritárias do PT, coisa antiga coisa de Fidel Castro.

Não é paranóia não, é sério mesmo, e a demonstração e os sintomas aparentes, são demonstrados constantemente na mídia.

Quando alguém entrou no meu servidor e desmontou todo o meu blog, passei algum tempo imaginando que poderia ser alguma pane. Procurei várias pessoas que tentaram me ajudar, não encontrei o responsável pelo blog que estava de férias, e o tempo passando, pessoas me ligando e perguntando por Email o que havia ocorrido. Sem nenhuma resposta conclusiva, não me restou alternativa. Acreditar na intrusão de algum petralha que se magoou com as verdades escritas no blog sobre o governo do PT.

Já conseguiram um funcionário do MP para processar o Mainardi, e como tudo que eu escrevo ou é referencia ao escrito de outro ou é documentado pelos próprios órgãos governamentais, processo não procede. Sem nenhum respaldo legal para acabar com o meu blog, somente restou a ilegalidade e se intrometer e apagar tudo.

Agora, esta tarde visitando o Blog do Josias, eu encontrei uma notícia fresquinha que ilustra mais uma vez a veia antidemocrática do PT.

Queiram conferir:

Artigo do Blog do Josias:

http://josiasdesouza.folha.blog.uol.com.br/

Governistas barram CPI Aérea; oposição vai ao STF

Os partidos governistas acabam de aprovar no plenário da Câmara o requerimento que suspende a instalação da CPI do Apagão Aéreo. As legendas oposicionistas decidiram que vão recorrer ao STF. Mais: prometeram obstruir as votações de todos os projetos de interesse do governo até que o impasse seja resolvido.

Na manhã desta quinta-feira (8), frustrou-se a tentativa de acordo, ensaiado na noite passada. Embora o PSDB, autor do requerimento da CPI, tenha concordado em modificar o texto do documento, o governo manteve-se irredutível.

E o líder do PT, Luiz Sérgio (RJ), exigiu que fosse votado o requerimento que apresentara na véspera, pedindo a suspensão da instalação da CPI até que a CCJ (Comissão de Constituição e Justiça) se manifeste sobre a legalidade do requerimento. Votado, o recurso do PT foi aprovado por 261 votos contra 46. Houve sete abstenções.

PSDB, PFL e PPS decidiram que não vão aguardar pela manifestação da CCJ. Já estão providenciando um mandado de segurança ao STF. Alegam que a manobra do governo fere direitos da minoria parlamentar.

O confronto aberto em torno da CPI azedou as relações partidárias na Câmara. Está sob risco a atmosfera de harmonia que vinha permitindo ao presidente da Casa, Arlindo Chinaglia (PT-SP), imprimir aos trabalhos legislativos um ritmo que há muito não se via.

Embora tenha decidido a favor da instalação da CPI, Chinaglia aceitou submeter ao plenário o recurso apresentado pela liderança do PT. Algo inédito em casos do gênero. Não há notícia de CPI que tenha sido brecada por meio de recurso da maioria depois de ter sido declarada aberta pela presidência da Câmara ou do Senado.

Ao dar curso ao recurso, Chinaglia tornou-se, ele próprio, alvo dos ataques da oposição: “As relações da oposição com o presidente Chinaglia só poderão ser recompostas no momento em que for instalada a CPI”, discursou, por exemplo, o líder do PFL, Onyx Lorenzoini (RS).

Para Lorenzoni, Chinaglia estaria “sendo induzido a erro” pelo Planalto. E “vai escrever na sua biografia uma passagem em que cede aos instintos autoritários que perturbam o Brasil sob o governo Lula”. Completou: “O Planalto não cansa de mandar sinais para essa Casa e para o país de que poderá ser cada vez mais ‘chavista’ e menos democrático.”

O líder do PSDB, Antonio Carlos Pannunzio (SP), lembrou que é atribuição da minoria oposicionista fiscalizar o governo. “O que assistimos agora é pior do que apagão aéreo que se pretende investigar”, disse ele. “Negar às minorias o direito à CPI, ainda que dentro das regras constitucionais, é o mesmo que conduzir a Câmara a um apagão democrático.”

A despeito do apelo à racionalidade feito por alguns integrantes do consórcio governista, sobretudo Miro Teixeira (RJ), líder do PDT, a cúpula do governismo manteve-se intransigente na decisão de bloquear a CPI. O que acomodou uma pulga atrás da orelha de oposicionistas.

“Não consigo entender o que leva o PT e o governo a se posicionarem contra uma CPI como essas, de pequeno potencial de embate político”, disse Chico Alencar (RJ), líder do PSOL. “Isso nos leva a supor que o governo tema pelo surgimento de coisas mais sérias, como o superfaturamento de obras em aeroportos, por exemplo.”

Nunca na história desse país um governo pagou tão caro para abafar uma CPI tão barata.

Escrito por Josias de Souza às 13h16

São tantas e tamanhas as maracutaias do PT, que qualquer investigação pode levantar a poeira que está cobrindo e escondendo os esqueletos do PT. É por isto que não querem nenhuma classe de investigação em curso.

E a democracia? E a separação dos poderes? E os direitos da oposição?

Eta Brasil !………

Comentado e publicado por Roberto Leite

Dia 8/3/07 – 21 horas

08 mar 2007 Posted by | AUTORITARISMO | Deixe um comentário

Vingança.

às vezes, aparece a necessidade de rir um pouco, para temperar as coisas sérias da vida real e atual.

A anedota abaixo, foi enviada para o meu Email e vou compartilhá-la com vocês:

A vingança

Um milionário, de passagem por São Paulo, entra no luxuosíssimo restaurante e senta no piano bar.
Chama o maitre , pede uma dose de whisky Royal Salut e reserva de uma mesa para jantar.
Após a quarta dose, diz ao maitre que irá para a mesa,
Consultando o menu sem preços, se surpreende quando o maitre ,em pé ao seu lado diz;
– Doutor, é política DA Casa informar aos clientes o valor das contas separadas do Bar e da mesa, e no seu caso a do piano bar: sua despesa lá foi de R$ 0,60 .
-Acho que houve um engano. Eu tomei quatro doses de Royal Salut.
– Com todo o respeito, nós nunca nos enganamos: quatro doses a R$ 0,15 cada , dão exatamente R$ 0,60
– Tudo bem, não quero discutir, vamos à comida, anote por favor: como entrada eu quero caviar DA Ucrânia com lentilhas finlandesas; depois Salmão DA Escandinávia com recheio de gengibre sul-africano e batatas Douradas. Para beber um Rostchild safra 1891.
– Ótima escolha Doutor, mas cabe a mim alertá-lo que
Isso ficará um pouco caro.
– Olha amigo, primeiro eu não perguntei o preço e, segundo, estou achando que isso aqui é uma Casa de malucos mas, já que você quer falar,fale.
– Pois não Doutor, o seu pedido vai ficar em R$18,00.
– Porra, você está querendo me sacanear? Cadê o dono dessa merda?
– Está lá em cima com a minha mulher.
– E o que ele está fazendo lá em cima com a sua mulher?
– O mesmo que eu estou fazendo aqui em baixo com o restaurante dele…

Tenham um bom dia

Roberto

08 mar 2007 Posted by | ANEDOTAS | 3 Comentários

CENSURA

Censura.

O maior sonho de todo governo autoritário, é poder exercer a censura sobre tudo e todos que ousarem dizer algo que não esteja dentro do que o governo acredita ou pratica, mesmo sem acreditar.

No Brasil, no regime militar houve um pouco de censura, branda se comparada ao regime de Castro em Cuba por exemplo. Os brasileiros que viveram naquela época, e que sofreram esta censura detestaram a experiência.

[Do lat. censura.]

S. f.

1. Ato ou efeito de censurar.

2. Cargo ou dignidade de censor.

3. Exame crítico de obras literárias ou artísticas; crítica.

4. Exame de qualquer texto de caráter artístico ou informativo, feito por censor (3), a fim de autorizar sua publicação, exibição ou divulgação.

5. P. ext. Corporação encarregada do exame de obras submetidas à censura.

6. Condenação, reprovação, crítica.

7. V. repreensão (1).

8. Rel. Condenação eclesiástica de certas obras.

Estas definições são do dicionário Aurélio.

A definição nº 4 serve para a censura branda tipo a brasileira.

As definições nºs seis e sete, são do tipo mais sério e em Cuba alguém que se atreva a escrever ou publicar algo crítico sobre o governo, geralmente acaba preso por muito tempo.

Algo neste gênero está em evolução na Venezuela.

No atual governo do PT, começaram a tentar ativar discretamente, algo como censura da mídia, criando uma espécie de associação de classe que regularia a atitude dos jornalistas. Se escrevessem algo que fosse reconhecido pela comissão de ética da associação como ofensa, ou falta de ética jornalística, o autor seria sancionado e poderia ser multado, afastado e se repetisse poderia perder seu registro. Isto seria um passo para que o governo controlasse a mídia, bastando controlar a diretoria da classe.

Felizmente não passou.

Mas, infelizmente existem outros tipos de censuras, que podem afetar o cidadão que se atreva a escrever ou comentar algo que desaprove o governo do PT.

Eu tenho ultimamente escrito no meu blog sobre este presidente que não é chegado ao trabalho, que enriqueceu de forma obtusa e obscura, que tem um filho que despertou para o mundo empresarial, depois que o pai se tornou presidente, e acumulou em pouco tempo uma fortuna e agora com 31 anos deve ser o multimilionário mais jovem do país.

Tenho comentado na falta de vergonha deste analfabeto e presunçoso presidente que se diz o dono da ética, e se coloca a cada momento no lugar de figuras históricas, como  Tiradentes, Getúlio, Pai dos pobres, e Deus.

Tenho comentado e provado que ele não fez absolutamente nada em quatro anos de governo, e que o Brasil de Lula após quatro anos, tem menos estradas, menos energia, piores escolas, piores hospitais, mais esmolas, e não tem como melhorar, pois este governo criou 27 estatais e contratou 182.000 pessoas, a maioria sem nenhum respaldo técnico a não ser a filiação ao PT.

Tenho comentado da maior quadrilha já formada no país, para se apoderar do cofre da viúva, e tenho comentado sobre a morte de Celso Daniel, que trás até hoje o ranço de ser uma encomenda petista, digo petralha.

Tenho comentado sobre os PT-bulls, como Bruno Maranhão, que comandou a invasão do congresso, causou muitos feridos e muitos danos, não foi nem repreendido pelo PT e parece que agora foi recompensado com cargo no governo da Bahia.

Tenho publicado e comentado artigos de jornais e revistas de boa procedência e de jornalistas de conceito, sobre tudo de ruim e também de bom (raridade) que encontro nas notícias.

E tenho publicado as abobrinhas ditas pelo presidente Apedeuta que 58.000.000 de asnos e vacuns (o gado do presidente de acordo com uma de suas abobrinhas) reelegeram para estuprar o país por mais quatro anos.

 

E por tudo isto que escrevi eu fui censurado

Sim acreditem ou não, algum petralha, se sentindo ofendido pelo o que eu escrevo, e tendo a oportunidade de se defender com um comentário qualquer, que eu não censuro e publico preferiu de alguma forma se infiltrar no meu provedor e tirou o meu Blog do ar.

Não tem importância, vai dar trabalho, mas vou voltar com um novo endereço, mais difícil de intervir, mas com um grande orgulho de dizer que se provoquei alguém para fazer algo tão mesquinho, é porque estou incomodando e se estou incomodando é porque a minha mensagem está chegando ao endereço certo e a carapuça também está do tamanho certo.

Quero desculpar aos meus leitores o incomodo de recolocar nos Favoritos este novo endereço, e quero garantir que não vou calar nunca e enquanto esta corja petralha estiver nos roubando e destruindo nosso patrimônio, vou estar de olho.

 

Outra vez muito obrigado por acessar.

Roberto Leite de Assis Fonseca.

Brasíla dia 8 de março de 2007.

 

Estou publicando novamente os ultimos artigos do meu antigo Blog, que provavelmente foram os que geraram a ira que desencadeou o crime de invasão de privacidade e vandalismo, quando alguém sem nenhum escrúpulo decidiu tirar o meu blog do ar.

Típico do autoritariamo petista, que querem censura na marra, seja isto crime ou não.

E depois ficam aí falando que eles são os perseguidos e como no caso do Dossiê, onde o apedeuta disse que ele foi o maior prejudicado.

Mas se o dossiê fosse verídico, ele  e o Mercadante seriam os mais beneficiados tanbém. Se as vantagens são iguais, elas se anulam e sobra apenas as provas do flagrante onde foram pegos os assistentes e colaboradores mais perto do Lula e do Mercadante.

E agora como fica? Tempos atrás, escrevi sobre este assunto e vou reapresentar.

08 mar 2007 Posted by | CENSURA | Deixe um comentário

Sabe ou não sabe?

“O Não Saber – Coveniência ou realidade?

 

Nós os cidadãos comuns, não sabemos o que o Lula sabe ou pensa. Existem controvérsias criadas pelo apedeuta sobre o que ele sabe e que depois diz que não sabe ou o que ele não sabe, e que deveria saber.

Durante o “apagão aéreo”, ele em reunião com a Dilma e o Pires (Dilma não é xícara e Pires é o Waldir, ambos os Ministros do Lula) mandou comprar o que fosse necessário e acabar com o problema. Faltou ele mandar para o congresso, uma MP para revogar a “Lei da Gravidade”. Desconfio que não mandou porque ficou na dúvida se a palavra era GRAVIDADE ou talvez fosse GRAVIDEZ .

Os equipamentos para o controle de vôo, não se compram assim, como entrar nas Casas Bahia e sair com eles debaixo do braço. Precisam ser construídos e depois instalados. Isto, eu estou seguro que ele não sabe.

Outra coisa que ele se diz surpreso é o baixo índice de crescimento do país. Ele prometeu que não iria botar a culpa na “Herança Maldita”, pois desta vez ele herdou dele mesmo. Mas os Deputados do PT estão dizendo justamente isto. Estão comentando que o Brasil não cresceu porque o PT (Lula) pegou o Brasil um verdadeiro caos e os quatro anos foram apenas para colocar ordem na casa. Outro dia o Deputado do PT de SC CARLITO MERSS, em uma entrevista na CBN sobre o crescimento disse mais ou menos isto:

Este crescimento foi até bom, pois quando o presidente Lula pegou o Brasil, a inflação estava descontrolada, a infra-estrutura totalmente comprometida ou não existente, com 75% do patrimônio do Brasil vendido, sem estradas, sem telefones, sem comunicação, sem portos e aeroportos, com os juros nas alturas, com a agricultura falida, o presidente Lula teve de consertar tudo primeiro, e foi o que ele fez e agora com o PAC, poderemos ver o Brasil crescer de verdade.”

Será que ele acredita mesmo nisto, ou será que cheguei a um país diferente do Brasil em que vivi por 62 anos.

Será que ele sabe que quando foi feito o Plano Real a inflação era de 48% ao mês?

Que durante os oito anos de FHC, o país cresceu em média 2,3% e o mundo neste período passou por quatro graves crises econômicas que afetaram, mas não derrubaram o Brasil. Que o mundo todo naquela época Cresceu em média 3,4%, e que, portanto o Brasil acompanhou este número. Agora o mundo cresce em média 5,1% e o Brasil não acompanha? Que o culpado pelo pífio desempenho do Brasil comparado com o resto do mundo ou mesmo apenas a América Latina, foi o total descaso da presidência com a administração do País. Que o Lula ficou fora de seu gabinete, viajando para formar a pior política externa da história do país. 84% de seu tempo disponível. E que o novo mandato começou há dois meses e não existe nem plano de governo. E que o PAC já empacou lá no congresso modificado por mais de 700 emendas nas MP que criam a alma do PAC. E será ele sabe que……Chega de hipocrisia. Ele sim sabe de tudo isto mas estes avestruzes do PT estão com a cabeça enfiada na areia para tentar mostrar que estão escondidos. No entanto, o rabo está de fora.

O presidente não sabia de Waldomiro que freqüentava seu gabinete.

Não sabia dos planos do José Dirceu. De quem era (?) amigo íntimo.

Não sabia do mensalão. Que era comandado pelo Dirceu

Não sabia do Delúbio, e Silvinho que via constantemente.

Não sabia do Marcos Valério a quem devia favores pessoais.

Não sabia que o Chuveiro Elétrico (Lorenzetti) o psicanalista (Freud) que freqüentavam não apenas o gabinete, mas as residências tinham nas mãos 1,7 milhão paras comprar o Dossiê.

Ele não sabia que havia feito um empréstimo de 30.000 no BB e que o seu amigo Okamoto foi lá saldar a dívida em dinheiro vivo.

Que presidente mais mal informado é este que tendo nas mãos a ABIM e seus arapongas, desconhece as coisas que estão acontecendo dentro de sua própria casa.

Eu pessoalmente afirmo que o Lula sabe de tudo isto.

 

 

O que ele não sabe mesmo, por falta de competência, é o que fazer para governar o país.

Aí ele diz que sabe.

 

Leiam o bem escrito artigo de Fábio Grecchi:

 

Não sabia, presidente?

 

Fabio Grecchi

 

O presidente Lula lastimar que o PIB de 2006 “poderia ter sido maior”, parece piada de mau gosto. Todos sabiam que o crescimento da riqueza, ano passado, seria em torno dos 2,5%. A pesquisa levantada pelo Banco Central calculou 2,7% e houve até quem comemorasse o 0,2 ponto percentual do fechamento do Produto, pois assim ao menos tem ainda o efeito psicológico de ter raspado nos 3%.

 

O preocupante destes números não é somente pelo fato de o Brasil ser o último, entre os países em desenvolvimento, em matéria de crescimento. É também porque, no cortejo dos latino-americanos, se mantém em posição de imensa desvantagem. Cuba, que sofre brutal bloqueio econômico dos Estados Unidos, teve um avanço de 12,5% no PIB. Está certo que a ilha partiu de uma posição de extrema desvantagem em relação a nós, mas tal avanço é resultado de um certo pragmatismo econômico à chinesa.

 

A Venezuela, segunda colocada no ranking latino-americano, tem o berço esplêndido de petróleo para sustentá-la. Mas e a República Dominicana, que alcançou os mesmos 10% no PIB? Ou a Argentina, que abocanhou o 4º lugar com estupendos 8,5%? Só nós fizemos o dever de casa, enquanto que eles foram ajudados pela divina providência? Evidentemente que não. Ou os números divulgados pela Cepal são fraudados?

 

Exatamente para não ficar atrás é que o governo federal lançou o Programa de Aceleração do Crescimento. Mas, como era de se esperar, solta as rédeas com uma das mãos e as segura com a outra. Não foi por outro motivo que o sistema produtivo brasileiro viu com olhos de dúvida os benefícios do PAC. Ainda existe por parte do governo uma sanha arrecadatória que espanta quem deseja investir. O mercado financeiro continua rendendo aos especuladores lucros de sonhos, sem que para isto façam um único parafuso.

 

A indústria, porém, não compartilha de tantas facilidades. Enfrenta dólar desvalorizado, barreiras alfandegárias predatórias, ausência completa de infra-estrutura para o escoamento da produção. O governo federal sabe de tudo isto há décadas e através do PAC tentará recuperar o tempo que perdeu, sobretudo nos últimos quatro anos.

 

A previsão é de que, em 2007, o PIB fique em torno dos 3,5%, o que não chega a ser alentador. Tal resultado fosse apresentado para 2006, o Brasil ainda estaria em péssima posição na comparação com seus vizinhos de América Latina. Talvez não em 20º lugar, mas bem distante, por exemplo, do 7º colocado, o Peru, com 7,2%.

08 mar 2007 Posted by | ABOBRINHAS, ÉTICA, EDUCAÇÃO | Deixe um comentário

Santa ignorância

Santa ignorância.

 

Eu realmente gosto do estilo de dois colunistas ítalo-brasileiros. Eles são o Mainardi e o Sanmartini. Eu não estou certo se a origem deles comanda o seu estilo, ou se os seus predicados pessoais é a razão deste estilo franco e polêmico que eles adotam.

Entre os Brasileiros da gema, tenho também os meus preferidos, como o Noblat, o Cláudio Humberto, Adriana Vandoni, Jabor, entre muitos outros que leio diariamente.

Acho os artigos do Roberto Pompeu de Toledo, maravilhosos e na revista Veja desta semana, ele fez um comentário sobre o atual humor brasileiro que não apenas reflete a verdade atual como nos mostra para onde estamos indo, vou fazer um comentário especial sobre este assunto.

Voltando para o que me chamou atenção no começo deste comentário foi o artigo de Sanmartini que vou reproduzir na integra.

Antes, porém, quero enfatizar certos pontos meus, e que são coerentes com o artigo do Giulio.

  • A falta de preparo de nosso presidente fica evidente quando em sua repetitiva verborragia, ele tenta dizer algo diferente dos clichês decorados e que estão ficando velhos. E sempre solta as abobrinhas, que são a prova indiscutível de seu despreparo. Uma de suas dificuldades é com os números. Outro dia durante uma inauguração em Paulínia ele não somente chamou os brasileiros de “Seu Gado” como confundiu (ou não sabe mesmo) Metros com quilômetros, mudando o tamanho do Brasil. Vou citar a mais nova besteira de nosso (???) líder.

 

“Eu fico imaginando que, se aceitar a diminuição da idade para 16 anos, amanhã vão pedir para 15, depois para 9, depois para 10, quem sabe algum dia queiram punir até um feto.”

“Eu fico imaginando” é o seguinte, ele não sabe mesmo contar, pois o dez veio antes do nove ou será porque como as crianças aprendem a contar com os dedos, e ele destes tem somente nove seria a razão de sua confusão.

 

Leiam o excelente artigo de Giulio Sanmartini:

 

Por Giulio Sanmartini

 

Luiz Inácio Lula da Silva, mesmo antes de ser presidente, quando se tornou um personagem de nomeada nacional, achou-se apto e suficiente para fazer qualquer coisa. Tornou-se, dentro de seu limitado enfoque, o único sabido num Brasil inteiro de trouxas. Por esse motivo achou que já era bom e não tinha necessidade alguma de melhorar. Nesse reme-reme, com sei inegável carisma, foi enganando a maioria dos brasileiro, chegou à presidência e conseguiu reeleger-se.

Na primeira eleição ele teve maciça votação da classe média que acreditou numa mudança, pois o governo anterior apresentava enorme fadiga de material, mas o pouco que mudou foi para pior e esse segmento social começa a apresentar um descontentamento que aumenta dia a dia, restando sua popularidade baseada na “Bolsa Família”, uma esmola que ele distribui auto-proclamando-se O “Pai do Pobres”.

Ele que sempre viveu de expedientes, com o resto da população tenta mais um, como sua verborragia digna de camelô, vendedor de panacéias, em bairros retirados onde oferece os milagres do olho do lobo guará, ou os efeitos espetaculares do óleo de cobra.

08 mar 2007 Posted by | ABOBRINHAS, ADMINISTRAÇÃO PÚBLICA, ÉTICA | Deixe um comentário

NADA MAIS DIFÍCIL….

 

 

“Nada é mais difícil e cansativo do que tentar demonstrar o óbvio.”

Nelson Rodrigues

 

 

Está ficando cada vez mais difícil de digerir esta sopa.

(Para os eleitores do Apedeuta)

Na tabela abaixo nota-se que a vinheta usada na magnífica campanha política do Lula, (Deixa o homem trabalhar) não espelha a verdade, porque o homem nunca trabalhou e não vai trabalhar agora que conseguiu o seu lugar na sombra. Desde JK, houve seis períodos em que o mundo em geral cresceu em média mais do que o Brasil. Durante os mandatos de Jango e Castelo, eram períodos de turbulência nacional.

 

 

mandato

periodo

Média de crescimento por ano de governo em percentagem do PIP.

Média de crescimento mundial nos mesmos períodos

Diferença entre Brasil e Mundo

JK

56/61

8,1

3,8

4,3

QUADROS

1961

8,6

3,1

5,5

JANGO

61/64

3,6

4,8

-1,2

CASTELO

64/67

4,2

5,5

-1,3

COSTA

67/69

7,8

4,9

2,9

MÉDICI

69/74

11,9

4,4

7,5

GEISEL

74/79

6,7

3,5

3,2

FIGUEIREDO

79/85

3,5

2,8

0,7

SARNEY

85/90

4,3

3,8

0,5

COLLOR

90/92

-1,3

2,3

-3,6

ITAMAR

92/94

5,4

3,1

2,3

FHC 1

94/98

2,6

3,7

-1,1

FHC 2

98/02

2,1

3,6

-1,5

LULA 1

02/06

2,6

4,8

-2,2

 

No período Collor em que o crescimento do Brasil ficou negativo, também era tempos de ajustes com uma constituição nova e as mudanças, congelamentos de poupança e planos que não deram certo. No entanto, se somarmos os dois governos, Collor/Itamar, que na verdade é um só período, veremos que neste período perdemos para o crescimento do mundo todo com uma taxa de -1,3%. O que fica melhor do que os -2,2 do Lula.

Nos dois governos de FHC, foram governos de adaptação ao regime sem inflação, aumento muito alto dos juros e dos impostos para fazer caixa para substituir a impressão desenfreada de dinheiro, e as turbulências internacionais que refletiam muito nos investimentos voláteis no país.

Agora no governo Lula, onde não houve nem uma crise internacional ou interna, onde não houve planos mirabolantes (pelo menos isto foi bom), o Brasil cresceu muito pouco e a diferença para o resto do mundo somente foi maior nos dois anos do Collor.

Existem muitas razões para este dado estatístico:

 

A constituição Cidadã de 1988 estabeleceu muitos direitos que levaram o Brasil a gastar cada vez mais para atender a estes direitos. Os governos anteriores tentaram desarmar esta armadilha, privatizando as estatais e enxugando a folha de pagamento dos funcionários públicos, terceirizando muitos postos de trabalho. O governo Lula inverteu o processo:

Mandato

Postos de

trabalho

Empresas

estatais

Sarney

66 a menos

Collor

26 a menos

Itamar

38.000

Demissões

15 a menos

FHC

154.000

Demissões

39 a menos

Lula

184.000

contratados

27 a mais

 

Como podem observar, a inversão do processo de enxugamento da máquina estatal, foi invertido no governo Lula, com um tremendo custo para o país e pouquíssimos benefícios, erodindo desta forma qualquer resquício de possibilidade para aproveitar alguma herança bendita do FHC. Da forma em que foi feito, não havia muita possibilidade de se aproveitar nada dos 10 anos anteriores onde houve a preocupação de enxugar o gasto público. O governo Lula inverteu o processo. Em vez de aproveitar o embalo, primeiro parou o carro e depois engatou marcha ré.

E tem mais:

Nas 184.000 contratações, em sua maioria não foi usado um critério técnico mas sim um critério político, aparelhando politicamente a maquina administrativa em detrimento do serviço desempenhado.

A escalada das tarifas e impostos e contribuições.

Os impostos subiram muito nos dois períodos do FHC. Porém, houve uma razão específica para este crescimento nos tributos.

Antes do Plano Real, que acabou com a inflação, o governo, toda vez que necessitava de fundos, imprimia dinheiro e inflacionava ainda mais o sistema. Com a indexação automática chamada correção monetária, dava-se a impressão de que o governo inflacionava, mas repunha a diferença da inflação. Mas isto era apenas em teoria, porque na prática, os gastos do governo com contratos e pessoal, vinha em tempos diferentes. Precisando efetuar pagamentos o governo imprimia dinheiro e pagava.

A inflação gerada por esta emissão de moeda sem lastro, era compensada apenas dois ou três meses depois, gerando perda de poder aquisitivo do povo e gerando perda para as empresas que serviam ao governo. Estas empresas para sobreviver, superfaturavam tudo e sonegavam impostos gerando um sistema incontrolável. Com o Plano Real, a impressão de moeda sem lastro acabou e também o dinheiro para administrar o governo. Com isto foi necessário subir as tarifas e impostos.

No governo Lula, os impostos continuaram a subir apenas para sustentar os aumentos de gastos com as estatais criadas e o pessoal contratado.

A escalada tributária no Brasil

Em % do PIB

JK

Jânio

Jango

Castelo

Costa

Médici

Geisel

Figueiredo

Sarney

Collor

Itamar

FHC

1

FH

C2

Lula 1

17

17

17

21

25

25

26

24

24

25

28

29

35

39

E tem mais conseqüências este aumento desenfreado dos gastos públicos:

Para pagar a máquina estatal, os investimentos em infra-estrutura sumiram. A prova disto é a malha rodoviária, os apagões aéreos, os portos nacionais todos sem um investimento razoável para que o crescimento seja sustentável.

Conseguimos uma estatística sobre a construção rodoviária. O governo Lula afirma como fez durante toda a campanha que ele aumentou e muito a malha rodoviária nacional.

No gráfico exposto, uma duplicação de uma rodovia conta como quilômetros construídos.

Vejamos como andam os investimentos em rodovias:

Quilômetros construídos por ano de governo.


JK

Jânio

Jango

Castelo

Costa

Médici

Geisel

Fiqu

Sarney

Itamar

FHC 1 e 2

Lula 1

1.236

747

668

793

2.737

3.572

1.738

50

974

910

700

136

Excetuando o governo Figueiredo e o do Collor, onde praticamente não houve nenhum investimento nas rodovias, o governo Lula foi o pior de todos. Para fazer justiça e colocar as coisas em perspectiva, os números do governo Médici estão incluídos a Transamazônica, que ainda está muito ruim. No fim do primeiro ano de governo, em um pronunciamento oficial do governo, o Lula disse que a rodovia Fernão Dias, que liga São Paulo a Belo Horizonte, estava praticamente duplicada e pronta. E até hoje….perguntem a quem trafega por lá. Isto foi uma mentira?, um engano? ou apenas ignorância? De todos os modos o Brasil perdeu.

E os investimentos em outras obras públicas em geral?

Estes dados estão um pouco incompletos então a pequena tabela abaixo mostrará o que foi gasto em % do PIP em obras públicas, nos governo onde foi possível encontrar os dados completos.

Gastos com obras públicas

Em % do PIB

Sarney

Color/Itamar

FHC 1

FHC 2

Lula

1,1%

1,2%

0.8%

0,9%

0,7%

A fonte destas estatísticas foram o IBGE e a Radiobrás, e também a revista Veja, onde foi utilizado o formato dos gráficos.

E foi onde encontrei a citação de Nelson Rodrigues.

E o Tema da campanha, “deixa o homem trabalhar”, apesar de bem bolado e carismático, não espelha a verdade dos quatro anos do governo Lula, que sim viajou muito, fez uma política externa muito sofrível e duvidosa, e 70% do tempo que deveria estar dentro do Palácio do Planalto passou dentro do BAF LI (Brasilian Air Force 51).

E trabalhar ele não trabalhou.

O seu currículo não mente e mostra que ele não é muito chegado.

O governo está parado depois de dois meses de novo mandato.

E “NUNCANAHISTÓRIADESTEPAÍS” houve um ministério do tamanho deste do Lula e com tamanha ineficiência.

São 34 ministérios e secretarias com estatus de ministério.

Em quatro anos de governo (?) ele nunca conseguiu reunir todos os ministros.

Roberto Leite de Assis Fonseca

Dia quatro de março de 2007.

Brasília

 

08 mar 2007 Posted by | ADMINISTRAÇÃO PÚBLICA, CRESCIMENTO ECONÔMICO, GOVERNO, PAC, POLÍTICA | Deixe um comentário

O brasil não vai crescer (publicado semanna passada)

O Brasil não vai cescer.

Com o PAC ou sem o PAC o Brasil não vai crescer.

 

Eu não sou pessimista, sou realista.

 

 

Eu me lembro muito claramente que quando a revista veja, falava mal do governo FHC, os petistas mais famosos como os Josés, Dirceu e Genuíno, o Mercadante, até o Chináglia que na época andava meio apagado, portavam as edições da revista e brandindo estas edições dentro do plenário, pediam até o impeachment do FHC.

Depois o PT virou vitrine e começou a levar pedrada e a revista continuou com o seu trabalho de publicar responsavelmente as matérias que obviamente venderiam melhor, pois a finalidade da revista não é ajudar este ou aquele governo e sim vender exemplar.

Agora, que o PT é a bola da vez, a revista já não presta mais. Está vendendo matéria paga pelo governo Bush para desestabilizar o governo brasileiro. Antes era uma revista séria quando falava mal do FHC e agora, foi vendida a um grupo de judeus e está trabalhando contra o governo do PT.

Quando os sem terra invadiram o congresso, causando muitos danos e ferindo inocentes, Veja publicou uma capa que dizia “Os PTbulls”.

Foi uma alegação aos petistas de carteirinha que comandaram aquela invasão, não foram punidos e os danos causados foram pagos pelo erário, que somos nós.

Naquela edição, houve uma onda de pessoas revoltadas com a revista porque como diziam, estavam denegrindo a imagem do PT, comparando o PT com o terrível animal que é o PIT BULL.

Ora gente, o PT não precisa de ninguém nem revista nem jornal para denegrir a sua imagem,

http://opiniaoenoticia.com.br/interna.php?mat=3915

Bruno Maranhão está solto, nunca pagou pelo que fez. Não se arrepende, e foi recentemente premiado com uma posição de destaque acredito no governo da Bahia.

As ações recentes do PT, com ligações íntimas com a CUT e o MST, invadindo terras no pontal do Paranapanema, dirigidos pelo José Rainha, criminoso defendido pelo petista Greenhalgh, todos sob a cobertura e o patrocínio do PT.

Estas ações, e as ações do passado recente:

http://www.resenha.inf.br/politica/?page=revistas&actions=viewnotice&revis_cod=1202

Fazem do PT, um covil de bandidos ou um canil de Pit-Bulls.

Todas estas ações dão à revista Veja mais credibilidade e imparcialidade do que nunca.

Leiam mais esta boa reportagem:

Reportagem de Veja On line:

 

Brasil

Só o que cresce é o Estado

 

Desde a Constituição de 1988, os gastos públicos aumentam

e travam a economia. A conta vem na forma de mini-PIBs

 

 

Giuliano Guandalini

 

Os brasileiros conheceram na semana passada o balanço econômico do primeiro mandato do presidente Luiz Inácio Lula da Silva. Entre 2003 e 2006, o PIB (a soma de todos os bens e serviços produzidos pelo país) avançou lentamente, em um ritmo de 2,6% ao ano, bem abaixo da média mundial. Um primeiro olhar mostra um resultado tíbio, mas sem surpresas. Essa tem sido a toada da economia brasileira há duas décadas, desde que a Constituição de 1988 instituiu, por decreto, uma sociedade do bem-estar de nível europeu financiada pela porção produtiva de um país de nível de renda brasileiro. No entanto, dois fatos fazem do resultado do PIB do primeiro mandato de Lula um número especialmente desalentador na história econômica brasileira. O primeiro diz respeito ao contexto internacional. Ao contrário de governos anteriores, Lula presidiu o país durante quatro anos de rara prosperidade global. O governo petista não deparou com crises a debelar, não enfrentou choques financeiros de proporções sísmicas como a crise asiática, em 1997, nem os atentados terroristas de 11 de setembro, em 2001. Nos últimos quatro anos, houve apenas uma ou outra chacoalhada momentânea, como a turbulência nos mercados ocorrida na semana passada. Mas não se viu nenhum evento internacional que justificasse o marasmo interno. Ele foi exclusivamente made in Brazil. O segundo fato foi que o Estado voltou a inchar nos últimos quatro anos, revertendo várias tentativas, feitas nos anos 90, de desarmar a bomba do gasto público colocada no colo dos brasileiros pela Constituição de 1988.

 

Entre 2003 e 2006, o governo Lula fortaleceu o assistencialismo, contratou 182.000 funcionários públicos e criou 27 estatais. Quem pagou a conta foi a sociedade, na forma de cargas recordes de impostos. Com muito imposto, falta dinheiro para investimento e poupança. Resultado: mini-PIBs, PIBs envergonhados ou “pibinhos”, como escreveu, com rara felicidade, o jornal O Globo. No mesmo período, a carga tributária subiu de 35% para 39% do PIB. Ao ampliar cada vez mais os gastos assistencialistas e previdenciários, o governo diminuiu os investimentos públicos em infra-estrutura, deixando o país repleto de gargalos – aeroportos caóticos, portos no limite e estradas federais intransitáveis. Resta, portanto, óbvia a relação de causa e efeito entre o aumento dos gastos públicos e o crescimento pífio do PIB. Mas poucos levam essa constatação a sério no cada vez mais pobre debate público no Brasil. Depois da divulgação dos números do PIB, os “culpados de sempre” foram apontados: juros altos e câmbio desfavorável. Poucas e raras palavras foram gastas para comentar as reais causas da letargia econômica, que é o avassalador crescimento do peso do Estado. Para ilustrá-lo, VEJA compilou uma série de indicadores antigos e novos . A constatação é inequívoca: o governo tem aumentado a sua participação na economia, reprimindo os investimentos privados e tolhendo o poder de consumo das famílias.

Em seu mais recente livro, Brasil: Raízes do Atraso – Paternalismo Versus Produtividade (Campus Elsevier; 288 páginas; 59,90 reais), que será lançado nesta semana, o economista Fabio Giambiagi constata, fria e objetivamente, que não surpreende a atual pasmaceira econômica. “É simples, o Brasil não cresceu mais porque não mereceu, pois nos empenhamos em adotar políticas que conduzem à mediocridade”, afirma o economista. Para o autor, hoje já não há mais como negar que, no âmago do atraso, aparece com destaque a Constituição de 1988. O Brasil passava pela redemocratização, e a Constituição abraçou uma pletora de reivindicações, de todas as naturezas. Resume Giambiagi: “No esforço de garantir uma série de direitos pela força da lei, o país descuidou das condições para que a prosperidade econômica pudesse ser alcançada de maneira efetiva por todos. Usando uma velha metáfora, em vez de ‘ensinar a pescar’, o que se buscou, naquele momento, foi ‘dar o peixe para todos’, sem distinção”. O problema é que esses anseios não cabem no orçamento de um país como o Brasil. A ressaca chegou rápido. Primeiro como hiperinflação, no início dos anos 90. Em seguida, na forma de juros elevados, baixo investimento e queda na taxa de crescimento do país. Diz Giambiagi: “Um país é resultado de suas escolhas. Em 1988, nós fizemos as erradas”. A sociedade brasileira sofre até hoje o impacto dessas escolhas. O resultado é que o atual equilíbrio fiscal, ainda frágil, só se mantém por causa do aumento da carga de impostos e da diminuição dos investimentos públicos em infra-estrutura, dois fatores que frearam o potencial de crescimento do país. Obviamente nem todas as mazelas decorrem da nova Carta Magna. Certos privilégios nacionais são tão antigos quanto o país e alguns desequilíbrios foram ainda mais potencializados nos últimos anos. Governos anteriores tentaram desarmar essa bomba, vendendo empresas estatais e reduzindo o funcionalismo público. Com Lula, isso se perdeu. Todo o esforço para estancar o inchaço do Estado foi abandonado.

 

Como o setor público é menos produtivo, o seu inchaço depois da Constituição de 1988 reduziu a produtividade do país e derrubou o potencial de avanço do PIB. A produtividade é o principal determinante do desenvolvimento duradouro de um país. Se ela avança rapidamente, o PIB cresce a saltos largos. Sempre que algum país tenta correr mais rápido do que sua capacidade produtiva, ele acaba gerando mais inflação. Em resumo, a produtividade é o total produzido por hora, levando-se em conta os trabalhadores e as máquinas e os equipamentos utilizados. Quando uma empresa investe e compra uma máquina mais eficiente, por exemplo, eleva sua produtividade. Outra maneira de ampliar a produtividade é melhorar a qualidade da mão-de-obra, investindo em educação e treinamento. Na década de 1970, quando o Brasil era o país que mais crescia no planeta (em 1973 a taxa chegou a 14%), a produtividade progredia 8% ao ano em média. Hoje o avanço não passa de 1% ao ano. Nessas condições, não há como crescer muito. Só resta ao Banco Central ser cauteloso na queda dos juros – um remédio que, aos olhos de incautos, se confunde com a doença.

 

Alexandre Marinis, diretor da consultoria Mosaico Economia e Política, analisou o desempenho de 215 países, entre 1971 e 2005, e constatou: quanto maior o tamanho do Estado, menor o crescimento. Tome-se o caso do Brasil. Nas décadas de 70 e 80, o setor público tinha um peso de 10% no PIB, e, nesse período, o crescimento médio da economia foi de 8,4% ao ano. Nas duas décadas seguintes, a fatia do Estado no PIB dobrou e a taxa média de expansão econômica minguou para 2,7%, em média, ao ano. Segundo os dados compilados pelo economista, os países em que o peso do Estado não passa de 10% do PIB registraram um crescimento médio de 4,7% ano. Os países em que o tamanho do governo atinge 20% do PIB, como o Brasil, não conseguem crescer mais do que 3% ao ano.

 

As estatísticas mostram que, claramente, o divisor de águas nesse processo de elefantíase estatal foi a Constituição de 1988. O governo Lula não é responsável por ela. Mas, em vez de apagar o incêndio, jogou gasolina na fogueira. Colhe agora o “pibinho” que semeou.

 

Com reportagem de Cíntia Borsato

08 mar 2007 Posted by | CRESCIMENTO ECONÔMICO, GOVERNO, PAC, POLÍTICA | Deixe um comentário

   

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