blog do Roberto Leite

Assuntos de interesses multiplos e atuais.

PAGAMOS, PAGAMOS E ….PAGAMOS

PAGAMOS,  PAGAMOS  E ….PAGAMOS

Nós estamos sustentando os políticos mais caros do planeta.

O congresso custa R$ 11.000,00 por minuto.

A prefeituras e assembléias estaduais seguem o exemplo, e a câmara distrital do df (minúsculas de propósito) consome mais do que todo o congresso de vários países de porte grande e médio.

Hoje me enviaram um vídeo de uma reportagem do Bom dia Brasil da Rede Globo, sobre os salários dos parlamentares e dá nojo e vergonha estar pagando esta fortuna para estes gaiatos ficarem legislando em Causa Própria,  impunemente rindo na nossa cara.

http://www.youtube.com/watch?v=2ii3mGUD-l4

A proposta de reforma política apresentada pelo deputado gaucho pelo PT Henrique Fontana, somente beneficia os caciques donos dos partidos grandes e a tal lista fechada é uma palhaçada digna de circo.

O digníssimo  deputado teve o descaramento de ir no programa matinal da CBN defender a democracia e alegar fortalecimento desta com um voto em lista fechada.

De acordo com ele, o eleitor seria  democraticamente obrigado a votar duas vezes. Uma em seu candidato e outra em um partido político de sua escolha. O partido então teria uma lista secreta, onde os deputados escolhidos dentro do partido seriam eleitos em segredo.

Isto é uma calamidade pior do que o que temos no momento. É um retrocesso do sistema democrático.

A única maneira de limpar o congresso é tirar de lá os não votados que atualmente é a maioria, sem que povo seja representado por esta corja.

Dos 513 deputados apenas 36 foram eleitos pelo voto direto, os demais ou são suplentes ou são eleitos por legenda. Esta palhaçada vai ficar pior com o projeto defendido pelo PT.

Para começar a moralizar o congresso, tem que haver um voto distrital simples e direto e uma votação voluntária com deve ser em uma democracia.

Depois vem o caso da suplência no senado federal, que deve ser abolida em favor do segundo mais votado.

Isto corrigiria um pouco as distorções existentes.

Agora tem muito mais. Tem que acabar este tal “FORO PRIVILEGIADO”. A minha sugestão neste sentido é que se crie um “Foro Parlamentar”, onde o parlamentar eleito pelo povo  em caso de denuncia pelo MP,  teria um julgamento célere e exemplar, com duração de não mais de 60 dias e com júri popular pois foi eleito pelo povo.

Além disto, se a denuncia for por corrupção e ganhos ilegais, no momento da denuncia seu salário seria suspenso e suas contas bancárias seriam bloqueadas. Sua defesa seria pela defensoria pública, pois ele foi eleito pelo público.

Isto sim seria um avanço em matéria de justiça e ética em política.

E com um congresso mais decente se poderia alcançar reformas tão necessárias como por exemplo uma real reforma tributária tipo o “Imposto Único” do ex deputado e economista da FGV, Marcos Cintra, que já foi examinado pelas comissões apropriadas foi aprovado e engavetado por interesses contrários à modernização do sistema tributário.

Com o imposto único, a arrecadação poderia ser o que é hoje sem isto que está aí em baixo:

IBPT – INSTITUTO BRASILEIRO DE PLANEJAMENTO TRIBUTÁRIO

Percentual de Tributos sobre O Preço Final

PRODUTO % Tributos/preço final

Description: cid:2__=0CBBF384DFD03BC38f9e8a93df93869@mpsa.com

Mesa de Madeira 30,57%
Cadeira de Madeira 30,57%
Sofá de Madeira/plástico 34,50%
Armário de Madeira 30,57%
Cama de Madeira 30,57%
Motocicleta de até 125 cc 44,40%
Motocicleta acima de 125 cc 49,78%
Bicicleta 34,50%
Vassoura 26,25%
Tapete 34,50%
Passagens aéreas 8,65%
Transporte Rod. Interestadual Passageiros 16,65%
Transporte Rod. Interestadual Cargas 21,65%
Transporte Aéreo de Cargas 8,65%
Transp. Urbano Passag. – Metropolitano 22,98%
MEDICAMENTOS 36%
CONTA DE ÁGUA 29,83%
CONTA DE LUZ 45,81%
CONTA DE TELEFONE 47,87%
Cigarro 81,68%
Gasolina 57,03%

PRODUTOS ALIMENTÍCIOS BÁSICOS

Carne bovina 18,63%

Frango 17,91%
Peixe 18,02%
Sal 29,48%
Trigo 34,47%
Arroz 18%
Óleo de soja 37,18%
Farinha 34,47%
Feijão 18%
Açúcar 40,4%
Leite 33,63%
Café 36,52%
Macarrão 35,20%
Margarina 37,18%
Margarina 37,18%
Molho de tomate 36,66%
Ervilha 35,86%
Milho Verde 37,37%
Biscoito 38,5%
Chocolate 32%
Achocolatado 37,84%
Ovos 21,79%
Frutas 22,98%
Álcool 43,28%
Detergente 40,50%
Saponáceo 40,50%
Sabão em barra 40,50%
Sabão em pó 42,27%
Desinfetante 37,84%
Água sanitária 37,84%
Esponja de aço 44,35%

PRODUTOS BÁSICOS DE HIGIENE

Sabonete 42%
Xampu 52,35%
Condicionador 47,01%
Desodorante 47,25%
Aparelho de barbear 41,98%
Papel Higiênico 40,50%
Pasta de Dente 42,00%

MATERIAL ESCOLAR

Caneta 48,69%
Lápis 36,19%
Borracha 44,39%
Estojo 41,53%
Pastas plásticas 41,17%
Agenda 44,39%
Papel sulfite 38,97%
Livros 13,18%
Papel 38,97%
Agenda 44,39%
Mochilas 40,82%
Régua 45,85%
Pincel 36,90%
Tinta plástica 37,42%

BEBIDAS

Refresco em pó 38,32%
Suco 37,84%
Água 45,11%
Cerveja 56%
Cachaça 83,07%
Refrigerante 47%
CD 47,25%
DVD 51,59%
Brinquedos 41,98%

LOUÇAS

Pratos 44,76%
Copos 45,60%
Garrafa térmica 43,16%
Talheres 42,70%
Panelas 44,47%

PRODUTOS DE CAMA, MESA E BANHO
Toalhas – (mesa e banho) 36,33%
Lençol 37,51%
Travesseiro 36%
Cobertor 37,42%
Automóvel 43,63%

ELETRODOMÉSTICOS

Fogão 39,50%
Microondas 56,99%
Ferro de Passar 44,35%
Telefone Celular 41,00%
Liquidificador 43,64%
Ventilador 43,16%
Refrigerador 47,06%
Vídeo-cassete 52,06%
Aparelho de som 38,00%
Computador 38,00%
Batedeira 43,64%
Roupas 37,84%
Sapatos 37,37%

MATERIAL DE CONSTRUÇÃO

Casa popular 49,02%
Telha 34,47%
Tijolo 34,23%
Vaso sanitário 44,11%
Tinta 45,77%
Fertilizantes 27,07%
Móveis (estantes, cama, armários) 37,56%
Mensalidade Escolar 37,68% (ISS DE 5%)

ALEM DESTAR COISAS, VOCÊ AINDA:

1) PAGA DE 15% A 27,5% DO SEU SALÁRIO DE I.R.

2) PAGA O SEU PLANO DE SAUDE, O COLEGIOS DO SEUS FILHOS,  INSS,
      FGTS ETC.

3) PAGA MULTAS DE TRÂNSITO.

4) PAGA  IPTU,

5) PAGA IPVA,

6) PAGA TAXA DE EMPLACAMENTO,

7) PAGA PEDÁGIO,

8) PAGA SUBORNO

9) O PEQUENO EMPRESÁRIUO NO DF, PAGA TAXA DE FISCALIZAÇÃO,

10)  PAGA ESMOLA NOS SEMÁFOROS,

11) PAGA OS JUROS MAIS ALTOS DO MUNDO,

12) PAGA FLANELINHAS

13) PAGA SEGURO (OBRIGATÓRIO E OUTROS NÃO OBRIGATÓRIOS)

14) PAGA IMPOSTOS EM CASCATA E AINDA QUEREM VOLTAR COM CPMF

ISTO TEM QUE ACABAR

06 out 2011 Publicado por | ABUSOS LEGISLATIVOS, ADMINISTRAÇÃO PÚBLICA, CPMF, GOVERNO, IMPOSTO ÚNICO, POLÍTICA, REFORMA POLÍTICA | Deixe um comentário

O enterro do congresso!

O enterro do congresso!

Encontrei hoje no email uma nota interessante da minha amiga Jurema Capelletti.

http://puteiro-nacional.blogspot.com/

Espelha o absurdo de uma votação na CCJ.

A CCJ significa Comissão de Constituição e Justiça. Qual a função desta comissão?

Todos os projetos propostos pelos parlamentares ou pelo governo, antes de serem analisados para votação em outra comissão, ou plenário, passam pela CCJ, para serem conferidos  por esta comissão da legalidade constitucional ou legal deste projeto.

Se for um projeto que esteja ferindo a constituição ou uma lei existente, ele tem que ser revisto, ou descartado. Assim, não corre o risco de ser votado e mais tarde contestado juridicamente e descartado quando for verificada na prática sua ilegalidade.

É sem dúvida uma importante comissão, Talvez a mais importante da casa, pois um projeto inconstitucional votado e aprovado, pode conter clausulas que quando implementadas possam causar prejuízos a alguma pessoa ou alguma empresa, que teria que entrar na justiça para revogar este projeto irregular que lhe estaria causando danos. Isto implicaria perda de tempo e dinheiro para pessoas e ou empresas o que poderia ser evitado se a CCJ descobrisse antes da aprovação uma irregularidade no projeto e ou o cancelasse ou sanasse a irregularidade.

Com esta explicação das funções da CCJ, e devido principalmente à complexidade de nossa constituição e da enormidade de nossos códigos penais e civil, já dá para entender, mesmo para leigos, o trabalho minucioso a que têm que se sujeitarem os membros da CCJ.

Agora, na ultima semana, a CCJ, aprovou em pouco mais de três minutos 118 projetos. E com a presença de apenas um deputado, que foi chamado às pressas para integrar a comissão.

Veja o que eu encontrei no blog do Ferra Mula:

http://ferramula.blogspot.com/2011/09/comissao-de-constituicao-e-justica-ccj.html

Sexta-feira, 23 de setembro de 2011

Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) da Câmara, numa sessão-relâmpago de pouco mais de três minutos, aprovou 118 projetos na manhã de quinta-feira. Vai para o GUINNESS, o livro dos recordes, se o país fosse sério, esse congresso iria para a GUI. . .GUI . . . GUILHOTINA.

Repórter demonstra a irresponsabilidade com que se aprovam os projetos na Comissão de Justiça da Câmara.

Carlos Newton

É deprimente a notícia de que a Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) da Câmara, numa sessão-relâmpago de pouco mais de três minutos, aprovou 118 projetos na manhã de quinta-feira. O repórter Evandro Eboli, de O Globo, acompanhou tudo e simplesmente reproduziu o que aconteceu nessa falsa reunião, que demonstra o grau de irresponsabilidade a que chegou o Congresso Nacional, que mais parece um deserto de homens e idéias, como dizia Oswaldo Aranha.

Para abrir uma sessão na CCJ, a mais numerosa e mais importante da Câmara, são necessárias assinaturas de 36 deputados. Esse quórum existia, mas todos assinaram e foram embora, como geralmente ocorre às quintas-feiras, quando os parlamentares debandam do Congresso e correm para o aeroporto.

Eboli relata que o deputado Luiz Couto (PT-PB), o único presente, foi chamado com urgência na comissão para ter pelo menos um parlamentar no plenário da CCJ. Quem presidiu a sessão foi o deputado Cesar Colnago (PSDB-ES), terceiro vice-presidente. Quando Couto chegou, Colnago declarou: “Havendo número regimental, declaro aberta a reunião”.

Na desértica e meteórica sessão, os 118 projetos foram votados em quatro blocos: de 38 (concessão de radiodifusão), de 9 (projetos de lei), de 65 (renovação de concessão de radiodifusão) e de 6 (acordos internacionais).

O atento repórter conta que, a cada rodada de votação, Colnago consultava o plenário, como se estivesse lotado: “Os deputados que forem pela aprovação, a favor da votação, permaneçam como se encontram”.

 Sentado na primeira fileira, Luiz Couto nem se mexia.

 Em outro momento, Colnago fez outra consulta ao plenário: “Em discussão. Não havendo quem queira discutir, em votação. Aprovado!”

 Declarada encerrada a sessão, Colnago dirigiu-se a Couto:

- Um coroinha com um padre, podia dar o quê?!.

Couto é padre e Colnago revelou ter sido coroinha na infância.

A secretária da CCJ também fez um comentário:

- Votamos 118 projetos!

E Colnago continuou, falando com Couto:

- Depois diz que a oposição não ajuda…

Além das centenas de concessões e renovações de radiodifusão, a CCJ aprovou, neste pacote, acordos bilaterais do Brasil com a Índia, Libéria, Congo, Belize, Guiana e República Dominicana. Entre os projetos de lei, há um que trata de carteira de habilitação especial para portadores de diabetes e até a regulamentação da profissão de cabeleireiro, manicure, pedicura e “profissionais de beleza em geral, vejam a que ponto chegamos.

Agora no email da Jurema:

Atenção, pessoal de cidadão@camara :

não podem, em hipótese alguma, se sentir ofendidos,

porque ofendidos somos nós QUE OS SUSTENTAMOS.

Sem contar que qualquer tipo de reação servirá apenas como divulgação, sendo, portanto, muito bem recebida.

Missa de sétimo dia – próxima quinta-feira – (ontem )

Enquanto isso, no velório… (hoje)

… do Congresso Nacional:

Da mesma forma que menininhos pegam uma nave de plástico e brincam de astronauta, ou menininhas brincam de mamãe com uma bonequinha, o pessoal que se elegeu brinca de parlamentar, como vimos na situação ridícula a que se expuseram os deputados na última quinta-feira.

Para deixar uma imagem ainda mais patética, um dia a Câmara Federal forjou um vídeo para fingir que havia gente na votação relâmpago do CCJ, e, no outro, admitiu que a sessão poderá ser anulada. Não se sabe ainda se foi por medo da mídia ou de algum fantasma, afinal não deve ser muito confortável competir com o sobrenatural. Ainda mais para quem só sabe competir por dinheiro, que para os fantasmas não significa nada.

Para deixar registrado o que se apagará da memória dos eleitores:

    Para manter alguma credibilidade, o presidente da Câmara criticou a presença de apenas dois parlamentares. E ainda teve a coragem de pedir que seja analisada a freqüência da votação do CCJ, quando seria mais adequado que analisassem a completa ausência. Mas seria muito exigir que compreendam tal coisa.

    Para evitar que torne a ocorrer a vergonhosa falta de compromisso parlamentar, disse o presidente que haverá uma conversa com João Paulo Cunha (PT-SP) para resolver o assunto. O mesmo João Paulo Cunha que já fez a mesmíssima coisa: assinar presença e ir embora.

    Disse ainda que é necessário avaliar se as matérias têm impacto na sociedade, ou implicariam em algum tipo de problema. “Não estou com uma preocupação exagerada porque ali foram (votadas) concessões de rádio, cabia análise constitucional. “ Marco Maia ignora que o problema maior nem é o que foi votado, mas a falta de compromisso parlamentar com o cargo que exercem.

É nisso que dá padre com coroinha de um lado,

um presidente sem escrúpulos do outro

e vabagundos no meio.

27 set 2011 Publicado por | ABUSOS LEGISLATIVOS, ÉTICA, Reforma eleitoral, REFORMA POLÍTICA | Deixe um comentário

Mensagem

Recebi recentemente uma sugestiva mensagem por email, e

gostaria de compartilhar com os frequentadores do blog:

Uma mensagem sincera da Jaqueline Roriz, em nome do

Congresso, a todos os brasileiros.

10 set 2011 Publicado por | ÉTICA, POLÍTICA, REFORMA POLÍTICA | Deixe um comentário

Disfarce de uma ditadura.

Disfarce de uma ditadura.

Existem várias formas de se dominar uma nação ou povo, que depois de dominado, fica refém  das vontades dos conquistadores, que tentam se manter no poder o maior tempo possível

Ao exercer seu poder de mando, um ditador, tem que subjugar  de certo modo o seu povo dominado,  seja pela força, pela ilusão, pela propaganda  ou por qualquer outro meio que possibilite a manutenção de eu poder que conforme a história indica será sempre temporário.

Os países  do oriente médio, de maioria mulçumana, vivem em estado de constante ditadura, ou seja dominância por um monarca, ou um ditador em nome de Alá. Na Arábia Saudita por exemplo, os monarcas saudis estão no poder a muito tempo, mas sendo uma nação muito riça, eles distribuem conforto aos nativos, dando-lhe dinheiro, bolsas de estudo, independência financeira, desta forma mantendo-se no poder indefinidamente, pois os habitantes que vivem debaixo do julgo do monarca estão satisfeitos com a situação, e não necessitam de mudanças no regime no momento. Mas não exercem uma democracia. Os monarcas, fazem o que bem entendem, distribuem as riquezas da maneira que lhes convêm, e se algum dia faltar dinheiro, eles vão sempre estar muito bem enquanto o seu povo vai começar a sofrer.  Neste momento é quando o poder é questionado, e começam os problemas para se manter no poder.

Se o povo de alguma forma sente que o excesso de poder, está prejudicando a maioria, invariavelmente o ditador cai.

Em uma democracia verdadeira, onde o poder emana do povo, os direitos do povo devem ser preservados e o poder do mandatário está limitado e observado pelos representantes do povo, o direito à informação, à palavra, ao processo judicial, e todos os outros, o descontentamento do povo se manifesta em forma de votação voluntária, onde o descontentamento popular troca periodicamente de mandatários.

Em uma democracia, deve sempre haver uma oposição e uma situação, onde a situação sempre será fiscalizada pela oposição, e a alternância de poder entre a situação e a oposição sempre é muito recomendável.

Agora, existem ditaduras, travestidas de democracia.

Em nosso Brasil, ficamos sob o julgo de uma ditadura militar por mais de vinte anos, e com muita luta e perseverança, conseguimos nos libertar dos mandatários militares, que se mantinham no poder devido à força militar, e conseguimos  votar um novo mandatário civil, que levou a outro que por manifestação de descontentamento popular foi deposto, elegemos outro que ficou oito anos, que deu lugar a outro que era da oposição.

Até aí tudo bem, a democracia republicana se manifestando quase que puramente.

Quase, por um simples detalhe, o voto obrigatório, com sanções àqueles que não votam, macula inteiramente a teoria democrática, onde a liberdade de se expressar deveria ser estendida ao direito de votar.

 Depois que esta oposição assumiu o poder, está havendo uma tentativa, desde o primeiro momento de se perpetuar no poder indefinidamente, mascarando o processo democrático e usando táticas aprendidas e apregoadas por ditadores do passado, vão devagar corroendo as raízes democráticas, mudando estrategicamente a situação democrática por uma situação de poder absoluto.

Seguem as cartilhas ao pé da letra.

 Aparelham o sistema de governo com pessoas de confiança e dedicação ao partido da situação.

Aparelham as camadas mais ricas e poderosas, com o que mais lhes agrada que é poder monetário, distribuindo entre eles, grande parte dos impostos arrecadados.

Aparelham a classe mais pobre e mais numerosa, com migalhas pagas pelos contribuintes da classe média, mas estas migalhas melhoram ligeiramente a situação de pobreza  aparentando para esta gente excluída por muitos governos,  que o governo está bem, cuidando der sua gente.

Investem pesadamente em propaganda, mostrando a imagem do governo como uma de liberdade e funcionamento, técnico e social, ainda que estas propagandas sejam revestidas de mentiras e ilusões.

Investem muito pouco em educação de verdade, pois um povo bem educado e esclarecido não é desejo dos enganadores.  Fazem enorme propagando da melhoria no ensino, mas a realidade permanece sombria neste setor.

Tentam de todas as formas aparelhar e controlar a mídia livre, para evitar reportagens negativas, (Censura).

Não investem pesadamente na prevenção de doenças como sistema sanitário, água potável, educação familiar, pois o povo que está sadio perde a dependência em medicamentos distribuídos pelo governo como uma dádiva aos seus governados.

Aparelham o sistema judiciário com pessoas de confiança do partido da situação.

E finalmente, compram descaradamente o sistema democrático de fiscalização do governo que é o poder legislativo.  Em uma democracia fraca, recente, este poder ficou vulnerável, pois necessita urgentemente de ajustes, e o governo compra com seu poder de distribuição de dinheiro arrecadado, a consciência destes representantes do povo, que passam a serem representantes de si próprios.

Como agradar a toda a população como fazem os mandatários sauditas, onde a população é relativamente pequena e a quantidade de dinheiro é grande, está difícil no Brasil onde a população excluída é grande e o dinheiro pouco, ficou mais fácil agradar apenas  os  representantes de todo o povo, transformando um sistema democrático de direito em uma ditadura muita parecida com a dos mulçumanos.

E agora vivemos em uma ditadura disfarçada de democracia, e comanda por facínoras que vivem para se locupletar do dinheiro do povo, aumentar o seu poder com o dinheiro do povo, e que não quer largar o osso de forma nenhuma muito menos democraticamente.

A meu ver a tragédia que se aproxima não será muito saudável nestas circunstâncias.

O meu modo  de pensar não está só neste momento, como mostra o artigo que encontrei no Blog da Jurema Capelletti, em um artigo que foi creditado como enviado por Pedro Enrique, e de autoria do Gen. Bda Rfm Valmir Fonseca Azevedo Pereira:

Os indícios de que em breve a democracia no Brasil emitirá o seu último suspiro estão à nossa frente.

Não vê quem não quer. Depois, não adianta lamentar.

A dominação na teoria do Gramsci não ocorre de repente. Como vimos na caçada aos porcos selvagens, vai uma cerca aqui, outra acolá e um belo dia, lá está a vara, irremediavelmente, encurralada. E o pior, por seu livre arbítrio, pois durante o cerco, bastava uma firme reação para evitar a desdita.

E os indícios não faltaram.

Motivações ou argumentos politicamente corretos subverteram a capacidade de reação, e ficou fora de moda criticar. Se os outros não reclamavam, os poucos atentos, esmagados com a subalternidade dos demais, calaram – se para não dar o vexame de ser isoladamente do contra.

Assim, pelas bordas, um pequeno avanço, mais uma inexorável volta no parafuso. Por vezes, um recuo, uma falsa desistência para retornar no futuro com mais ênfase, com maiores pressões, e eis o sítio aos futuros servos.

A instrumentalização de dicotomias promovidas à larga, a criação de reservas, o endeusamento verbal dos índios, a entronização dos quilombolas, a desvalorização dos princípios, o desprezo aos tradicionais heróis, a promoção de falsidades e inverdades que minaram valores, corroeram convicções e abriram o caminho para a aceitação das questões mais esdrúxulas, enfatizaram que os fins justificam os meios.

O lançamento do PNDH3 foi mais um indício gritante de que havia algo de podre no reino da Banânia. Prematuro, foi um pequeno erro de cálculo. Eles foram com sede demais ao pote. Todavia, aprenderam e recuaram, juntaram forças, investiram no convencimento, e agora retornaram ensandecidos, coléricos.

A demagogia do estado forte aos poucos deu lugar ao ESTADO TOTALITÁRIO.

É o Estado na economia, é o Estado paternalista que tudo provê em troca de submissão, sugando através de pesados impostos o nosso ânimo, a nossa aspiração de liberdade e, assim, promovidos a zumbis de uma cúpula de sanguessugas, trocamos a grandeza por vileza, o orgulho por tibieza, pois o desgoverno dá tudo, desde qualquer bolsa, até camisinha, só não dar – nos – á dignidade.

Assim, abdicamos de coisas primordiais, mas que foram transformadas em desnecessárias, e de somenos.

Poderíamos elencar os indícios na direção da dominação. Podemos recordar, porém que a cada dia eles estão mais fortes, mais atrevidos, mais ávidos, e indóceis para assumir totalmente as rédeas de tudo.

O que falta, que ninguém duvide, é o controle da livre imprensa, do pensamento, pois calarão as vozes discordantes, não serão assolados com denúncias, e com a indignada pena de opositores.

Quando atingirem seu objetivo de amordaçar as poucas vozes da razão, terão o domínio total e, por isso, atiram – se de corpo e alma, com todas as forças e com todas as armas para eliminar o seu último obstáculo rumo a nossa servidão.

Na história da humanidade os regimes totalitários, em geral, começaram de mansinho, e somente assumiram a monitoração efetiva, quando tolheram a liberdade da imprensa. Quando ocorre, esvai – se o último bastião dos homens livres.

E, parodiando o trecho famoso (*) da Ordem do Dia, do intrépido Marechal Manoel Luís Osório, Marquês do Erval, um dos baluartes da história nacional, no Passo da Pátria, em 15 de abril de 1866, declaramos “é fácil submeter povos livres: basta retirar – lhes o direito de expressão”.

* “É fácil comandar homens livres; basta mostrar-lhes o caminho do dever”.

Brasília, DF, 04 de setembro de 2011.

Gen. Bda Rfm Valmir Fonseca Azevedo Pereira 

07 set 2011 Publicado por | ARTIGOS, ÉTICA, GOVERNO, POLÍTICA, REFORMA POLÍTICA | Deixe um comentário

O Homem De R$ 1 Bilhão

É um exemplo para todos. É o Bill Gates brasileiro.

Reportagem da “Isto É”

O Homem De R$ 1 Bilhão


Poucos entendem como o ex-corretor de imóveis e hoje senador Gim Argello conseguiu ampliar seu patrimônio em 10 mil vezes em pouco mais de 25 anos

De Sérgio Pardellas e Hugo Marques:

Na primeira semana deste mês, o senador Gim Argello (PTB-DF) desembarcou na ante-sala da Presidência do Senado exibindo um indisfarçável sorriso no rosto.

Diante dos olhares de expectativa de parlamentares do PMDB, entre os quais os senadores Renan Calheiros (AL) e Wellington Salgado (MG), Argello justificou tamanha felicidade: “Alcancei meu primeiro bilhão de reais”, disparou, para a surpresa dos colegas.

Aos 47 anos, Argello personifica o milagre de Brasília. A capital federal não possui indústrias, grandes multinacionais nem de longe é o coração econômico do País. Mas é uma cidade onde as pessoas usam a proximidade com o poder como trampolim para o mundo dos grandes negócios.

Esse é o caso do senador do PTB, que, depois do escândalo do mensalão do DEM, desponta entre os prováveis candidatos ao governo do Distrito Federal em 2010. À ISTOÉ, em entrevista rápida, Argello nega o que vem afirmando aos colegas senadores.

Argello iniciou a carreira empresarial há 25 anos, como corretor de imóveis. Tinha um patrimônio que não chegava aos R$ 100 mil, ou seja, 10 mil vezes inferior ao que ele anda alardeando pelos corredores do Senado. Graças à bem-sucedida atividade de corretagem, ele conseguiu multiplicar seus bens por três em menos de uma década.

Mas foi com a política que viu seu patrimônio crescer de forma meteórica. Desde que foi eleito deputado distrital pela primeira vez em 1998, Argello não parou de acumular bens. Em 2006, o parlamentar declarou à Justiça Eleitoral patrimônio que somava R$ 805.625,09.

Mas só a sua casa de 872 metros quadrados, na Península dos Ministros, área mais nobre de Brasília, localizada próxima à residência do presidente do Senado, José Sarney (PMDB-AP), está avaliada em R$ 5 milhões.

Segundo apurou ISTOÉ, o senador do PTB também é proprietário de rádios, jornais e uma franquia da Empresa dos Correios e Telégrafos Setor Comercial Sul (SCS).

Dona de uma extensa carteira de clientes, a agência dos Correios, de acordo com especialistas do setor, ostenta um faturamento anual de cerca de R$ 100 milhões, o mais alto entre as 27 franquias da ECT no Distrito Federal.

O mais impressionante, é o cinismo e a credulidade dos eleitores.

Jim Argello é senador “REPONE”. Isto quer dizer que é representante de porra nenhuma, pois não recebeu um só voto dos moradores e eleitores do DF. De alguma forma, comprou a primeira suplência do ex-governador Joaquim Roriz, e quando este renunciou para evitar a cassação, ocupou com desenvoltura o posto de representante, sem ter sido eleito. Temos que mudar este sistema pois em uma democracia não se pode comprar o posto de representante popular sem ter sido votado.

Depois desta reportagem da Isto É, dizem que o Argello despachou uma quadrilha de empregados para comprar todas as revistas na praça, para impedir que seus eleitores não desconfiassem que fosse alguma coisa além de honesto.

Eu não sei, mas não compro revistas e leio tudo on line, e esta reportagem saiu no blog do Noblat, e com direção da Isto É, portanto pode e deve ser verdadeira.

Este senhor, já foi investigado por grilagem de terras, sonegação de impostos, outros delitos que deram em nada como de praxe em Brasília.

Agora quero fazer um comentário sobre um bilhão de reais em 25 anos:

25 anos somam aproximadamente 9.100 dias.

Para se acumular um patrimônio destes, o singelo corretor Argello teria de honestamente acrescentar ao seu patrimônio inicial de 100.000 reais, a pequena quantia de 100.000,00 (Cem mil reais) por dia, durante estes 25 anos ou 9.130 dias, sem faltar um só dia, sábado domingo e feriados.

É mole ou isto é honestamente possível?

Agora para finalizar, quero fazer uma distinção entre uma pessoa de sucesso como o Argello, e um verdadeiro empresário de poder fazer inveja realmente a Bill Gates, Steve Jobs, Larry Eller, todos juntos. É o nosso ilustre deputado federal pelo estado do Pará – Jader Barbalho – que antes da eleição de 2006, declarou seu patrimônio pessoal em quatro Bilhões de reais – conservador de acordo com a VEJA

Segui sua carreira política e de acordo com sua declaração de renda quando começou em 1974, ele tinha como patrimônio um veículo VW modelo 1972. Morava de aluguel. Desde este tempo se passaram 32 anos.

Fazendo-se as contas este embaixador do sucesso empresarial teria de acrescentar por dia ao seu patrimônio a singela quantia de R$ 340.000,00 (trezentos e quarenta mil reais) por dia (11.680 dias, ou sejam 32 anos) para estar neste patamar de enriquecimento.

02 jan 2010 Publicado por | ABUSOS LEGISLATIVOS, ADMINISTRAÇÃO PÚBLICA, ÉTICA, Cinismo, GOVERNO, POLÍTICA, REFORMA POLÍTICA | 3 Comentários

O peso do estado.

O peso do estado.

Há algum tempo não escrevo nada para o blog.

Não tem desculpa. Tenho mesmo é que escrever o que me preocupa como pessoa, como cidadão, como pai responsável, como pagador de impostos. A falta de tempo, a falta de inspiração, sentir mal, sair de férias (isto nunca acontece, mas poderia ser usado como desculpa), nada deveria impedir que eu escrevesse neste espaço. Portanto, volto hoje com um assunto que realmente me preocupa: A carga tributária brasileira.

Encontrei hoje no blog do Noblat – http://oglobo.globo.com/pais/noblat/#170238

Um editorial do “Estado de São Paulo” muito bem escrito sobre este assunto. Vou publicar na íntegra e volto depois com alguns comentários.

Enviado por Ricardo Noblat –

25.12.2009

| 12h11m

Deu em O Estado de S. Paulo

Lula e o peso do Estado (Editorial)

O presidente Lula voltou a defender a carga tributária imposta aos brasileiros, indispensável, segundo ele, para a manutenção de um Estado forte.

A tributação brasileira é apontada em todas as comparações internacionais como grave desvantagem para o País, porque onera a produção, esfola o consumidor, torna as empresas menos competitivas e dificulta a criação de empregos.

Mas para o presidente os impostos e contribuições pagos no Brasil são razoáveis e adequados a um Estado “capaz de fazer alguma coisa”.

“Vou deixar claro para vocês: não imaginem um país com carga tributária fraca”, disse ele a exportadores num encontro no Rio de Janeiro, na terça-feira.

Horas depois, o Congresso aprovou uma lei orçamentária com novas bondades para o funcionalismo, novo aumento do Bolsa-Família, generosas emendas paroquiais – como sempre – e um acréscimo de R$ 7,3 bilhões à verba de R$ 22,5 bilhões prevista inicialmente para o Programa de Aceleração do Crescimento (PAC).

Um dia antes do encontro com os exportadores, o presidente havia falado sobre a possível conversão de alguns incentivos setoriais em benefícios permanentes.

Esses incentivos foram concedidos como parte da política antirrecessiva. Mas o governo não considera, como ficou claro no discurso de terça-feira, a hipótese de uma desoneração mais ampla e organizada, recomendada pelos especialistas em competitividade.

Isto dá uma primeira ideia da equivocada concepção de Estado “forte” do presidente Lula. Um Estado não pode ser forte quando impõe à economia uma tributação irracional e restringe a expansão produtiva, a exportação e a criação de oportunidades.

O presidente confunde gordura e peso com força. A tributação brasileira equivaleu a cerca de 36% do Produto Interno Bruto (PIB) no primeiro semestre, apesar dos incentivos fiscais e da perda de arrecadação causada pela crise.

Mesmo na recessão, o setor público arrecadou muito mais, proporcionalmente, do que a carga tributária dos demais países emergentes.

Essa tributação não se traduz em melhor educação e em serviços melhores que os de países com impostos mais leves.

Cerca de 20% dos brasileiros com idade igual ou superior a 15 anos são analfabetos funcionais, isto é, incapazes de ler e entender uma mensagem ou uma instrução simples.

Isso é apenas mais uma amostra de como os brasileiros pagam caro para receber muito pouco do setor público em serviços de educação, saúde, segurança e justiça.

Apesar da notória improdutividade do governo brasileiro, o gasto federal com a folha de pessoal aumentou 49% em sete anos, contados a partir do primeiro semestre de 2002. Esse foi um aumento real, isto é, acima da inflação.

“Não faremos arrocho salarial”, disse o presidente Lula na segunda-feira, rejeitando a ideia de fixar para 2010 um objetivo fiscal superior a 3,3% de superávit primário. Essa meta mais ambiciosa poderia compensar o afrouxamento de 2009 e conter o endividamento público.

Mas o presidente causaria enorme surpresa se aceitasse uma política mais austera, especialmente em ano de eleições. Quanto à palavra “arrocho”, foi certamente usada de forma imprópria, depois dos aumentos acumulados em vários anos. Esses aumentos foram concedidos abertamente ou embutidos em “reestruturações” nunca traduzidas em melhores serviços.

O próximo ano, disse também o presidente, será um período de investimentos liderados pelo setor público. Daí seu interesse em reforçar financeiramente os programas de obras. Mas investimentos governamentais não dependem apenas de palavras.

Competência para elaborar projetos e para executá-los é um requisito indispensável. Essa competência não tem sido exibida pelo governo nem pela mãe do PAC, a ministra Dilma Rousseff.

Neste ano, até 22 de dezembro, o Tesouro desembolsou apenas 53,7% do valor previsto para investimentos do governo federal, incluído o chamado PAC orçamentário. Esses desembolsos incluem restos a pagar de exercícios anteriores.

Só com muito otimismo se pode esperar para o próximo ano maior competência na execução das funções públicas federais. Mas pode-se apostar na manutenção – se não no aumento – da escorchante carga tributária, útil para manter o empreguismo e a ineficiente máquina estatal.

Uma carga imensamente desproporcional, enfim, aos serviços oferecidos aos esfolados contribuintes.

Voltei com alguns comentários:

Este edital, no momento em que li, carregava 19 comentários, e estes estavam bem diversos e ecléticos com vários sabores para qualquer tipo de paladar.

Um dos primeiros destes comentários criticava de forma negativa o editorial escrito, defendendo muito o governo Lula e sua atuação na crise econômica, dizendo que se o estado não estivesse forte quando esta crise apareceu, não teríamos tido o desempenho que tivemos no desenrolar do problema. O comentarista citou até elogios do ex-ministro Delfin Neto sobre o desempenho do governo. Eu confesso que perdi estes elogios. E este comentarista defende também o “Estado Forte”.

Logo abaixo, vinham outros que criticavam este comentarista de forma veemente, citando que a URSS, foi o estado mais forte de que se têm notícias e deu no que deu. Outro citou Cuba e Coréia do Norte como exemplos de estado forte, e onde a democracia está comprometida pelo fato de existir o “Estado Forte”.

Eu apenas li os comentários, não comentei. Vou fazer aqui com mais espaço e com mais privacidade, em minha própria casa.

A carga tributária brasileira é a maior do mundo, se levar em consideração o potencial para arrecadação. Se todos os impostos e taxas forem coletados, com zero de sonegação, teríamos que entregar para o governo gerenciar, 80% te toda a riqueza nacional.

O atual sistema existente foi criado em uma época anterior à informatização, e onde estava contemplada, uma sonegação de 70% dos impostos aplicados. Isto deixava o governo com uma arrecadação de 30% do PIP (Produto Interno Bruto) que apesar de um pouco alta estaria dentro dos parâmetros de nações em desenvolvimento.

Com o desenvolvimento dos sistemas arrecadatórios através da informatização, e de outros mecanismos mais eficientes, ficou difícil sonegar impostos, e a arrecadação está em alta. Mesmo durante a crise econômica, onde o PIB caiu, a arrecadação manteve e até aumentou.

Isto em um país onde os níveis de corrupção medidos pela transparência internacional não foram nada bons. (http://www.transparency.org/policy_research/surveys_indices/cpi/2009/cpi_2009_table)

Ficaram em 75º, junto com a Colômbia, o Peru e Suriname com a nota de 3,7, onde a maior nota é dez. Em outras palavras fomos reprovados. O Uruguai e o Chile obtiveram nota 6,7 e foram aprovados. Os métodos empregados para atingirem o objetivo das pesquisas, incluem 13 estatísticas incluindo a opinião do povo. Foram pesquisados 180 países e estamos acima da média no número 75. (a média seria o nº 90)

Com estas estatísticas seria possível confiar 80% do seu ganho pessoal para ser

administrado pelo “Governo mais forte”?

E depois de ler em todos os jornais e assistir pela televisão, homens públicos colocando dinheiro nas meias, agradecendo a Deus pela contribuição dos corruptos, onde declarações de gastos de campanha, mesmo sendo de caixa 1, são muito maiores do que todos os salários do cargo somados, mais o caixa dois que não foi declarado. Você acha que o governo forte conquistou o direito de gerenciar o seu dinheiro, fruto de seu trabalho?

O artigo do editorial fala com propriedade que o Lula confundiu um “Governo Forte” com um “Governo Gordo” o que de forma nenhuma é a mesma coisa.

O governo está recolhendo atualmente, 40% do PIB em impostos e taxas.

Quando na campanha eleitoral de 2002, a taxa de impostos era de 35% do PIP, o Lula candidato considerou em alto e bom tom que esta taxa de impostos era extremamente extorsiva, e deveria ser reduzida para o país poder crescer. Eu não votei nele, e nunca esperei que ele cumprisse as metas impostas por ele mesmo, de reforma tributária (Somente se fosse para crescer), reforma da previdência, reforma política.

Os defensores deste governo logo gritam que o presidente depende do congresso, e não pode fazer reformas apenas como executivo. Mas eu confronto que não foi nem tentado nada neste rumo. Ao contrário, a CPMF, que era um imposto extorsivo, indecente, e prejudicial para a produção, foi defendido com unhas e dentes pelo governo, com ameaças e mentiras, que afortunadamente não funcionaram e nos livramos deste imposto. As reformas políticas proposta, não são profundas e não mudam a situação, e ainda favorecem a pilantragem. E não houve nenhuma tentativa de reforma tributária.

E além dos impostos e taxas legais, tem algumas coisas que realmente me deixam de mau humor. São impostos indiretos, como multas de trânsito. Eu tirei a minha habilitação em 1962. Nunca tive um acidente de transito, nunca fui multado antes, e depois de introdução dos famosos “Pardais”, eu pago todos os anos, inúmeras multas por dirigir apenas dois ou três quilômetros por hora além do limite permitido. Isto é arrecadação irregular de dinheiro do cidadão. Outra coisa que eu fico pensando, é que eu tenho que trabalhar com meu carro, sou um pequeno empresário. Gasto uma média diária de combustível de R$ 75,00. 62% do preço de combustível é imposto para o governo. Dos R$ 75 pagos, eu contribuo com R$ 46,5 para os cofres do governo. Este imposto, não pode ser deduzido de nada. Se preencher um formulário completo, pode parcialmente ser deduzido no IR como despesa da empresa, mas é uma dedução parcial onde os impostos pagos de outros meios deveriam carregar uma dedução total, pois imposto em cascata é contemplado como inconstitucional e irregular.

Houve uma tentativa de que os preços nas lojas e super mercados, apresentassem a carga tributária paga pelo comprador, em cada artigo na prateleira. Esta tentativa não foi aprovada e não deu em nada, pois não tinha interesse do governo de que o povo ficasse informado da quantidade de impostos que paga sem pouca ou nenhuma contrapartida.

Existe um movimento chamado imposto único, de autoria do economista Marcos Cintra, – http://www.marcoscintra.org/novo/ – Este imposto, é uma espécie de CPMF com uma alíquota maior, de 1% da movimentação bancária.

Esta Alíquota daria uma arrecadação de 35% do PIB, que é mais do que suficiente para tocar o país (sem corrupção é claro) e eliminaria todos os outros impostos, toda a burocracia, todas as notas fiscais, e os bancos teriam uma função mais nobre, de recolher impostos, sobre o dinheiro manuseado por eles. Com este imposto único seria muito mais fácil detectar a corrupção, lavagem de dinheiro, e muito mais justo, pois quem movimenta mais dinheiro paga mais. Seria impossível sonegar portanto a corrupção empresarial perderia uma de suas maiores fontes.

E, sabe do pior, este projeto, já tramitou em todas as comissões de economia e desenvolvimento do congresso, foi aprovado por todas elas, e está aguardando na fila para ir à votação no plenário desde 2001. (PEC 474/01)

O Marcos Cintra em seu site, fala em um plebiscito para aprovar este imposto, e eu sou definitivamente contra esta medida, pois invariavelmente resulta em outras consultas e é a meu ver dirigido e antidemocrático.

Sou sim a favor de um abaixo assinado, tipo do que ocorreu com a lista limpa, para colocar imediatamente em votação a medida do imposto único, que se encontra na fila, e um apoio integral da população para que seja votada com voto aberto no plenário.

Eu sei que este congresso não vai votar uma medida destas voluntariamente, pois colocaria uma saia justa nas suas maracutaias, mas a força do povo pode favorecer a votação favorável do imposto único.

Um feliz natal e um bom ano de 2010 para todos

25 dez 2009 Publicado por | ÉTICA, CRESCIMENTO ECONÔMICO, CRISE ECONÔMICA, ECONOMIA, GOVERNO, IMPOSTO ÚNICO, POLÍTICA, REFORMA POLÍTICA | Deixe um comentário

O Lula e Maquiavel!!!!

O Lula e Maquiavel!!!!não me abandone sarney

Outro dia, conversando com amigos sobre a estratégia do governo para a eleição de “Dilma Rousifu”, começou a surgir em nossas mentes, uma possibilidade ainda não veiculada em nenhuma mídia sobre a possibilidade do Lula entregar passivamente o poder, possivelmente para uma oposição, e com seus 84% de popularidade.

E o desgaste sofrido com a permanência do Sir Ney, que claramente foi uma iniciativa do executivo.

E este agora com este desgaste com as mentiras da Dilma.

Isto não condiz, com uma possibilidade de uma eleição majoritária a pouco mais de um ano.

Não faz sentido, a situação de se expor desta forma, e ter a pretensão de eleger sua candidata.

E está mais do que comprovado que a transferência de votos e popularidade é uma tarefa muito difícil e quase impossível de se concretizar.

Para acabar com este preâmbulo, resta apenas dizer que um possível candidato, o José Serra que ainda não se manifestou como tal, anda disparado na frente de qualquer simulação de intenção de votos e que a Dilma, que realmente progrediu um pouco, ainda não mostrou a que veio.

E então, como se equaliza esta questão?você não presta

E foi então que apareceu uma possibilidade que contempla todas estas situações, e coloca em perspectiva, todos estes desmandos e erros do executivo.

Vamos enumerar as possibilidades antes das conclusões.

1. O Lula não quer, e não pode deixar o poder, por razões óbvias:

a. Com uma popularidade de 84%, seria um desperdício, apenas colocar o rabo entre as pernas e ir-se embora.

b. Com tantas maracutaias e pendências abertas, com o súbito enriquecimento de sua família, seria um tremendo risco entregar o governo ao inimigo que poderia abrir inquéritos, e causar muita dor de cabeça.

c. O Lula não vai arriscar tentar um plebiscito ou referendo em favorecimento de um terceiro mandato, pois o risco de ser considerado um golpe é grande como aconteceu em Honduras.

2. Se não está disposto a entregar democraticamente o mandato, como vai conseguir eleger seu candidato, que no momento é candidata e não consegue decolar?

a. A Dilma não decola.

b. A transferência de popularidade é coisa incerta.o remédio

c. O desgaste no congresso é coisa inexplicável.

d. E o desgaste na receita, é inaceitável em começo de campanha.

3. E então qual seria o plano?

a. O Sarney, aliado inconseqüente, teria de ser mantido como presidente do congresso e terceiro na fila presidencial. (Por isto o risco do desgaste)

b. A Dilma será a candidata, e o Lula se afasta da presidência em março e compõe a chapa como vice da Dilma.

c. Deste modo, não existe problema de transferência de votos, pois o próprio Lula é o candidato.

d. Procurando superficialmente pelas possibilidades jurídicas desta possibilidade, (Não sou jurista), não encontro nenhuma razão constitucional ou legal que impeça o presidente de se afastar da presidência e se tronar vice em alguma chapa.

e. O atual vice está mais com um pé na cova do que fora, e no caso de não poder assumir, entra então a necessidade de manter o Sarney, pois o vice do Sarney é o Marconi Perilo que é da oposição, e como presidente assumido poderia causar dificuldades para este plano.

  1. f. A Dilma também não está lá estas coisas de saúde, e se o plano der certo, ela se afastaria deixando o Lula mais quatro anos e com caminho livre para as eleições de 2014, pois não seria considerado presidente, mas sim vice e poderia continuar no poder.

4. Foram estas as considerações a que chegamos para explicar estes atos aparentemente tresloucados da atual administração, mas que se olhados do ângulo certo podem mostrar um tremendo plano muito maquiavélico, que deixa aparente sem sombra de dúvidas as mãzinhas do senhor José Dirceu e do Marco Aurélio Garcia.

Que tal, temos agora começar a lutar para impedir a concretização deste plano que nada mais é do que um golpe disfarçado de democracia nos mesmos moldes de um referendo, mas com mais peculiaridades, aproveitando as brechas da legislação brasileira. o placar

29 ago 2009 Publicado por | ABUSOS LEGISLATIVOS, AUTORITARISMO, ÉTICA, GOVERNO, POLÍTICA, Reforma eleitoral, REFORMA POLÍTICA | 6 Comentários

O legado.

O legado.diogenes

Hoje recebi um email comentando umas das ultimas propostas do Clodovil Hernandes.

Este deputado muito polêmico e com suas excentricidades, era uma pessoa de bem, culta e responsável, que se preocupava em realmente representar o eleitor. A sua proposta de reduzir o número de parlamentares, veio provavelmente depois que ele constatou pessoalmente que a maioria dos representantes representa apenas a si próprio.

Vou reproduzir o email na íntegra e depois quero comentar sobre esta idéia:

HERANÇA DO DEPUTADO CLODOVIL HERNANDES (Importante)clodovil-hernandes


Clodovil é uma figura inegavelmente polêmica. Mas tinha idéias e coragem, além das suas contradições, tão humanas. Inteligente, com um senso crítico aguçado, ele dizia o que os outros apenas pensavam…
Em Julho de 2008 o deputado Clodovil Hernandes apresentou à Mesa da Câmara proposta de emenda à Constituição (PEC) para reduzir o número de deputados de 513 para 250. O projeto teve o apoio de 279 parlamentares (eram necessários 172 votos para que fosse apresentado).  Não passou, por interesses óbvios.

De novo é o gato tomando conta do peixe.
Pelo projeto, nenhuma Unidade da Federação poderá ter menos de 4 deputados nem mais de 35. Hoje, a menor representação tem 8 e a maior, 70. Se a PEC passar, haverá corte de 263 deputados e redução de gastos, só em despesas com os parlamentares, de R$ 26,3 milhões por mês. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.
Vamos divulgar e apoiar? A idéia é ótima!!!!
Fui pesquisar o custo de cada parlamentar brasileiro, e de acordo com a ONG Transparência Brasil o custo de cada deputado é de R$ 6,6 milhões por ano! E o custo de cada senador é de R$ 33,1 milhões por ano.

Se a emenda Clodovil passasse, reduzindo pela metade o número de parlamentares, e supondo que isso pudesse ser feito tanto na Câmara quanto no Senado, teríamos uma economia de aproximadamente R$ 3,1 BILHÃO DE REAIS!!!

Isso dá mais ou menos R$ 17,00 por habitante.
Já que o gasto público com saúde é de R$ 0,64  por habitante, veja o que a economia com os parlamentares pode proporcionar! !! (No Brasil, segundo o sindicato dos hospitais de Pernambuco (Sindhospe), “para um gasto total de U$ 600 per capita/ano (em saúde), apenas US$ 300 vêm do setor público. Destes, apenas U$ 150 são investimento federal, ou seja, U$ 0,40 por cidadão brasileiro”.)
Daria para multiplicar a verba hospitalar atual por habitante por mais de 26 vezes!!!!
Além disso, teremos menos chance de corrupção, menos políticos para controlar.
Divulguem, se concordarem.
Quem sabe a maior obra do Clodovil não será póstuma?!!piratas


Este email foi repassado por alguém, e não sei realmente o nome do autor da pesquisa e da idéia contida nele.

Se por acaso alguém souber mande para cá que respondo com os devidos créditos.

Eu pessoalmente achei a idéia muito boa e deveria ser divulgada para que germinasse uma semente de decência na política (?) brasileira.

Outro dia o Senador Cristovam Buarque, saiu com uma idéia de um plebiscito para dissolver o congresso.

Eu até escrevi um artigo aprovando isto.

Ele foi realmente bombardeado por este discurso, com alguns autores e bloguistas acusando de ser um golpe para dissolver o congresso e implantar um regime de forças e antidemocrático como em Cuba.

Bem pelo conteúdo do texto do Cristovam, poderia ir para qualquer lado.

Eu penso que ele quis dizer acabar com este congresso que aí está, substituindo por outro com um pouco mais de representatividade.

Isto eu certamente aprovo. Abolição da representatividade nunca.

Mas de outro lado, constato que a representatividade já foi abolida no Brasil e em seu lugar se encontra uma democracia maquiada, uma democracia travesti, uma democracia
Projac, uma democracia de interesses particulares, e uma representatividade zero.

Se fosse abolida esta farsa, totalmente, ficaria melhor do que este fingimento que aí está.

Pelo menos se saberia quem é quem, e não haveria uma esperança falsa, um engodo, esperando que o povo decida a sorte do país, que este povo sofrido vá fazer papel de bobo e votar, para que o seu voto se transforme em alguém que ele nunca ouviu falar.

Um clássico exemplo disto está na eleição para senador, do Helio Costa, conhecido repórter da Globo que foi eleito com considerável quantidade de votos para representar os interesses do estados de Minas Gerais.

Bem este popular político, decidiu ser ministro quando foi solicitado, e em seu lugar, ficou um carioca cabeludo, mal educado, com cara de sujo e pilantra, que duvido seja conhecido por algum eleitor do Helio Costa.helio-costa

Como aconteceu isto?

Simples, o pai do cabeludo, um empresário do ramo educacional, proprietário de várias escolas, não repassou o INSS recolhido dos professores para a previdência, e está sendo processado por este crime no valor, eu creio, de R$ 7.000.000,00.

Bem deste dinheiro sonegado, este senhor doou para a campanha do Helio Costa a quantia de R$ 1, 700.000,00  com a condição de ser o primeiro suplente do senador se eleito.

Os eleitores não sabiam nada disto e votaram no Hélio que foi diplomado como senador. Os eleitores ficaram contentes porque o seu voto foi vencedor. Ganharam sim mas não levaram, porque quem está respondendo pela representação do estado de Minas Gerais é este cabeludo, Wellington Salgadowellington-salgado que não recebeu nenhum voto.

Como este, tem o caso do Roriz, e do Luiz Estevam e muitos outros onde o cargo é um produto negociado e comprado.

Bem se um sistema como este for abolido, o Brasil ficaria mais transparente e melhor.

Agora se houver uma reforma, ficaria muito melhor.

Mas a reforma, em uma forma “DEMOCRÁTICA” deveria ser votada por estes mesmos crápulas que estão se benficinado da mamata. E vocês acham que eles votariam um projeto para acabar com a mamata?

Só acredita nisto quem for totalmente imbecil e idiota.chega

Então somente existe um meio real.

“O POVO NÃO VOTA NENHUM PLEBISCITO, O POVO TOMA O CONGRESSO NA MARRA, E COM A REFORMA NAS MÃOS, MODIFICA TODA A ESTRUTURA ATUAL E IMPLANTA A SUA VONTADE.”

Este é o meu sonho.


E isto não é golpe algum. O golpe já está sendo aplicado no povo pelo atual sistema. São 513 deputados eleitos (?), e destes apenas 32 pelo voto popular. Os demais são Suplentes ou Legendários, que foram levados de roldão por um parlamentar bem votado. Representação democrática?

Para não ficar somente na reclamação, tenho feito sugestões para as mudanças, como esta do Clodovil.

Em minhas sugestões, estão algumas como:

O candidato é responsabilidade do partido que deve fornecer antes de aceitar a candidatura um curso sobre administração pública e ética com um número mínimo de horas, teste de aproveitamento, e reciclagem agendada.

O partido deve ter consciência dos antecedentes do candidato e se houver qualquer deslize, ou qualquer denuncia oferecida pelo MP, não pode haver candidatura até a pendência ser apurada e arquivada.

Se houver um caso onde o candidato seja eleito e depois de eleito se descubra algum processo pendente contra o candidato eleito, todo o partido fica sem poder participar de eleições por período determinado pela justiça eleitoral.

Um deputado federal eleito pelo povo deve ganhar uma boa quantia, tendo como referendo o salário mínimo em vigor.

Seu salário deve ser tal que ele possa pagar de seu salário as suas despesas de viagem, de moradia, de gabinete e deslocamento local. O governo fornecerá à ele seu local de trabalho padrão, descente, e confortável, um secretário de confiança e os móveis padrão do governo. Também o parlamentar terá garantido sua vaga no estacionamento do prédio em que trabalhar.

O parlamentar deve trabalhar os cinco dias corridos, e deve comparecer a todas as reuniões no plenário, com comprovação das onde por motivo de força maior não estiver presente. Se trabalhar mais, não tem hora extra.

Os dias não justificados ou as reuniões não justificadas serão descontadas de seu salário.

Para sua comunicação, o parlamentar terá direito a um telefone celular padrão, e duas linhas locais de telefone fixo.

As assessorias para qualquer trabalho técnico do parlamentar serão contratadas pelo congresso, de universidades públicas ou privadas, e depois de terminado seu uso, a sua atuação deverá ser comprovada por relatório feito pelo gabinete do parlamentar.

E para desempenhar seu trabalho, o parlamentar deve ganhar em meu ver nos dias de hoje aproximadamente 200 salários mínimos que seriam próximos a R$ 100.000,00 por mês, e deveriam trabalhar como todos os outros cidadãos os doze meses com um de descanso e um décimo terceiro salário

Este parlamentar poderia custar aos cofres, um milhão e trezentos mil em salários, mais uns 500.000 em despesas com seu gabinete e pronto.

Para efeito de impostos, ele não seria descontado na fonte, mas teria que declarar e comprovar no fim do ano fiscal todas as suas despesas, e depois deveria recolher como um cidadão normal o devido imposto a ser pago.

O senado seria algo semelhante, e a mordomia seria abolida.

Se não estiver satisfeito com este arranjo, busque outro emprego que pague melhor.

Os aumentos salariais ficariam por conta do tamanho do salário mínimo.

E mais, os representantes eleitos pelo povo, ou contratados pelo governo temporariamente, como ministros, por exemplo, teriam temporariamente abolidos o seu direito a qualquer sigilo, seja fiscal, telefônico ou bancário.

E ainda mais, os parlamentares e seus familiares deveriam ser obrigados a usar os serviços públicos de saude de educação e de segurança.

Isto tudo, nas devidas proporções deveria ser a regra nos estados e municípios.

Qualquer coisa nesta disposição deixaria melhor e mais transparente tanto o congresso como toda a administração pública. E os salários de toda a administração pública deveriam ser desta forma, com a abolição total das mordomias ou salários escondidos. O servidor ganha bem e paga suas despesas e apresenta conta ao fisco e pronto. Como uma empresa privada.

Será que seria possível?

Somente na marra e já passou da hora.hora-de-mudar1

Vamos lá gente se houver candidatos eu encabeço sem problemas.

E tem muitas idéias boas guardadas por falta de interesse dos parlamentares, que seriam boas para a nação, mas poderiam contrariar interesses particulares deles como o caso do imposto único que está parado há sete anos depois de ser aprovado em todas as comissões.

20 abr 2009 Publicado por | ABUSOS LEGISLATIVOS, ADMINISTRAÇÃO PÚBLICA, ÉTICA, Cinismo, GOVERNO, IMPOSTO ÚNICO, POLÍTICA, REFORMA POLÍTICA | 5 Comentários

O poder do poder.

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Eu tenho dito que o governo Lula, não tem e nunca teve nenhum ideal político, patriota ou nobre, e sempre foi um governo de tomada do poder econômico no Brasil, capitaneado pelos donos do poder com a ajuda dos capitães antigos do poder financeiro.

Dizem que o Lula foi implantado pelo regime militar para formar uma esquerda mais amena do que a esquerda radical que existia no tempo da guerra fria.

Não acredito nesta tese, o Lula cresceu só e por mérito próprio, dentro do sindicato, dando vazão ao seu carisma sua tendência de não fazer nada, tomar pinga e se divertir.a-cultura-dita

Quando os líderes de algumas entidades da turma do capital como o Roberto Teixeira seu compadre, enxergaram o potencial deste novo líder, começaram a investir nele.

O Lula não tem nada de bobo, e nem foi usado, foi desde muito tempo conivente com o plano de assalto ao erário, programado pelos ricos e em posição de se perpetuar no poder sendo os donos da economia para sempre no Brasil sem dar a mínima chance a que mudanças na área política pudessem atrapalhar os seus planos.

Este plano foi um tremendo sucesso, apoiado em um pouco de sorte do crescimento global, ainda que fosse apenas uma bolha. A nossa sorte, e o azar deles, (sorte não dura para sempre), foi que a bolha estourou uns dois anos antes do previsto. Se o crescimento global perdurasse, e a turma do capital conseguisse um sucessor para se evitar as investigações sobre os acontecimentos espúrios durante os oito anos de sedimentação do mau-caratismo no Brasil, o plano estaria perfeito.saude-de-1c2ba-mundo

E teremos de ter muito cuidado em mudar os cursos da política para que seja tudo investigado com realidade, e para que esta corja de FDP que descaradamente, em nome de ideologia pisa na ética e na moral, assassina pessoas, tornam cada vez mais ingovernável o Brasil, seja desmascarada e punida  de forma exemplar.

E este artigo do Reinaldo, que às vezes exagera um pouco, está de acordo com este pensamento que está se tornando a realidade a olhos vistos.

Leia o artigo e pense nisto.

Se quiser ver os outros artigos mencionados no texto, está na Veja on line desta semana

http://veja.abril.com.br/blogs/reinaldo/


o-poder-falandoLula nuclear 1 – A VAR-Empreiteira

Abaixo, vocês lêem reportagem de Márcio Aith, na Folha, dando conta de que o governo Lula resolveu, como chamarei?, “esquentar” uma licitação que vem lá da ditadura militar — nesse caso, poderíamos chamar regime de “ditabranda”, ministra Dilma? — e “atualizou” o contrato com a empreiteira Andrade Gutierrez para retomar a construção da usina nuclear Angra 3. Um modesto contrato de US$ 3,3 bilhões. Em 23 anos, mudou tudo. Da tecnologia ao preço da matéria-prima, nada mais é como antes. Mas o governo não viu problema nenhum em retomar o contrato decrépito — com o valor corrigido, e muito!, como vocês verão.

O passado de Dilma Rousseff veio à tona, um tanto estimulado por ela mesma, não é? Com efeito, ela integrou um grupo terrorista, e dos mais virulentos: a VAR-Palmares — antes, tinha sido do Colina, também experiente em assassinatos. Eu nunca escrevi, nunca mesmo!, que o governo Lula optaria pela comunização do país. Isso é uma tolice. Muita gente gosta de atribuir aos críticos do lulismo essa abordagem bronca para, depois, afirmar: “Estão vendo? É mentira! Nós gostamos da economia de mercado!” Eu sei. E como gostam! Minhas restrições ao lulo-petismo são de natureza política. Essa gente detona as instituições. Já expus a questão em centenas de textos. Adiante.a-esperanca-brochou

A VAR-Palmares, como sabem, deixou de ser um problema. O problema hoje é termos a VAR- Empreiteiras, a VAR-Telefonia, a VAR-Petrobras, a VAR-Petroquímica, a VAR-Banco do Brasil. O risco é um grupo político usar a estrutura do estado para se consolidar no poder, tornando irrelevante a política. E essa construção está em curso. Não há nada de juízo conspiratório nisso. Há matéria de fato. O “A” das várias “VARs” tem hoje em dia um outro sentido: sai a palavra “Armada”. Em seu lugar, entra a palavra “Armação”. Vanguarda da Armação Revolucionária. Trata-se de uma “revolução” no capitalismo porque os ganhadores são decididos antes de qualquer forma de competição.

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Escrevi há dias que “Daniel Dantas certamente é um Daniel Dantas”. Mas que “Daniel Dantas não é o único Daniel Dantas do país”. E também está longe de ser o mais importante. Construir um bandido de manual, de gibi, de história em quadrinhos, é coisa útil a quem pretende levar adiante a Vanguarda da Armação Revolucionária.

Vejo agora o caso relatado por Aith. O beneficiário da decisão de esquentar a licitação que vem lá do regime militar é o empresário Sérgio Andrade, o mesmo que foi beneficiado pela mudança na lei da telefonia, que permitiu à Oi, de que ele é sócio, comprar a Brasil Telecom — justamente aquela que foi retirada do controle do Daniel Dantas original. Não sei se percebem:
1 – num caso, muda-se a lei para legalizar um negócio que a empresa de Sérgio Andrade já fez — é a chamada “lei feita de acordo com os negócios”, quando o normal e o decente é que se façam os negócios de acordo com a lei;
2 – noutro caso, NÃO SE MUDA a licitação, e a empresa de que Sérgio Andrade também é sócio leva o contrato bilionário. Ser Sérgio Andrade na vida, e no governo Lula, é uma boa: ganha-se quando o Apedeuta é “mudancistas” e quando é “conservador”.

Sérgio Andrade, vocês se lembram, é o maior financiador individual da campanha de Lula e sócio da empresa que injetou R$ 10 milhões na Gamecorp, o empreendimento de Lulinha. Acima vai uma seqüência de fatos, não de opinião ou juízo de valor. Lula, com efeito, é um fenômeno. Creio que seja o único político a resistir em pé a um encadeamento como esse. Ele está de parabéns.
Fiquem com trecho de reportagem da Folha. A VAR-Palmares era assassina, sem dúvida, mas não deixava de ter um lado romântico. VAR-Empreiteira, VAR-Telefonia, VAR-Petrobras e similares são de um realismo inegável, explícito, verdadeiramente pornográfico.
Eis aí: questões como a retomada de Angra 3, revelada por Mário Aith, e irregularidades no pagamento de royalties da Petrobras, que Diogo Mainardi trouxe à luz (leia a respeito posts abaixo), deveriam mobilizar o Congresso Nacional. Mas os nobilíssimos estão muito ocupados com mesquinharias — que também custam caro ao país. Não têm tempo para cuidar dos, como devo chamar?, “negócios bilionários” do Executivo. Nunca foi tão fácil.

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19 abr 2009 Publicado por | ADMINISTRAÇÃO PÚBLICA, ÉTICA, Cinismo, CRISE ECONÔMICA, GOVERNO, POLÍTICA, Reforma eleitoral, REFORMA POLÍTICA | 2 Comentários

Cada macaco no seu galho

Cada macaco no seu galhomacaco-no-galho

O meu pai foi professor universitário, desde antes eu nascer.

Ele deu aulas na UFMG por mais de trinta anos, e neste período foi paraninfo da turma formanda várias vezes.

Ele não tinha muito dinheiro, nunca sobrou nada, mas nós tínhamos uma vida confortável.

Muitas turmas formandas convidam um professor para ser seu paraninfo para que ele contribuísse com dinheiro para festa de formatura, comprando assim o seu ego. Era para que as outras pessoas pensassem que ele professorfosse um professor querido.

O meu pai, sem ter dinheiro para fazer isto, era convidado quase todos os anos pela simples razão de que os alunos realmente gostavam dele. E também pelo seu discurso no dia da formatura, onde ele que escrevia muito bem, sempre fazia bons discursos.

Pela opinião geral, ele era um excelente professor.

Nunca reprovou nenhum aluno, e dizia para as pessoas e outros professores que reprovavam maus alunos:

“O ato de reprovar um aluno, dá ao professor uma nota má. O professor deve ensinar e não reprovar.”

Eu lembro perfeitamente bem quando durante férias de meio do ano, apareciam lá em casa pessoas estranhas, e eu quando perguntava quem eram minha mãe dizia que eram os maus alunos de meu pai que iriam passar as férias estudando lá em casa para poderem passar de ano.

Meu pai era um excelente educador, e seus alunos normalmente se tornavam bons profissionais.

Durante sua carreira, como não poderia deixar de ser, o professor popular se tornou o diretor da escola.

E não deu certo. O meu pai era um mau político, não tinha muito jogo de cintura, e a diretoria para ele foi um mau negócio.

As pressões foram tantas, que ele conseguiu um enfarto, teve que se retirar, e pouco tempo depois se aposentou do magistério.

E porque estou contando estas coisas de meu pai?

Foi porque lendo as colunas de noticiários e os blogs como faço todos os dias, encontrei primeiro no Claudio Humberto http://www.claudiohumberto.com.br/ e depois no blog da Adriana Vandoni, http://www.prosaepolitica.com.br/ ,

duas referencias ao senador Cristovam Buarquecristovamque lembram o meu pai.

Eu tenho seguido a carreira deste senador desde a reitoria da UNB. Ele não soube administrar e não foi um bom reitor.

Depois como governador, também faltou tino administrativo e não foi um bom governador.

Realmente não sei se ele foi um bom professor, porque não pude acompanhar sua carreira docente. Pode ser que tenha sido um bom mestre.

Como ministro da educação, ele também foi mal por falta de jogo de cintura, e por ser pobre no jogo político.

Mas como legislador e senador representante do povo, tiro o meu chapéu para ele.

Vou postar agora os dois artigos que me chamaram a atenção e volto depois para comentar:gozacao-do-obama

Projeto de Cristovam propõe plebiscito para fechar o Congresso Nacional

Orlando Brito

Cristovam não explicou o que substituiria a democracia

O senador Cristovam Buarque (PDT-DF) defendeu, em entrevista à rádio 106.9, de Pernambuco, a apresentação de uma proposta para a realização de um plebiscito no qual a população brasileira deveria opinar sobre o fechamento ou não do Congresso Nacional. A idéia do senador surgiu após a enorme quantidade de denúncias e escândalos que tomam conta do noticiário. Segundo Cristovam ele defende manter o Legislativo aberto, mas “pode ser que o povo pense o contrário”. O senador concedeu a entrevista ao programa Frente a Frente do jornalista Magno Martins.

Para ver se deixam melhoraro-bigode1

(Giulio Sanmartini) Sou do tempo que o ensino público ombreava com o particular. O Colégio Pedro Segundo, um dos melhores do país era público. A coisa foi piorando gradativamente até chegar aos níveis atuais, em que pais que querem uma boa formação para seus filhos tem que matriculá-los em escolas particulares. Para que haja uma melhora o educador e senador Cristóvam Buarque encontrou uma solução engenhosa. Será votado, de sua autoria na Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) do Senado, o projeto de lei que obriga vereadores, prefeitos, deputados estaduais, governadores, deputados federais, senadores e o presidente da República a matricular seus filhos em escolas públicas.

inauguracaoPelo projeto, os filhos dos políticos estarão obrigados a cursar o ensino básico na rede pública. O projeto estabelece ainda que a medida deva ser implementada até 1º de janeiro de 2014. O presidente da CCJ, senador Demóstenes Torres (DEM-GO), mostrou-se crítico ao afirmar que a matéria é inconstitucional uma vez que “não se pode obrigar ninguém, seja pedreiro ou presidente da República, a colocar o filho em escola pública ou privada”. Em sua opinião, a matéria “é demagógica e eleitoreira” e serve apenas para gerar polêmica. Demóstenes Torres considera ainda que, uma vez rejeitado, “o projeto só servirá para jogar ainda mais a população contra o Senado”. vossa-casa

Voltei,

Como tenho escrito neste blog, como está na página de entrada, há muito tempo que estou criticando o congresso, com a falta de representatividade, com as decisões em causa própria, ignorando vários projetos de legisladores bem intencionados como o imposto único que já foi aprovado nas comissões de economia e outras mas nunca foi a votação. Com a decisão de abolir as cobranças mínimas e obrigatórias das empresas de telecomunicação, está parado há mais de ano. Este congresso tem que ser mudado e as regras para ser um representante do povo têm que ser mais rígidas. farsa-do-inacio

Se não bastasse isto, crápulas como o Sarnei, Barbalho, Gedel, Cunha Lima, e o maior de todos, Renan Calheiros estão em lugar errado. Deveriam estar presos e estão dentro do congresso, apodrecendo ainda mais o saco de batatas.

Dos 513 deputados da “Câmara de Representantes” apenas 32 agora que morreu o Clodoviu tiveram o voto popular. Os demais é o resultado de legenda ou suplência. Isto não tem legitimidade como representação.

Se conseguíssemos organizar um abaixo assinado de uns 10 milhões de pessoas, e com uns trezentos mil, invadir a explanada, tomar todo o congresso e mudar drasticamente as leis e procedimentos dos legisladores, acabando com as mordomias, seria muito bom, e não seria um golpe, mas uma benção para a democracia. O que existe hoje não tem nem vislumbre de democracia.sem-vergonha

Na segunda reportagem, acho uma grande idéia e não somente os filhos dos políticos deveriam freqüentar as escolas básicas, mas seus descendentes diretos como netos e sobrinhos. Ainda vou mais longe senador Cristovam, os políticos deveriam obrigatoriamente freqüentar a rede pública de saúde, onde as pessoas estão morrendo na fila e o Lula diz que a saúde está como no primeiro mundo.

Agora a opinião cretina do Senador demostenes_torresDemóstenes Torres, indica claramente que ele está mancomunado em deixar as escolas públicas como estão sendo premiado com os votos da ignorância popular.

Senador Demóstenes, se fosse de minha vontade, homem público perderia temporariamente, enquanto fosse pago com o dinheiro do contribuinte qualquer tipo de sigilo e ou privilégio como este ridículo “Fórum Privilegiado”. Deveria sim é estar sujeito a um “fórum parlamentar” onde deveria ser julgado pela justiça comum, mas com mais rapidez para se evitar como no caso do Jader Barbalho onde foi responsável pelo desaparecimento de 6 bilhões da SUDAM, que caducou e foi arquivado.

E Senador Demóstenes, onde é que o senhor anda se escondendo? Sua Infeliz frase, “Jogar ainda mais a população contra o senado” não tem um pingo de amparo na realidade.vergonha

A população não tem nenhuma afinidade com o congresso.

Como pode a população tão sofrida ver um crápula como estecasa-do-sarney Renan Calheiros agindo como dono do senado e ter alguma simpatia com esta casa?

Se houvesse realmente um senador que entrasse com um pedido de cassação contra o mandato dele, ou com uma ação cível para que ele mostrasse a origem da fortuna dele, aí sim a população poderia começar a ter simpatia com esta casa de corruptos.

Demagogia é a sua querendo se enrolar na constituição como se não fosse possível se votar uma PEC e obrigar os políticos a serem os primeiros usuários dos benefícios públicos.

Quando o interesse é do congresso, vota-se uma PEC sem nenhum problema, mas quando é da nação, então é inconstitucional.

Muito mais inconstitucional é a presença do senhor Renan.vitimas


06 abr 2009 Publicado por | ABUSOS LEGISLATIVOS, ÉTICA, EDUCAÇÃO, GOVERNO, POLÍTICA, REFORMA POLÍTICA | Deixe um comentário

Reforma política já.

Reforma política já.

A reportagem abaixo tem 18 meses de idade, mas reflete um problema antigo com a realidade atual.

Recentemente, eu penso que o Senador Suplicy, adotou uma posição favorável ao voto voluntário enquanto que o deputado Chico Alencar, antes favorável mudou para a continuidade desta medida totalmente antidemocrática.

O voto obrigatório tem 76,5 anos de existência e somente serviu para desmerecer a democracia.

No ultimo censo eleitoral se constatou que somos 130 milhões de eleitores e somente deste imenso universo de votantes apenas 3% ou seja, 3.900.000, têm curso superior.

Enquanto isto, o “Bolsa Família” atende a 46.000.000 de pessoas. (realmente, deste montante, nem todos estão em idade de votar, pois são menores de idade, mas a discrepância entre pessoas educadas e pessoas dependentes no governo é flagrante)

Além do Bolsa família, existe o “PROUNI”, que é um programa para colocar na universidade particular, estudantes sem possibilidades de freqüentar uma universidade pública. O governo compensa as escolas do programa com redução nos impostos.

Alem destes dois e vários outros do governo federal (Luz para Todos, Fome Zero, ETC) existem também em vários municípios e estados programas assistencialistas, com claro cunho eleitoral.

Eu arrisco a adivinhar que mais de 45% (58.000.000) dos eleitores estão de alguma forma, vinculados a programas de assistência publica que sempre são usados para favorecer os mandatários eleitos, para uma segundo turno ou para campanha para os candidatos do partido da situação.

Na reportagem abaixo, antiga, mas atual tem a seguinte afirmação que é a expressão da verdade:

“O voto obrigatório faz com que tenhamos uma quantidade maior de eleitores, não qualidade”

O professor da UNB, Otaciano Nogueira tem outra frase temática:

- O voto obrigatório não cumpriu um papel. O aprimoramento da cultura cívica se faz com exemplos, e não obrigações.

Agora leiam a reportagem abaixo:

Voto obrigatório completa 75 anos na mira da reforma política

Publicada em 23/02/2007 às 19h42m

Luisa Guedes – O Globo Online

RIO – Depois de resistir a pelo menos 24 propostas de parlamentares que pediam seu fim, o voto obrigatório completa 75 anos neste sábado, mas está novamente em xeque. Senadores, deputados e cientistas políticos apostam que o tema estará em pauta durante as discussões da reforma política, prometida para este ano.

“O voto obrigatório faz com que tenhamos uma quantidade maior de eleitores, não qualidade”

Na Câmara, há mais de 30 anos são apresentadas propostas para extinguir a obrigatoriedade de comparecer às urnas, instituída em 24 de fevereiro de 1932, por decreto do então presidente Getúlio Vargas. O projeto mais recente, de autoria do deputado Mendonça Prado (PFL-SE), foi arquivado na mudança do ano legislativo. Embora o passado mostre que o tema enfrenta resistência entre os parlamentares, o deputado pediu o desarquivamento da matéria e, confiante na sua aprovação, diz que a Comissão de Constituição e Justiça da Câmara vai retomar as discussões sobre o voto obrigatório. (Ouça trechos da entrevista)

- É melhor para o país que o cidadão deixe de votar enquanto não esteja decidido, ao invés de expressar sua opinião em função de alguém que lhe deu um santinho ou uma carona no dia da eleição. Esse é o voto sem reflexão e consciência. O voto obrigatório faz com que tenhamos uma quantidade maior de eleitores, não qualidade – resume Prado.

O deputado Chico Alencar (PSOL-RJ) em sessão do Congresso – Arquivo – Ailton de Freitas / O Globo

Para o deputado, como os eleitores já têm a opção do voto nulo, não há risco de haver uma redução da participação política caso a obrigatoriedade de ir às urnas seja extinta. Mas a preocupação com a despolitização levou um antigo defensor do voto livre a mudar de opinião. O deputado Chico Alencar (PSOL-RJ) pondera que, se por um lado o voto voluntário garante a conscientização do eleitor, por outro lado a sociedade tem dever de eleger seus representantes. (Ouça trechos da entrevista)

- Em função da obrigatoriedade de votar, o povo pelo menos presta atenção na política e nos seus representantes na época das eleições. Eu, que já defendi o voto voluntário, hoje transito para entendê-lo como um dever e, portanto, manter a obrigatoriedade. Mas isso é uma discussão da reforma política. Felizmente não tenho que decidir agora – diz.

“ Não há reforma substantiva se a gente não discute elementos fundantes da nossa péssima cultura política ”

Mesmo sendo contra mudanças na legislação atual, Alencar defende a discussão sobre o tema:

- É fundamental. Diz respeito ao eleitorado, aos mecanismos de eleger representantes, à prática nefasta da compra de votos. Se a gente esquecer disso, faremos uma reforma política pela metade. Não há reforma substantiva se a gente não discute elementos fundantes da nossa péssima cultura política. O voto livre faz parte disso e motiva as pessoas para o debate porque interessa mais do que outros temas.

Também contrário ao voto facultativo, o senador Eduardo Suplicy (PT-SP) se arrisca a fazer previsões. (Ouça trechos da entrevista)

senador Eduardo Suplicy (PT-SP) em entrevista no Senado – Arquivo – Roberto Stuckert Filho/O Globo

- O voto obrigatório tem uma certa função didática no sentido de deixar as pessoas mais conscientes do seu direito de votar. Mas acho que podemos prever para a próxima década, depois de 2010, o momento em que poderemos passar a ter um processo não obrigatório, quando se tiver assegurado a todos os brasileiros o direito a uma educação mais universalizada e todos estiverem efetivamente alfabetizados. O voto facultativo ficaria, portanto, para as eleições de 2014.

O caráter didático foi uma das justificativas apresentadas para a que o voto obrigatório fosse instituído, no início da era Vargas, mas o cientista político da Universidade de Brasília (UnB) Otaciano Nogueira afirma que a obrigação de ir às urnas não trouxe qualquer benefício para a história política do país .

- O voto obrigatório não cumpriu um papel. O aprimoramento da cultura cívica se faz com exemplos, e não obrigações.

O analista sugere que seja realizada uma consulta à sociedade para decidir sobre o tema, que, segundo ele, não é de competência do Congresso. Já para o senador Álvaro Dias (PSDB-PR), que apresentou projeto para tornar o voto facultativo, os parlamentares têm procuração dos eleitores para este tipo de decisão. O senador diz que há “mecanismos para auscultar a população”, como as pesquisas – que, em média, apontam o apoio de pouco mais da metade da população ao voto facultativo.

O senador Álvaro Dias (PSDB-PR) discursa no plenário do Senado – Arquivo – Ailton de Freitas / O Globo

- Desobrigando os eleitores de votar, você permite acesso às urnas àqueles que têm um grau de conscientização política mais elevado – argumenta.

Questionado se isso não restringiria a participação nas eleições a uma minoria, Dias afirma que a “população tem gosto em participar”, o que se verificaria, de acordo com ele, em atos que não são obrigatórios. (Ouça trechos da entrevista)

- O voto facultativo não desestimularia a população, mas exigiria mais competência dos políticos. Seria um aprimoramento do processo político.

Dias e os demais parlamentares que apresentaram projetos para tornar o voto facultativo contam com um aliado dedicado. Há dois anos, o arquiteto Paulo Bandeira reúne informações sobre o assunto em um site, que divulga os projetos de lei relacionados ao tema. E para o aniversário de 75 anos do voto obrigatório, Bandeira preparou uma manifestação que deve, no mínimo, chamar a atenção do Congresso.

- Vou passar o sábado mandando e-mails para todos os parlamentares, pedindo a aprovação das propostas que tornam o voto facultativo – promete o arquiteto.

Está em curso uma nova tentativa para se colocar em voto, uma PEC (Proposta de Emenda Constitucional), que é complicada pois exige um quorum muito grande nas duas casas. Esta PEC é para modificar na constituição a obrigatoriedade de votar.

Eu tenho mandado aos Senadores, uma sugestão para que conste desta PEC, que as pessoas que estiverem incluídas em qualquer programa assistencialista, (Federal. Estadual, ou Municipal) sejam excluídas de lista de votantes, até que estejam fora destes programas.

Isto é muito fácil de programar, pois para receberem dinheiro do governo as pessoas têm que apresentar o CPF, que pode constar do cadastro eleitoral. Nas mesas de fiscalização eleitoral, o mesário ao digitar o CPF, pode constatar a existência de alguma restrição.

Uma medida destas tem uma tremenda força transparente e os programas assistencialistas perdem o cunho eleitoral, tão nocivo ao nosso sistema político atual.

Aos que lerem esta mensagem podem começar a mandar Email para os políticos e se quiserem um modelo, coloque nos comentários este desejo que enviarei por Email.

03 ago 2008 Publicado por | GOVERNO, POLÍTICA, Reforma eleitoral, REFORMA POLÍTICA | Deixe um comentário

Justiça democrática.


Justiça democrática.

Para que um país seja um país democrático de fato, um dos quesitos mais importantes é o funcionamento da justiça.

A justiça de um país democrático tem que ser totalmente neutra, tem que ser célere, e tem que haver conseqüências graves para o desrespeito à lei.

Justamente como no Brasil!!!!!

O prefeito de Santo André/SP, o Celso Daniel, foi assassinado convenientemente por não querer participar do jogo de cartas marcadas na arrecadação de fundos para a campanha presidencial de 2001. Existem muitos fatos ligados à este assassinato, carentes de qualquer investigação. Existem sete testemunhas chaves e até um médico legista que questionou o laudo oficial, mortos de forma no mínimo estranha nos meses que se seguiram o assassinato.

E as doações suspeitas, dadas por empresários de transporte e obras das cidades do ABC paulista, nunca foram devidamente investigadas. Uma Delas, Ribeirão Preto foi feito uma sindicância e resultou no indiciamento do Palocci. O delegado responsável foi sumariamente demitido e transferido para outra delegacia de menor importância. No caso do Celso Daniel, a delegada que encerrou o caso, Dra. Sato, é sogra da Lurian Cordeiro, filha do Lula. Toninho do PT foi misteriosamente morto também com apuração duvidosa.

Existe o caso do dossiê, onde foram apanhados com a mão na massa, (flagrante delito) em um quarto de hotel, os assessores mais próximos de Lula. (Este não sabia de nada) Eles estavam com reais e dólares em um valor de um milhão e setecentos mil, e uma cópia de um dossiê fajuto supostamente para atrapalhar a campanha política de José Serra no governo de São Paulo. O dinheiro foi todo fotografado com os maços de notas envolvidos por faixas do Banco Central e da Caixa Econômica Federal.

Ninguém foi responsabilizado por este dinheiro, o presidente chamou os assessores de aloprados, não existiu nem crime de sonegação fiscal, e o delegado que foi encarregado da investigação foi promovido escandalosamente para uma tremenda posição de destaque em Mato Grosso. O delegado que divulgou as fotos do dinheiro foi punido com transferência para um lugar escondido. Não apareceu nenhum dono para o dinheiro. Eu já escrevi sobre isto anteriormente.

O crime da menina paulista Daniela Nardoni, não sai da mídia e revoltou todo o país. A polícia de São Paulo fez uma perícia dirigida não para apurar o autor do crime, mas para condenar de antemão o pai e a madrasta da menina.

Estranhamente todas as diligências feitas até o momento, e todas as testemunhas ouvidas foram para corroborar uma teoria de culpa iniciada no primeiro momento depois do assassinato. Não estou desculpando os possíveis culpados, mas da maneira em que foi feita estas perícias e os indiciamentos, ficou um prato cheio para a defesa, desclassificar toda esta investigação como tendenciosa e montada contra os seus clientes.

Provavelmente, não vai haver culpados neste crime.

Em um país onde existem coisas como prisão especial para quem tem curso superior, a justiça está totalmente invertida. Um pobre coitado que não tenha instrução alguma e por não conhecer as leis comete um crime, vai para o calabouço sem nenhum privilégio. Um promotor que friamente assassinou pessoas na rua, responde tudo em liberdade, continua ganhado seu salário e provavelmente vai ser absolvido. Um advogado que por ciúmes assassina friamente sua namorada, quando preso teve cela especial e responde agora em liberdade e vai provavelmente ser punido com uma pena alternativa. Estas pessoas assim como diversas outras, que têm o conhecimento da lei como profissão deveriam pagar mais rigidamente pelos crimes cometidos. Um cidadão instruído e consciente da existência das leis e as conseqüências dos atos praticados em detrimento da mesma deveriam quando em delito pagar de forma mais exemplar do que um pobre ignorante que desconheça a lei e suas implicâncias.

Os crimes de colarinho branco, sem nenhum tipo de violência, onde o culpado não apresente perigo para a sociedade, e onde seja a primeira ofensa, poderiam sem dúvida ter penas alternativas.

Um país onde as ONGs dos direitos humanos consideram que o preso não seja obrigado a trabalhar para compensar parte de seus gastos, onde presos recebam indiscriminadamente visitas sociais, onde os presídios sejam ordenados em classes sociais, e onde o comando do crime continue regendo a orquestra do crime por controle remoto de dentro de sua cela é um país sem democracia.

Para que haja uma democracia mais justa,(Democracia justa é pleonasmo) as leis do país que foram criadas dentro de um sistema democrático têm que funcionar plenamente, as penas têm que ser cumpridas, e as prisões têm que ser lugares para cumprir penas, onde os presos sejam tratados com dignidade, mas também com seriedade e severidade, e onde se a família tiver dinheiro para sustentar o preso, ele fique sem trabalhar, mas onde o estado tiver que sustentar este preso, ele tem obrigatoriamente o dever de trabalhar. Um preso deste sistema poderia se recusar a trabalhar, mas neste caso cumpriria a pena total sem direito a nenhuma regalia.

Os presídios seriam menores e mais numerosos, com capacidade máxima de 250 presos.

Com um sistema destes, a democracia poderia começar a acontecer no Brasil.

Os representantes políticos que cometessem crimes, e fossem indiciados pelo MPF, perderiam seu salário e teriam um julgamento célere por um júri popular, pois foi o povo que o colocou lá em cima.

Tem quer haver uma revolução branca apenas para forçar mudanças como esta, para que o Brasil tenha chance de participar como membro do Clube da Democracia.

Este artigo abaixo do Jornal do Brasil tem muito em comum com as minhas idéias:

A volta dos que não foram

Ana Maria Tahan

A burla às leis, os códigos retrógrados, a lentidão do Judiciário andam escrevendo uma história brasileira por vias tortas. Ou tortuosas. Aquela máxima do não há mal que sempre dure vai acabar se incorporando aos contos de carochinhas reescritos para um público infantil que hoje se nutre nos teclados do computador quando ainda nem alfabetizado foi.

A introdução acima não é uma tese de colunista que anda de mal com a vida ou desencantada com a política. Resulta de fatos e acontecimentos que alimentam o dia-a-dia e acabam tragados, momentaneamente, por tragédias como o assassinato de Isabella Nardoni, a ameaça da falta de alimentos no mundo, as estripulias do mercado financeiro americano, a eleição do esquerdista Fernando Lugo no Paraguai, as andanças de Lula pelo mundo… O parágrafo inicial foi inspirado por dois fatos recentes. O primeiro, pela indicação do ex-ministro e deputado petista Antonio Palocci para a presidência da comissão especial que irá analisar a proposta de reforma tributária enviada pelo governo Lula ao Congresso. O outro, pelo retorno ao palco do ex-tesoureiro do PT Delúbio Soares.

Dois anos atrás (parece mais, não é?), Antonio Palocci era o todo-poderoso ministro da Fazenda do presidente Lula. Integrava o restrito grupo de assessores que aconselhavam o chefe e, algumas vezes, tinham a opinião acatada. Ganhara status e o reconhecimento depois de comandar a feitura do programa de governo do então candidato do PT ao Planalto além de reordenar o discurso econômico para acalmar mercados e investidores temerosos de uma reviravolta das práticas que lhes garantiram o lucro e a bonança na era FH.

Palocci foi desbancado do pedestal por um simplório caseiro. Francenildo Costa, que cuidava de uma mansão erguida no Lago Sul de Brasília, contou que o então ministro freqüentava a casa mantida com o dinheiro de lobistas originários de Ribeirão Preto, cidade do interior paulista que Palocci administrara como prefeito e onde se fez politicamente. O então ministro contou várias historinhas à época e movimentou a máquina para desacreditar o autor da denúncia. O extrato bancário de Francenildo foi violado e divulgado. Aliados governistas tentaram vender a versão de que os R$ 20 mil encontrados na conta do caseiro foram pagos pela oposição para atingir o então pai da economia de Lula. No mês passado, a Procuradoria-Geral da República denunciou Palocci, seu ex-assessor de imprensa Marcelo Netto e o ex-presidente da Caixa Econômica Federal Jorge Mattoso por quebra de sigilo funcional e bancário de Francenildo. Cabe agora ao Supremo Tribunal Federal decidir sobre a abertura de processo contra a trinca. Paralelamente, Francenildo move ação na Justiça cobrando uma indenização milionária da Caixa, enquanto ganha a vida trabalhando como jardineiro diarista em algumas casas do Lago Sul ou como garçom em festas.

Três anos atrás, Delúbio Soares controlava as finanças do PT. Arrecadava fundos, distribuía dinheiro para as campanhas da sigla, repartia o fundo partidário e as doações compulsórias dos petistas incrustados em cargos públicos país afora. Era o homem da mala da legenda, unha e carne do então ministro com crista de ouro José Dirceu, chefe da Casa Civil, e o resolve-encrencas do presidente petista José Genoino. Flagrado no escândalo do mensalão, perdeu o posto, a filiação, mas não a pose. Transformado em réu por decisão dos ministros do Supremo, acusado de ser um dos cabeças da organização criminosa que trocou apoios no Congresso por dinheiro, reapareceu no fim de semana político de Goiânia. Discursou na churrascada que comemorou, numa chácara, a oficialização da aliança entre o PT e o PMDB para manter na prefeitura da capital de Goiás o peemedebista Íris Rezende, com um petista de vice. Falou para mais ou menos 200 convidados com a empáfia de quem protagonizou as articulações para a montagem da coligação. E, depois, sumiu no mapa do anonimato, até os próximos atos da campanha (especialmente aquele momento em que será preciso passar o saco para recolher fundos, coisa que ele sabe fazer tão bem quanto os mais espertos banqueiros).

Enquanto os processos vão indo, a passos de tartaruga, Palocci e Delúbio seguem, sem perder tempo, a vida. Um vai tratar de como ficarão os tributos (coitado do contribuinte!). E o outro, do futuro político de Goiânia. Se não mais.

[22/04/2008] 02:01

Encontrei no blog da Adriana.

Em que dá o mau exemplo!

Pássaros de Brasília, agindo segundo aprenderam:

22 abr 2008 Publicado por | ABUSOS LEGISLATIVOS, ÉTICA, GOVERNO, POLÍTICA, REFORMA POLÍTICA | Deixe um comentário

A zona eleitoral.

A zona eleitoral.

homenstrablhando_brasilia.jpg

Recebi hoje um Email de minha irmã Sônia que vive em Belo Horizonte, e que está muito bom para colocar em perspectiva a classe de políticos que se passam por representantes dos outros ingênuos brasileiros que supostamente votaram neles.

Uma coisa incrível e que em geral não passa na cabeça dos eleitores, é o dinheiro gasto nas campanhas eleitorais.

Em uma campanha para Senador no Distrito Federal custa no mínimo R$ 10 milhões de reais.

Parta apenas recuperar este dinheiro nos oito anos de mandato, este cidadão que gastou este dinheiro teria que ganhar no mínimo

R$ 105.000,00 por mês de salário apenas para pagar o principal gasto em campanha. Se computado os juros deste dinheiro nos oito anos, teria que ganhar 150 mil no mínimo apenas para ficar no “ Zero a Zero”.

Constatado isto que descrevi acima, qualquer cidadão que se candidate e apresente estes gastos de campanha, está simplesmente dizendo:

“Vote em mim que eu vou roubar muito porque o salário é pequeno”

Gente tem que haver uma reforma na maneira em que estes gastos são computados e tem que ter um limite.

O cinismo é a maneira de viver da política brasileira.

Temos que fazer na marra uma reforma eleitoral, invadir aquela esplanada com 2 milhões de cidadãos, e mostrar ao Brasil que ainda temos gente que está preocupada com o futuro da nação.

Os atuais políticos, da classe do Gedel Vieira Lima estão apenas preocupados com o futuro de seu bolso. E este mesmo senhor, está no momento gerenciando um orçamento de 6,2 bilhões de reais, dos quais os primeiros 72 milhões gastos com a transposição do Rio São Francisco estão sendo contestados pelo TCU.

Eta Brasil……..

 

O poster abaixo foi retirado do site

http://www.entrelacos.blogger.com.br/

Blog interessante e uma boa leitura

 

horizonte_medo.jpg

 

 

E agora o Email da Sônia:

Haverá um dia em que

a felicidade voltará para todos…

Será o dia em que:

GENUINO será algo verdadeiro;

ROSINHA apenas flor;

GAROTINHO um moleque safado;

GENRO apenas o marido da filha;

SERRA um acidente geográfico;


SEVERINO apenas o porteiro do prédio;

FREUD voltará a ser só o criador da Psicanálise;

LORENZETTI será só uma ‘marca de chuveiro’;

GREENGALGH voltará a ser um almirante que

participou de nossa história;

Dirceu, Palloci, Delúbio, Silvio Pereira, Berzoini, Gedimar, Valdebran, Bargas, Expedito Veloso, Gushiken, Renan, etc,

serão simples presidiários.

E LULA APENAS UM FRUTO DO MAR!!!

E agora, quando olho meu título de eleitor

entendo o verdadeiro significado de


ZONA ELEITORAL

E tem também esta sugestiva foto, que também recebi da Sônia que poderá ser uma montagem, mas indica a vontade do eleitor honesto no Brasil e que foi vítima de um estelionato eleitoral.

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Depois que publiquei esta foto, recebi esta explicação de sua origem:

 

É uma montagem … e posso te dizer que na foto original, a pessoa fotografada é “Christoph Blocher” o ex conselheiro federal da Suíça, que não fui reeleito dois meses atrás. A foto foi tirada no antigo escritório dele, no palácio federal em Berna (Suíça).

 A pintura é de “Ferdindand Hodler”.

 

05 fev 2008 Publicado por | ABUSOS LEGISLATIVOS, ANEDOTAS, POLÍTICA, REFORMA POLÍTICA | Deixe um comentário

A compra de votos!!!!!

A compra de votos!!!!!

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O programa assistencialista chamado “Bolsa Família”, de acordo com as ultimas estatísticas está atendendo a 47 milhões de pessoas.vacina.jpg

Isto representa um quarto da população brasileira, mais de 25%.

Como pode ser possível que este programa sem nenhuma contrapartida esteja sustentando tanta gente, que enquanto estiver recebendo esmola do governo, não tem nenhum interesse em sair e conseguir um emprego para produzir algo que possa reverter em alguma vantagem social para o país?

Eu creio que devam existir pessoas realmente necessitadas e que possam ter uma carência real e necessitar de ajuda do governo para ter um mínimo de condição digna de vida.

O que eu não posso admitir de nenhuma forma é que 25% de nossa população estejam dentro deste grupo.farcatuas.jpg

E tem que haver um mínimo de contrapartida para justificar a ajuda.

Pode ser até subsidiado, mas tem que haver certa dose de permuta laboral para justificar o recebimento da ajuda estatal.

Agora que é um programa eleitoreiro no momento, isto é.

No dia 27 de dezembro foram incluídas por medida provisória as pessoas de 16 e 17 anos dentro do programa, que desta forma passou a ser mais eleitoreiro ainda.

Para que se evite que estes programas sejam totalmente eleitoreiros, deve-se na reforma eleitoral que está necessitando o país para que a votação seja voluntária, incluir que para se ter título de eleitor, o cidadão não pode estar sendo beneficiado por nenhum programa assistencial do governo.ferias.jpg

O DEM que deveria ser oposição à medida provisória, com medo de que seja taxado de cruel e contra ajuda aos pobres, este partido de oposição, aderiu à medida do governo.

Poderia aderir, com a ressalva de que os novos membros do programa de 16 e 17 anos estariam banidos de possuir título de eleitor até que estivessem fora dos programas assistencialistas.

Desta forma salvariam a reputação e mostrariam que não estão fazendo ou alimentando o programa eleitoreiro do governo.pilha-alcolina.jpg

Leiam agora a reportagem sobre este assunto de Dora Kramer:

A Justiça Eleitoral, na pessoa do presidente do Tribunal Superior, Marco Aurélio Mello, reclamou contra a medida provisória editada em 27 de dezembro ampliando o programa Bolsa-Família para jovens de 16 e 17 anos de idade. Considera a medida eleitoreira, inconstitucional e, portanto, passível de contestação judicial.

A oposição, porém, na figura do Democratas, partido de atuação mais nítida na trincheira anti-Lula, nessa está ao lado do governo. Não só não tentará anular a MP como vai se juntar ao Ministério do Desenvolvimento Social em ato público nacional que estará sendo preparado para rebater as críticas à medida.o-imperador.jpg

Será a primeira, e muito provavelmente única, ocasião em que DEM e PT atuarão como aliados. O secretário municipal de Assistência Social do Rio de Janeiro, Marcelo Garcia, é subordinado de Cesar Maia, preside o Colegiado Nacional de Secretários Municipais de Assistência Social e, nessa condição, avaliza: ‘Não há oportunismo eleitoral. O que existe é um desdobramento de um debate que ocorreu durante o ano de 2007 sobre a necessidade de incluir os programas dirigidos aos jovens de 15 a 17 anos no Bolsa-Família. Anular a medida provisória significa prejudicar 1 milhão e 500 mil jovens que seriam excluídos em 2008 por completarem 16 anos.‘ Segundo ele, a MP respeita as metas estabelecidas em acordo feito entre União, Estados e municípios em 2004, com base na Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (PNAD), do IBGE.

O presidente do Democratas, deputado Rodrigo Maia, consultou Garcia logo no início do ano sobre o assunto e ouviu dele que só haverá crime eleitoral se ocorrer ampliação de recursos para algum município fora do previsto. O secretário acha difícil de acontecer, ‘por causa do nível de controle que temos sobre o Bolsa-Família‘.

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Quanto à exigência da Lei Eleitoral de que distribuição de benefícios só pode ser feita por meio de programas sociais já previstos no Orçamento do ano anterior, o assunto fica em aberto, pois a inclusão dos jovens implicará aumento de despesas cuja previsão consta do Orçamento, mas de 2008.

Os outros partidos de oposição e o Ministério Público, se resolverem seguir a decisão do DEM, terão de fazer vista grossa à observância rigorosa da lei. Se, de um lado, ela não permite mesmo a expansão de projetos assistenciais em ano de eleição, de outro há a realidade defendida pelas áreas sociais de Estados e municípios contra o adiamento da integração ao Bolsa-Família do programa dirigido aos adolescentes para 2009, como seria legalmente correto.

O relato de Marcelo Garcia combina com os argumentos apresentados pelo ministro do Desenvolvimento Social, Patrus Ananias, e está também em consonância com a justificativa apresentada pelo Ministério do Planejamento, de que a ampliação não é uma invenção de última hora, foi discutida durante todo o ano passado. Mais exatamente desde março. Só que não há como deixar de apontar falhas de cronograma, de escala de prioridades e de atenção às regras legais no encaminhamento do assunto. Discutida desde o primeiro trimestre, a inclusão dos jovens só virou projeto de lei e foi enviada ao

Congresso em outubro, dois meses antes do recesso e no meio da tramitação da CPMF.

Se o programa era urgente – e a oposição corrobora que era -, é de se supor que o governo deveria tê-lo apresentado antes ao exame do Legislativo e mobilizado governadores e prefeitos para ajudar na sua aprovação.

Articulação esta que, pelas razões apresentadas agora pelo presidente do colegiado de secretários municipais de Assistência Social, necessariamente teria de ter o apoio dos oposicionistas interessados. Mas não foi isso que aconteceu. Não se deu atenção aos aspectos legais do projeto em andamento e, quando se percebeu, não havia mais tempo para aprovar nada antes do período de proibição legal e a solução foi editar a medida provisória no último instante.

Houve, portanto, no mínimo, leniência geral. Inclusive na área econômica, que estava com suas atenções exclusivamente concentradas na CPMF, cuja articulação, por sua vez, teve início tardio e administração atabalhoada.

Agora, estamos diante da seguinte situação: o governo executa a ampliação de um programa social que atende jovens carentes, cumpre metas e requisitos, está tecnicamente perfeito, mas bate de frente com a legislação eleitoral. Pode não ter havido má-fé, mas houve um dar de ombros à lei que, a prevalecer em nome da justiça social ou do que for, põe em xeque a segurança institucional.

Se for aceitável ignorar as normas para atender os carentes, é possível para tudo o mais.

Conversa fora

A noção do ridículo está em vias da extinção quando o implante de cabelos de um lobista réu em processo de corrupção é notícia de repercussão nacional, com direito a contagem precisa dos fios transplantados da nuca ao cocuruto do personagem em questão.

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12 jan 2008 Publicado por | assistencialismo, ÉTICA, POLÍTICA, Reforma eleitoral, REFORMA POLÍTICA | Deixe um comentário

Reforma ou morte.

Reforma ou morte.

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Há vários anos se comenta e se fala em uma reforma política no Brasil.

A constituinte de 1998 foi um documento permeado de emoções, feito às pressas e com sede de vingança.

As pessoas responsáveis por este documento tentaram fazer por decreto um remédio para as injustiças sociais, que deveriam ser sanadas por um crescimento sustentável da economia.

Criaram por tentar fazer justiça uma previdência para quem nunca contribuiu, abrindo com isto um rombo no sistema que naturalmente se fragiliza automaticamente à medida que a população envelhece e a contribuição diminui.

Deveriam ter feito, era uma maneira para que os contribuintes rurais fossem mantidos com um pouco de contribuição das pessoas que os empregaram e nunca recolheram nada para a previdência. Mas o loby dos produtores impediu que se fizesse a coisa justa e certa e agora estamos neste barco junto com todos eles os produtores. Às vezes, querem tratar um assunto como se existissem dois Brasis, um para eles e outro para os outros. Mas isto é um terrível engano e as injustiças cometidas para favorecerem alguns acabam finalmente recaindo sobre as costas de todos incluindo os que já se beneficiaram.olho-no-dinheiro.jpg

Os constituintes criaram as compensações pelas injustiças cometidas pelos militares e as perseguições políticas.

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Isto deveria ter sido feito de outra forma com bons empregos e com empregos remunerados para a família dos injustiçados, mas da forma com foi feito causou mais distorções e injustiças do que as causadas pelos exílios e as perseguições. O Lula, por exemplo, e seu irmão frei Chico que não é nem frei e nem Chico ficaram presos porque infringiram uma lei, que poderia ser exagerada, mas era a lei, e para ser mudada deveria ser votada e não desrespeitada, e compensaram estes dois com uma pensão vitalícia de R$ 3.700,00 por nossa conta. O Lula ficou preso por 30 dias, com privilégios de sair quando queria ou pedia como foi liberado para o enterro de sua mãe.super-51.jpglula-de-ferias.jpg

Frei Chico foi menos ainda, ficou detido por baderneiro por um período de 20 dias, e recebe uma pensão vitalícia.

O jornalista Carlos Heitor Cony, perdeu o emprego de jornalista quando a ditadura acabou com o jornal em que trabalhava. Como compensação pela possibilidade de ter sido um tremendo jornalista, com carreira brilhante e não pode ter seguido seu destino por culpa do então governo, foi compensado com uma indenização milionária e uma pensão não menos milionária.

Ele realmente tem valor profissional, mas estas compensações não são condizentes com os parâmetros do país e apesar de talentoso, eu realmente duvido que se tivesse seguido a carreira jornalística no pequeno jornal que foi encerrado, teria em sua poupança a metade das compensações pagas à ele pela viúva.

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Estes erros da constituinte são vícios que necessitam ser sanados o quanto antes, e estes vícios causam uma distorção social tremenda e os antigos perseguidos políticos hoje fazem parte da classe privilegiada do Brasil.

E nós pagamos as contas.

Este post começou com a idéia de uma reforma política.

Então vamos a ela sem mais delongas.

· Reforma política no executivo:

v O voto deverá ser voluntário sempre.

v Não poderiam votar pessoas que recebessem ou fizessem parte de programas assistencialistas do governo.

v O mandato presidencial deverá ser de oito anos consecutivos.

v De dois em dois anos deveria haver um plebiscito em dezembro para avaliação do desempenho presidencial.

v O governo não poderia fazer campanha para este plebiscito. E a oposição não poderia fazer campanha contra o mandato. Nada mais seria decidido neste plebiscito.

v Poderia fazer sim propaganda dos feitos de seu mandato, mas se fosse pego com mentiras e números exagerados, seria imediatamente desclassificado para continuar a governar.

v O governo teria que dar prioridades às promessas de campanha, e se estas se mostrassem impossível de se concretizar, (demagogia durante a campanha) ele perderia o mandato nos primeiros dois anos.

v No caso de desclassificação, seria marcada uma nova eleição para outubro e o país neste período seria governado por uma junta formada pelo legislativo, que teria de levar adiante o governo que foi interrompido. (menos nos casos de ações claramente em detrimento do país). Para interromper estas ações a junta teria auxilio do supremo, que julgaria pertinente ou não uma mudança do rumo estabelecido.

v Será identificado na lei da reforma política as atitudes éticas e econômicas para a desclassificação do mandato do presidente, como viagens supérfluas, nepotismo, contas secretas, despesas exageradas, destruição de patrimônio público, ETC.

v Todo e qualquer cidadão que se candidatar e for eleito para cargos públicos, assim como o primeiro e segundo escalão do governo deverão abrir mão de seus sigilos bancários telefônicos, e fiscais, durante o período do mandato e até um ano após deixar o cargo.

· Reforma política no legislativo:

v Se o mandato é do partido como reza a constituição e foi recentemente aprovado pelo supremo, o presidente do partido deveria ser o único que apareceria nos programas de propaganda do partido. O candidato ou candidatos pelo cargo ficariam à disposição do partido para ocuparem o cargo assim que os partidos ganhassem as eleições. Poderia haver eleições internas para as preferências aos cargos a serem ocupados.

v O partido teria que fornecer um curso de administração política e publica para os candidatos, com reciclagem periódica, e um número mínimo de horas atendidas. Este curso deverá ser comprovado com provas finais tipo exame da OAB, e somente poderiam ser candidatos os que obtivessem uma nota mínima nestes cursos. Os exames finais seriam preparados por organização autônoma. Os futuros candidatos desta forma passariam a ser políticos profissionais e não aventureiros como acontece atualmente com grande parte da representatividade política.

v Os suplentes seriam automaticamente os segundos colocados nas eleições internas.

v Os representantes dos estados serão em número condizente com a população do estado. Maiores populações mais representantes dentro do congresso.

v No caso do Senado, um representante por estado e mais um por 10 milhões de habitantes deste estado. No caso atual seria assim:

Ø São Paulo teria um mais quatro – Total cinco representantes

Ø Minas teria um mais dois Total três representantes

Ø Rio de Janeiro, Bahia, Rio grande do Sul e Paraná teriam um mais um – Total dois representantes.

Ø Os demais estados teriam apenas um representante no senado federal, e este seria o de melhor desempenho nas eleições internas do partido e o suplente deste senador seria o segundo lugar nas eleições internas.

Ø O senado federal seria então ocupado por 37 senadores, e seria mais representativo do que na atualidade

v Na câmara federal ficariam assim, dez representantes em cada dez milhões de habitantes em cada estado. Menos de dez milhões, 10 representantes.

Ø São Paulo teria cinqüenta deputados,

Ø Minas Gerais teria trinta deputados

Ø Rio de Janeiro, Rio Grande do Sul, Bahia e Paraná, vinte deputados e os demais estados com dez deputados cada um. A câmara federal seria então constituída por 370 deputados com uma representatividade mais distribuída e justa.

Na parte jurídica, os representantes eleitos deveriam ser contemplados com um fórum político, onde este parlamentar que fosse acusado pelo MP de algum desvio de conduta, perderia durante o julgamento o recebimento de seu salário, e seria este julgado por um júri popular em 30 dias.

A razão do júri popular seria a de que ele foi eleito pelo povo e deveria ser julgado pelo povo.

Teria pleno direito de defesa, mas seria um julgamento rápido sem as delongas legais que acontecem atualmente. Se fosse absolvido das acusações, receberia de volta os seus salários suspensos e não poderia mais ser julgado por este mesmo crime. Se houver novas acusações, do mesmo desvio, será um novo julgamento.

Se a acusação for de desvio de verba pública ou recebimento de propina, as contas bancárias do acusado ficarão inacessíveis até o resultado do julgamento. Se for julgado culpado, seu patrimônio pessoal será seqüestrado para cobrir os danos ao erário.

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Na parte eleitoral, os dados do cidadão que irá requisitar o título de eleitor deverão constar o nº da declaração do IR, para ficar comprovado que não está recebendo ajuda assistencialista do governo. Se mentir para conseguir votar assim mesmo, ficará sujeito às penas legais.

Esta questão é muito importante, pois a ajuda assistencial passa assim a não constatar compra de voto.

No atual sistema os 47 milhões de pessoas contempladas pelo programa Bolsa Família, constituem uma força eleitoral tremenda e que causam uma distorção enorme na representatividade popular.

Não sei se as minhas idéias sobre a reforma terão uma aceitação pelos atuais políticos, mas eu penso que o Brasil ficaria mais respeitado no mundo inteiro e que subiríamos no índice de país menos corrupto.

As reformas políticas seguidas de uma reforma fiscal, como a idéia do Imposto Único (http://www.marcoscintra.org/novo/) poderiam colocar o Brasil na vanguarda dos países sérios e com crescimento garantido.

 

 

 

 

 

07 jan 2008 Publicado por | ABUSOS LEGISLATIVOS, ADMINISTRAÇÃO PÚBLICA, ÉTICA, CRESCIMENTO ECONÔMICO, ECONOMIA, GOVERNO, POLÍTICA, REFORMA POLÍTICA | Deixe um comentário

Mais razões para o meu sonho.

Mais razões para o meu sonho.

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A seriedade no Brasil está mesmo em baixa.

O presidente viaja para passear como de praxe, e o Brasil vai se preparando para as cobranças políticas para que o povo pague pelos favores dentro de nossa casa de representação onde não temos nenhuma alternativa senão ficar observando e lendo nos jornais e veículos informativos sobre os nossos políticos e sobre as suas cínicas decisões e soluções para “melhorar o Brasil”

Depois da absolvição do crápula Calheiros, onde ficou com esta decisão que mentir para o público não é quebrar a ética profissional no congresso, os outros crimes que o acusam devem cair no esquecimento.

Os Senadores deveriam ter cassado o mandato do Canalha apenas por mentir e o MP deveria se encarregar do resto do problema, pois sem proteção parlamentar os outros crimes comuns poderiam ser investigados e julgados pelo MP.

Mas não, salvaram o crápula para ganhos pessoais, como as matérias publicadas abaixo nos informam.

E é por esta razão que o meu sonho de revolução ética fica vivo e com esperança que possa acontecer.

Para melhorar e limpar o congresso somente entrando na marra e tirando a podridão lá de dentro.

E o PAC?

Além de empacado, está gerando problemas operacionais de corrupção, dentro dos moldes do congresso, onde a falta de ética parece ser a tentativa de retirar de lá os políticos corruptos e corruptores.

Eta Brasil……

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E do Blog Prosa e política (http://pep-home.blogspot.com/) retirei uma matéria interessante hoje que quero publicar:

Por Giulio Samartini

Nessa segunda feira passada o banco Northern Rock, quinta instituição financeira da Grã-Bretanha entrou no ponto de aguda crise, com os correntistas fazendo filas para salvar o seu como pudessem, o que levou as bolsas européias a uma forte queda, especialmente as de Londres, Milão, Zurique, Paris e Amsterdan.
Os presidentes e primeiros ministros desses paises de pouca importância e subdesenvolvidos , pedira socorro ao grande e poderoso Luiz Inácio Lula da Silva, que em sua imaginação mentecapta, deve ter acordado invocado e por telefone dado um esporro em Bush. Este assustadíssimo mandou que a Fed (Federal Reserve dos Estados Unidos, algo como o Banco Central) fez uma redução dos juros em 0,5% assim as bolsas voltara, depois de uma alta, à situação de normalidade.
O Grande Lula nem precisou fazer a impossível “travessia” do oceano, para mandar Bush tomar um providência. Êta presidente porretão esse do Brasil, salvou a economia dos paises mais ricos do mundo.
Diz
Carlos Chagas: “Como justificar Lula anunciando que irá aconselhar o presidente Bush a cuidar sozinho da crise econômica gerada pelas especulações imobiliárias nos Estados Unidos?
Se insistir nessa inconveniência, poderá ouvir que, além de não ser a sua praia, qualquer crise econômica verificada acima do Rio Grande afeta o mundo inteiro. Fosse o presidente Bush um homem de cultura e ainda poderia corrigir o presidente brasileiro, esclarecendo que o Oceano Atlântico separa os Estados Unidos da Europa, não os Estados Unidos do Brasil, como Lula afirmou, esquecendo de que integramos o mesmo continente.”
O destempero do presidente brasileiro passará em branco, haja vista que, por sorte, Bush e Lula se equivalem, isto é qualquer um dos dois trocado por um balde de merda perde quem dá o balde.

Tribuna da Imprensa online

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TCU pega o PAC da irregularidade

Tribunal de Contas da União aponta 29 obras que custam R$ 2,99 bilhões com indícios de problemas

BRASÍLIA – Principal instrumento do governo federal para tentar promover o crescimento econômico do País, o Programa de Aceleração do Crescimento (PAC) teve nada menos do que 29 de suas obras incluídas ontem pelo Tribunal de Contas da União (TCU) no relatório de obras públicas com indícios de irregularidades graves paralisantes. Ao todo, essas obras do PAC envolvem recursos de cerca de R$ 2,99 bilhões.

A inclusão na lista faz com que as obras tenham seus recursos orçamentários bloqueados e seu andamento paralisado por decisão do Congresso até que as irregularidades apontadas pelo Tribunal sejam sanadas. O Congresso não é obrigado a seguir as indicações feitas pelo TCU, mas historicamente tem aplicado integralmente as recomendações recebidas sobre obras com problemas.

O relatório do ministro Benjamin Zymler foi aprovado ontem pelo plenário do TCU e detectou um total de 77 obras com irregularidades graves paralisantes e outras 102 com irregularidades graves, mas em menor grau, que não exigem paralisação e bloqueio dos bens.

Apenas 52 obras da União foram consideradas regulares em um universo de 231 fiscalizações feitas, num valor equivalente a cerca de R$ 5 bilhões. Na sua maioria, os problemas encontrados pelo Tribunal de Contas tratam de irregularidades nas execuções dos convênios, superfaturamento de preços, alterações indevidas de projetos e problemas no processo licitatório, entre outros.

O ministro Benjamim Zymler constata que o alto percentual de irregularidades descobertas vêm se mantendo desde a década passada, em torno de 30% a 40% das fiscalizações feitas. Este ano, o percentual chegou a 33,3%. “Esse número é absurdo. Esse número choca. Nós já perdemos a sensibilidade com esse número”, afirmou Zymler, durante a leitura de seu relatório.

“Não há como tapar o sol com a peneira. Uma parte dessas irregularidades deve ser debitada à corrupção”, acrescentou mais tarde. No caso do PAC, estão incluídas obras como a construção do trecho Sul do Rodoanel, em São Paulo, de responsabilidade do Departamento Nacional de Infra-Estrutura de Transportes (Dnit).

Segundo o relatório, foram encontradas irregularidades graves na execução do convênio. Obras do PAC para infra-estrutura, especialmente em rodovias, também aparecem na lista das obras com maior gravidade de problemas, como nas rodovias BR 101, no trecho de Pernambuco, na BR-476, no Paraná, na BR 163, na divisa entre Mato Grosso do Sul com o Mato Grosso.

Todas essas obras são de responsabilidade do Dnit. O Departamento é justamente o órgão do governo federal que aparece com maior incidência no número de irregularidades, com 38 obras entre as 77 que o TCU recomenda que sejam paralisadas e tenham recursos bloqueados.

Estado de São Paulo

Quarta-feira, 19 setembro de 2007

NACIONAL

Aliados aproveitam para cobrar cargos

Coalizão tenta usar votação da CPMF para garantir indicados às vagas remanescentes, como a cobiçada presidência da BR Distribuidora

João Domingos, BRASÍLIA

Partidos que formam a coalizão de governo vão transformar a votação da emenda constitucional que prorroga a CPMF na última trincheira importante para cobrar os cargos prometidos pelo governo e ainda não preenchidos. “Pelo que tenho ouvido, o governo vai sangrar muito”, disse o deputado Arnaldo Faria de Sá (PTB-SP).

A lista do passivo do governo é grande. Vai de cargos em estatais muito importantes, a exemplo da presidência da BR Distribuidora, ou das diretorias Internacional e de Abastecimento da Petrobrás, a cargos federais em cidades do interior. O certo é que, importante ou não, este é o grande momento para que os partidos arranquem do governo o pagamento de todas as promessas. A lista entregue ao ministro das Relações Institucionais, Walfrido Mares Guia, é ampla.

Um dos cargos reivindicados tanto pelo PMDB quanto pelo PT chama a atenção, pois tem ocupante. O PMDB de Minas Gerais exige para a Diretoria Internacional da Petrobrás a nomeação de João Augusto Fernandes, funcionário de carreira da estatal. O PT bate o pé pela manutenção de Nestor Cerveró, apadrinhado do senador Delcídio Amaral (PT-MS).

Na véspera da votação do processo de cassação do senador Renan Calheiros (PMDB-AL), na semana passada, surpreendentemente, Cerveró passou a ser defendido tanto pelo presidente do Senado quanto pelo senador José Sarney (PMDB-AP). Um parlamentar do PMDB de Minas suspeita que seu nome entrou na negociação que absolveu Renan.

Para a Diretoria de Abastecimento da Petrobrás, o PP indicou Paulo Roberto Costa. Há 20 dias, o partido conseguiu emplacar em duas diretorias do Ministério das Cidades os nomes de Leodegar Ticoski e Luiz Carlos Bueno. O partido já tem o ministro, Márcio Fortes.

O líder do PTB, Jovair Arantes (GO), disse que seu partido não pretende “pôr a faca no pescoço” do governo por causa da CPMF. “Somos da base. Nossa opção é ser governo. Não precisamos que paguem nenhum passivo”, disse ele. Jovair está numa situação boa em relação a outras siglas. Embora seu partido reivindique também uma diretoria da Petrobrás, os pedidos do PTB já foram quase todos atendidos. Há 15 dias o presidente Luiz Inácio Lula da Silva nomeou Armando dos Santos Júnior para a presidência da Superintendência de Seguros Privados, indicado por Jovair.

“Claro que ainda há muito a ser resolvido e o passivo do governo com os partidos é grande. Mas vamos votar a CPMF. Se o governo não nomear os indicados agora, vamos continuar lutando por isso”, afirmou o líder do PR, Luciano Castro. O partido quer as diretorias do Departamento Nacional de Infra-Estrutura de Transporte (DNIT) de Santa Catarina, São Paulo e Sergipe, a diretoria de Operações de Furnas, diretoria da Agência Nacional do Petróleo (ANP) e cargo no setor de energia para o ex-governador do Ceará Lúcio Alcântara. Mares Guia já disse ao PR que Alcântara só será nomeado após a volta de Silas Rondeau ao Ministério de Minas e Energia.

Há briga por cargos pequenos também. O deputado Marco Aurélio Ubiali disse que há meses tenta nomear um aliado para um posto federal em Franca, mas o PT não deixa. Briga semelhante ocorre na Bahia. O deputado Colbert Martins (PMDB-BA), vice-líder do governo, tentou nomear o superintendente da Fundação Nacional de Saúde (Funasa) na Bahia. Encontrou resistência no deputado Walter Pinheiro (PT-BA), também vice-líder do governo. Foi se queixar ao ministro Mares Guia.

Ao contrário dos parceiros da coalizão, o PV não quer cargos. “Queremos redução na alíquota da CPMF”, disse o líder do partido, Marcelo Ortiz (SP). Ele disse que o PV não tem o ministro da Cultura, Gilberto Gil, na cota do partido. “Não fomos nós que o indicamos.”

Situação semelhante vive o PDT. O secretário-geral do partido, Manoel Dias, disse que, quando Lula convidou a legenda para fazer parte do governo, foi dito que a participação se limitaria a cargos que poderiam ajudar o PDT a levantar suas bandeiras. “Até agora, só o Ministério do Trabalho nos bastou”, disse Dias sobre o titular da pasta, Carlos Lupi

 

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20 set 2007 Publicado por | ABUSOS LEGISLATIVOS, ÉTICA, GOVERNO, O SONHO, POLÍTICA, REFORMA POLÍTICA | 1 Comentário

O PT Ético.

O PT Ético.

 

Retirado da coluna do Claudio Humberto:

DNA federal

A CPMF é filha da t(*), tucana, a política econômica é tucana, estrelada por Henrique Meirelles, ex-PSDB. Bolsa-Família é coisa tucana, sanguessuga também.

Criações genuinamente petistas: aloprados, mensaleiros e Lulinha.

 

 

Então Roberto Leite escreve sobre a ética petista:etica_corrupcao.jpg

 

O Lula esbravejou muito sobre a ética do PT.

Falou tanto que ficou meio PaTético.

Ficou parecendo aquele ditado popular sobre a mentira

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 “Se você repetir o tempo todo passa a parecer verdade”.

Principalmente depois que a antiga cúpula petista responsável pela primeira eleição do Lula foi apontada como réu em vários delitos cometidos depois da posse do Lula.

O maior responsável pela eleição do Lula e a pessoa de maior poder no governo do Lula foi apontado pelo MPF como o chefe da quadrilha de bandidos e rapineiros do dinheiro público.

E então o Lula vai ao congresso do PT e diz que os membros têm que apoiar os companheiros e que isto não é vergonha nenhuma.

Em outras palavras ele diz que todos no partido devem ser considerados cúmplices dos pilantras pegos com a mão na massa.

E por isto, o PT deve ser considerado o mais ético dos partidos.

Não, não é por isto que o partido deve ser considerado um partido ético.

O PT deve ser um partido ético porque contem em seu estatuto, previsões e normas profissionais que os membros devem seguir.

Por isto o Lula tem razão. Mas quando os companheiros rompem as barreiras estatuais e cometem todas as praticas condenadas pelo estatuto do partido e os dirigentes do partido dizem aos outros afiliados que devem ficar do lado dos infratores e devem apoiar estes infratores, eles rasgaram o estatuto e conseqüentemente jogaram pela janela os manuais que poderiam apoiar a afirmação do Lula sobre a ética do PT   

Ele disse também, para amenizar talvez o bairrismo petista que poderia haver partidos iguais em ética ao PT, mas com mais ética não havia.

Ele estava se referindo apenas ao estatuto geral do partido e não às atitudes vigentes por certos membros da quadrilha.

E neste congresso ficou implícito de que o mensalão não existiu.

Foi coisa da mídia.

 Ah bom….

E foi durante este congresso que ficou decidido que o partido PT deveria adotar um código de ética.

Existem no estatuto do PT, normas éticas que foram introduzidas desde a fundação, mas que foram totalmente ignoradas em favor da pilantragem.

Se os pilantras passaram por cima do estatuto, de que adiantará um código de ética?

 

Este código somente poderá direcionar as pessoas de boa índole e basicamente honestas, mas os pilantras de carteirinha continuarão a passar por cima do estatuto e do código de ética.

 

Leiam mais sobre ética profissional no link:

http://www.ufrgs.br/bioetica/eticprof.htm

 

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E o patético partido ético está aprontando mais uma.

O bolo já foi misturado de acordo com a receita, os ingredientes de praxe foram cuidadosamente dosados, e agora está no forno e deve estar pronto em outubro quando o MP/SP terminar com as investigações

Leiam o artigo abaixo da jornalista Karla Correia:

 

 

Aplicação de risco duvidoso

 

Karla Correia

 

BRASÍLIA. O presidente Luiz Inácio Lula da Silva, os três maiores fundos de pensão estatais – Petros, da Petrobras, Previ, do Banco do Brasil e Funcef, da Caixa Econômica – e integrantes do PT decidiram investir, nos últimos quatro anos, em uma cooperativa que, de uma das mais importantes construtoras de imóveis residenciais do Estado de São Paulo, transformou-se, nesse mesmo período, numa empresa com déficit financeiro estimado em R$ 100 milhões investigada por suspeita de desvio de recursos e lavagem de dinheiro. Não bastasse a queda vertiginosa nos negócios de 2003 para cá e os indícios de práticas ilegais, a cooperativa em que Lula, fundos de pensão de estatais e membros do PT aplicam seu dinheiro ainda ameaça tungar o patrimônio de três mil pessoas.

Trata-se da Bancoop, cooperativa do Sindicato dos Bancários de São Paulo, fundada em 1997 pelo hoje presidente do PT, deputado Ricardo Berzoini (SP), e comandada desde sempre pelo alto escalão do partido. Em maio de 2005, Lula adquiriu cotas da Bancoop para comprar um luxuoso apartamento dúplex de três quartos em um condomínio – o Mar Cantábrico – de dois edifícios que está em construção na Praia das Astúrias, localizada no balneário do Guarujá (SP), uma das regiões mais valorizadas do litoral paulista no mercado imobiliário. A cota está no nome da primeira-dama, Marisa Letícia, mas consta do patrimônio declarado pelo presidente ao Tribunal Superior Eleitoral (TSE) no ano passado, como candidato à reeleição. Na época, Lula tinha pago um total de R$ 47.695,38 em prestações.

O preço final do imóvel não é revelado pela Bancoop, mas as imobiliárias locais avaliam um apartamento de semelhante perfil em algo em torno de R$ 350 mil a R$ 400 mil. A promessa da cooperativa é entregar seus imóveis a um preço 40% abaixo do praticado pelo mercado – o que por si já chama atenção como um bom negócio – e seria teoricamente impossível ao presidente encontrar um parceiro mais confiável para a empreitada, uma vez que a direção da cooperativa sempre esteve sob a responsabilidade de companheiros de legenda e de trajetória político-sindical.

Contudo, a aparência de companhia sólida escondia um verdadeiro ralo de dinheiro. Com 47 empreendimentos, 15 mil cooperados, a Bancoop começou a parar o andamento de obras por falta de recursos. E passou a exigir de seus associados o pagamento de parcelas adicionais para completar o caixa das empreitadas. Tal prática, na avaliação do Ministério Público de São Paulo, faz com que os imóveis construídos pela cooperativa acabem tendo preço equivalente aos de incorporadoras comuns, que não contam com os benefícios de isenção fiscal de uma cooperativa.

- A Bancoop é, na verdade, apenas a fachada de uma grande empreiteira que se utiliza do status de cooperativa para conseguir isenção fiscal, mas pratica preços de mercado, visa o lucro e comete várias irregularidades que sugerem a prática de desvio de recursos, ou até mesmo lavagem de dinheiro – acusa o promotor José Carlos Blat.

O promotor conduz o inquérito criminal que investiga a cooperativa por suspeita de lavagem de dinheiro e desvio de recursos. Os indícios de crime fizeram com que o Ministério Público quebrasse o sigilo bancário da companhia. Os primeiros relatórios devem ser apresentados em outubro.

Segundo Blat, o maior indício de desvio de recursos está na situação financeira da cooperativa, que considera ser incompatível com seu sucesso em arrecadar recursos e atrair cooperados. Em meados de 2004, a Bancoop recebeu uma injeção de R$ 43 milhões arrecadados com a venda de Fundos de Investimento em Direitos Creditórios (Fdic) no mercado financeiro. O fundo de pensão da Petrobras (Petros), aparece como maior investidor, tendo aplicado R$ 10,6 milhões nos papéis da Bancoop. Em seguida vem a Funcef (Caixa Econômica, com R$ 11 milhões, e a Previ (Banco do Brasil), com R$ 5 milhões. Todos dirigidos por membros do Sindicato dos Bancários ou filiados ao PT. Para piorar, segundo o promotor, a operação não foi avalizada pelos cooperados.

- Esse dinheiro simplesmente evaporou – afirma uma advogada dos cooperados. – Não se viu efeito desse aporte nas obras, os cooperados, mesmo aqueles que já tinham completado as parcelas de seus apartamentos e já estavam até morando nos imóveis, continuaram tendo de pagar saldos residuais de até R$ 8 milhões.

Em agosto, a agência de classificação de risco Standard & Poors rebaixou a classificação dos papéis da Bancoop por conta da incerteza da capacidade do fundo honrar o próximo pagamento das cotas seniores, no valor de R$ 1,72 milhão.

[ 09/09/2007 ]   02:01

09 set 2007 Publicado por | ÉTICA, Cinismo, POLÍTICA, REFORMA POLÍTICA | 2 Comentários

Sonhos e sonhos.

Sonhos e sonhos.

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Dia cinco de Setembro de 2007 foi um dia para ser lembrado.

O Lula deu uma raríssima entrevista coletiva à imprensa brasileira.

O Lula é mesmo incrível, sua capacidade de comunicação é inegável e abusando de sua autoridade como primeiro mandatário enrolou todo mundo, falou o que quis, fez a sua propaganda a favor da necessidade de continuar cobrando a CPMF e não respondeu firme a nenhuma pergunta sobre as mazelas que se encontram vários setores da sociedade brasileira.

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Saiu fora de questões conflitantes sobre a sua atuação no congresso do PT, e aproveitando a boa onda geral da economia brasileira, pegou carona e navegou confortavelmente neste tópico.

Os jornalistas, todos com muita experiência, faziam perguntas pertinentes, e recebiam respostas vagas, e se notava claramente a vontade deles de dizer para o Lula parar de enrolar, mas com o devido respeito que a posição do presidente demanda, tiveram de se conter.

Um dos jornalistas, eu creio foi o representante de radio WEB fez uma séria pergunta sobre a saúde no Brasil.saude.jpg

A saúde está preocupante, temos em formação a maior epidemia de Dengue de todos os tempos, temos em vários estados profissionais em greve e pessoas morrendo sem atendimento nos postos de saúde, as verbas para saúde foram encolhidas, e temos os casos das ambulâncias superfaturadas ainda por serem apurados, e o Lula se limitou a elogiar o Temporão, dizendo que ele é uma pessoa incrível e que às vezes, ele pensa que Deus é muito bom para ele presenteando-o com pessoas do nível do Temporão para ajudá-lo a melhorar o Brasil. E pronto, a questão da saúde ficou respondida.

Outro exemplo da perícia do Lula em evitar responder perguntas pertinentes foi quando perguntado sobre os casos sendo examinados pela justiça onde existem vários ex-aliados dele.

Ele disse o óbvio que todos devem ser considerados inocentes antes de serem julgados, condenou a condenação pela mídia, e disse que a palavra desculpa foi erradicada da língua portuguesa no Brasil. Ele disse que o menos que se poderia fazer seria pedir desculpas a quem depois de investigado não fosse encontrado culpado.

Parece que ele esqueceu de que o PT e principalmente o PT foram os que mais comemoraram o impedimento do Collor, e que por falta de provas contra ele, o caso foi arquivado, e ele não foi considerado culpado pela justiça.

E agora em sua posição senhor presidente, a desculpa deveria partir de você, que como presidente deveria dar o exemplo e chamar o ex-presidente Collor e em público dar as desculpas em nome do PT e do Brasil, pois ele foi absolvido pela justiça.

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Bem, por agora fica a sugestão e uma oportunidade para que o Lula possa fazer o que costuma pregar.

Chega deste assunto.

Vamos comentar agora sobre o congresso.

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O simples fato da existência de senadores sem nenhum voto, sem nenhuma representatividade, causa uma infecção grave na instituição.

Com os atuais fatos gerados pela insistência do presidente da entidade em permanecer no poder depois de inúmeras provas de atropelo da ética, a credibilidade do Senado foi para a UTI.uti.jpg

No ultimo congresso do PT, foi ventilada uma possibilidade de uma reforma política por constituinte abolindo de vez a instituição do Senado e criando uma única câmara legislativa.

Se isto vier a acontecer, quem perde é a democracia e o Brasil que fica sem uma segunda opção para conferir as decisões legislativas da câmara menor de representação popular.

Mas da forma em que se encontra, sem nenhuma credibilidade, este Senado que aí está, fica apenas nos olhos da população servindo apenas para cabide de emprego de luxo para algumas pessoas privilegiadas.

Tem que haver uma mudança drástica no conteúdo e na formação do Senado.

E para começar a casa tem que mostrar seriedade para se limpar e a cassação do Renan por voto secreto dará um vislumbre de seriedade demonstrará para o povo que o Senado Federal pode ser considerado uma casa séria e representativa.

Se por acaso, o plenário do Senado fizer pouco caso da decisão da comissão de ética e absolver o corrupto comprovado inúmeras vezes Renan, estará desligando os aparelhos da UTI que estão mantendo viva a credibilidade do Senado Federal.

Então esperando a ocasião propícia seguimos sonhando para que o Lula use sua capacidade de comunicador para fazer realmente algo de útil para o Brasil e parar de falar mentiras e abobrinhas, e para que em uma reforma política real, o Senado Federal venha a ser uma casa digna do Brasil, sem os representantes fictícios que compram os seus mandatos e se aposentam regiamente depois e pouco tempo de trabalho.

E que as reformas se espalhem pela Câmara onde os representantes devem realmente representar o povo que os elege para o posto.

Os fóruns privilegiados devem ser abolidos em favor de um fórum político onde um político sendo flagrado cometendo um ilícito possa ser julgado por um júri popular com celeridade absoluta para que os crimes não possam ficar impunes por prescrição.

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07 set 2007 Publicado por | ÉTICA, O SONHO, POLÍTICA, REFORMA POLÍTICA | Deixe um comentário

O sonho está começando a se realizar.

O sonho está começando a se realizar.jobin-no-comando.gif

Hoje à tarde, ouvindo a hora do Brasil (sim, eu ouço este programa quase todos os dias e gosto dele), Tive o grande prazer de ouvir o Senador gaucho do PMDB, Pedro Simon invocar a juventude brasileira para sair às ruas, e mostrar para o congresso que já basta. Chega de mutretas e de impunidade e o Brasil merece outra chance para crescer e melhorar. Esta imundice que aí está não pode continuar. Procurei por suas exatas palavras, mas não encontrei publicadas ainda e na primeira oportunidade vou publicá-las.

Esta atitude se deve ao fato de que aqueles que estão lá dentro do congresso começaram a ver que esta coisa tem que parar e tem que mudar.

Se o plenário do congresso absolver o Renan Calheiros, depois que a comissão de ética o condenar, vai ser a gota d’água para sinalizar a revolta popular que vai mudar os rumos do Brasil.

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Tomara, fico torcendo.

E a CPMF? Que porcaria de roubalheira é esta que o governo está anunciando que necessita para governar?

Este imposto com apelido de contribuição não foi feito para governar.

Esta contribuição foi feita para ser usada na saúde com as campanhas de AIDS e de vacinação que foram comandadas pelo Serra. A alíquota era de apenas 0,08%.

Agora, com a saúde entregue às traças e uma alíquota de 0,38%, este dinheiro faz parte da folha de pagamento do trem da alegria do governo federal.

Basta gente vamos acabar com este imposto extorsivo que é pior do que o confisco da poupança do Collor de Mello, e se o governo precisar de fundos extras, que ponha na rua os cem mil contratados sem concurso ou sem critério, durante os governos Lula. Vai sobrar dinheiro.

Fiquei desapontado também de ver o senador pelo PDT do Amazonas, Jefferson Peres, adotar uma atitude de votar favorável para aprovação deste roubo chamado CPMF.

Eu tinha este representante como um legítimo defensor dos direitos, mas…….

E o Lula segue tomando vaias e sempre dizendo que isto é um ato político ensaiado pela Zelite. Ah bom

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Ele deve estar querendo aplausos pelo súbito desempenho do Lulinha no mundo empresarial. Ou no mundo pecuarista! Ou querendo aplausos pelo desempenho do lambari Vavá?

Ou ainda querendo aplausos pelo seu desempenho em defender o Renan Calheiros?

O Brasil está cansado de pagar pelo abuso destes atuais políticos.

A maioria destes congressistas não têm representatividade alguma e ficam por lá dentro do congresso dando pitacos como o cabeludo e o coveiro, que não receberam nenhum voto e foram indicados para presidir o conselho de ética. Que grande absurdo de incoerência. Seria mais sensato indicar Hitler para o Nobel da Paz. Esta indicação foi preparada com instrução do José Ribamar (Sir Ney) para engavetar o processo do Renan. Todo mundo viu e todo mundo sabe da verdade e lentamente começam a se formar as opiniões de “CHEGA” “ESTAMOS FARTOS”.

E a reforma política? Fidelidade partidária com dia e hora marcada para trocar de partido?

Que palhaçada é esta? Havia até uma proposta um pouco mais decente do Senador Marco Maciel do Democratas de Pernambuco, mas foi totalmente descartada pois poderia diminuir e frear um pouco o atual sistema de sacanagens parlamentares.

Que desrespeito ao eleitor. Esta troca de partidos tem que terminar e pronto sem nenhuma exação. Quer trocar de partido depois de eleito perde o mandato até a próxima eleição. E pronto.

Eu tenho uma idéia sobre este sistema de partidos:

· Se o mandato pertence ao partido, não deveriam existir candidatos a votos. Deveria somente existir os partidos onde o presidente do partido faria campanha pela sua plataforma nas eleições proporcionais.

· Depois, se faria um concurso comandado pelo TSE, para avaliar os melhores candidatos de cada partido e estes seriam postos nas filas dos votos. Os votos recebidos pelos partidos seriam divididos entre estes candidatos na ordem de posição no concurso. Os candidatos receberiam os votos suficientes para eleger os melhores dentro de cada partido.

· Se o partido tivesse muitos votos baseados em sua campanha e sua plataforma elegeria mais candidatos às vagas no congresso federal, ou nos estaduais e municipais. Desta forma haveria mais representatividade no sistema político, e mais profissionalismo entre os políticos que deveriam passar nos testes antes de poderem tomar posse.

Este pensamento continua a ser um sonho ou parte deste sonho, que seria tirar do sistema político os aproveitadores de carteirinha e os puxa sacos profissionais e colocar em seu lugar pessoas capacitadas a exercerem um mandato decente.

Eta Brasil……

Roberto Leite

 

 

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18 ago 2007 Publicado por | ÉTICA, O SONHO, POLÍTICA, REFORMA POLÍTICA | 2 Comentários

Novas razões para o meu sonho.

Novas razões para o meu sonho.

Para se renovar o Brasil, sinceramente vai ser preciso um golpe.discurso-afinado.jpg

Se levarmos em conta que o congresso nacional, não tem legitimidade como representante do povo, e se conseguimos gente suficiente para desmontar todo o congresso, votando imediatamente uma nova constituição com novos rumos para o Brasil, isto não poderia ser considerado um golpe de estado, pois estaríamos apenas livrando o Brasil dos predadores de carreira e instalando em seu lugar, possíveis pessoas bem intencionadas com a evolução do país.

Os presentes pseudo- representantes estão preocupados apenas com a evolução de seu capital.

Com o Lula seria diferente, em um regime democrático, ele tem sim representatividade, e retirá-lo por meio de um golpe seria sim um golpe de estado e estaria errado.

Ele, no entanto como presidente teria que se render à iniciativa de mais de 2 milhões de brasileiros, que cansados de serem violentados e estuprados pelos seus representantes, decidiram fazer algo a este respeito, e ele como presidente deveria aprovar este movimento popular.

Nos inícios dos anos 70, nos Estados Unidos, bastou uma mentira pega em flagrante para o Presidente Nixon, perder o mandato.

Para o Lula perder o mandato por esta razão está difícil, pois toda a mídia e os chargistas já o taxaram de mentiroso e cínico e ele continua lá sem chance do Brasil se livrar dele invocando a falta de ética.

O Lula mente mesmo e a mentira tem perna curta e ele já foi pego mais de uma vez falando suas mentiras descaradas.

O meu sonho em ter um congresso que realmente represente o eleitor, é que se existisse no Brasil esta representatividade, este congresso já teria feito um movimento para convocar o Presidente para explicar estas mentiras e se comprovadamente fossem assim, um movimento para que se iniciasse um impedimento por falta de ética.

Mas este congresso, em que o presidente do senado federal, mente descaradamente coletando em suas mentiras provas e mais provas contra si mesmo dizendo está provando a sua inocência, não vai nunca interpelar o Presidente da República sobre algo que possa ser uma mentira.

Temos que lutar e pensar no conselho do Rui Barbosa:

Maior que a tristeza de não haver vencido é a vergonha de não ter lutado!”

(Rui Barbosa)

Enquanto isto segue as provas das mentiras do Lula:

Leiam o bom texto abaixo, de Antônio Sepulveda.

 

Opinião: Pega na mentira

 

Antonio Sepulveda, escritor

 

São incontáveis as charges e piadas que ridicularizam Lula da Silva na mídia, em geral, e na internet, em particular. A última “frase do dia” do mundo virtual é sugestiva: “A mentira tem pernas curtas, língua presa, barba branca, um dedo a menos e duas oreia”. À parte o sempre condenável mau gosto da menção a deficiências físicas, podemos inferir que a diminuta parcela pensante da opinião pública, patrioticamente atenta ao cenário nacional, já percebeu que o presidente da República mente com o descaro e a impudência de um fauno.

Não vamos pensar, entretanto, que nosso supremo mandatário seja o único Pinóquio da política nacional. Os exemplos são abundantes e perenes. O presidente do Senado, senhor Renan Calheiros, por exemplo, é o mentiroso em cartaz; e suas mentiras chocam pela desfaçatez. Se os fatos inequívocos estão contra ele, que se danem os fatos. Mas deixemos, por enquanto, o senador se enrolar ainda mais em suas explicações autopredatórias; até porque, mesmo que se prove e comprove a culpa do escorregadio Renan, ele nada tem a temer do Supremo Tribunal Federal.

Ora, desde a promulgação da Constituição de 1988, a mais alta corte do Brasil jamais condenou um político corrupto que tivesse cumprido pena e servido à justiça, conforme costuma acontecer nos países civilizados. Abstinência? Coincidência? Jurisprudência? Conivência? Inconsciência? Seja lá o que for, temos o direito de desconfiar de algum tipo de sujeira. Não é possível que toda essa corja que passou pelo crivo do STF e saiu impune ou ilesa, ao longo desses nove anos, seja, na verdade, uma plêiade de candorosos baluartes da moral e dos bons costumes. Melhor deixar pra lá… Falemos disso outro dia. Nossa implicância de hoje é com as recentes fabulações do senhor Lula da Silva com respeito à crise da aviação.

Nosso alambicado presidente, quando ainda em campanha para abocanhar o poder, assinou um artigo intitulado Morte anunciada do transporte aéreo, publicado na Gazeta Mercantil de 7 de janeiro de 2002; o texto antecipava o colapso do transporte aéreo e exigia providências do governo de então. Hoje, pálidos de espanto como o poeta, testemunhamos o mesmo Lula da Silva a afirmar que seu governo não tinha conhecimento da gravidade dos problemas no setor aéreo brasileiro.

Será que, em 2002, Lula da Silva não leu o texto que assumiu? Ninguém leu para ele? Alguém acredita que foi algo como “assina aqui e depois eu explico do que se trata”? É difícil de aceitar esta versão. Queremos crer que o supremo mandatário costuma tomar conhecimento do que se encontra escrito no papel onde ele capricha na assinatura. Talvez tenha esquecido. Um cérebro indisciplinado, desafeito ao raciocínio e à associação de premissas, até mesmo por carência de vocabulário, torna-se imediatista e tem o alcance extremamente limitado ao que está diante do nariz. Pode ser. A hipótese mais provável, contudo, em nossa modesta opinião, é a de uma mentira pura e simples; obtusa, afobada, quase infantil.

Lula da Silva vai mais longe. Asseverou que, nas cinco eleições em que concorreu à Presidência, o tema “crise aérea” jamais foi mencionado. Mentira; basta rever o debate da TV Bandeirantes na eleição passada. Dizia antes Lula da Silva: “Temos problemas em alguns aeroportos, mas não existe crise”. Algumas semanas depois, lá vem ele de novo: “Quero um prazo, com dia e hora, para comunicar ao país que os aviões voltaram a voar normalmente”. Uma enxurrada de balelas e de sofismas.

A coisa vai assumindo gravidade maior, quando se divulga um alerta ao Planalto, datado de 2003, do então ministro da Defesa, José Viegas, sobre o risco de decadência do sistema aéreo brasileiro. O presidente não lê os despachos de seus ministros que lhe são endereçados? “É claro que sim”, responde em uníssono a súcia de malandros da Nomenclatura. “Então”, replicamos nós, “se é assim, a credibilidade não é uma virtude presidencial, e Lula da Silva tem, na carne e na alma, a compulsão da mentira”.

 


 

 

13 ago 2007 Publicado por | ÉTICA, O SONHO, POLÍTICA, REFORMA POLÍTICA | Deixe um comentário

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