Vídeos.
Vídeos.
Eu custo a aprender as coisa do Blog, como as imagens que demoraram um pouco, mas aprendi.
Agora estou contente, pois aprendi a colocar vídeos no blog.
Vou começar com este que recebi por Email do meu amigo Walter.
São as promessas de campanha no primeiro mandato do Lula em 2002.
E o mais impressionante, é que ninguém cobra. Na segunda campanha, nunca entendi o marasmo da campanha do Geraldo.
1. Ele não cobrou os motivos da súbita riqueza e talento do Luis Flávio, o filho do Lula e como foi possível que se transferisse 10 milhões de reais do BNDES, para as contas do Lulinha, em uma empreitada para lá de suspeita, já que todo o capital da Telemar, é uma enorme dívida ao BNDES. Os negócios da “Gamecorp”, nunca deram lucro e está até hoje no vermelho.
2. Ele não cobrou enfaticamente as explicações dos cartões coorporativos, apenas foram mencionados em um dos debates, e o Lula desconversou e acabou.
3. Ele não cobrou as contas da ONG “Rede 13” da Lurian Cordeiro, a filha ilegítima do Lula, que consumiu sem prestar contas 7,2 milhões de dinheiro do governo e mais uns 15 milhões de doações suspeita de dinheiro privado.
4. E ele não cobrou as promessas de campanha no primeiro mandato, como este vídeo que poderia ter sido publicado no horário eleitoral e cobrado o acréscimo de impostos onde o Lula prometeu controlar e em vez disto acelerou a gastança e o aperto ao contribuinte.
Veja o vídeo:
Depois disto, uma das coisas que poderiam ser feitas na campanha pelo fim da CPMF, poderiam também ser este vídeo para demonstrar que as promessas do Lula são todas vazias e destituídas de credibilidade. Nada disto foi feito. Porque? Eu não sei.
E tem gente que escreve bem e denuncias todos os dias na mídia escrita como este artigo do Villas no edital de hoje
Edital de hoje no Jornal do Brasil on Line
Villas Bôas Corrêa
Opinião – Quem dá mais pelos lotes do Lobão?
Na sua celebrada modéstia, o presidente Lula tem os seus momentos em que costuma abrir a guarda e transitar pela exaltação dos feitos do seu governo, sempre qualificado como os maiores do mundo e em todos os tempos. Pois foi um desses instantes de euforia, na oficialização do acordo com o PMDB – parceiro perfeito para as previsíveis dificuldades de um ano eleitoral – que o nosso iluminado dirigente viveu na posse do novo ministro de Minas e Energia, o experiente, sensato e conciliador senador maranhense Edison Lobão.
Posse de arromba, com a cúpula peemedebista em peso, não apenas presente, mas participante, na excitação dos diálogos que giraram sobre o rateio de um ministério de cutucar a inveja de legendas menores, que disputam as sobras de fim de feira.
Ninguém mais desembaraçado e à vontade, como mestre-sala em desfile de rancho, que o senador Waldir Raupp, líder da bancada no Senado. Falante e efusivo, comemorava o lucro do partido que está levando uma pasta que gerencia bilhões e, com porteiras abertas ou cerradas, está conseguindo abocanhar as mais cobiçadas fatias do bolo: o controle da Eletrobrás e da Eletronorte ao modesto custo da entrega da Eletrosul para a senadora Ideli Salvatti, líder do PT. Afinal não era possível deixar o PT fora do glorioso período que se abre para o PMDB, afinal parceiro do governo, na plena fidelidade aos seus princípios e à sua história.
Mas, na festa do PMDB, o presidente não é um convidado, mas a principal figura e com um desempenho que fez justiça à sua badalada esperteza.
Enquanto o senador Waldir Raupp detalhava a cota partidária, com destaque para o quinhão de uma diretoria da Eletrosul reservado para o ex-governador de Santa Catarina, Paulo Afonso, Lula assumiu a tribuna e enquadrou o novo ministro, enfim nomeado depois de longa espera e de sobressaltos, com a exuberância de elogios que apagam as marcas das intrigas e da insônia das dúvidas.
Fez um cafuné que raspou na imprudência ao desmentir que “ficara chateado com a sua indicação, diante da série de denuncias envolvendo o seu filho Edison Lobão Filho e as empresas da família”.
Certamente que a ministra Dilma Rousseff, com toda a malícia feminina e a segurança de quem sabe onde pisa, estava à vontade e achando uma imensa graça nos destemperos oratórios do desfile da festa.
No discurso escrito e no arranque do improviso, o ministro Edison Lobão achou jeito de colocar alguns pingos nas intrigas que “a todo instante tentou-se fazer entre ele e ela”. Ela é a sorridente ministra Dilma Rousseff, a candidata preferencial de Lula para sucedê-lo. Voltamos ao orador: “A ministra Dilma jamais indicou ou vetou nomes para o ministério”. Passou da conta no embalo: “Dizem que ela está tutelando o ministério, mas eu digo que ninguém tutela o ministro das Minas e Energia, a não ser o presidente Lula”.
Felizmente, a coisa parou por aí. Abraços, tapas nas costas, cumprimentos como em fim de transação em que todos acreditam que fizeram um bom negócio.
Convém parar um pouco para a avaliação crítica de tais exageros e do mergulho de cabeça do governo nas águas poluídas da barganha mais descarada e ostensiva de ministérios e autarquias, loteadas em troca da promessa de votos, sem qualquer cuidado na escolha dos responsáveis pela administração dos bilhões do Plano de Aceleração do Crescimento, o PAC de tantas obras prometidas mas empacadas, e os riscos potenciais de escândalos de um novo festival de CPIs.
E de o tiro sair pela culatra.
E finalmente para desopilar que tal apreciar uma das maneiras de prever o tempo em Potrugal.
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