O resumo da verdade:
O resumo da verdade:
Foi em junho de 2007, que eu comecei este blog, com o enfoque do “Voto Nulo”.
Depois que o Ministro Marco Aurélio Mello mudou a interpretação do voto nulo, em cima de jurisprudência sobre o mesmo assunto que legitimava a anulação do sufrágio caso mais da metade dos votos fossem votos nulos, a minha luta perdeu o sentido.
Então o foco do blog passou a ser falar sobre os absurdos na política brasileira, sem se apegar em nenhum partido ou corrente política. E escrevi vários artigos, sobre vários assuntos. Às vezes quem lê o blog, pensa que eu sou contra o atual governo, que sou contra o Lula, que sou contra o PT.
Não é verdade, eu escrevo contra o que eu considero fora da ética, fora das noções morais, fora das carências do Brasil. Não se pode negar que o governo do PT, é um prato cheio destas matérias e, portanto fica parecendo que estou contra o PT. Desde o mensalão que muita gente começou a ver a verdadeira cara do PT.
Mas até hoje tem gente que acredita que o mensalão não existiu.
Eu não apago nenhum comentário e existem pessoas que ficam indignadas com meus artigos e escrevem dizendo o refrão:
“Deixa o homem trabalhar”.
Eu fico pensando quanto engano este presidente tão popular conseguiu disseminar por um país tão grande!
Ele conseguiu até incutir nas mentes de algumas pessoas que ele realmente trabalha.
E ele mente mesmo, com a maior cara de pau, como se mentira fosse a virtude e a verdade o vício.
Ele inaugura obras que existem há cinqüenta anos. Manda fazer uma reforminha, às vezes apenas pintura, e vai lá, na maior cara de pau e inaugura como obra de seu governo.
Vive embriagado, como recentemente, que caiu com o copo de cristal na mão e sofreu uma feia lesão onde levou cinco pontos cirúrgicos. Isto aconteceu na Dinamarca, em uma suíte presidencial em um Hotel cinco estrelas.
Para a mídia, ventilou uma notícia que a torneira do banheiro estava pingando e ele foi tentar arrumar, e cortou a mão.
Os meus críticos querem que eu acredite no seguinte:
1. Hotel cinco estrelas tem vazamento na suíte presidencial.
2. Não existe equipe de manutenção em hotel cinco estrelas.
3. O Lula sabe consertar torneiras dinamarquesas.
4. Mesmo que soubesse iria fazer uma coisa destas.
5. Qualquer torneira dinamarquesa tenha arestas afiadas para desafiar hospedes incautos.
6. Que o Lula não bebe
Vamos ser coerentes pelo menos nesta história recente, esta desculpa foi terrível e não cola.
Podem me chamar de bobo, mas não sou ainda débil mental.
Bem continuando, será que os meus críticos vão quere que eu fique batendo palmas para a inauguração do acampamento de luxo em Pernambuco, onde até hoje foram feitos 15% da obra de transposição das águas do Rio São Francisco.
Um acampamento com comida servida em mesas de luxo, com talheres de prata, copos de cristal, camas King Sise, ar acondicionado, para inaugurar o que?
A única coisa que poderia ter sido celebrada neste acampamento, com justiça, seria a atuação do TCU, que paralisou o repasso de verbas para a obra por que está faltando prestar conta de 90% do dinheiro gasto até o momento.
Um bilhão de reais e que o Lula disse ser uma merreca:
“Temos que fazer, em vez de ficar discutindo merreca de
dinheiro” Presidente Lula, que, depois de sete anos no governo,
acha “bilhões” uma merreca
Pois bem, outro dia recebi um email de meu amigo o Dr. João contendo um artigo interessante, de autoria de Jorge Luiz Lima.
Procurei mais informação sobre o autor, mas não encontrei.
Este artigo resume tudo que escrevi no blog em quase três anos.
E é um artigo interessante. Vou publicar na íntegra, e vou arrematar com a última coluna do Augusto Nunes, que coincidentemente completa este artigo:
Não Vá ao Teatro
A era social que atravessamos reflete os seguintes fatos:
Os programas assistencialistas, urbanos e rurais, não possuem contrapartidas que encaminhem os beneficiários e seus dependentes ao crescimento cultural e retorno a uma vivencia digna.
A proibição incabível de não permitir que o adolescente menor de 14 anos de idade possa ter uma ocupação de trabalho, remunerada ou não. Também, a permissão que os maiores de 14 e menores de 16 anos de idade, somente possam ter uma ocupação remunerada se contratados sob os auspícios de regras em demasia e encaminhados por entidades que arrecadam horrores por essa intermediação.
O ECA – Estatuto da Criança e do Adolescente, somente é do conhecimento público porque protege o menor criminoso em detrimento de suas vítimas.
A vida em família está deteriorada, nos remetendo ao tempo de Sodoma e Gomorra.
A faixa de pedestre que tentam imbuir como parâmetro de
país de primeiro mundo arrecada muito e mata mais ainda.
Quando nada resolve uma condição, o nome é alterado
em uma tentativa de empurrar o imbróglio para debaixo do
do tapete, tanto é que, lepra passou a ser chamada de
hanseníase em favelas de comunidades.
Os hospitais e escolas não têm médicos e professores
suficientes para atenderem a demanda, e ainda constroem
mais Postos de Saúde, mais escolas e mais cursos de curta
duração, que não servem para nada: os pacientes são
cobaias dos médicos residentes e dos aprendizes de
enfermagem; os professores fingem que ensinam e os
estudantes fingem que aprendem.
O objetivo dos jovens na faixa dos 20 anos de idade é fazer cursinhos específicos para prestarem, e prestarem, e prestarem concursos públicos, pois é lá que se ganha sem trabalhar.
A UNE – União Nacional dos Estudantes, há anos não se pronuncia sobre os assuntos que nortearam sua fundação, servindo apenas para emitir carteirinhas que dariam o direito ao pagamento da meia-entrada nos cinemas e teatros, estes já aplicando os preços ajustados de tal forma que os 50% já é o preço da inteira.
A OAB – Organização dos Advogados do Brasil, sempre participou de maneira incisiva na defesa de nossa democracia, mas, desde as “Diretas Já”, permanece em hibernação.
O etanol, depois o biodiesel, recentemente era a menina dos olhos desse país, como, aliás, já foi o álcool que nada mais é do que o etanol em linguagem mais atual. Agora é o Pré-sal! Isso nomeando apenas os grandes, pois existem incontáveis atinhos (pequenos atos) e um próximo grande ato logo virá. Podemos chamar essas cortinas de fumaça de jogo de cena, uma peça teatral em que os atos são criados para deixar os babacas sempre dependentes do próximo, tudo com dupla intenção: desviar atenções e criar cacifes eleitoreiros, não permitindo que haja a salutar renovação dos mandatários.
Os movimentos dos excluídos (paradas gays, marcha dos sem terras, dos sem moradias, dos índios, dos negros, dos inquilinos e dezenas de outras invencionices), são coordenados e financiados a custo zero, quero dizer, à custa do povo, através dos órgãos públicos e seus braços ocultos. O resultado dessas políticas enganosas é a bagaceira que se vêem, sem-terras recebem dinheiro, bolsas de vários nomes, terras que não produzem; negros têm cotas para estudar (porque não os amarelos, os mestiços, ou quem sabe os POBRES…?); ONGs inventam uma bandeira qualquer e arrecadam vultosas quantias sem prestação de contas; o mesmo acontece com os chamados projetos culturais financiados para os maiorais das artes em que os acertos rolam anos nos tribunais e caducam; proprietários de terras adquiridas com o suor do trabalho ou mesmo recebidas de herança são desapropriados de forma incontinente.
O resultado do trabalho de milhões de pessoas é desviado para atos escusos. Nós, trabalhadores e empresários, que também são trabalhadores, é quem somos os escravos do poder central! Nós somos os excluídos!
O excesso de leis com cláusulas propositais que levam a várias interpretações e o emaranhado de impostos desvirtuam seus próprios objetivos, que seriam os de normatizar arrecadações e suas aplicações em prol da sociedade.
Em democracia seria a representação do povo, mas o ser “político” tornou-se uma das profissões mais almejadas, senão a mais ambicionada, por ser excessivamente vantajosa em termos de poder e dinheiro, e acessível a qualquer espécie de individuo, principalmente os imorais, antiéticos, bandidos e analfabetos.
A política e, principalmente, os governantes desse país, estão possuídos pelo espírito do Rei Sol, acham-se e conseguem ser os donos de todas as vontades. Nada somos! Apenas marionetes nas mãos sujas dos três poderes da república, que fazem o que querem, manipulam e se locupletam a custa da nossa ignorância. Os sábios, grandes e pequenas empresas, a mídia, organizações corporativas e não corporativas (ONGs), todos dependem financeira e politicamente do poder central. O povo brasileiro está inerte, dominado inconscientemente por essa corja.
Quando vamos nos revoltar contra essa situação?
Por que nossos sábios e os que têm a capacidade de influenciar as massas não conseguem mover essas massas? É óbvio que estão estáticos e também usufruindo desse momento. Já tivemos dessas pessoas no governo e nada fizeram para mudar o caminho da nação, agora definido e solidificado pelos tiranos detentores de enormes poderes de persuasão.
Infelizmente estamos condenados a esperar uma nova geração ou alguém que desperte do berço esplêndido e nos tire desse marasmo, ou que os militares implodam o esquema desses dinossauros da sem-vergonhice.
É melhor voltar ao ponto de partida e recomeçar do YOD, do que enveredar por esse caminho depravado.
Vamos fechar essas cortinas! Cimentá-las! Encerrando do lado de lá todos os que tratam o bem público como seu, e que conspiram contra a moral das relações humanas.
(Jorge Luiz Lima, 28/09/2009)
Coluna do Augusto Nunes
PAC da Conversa Fiada
29 de outubro de 2009
“Agora desgraçou tudo, porque agora os home tão ficando nervoso porque nós tamo inaugurando obra”, desandou o presidente Lula num palanque no Rio, espancando a língua portuguesa com especial selvageria. ”Calma, que nós ainda nem começamo a inaugurár o que nos temo para inaugurá nesse país. Tem muita coisa pra acontecêr e tem muita coisa que nós vamo fazê ainda pra frente.” Sempre à frente de uma comitiva de bom tamanho, não vinha de inauguração nenhuma, não estava a caminho de algum canteiro de obras nem aparecera no Rio para inaugurar alguma. Vinha da Procissão dos Pecadores do São Francisco, estava em território carioca para outro comício e, de lá para cá, só inaugurou pela segunda vez uma quadra usada na Mangueira.
Pelo andar da carruagem, Lula corre o risco de terminar o segundo mandato sem ter deixado pronta uma única obra física efetivamente relevante. A transposição do Rio São Francisco, as grandezas do pré-sal, as hidrelétricas do Rio Madeira, pontes, rodovias ─ tudo vai demorar. Acossado pelo tempo cada vez mais curto, o maior dos governantes culpa o Tribunal de Contas da União, o Ibama, o fiscal da esquina, o cartório, qualquer coisa. Quer inaugurar qualquer irrelevância. Até quadras de segunda mão.
Incapaz de criar, o governo não cuida direito nem do que existe, confirmou nesta quarta-feira o levantamento da Confederação Nacional dos Transportes sobre a situação das estradas do país. O estudo abrangeu quase 90 mil quilômetros de rodovias pavimentadas. Desse total, quase 70 % foram reprovados. A rede federal é a mais devastada. Segundo a CNT, a recuperação da malha rodoviária exige investimentos que somam R$ 32 bilhões. Seis vezes mais do que o governo Lula gastou em 2008. O PAC vai acabar programando outra operação tapa-buraco para 2010. E o chefe já prometeu outro PAC para 2011, com prazo de validade até 2015.
Por enquanto, só avança em bom ritmo o PAC da Conversa Fiada.
Encontrei no blog do Zé:
blog do Zé:
http://zefonseca.com/blogs/ze/
“Um governo grande o suficiente para lhe dar tudo o que você deseja é forte o suficiente para tomar tudo o que você tem.”
- Thomas Jefferson
Os incríveis?
Os incríveis?
É mesmo impressionante a passividade dos brasileiros.
Nós pagamos direta e indiretamente a maior carga tributária do
mundo civilizado, e não recebemos em troca absolutamente nada.
Deveríamos ser sem nenhuma dúvida, o país com a melhor
educação básica, a melhor saúde pública e o país de melhor
segurança no mundo.
Somos acreditem ou não exatamente o contrário. Somos na visão
do resto do mundo, um país de otários, que elegemos para
presidente um imbecil que roda o mundo inteiro falando
abobrinhas e que para representantes no congresso mantemos de
forma coagida pelas atuais leis os mesmos corruptos que deram o
Brasil o título de campeão de corrupção no mundo.
E os incríveis sofredores, deram ao Lula mais de 80% de
aprovação. Inrível, incrível mesmo
Depois de assistir na mídia local, e também na mídia
internacional, os escândalos cometidos dentro do senado federal.
Depois de ouvir nas rádios, o presidente do congresso contratar
sem concurso o namorado de sua neta para trabalhar no senado
federal, dizendo em alto e bom tom que a vaga existente é mesmo
da família, como se o voto de confiança recebido sem merecer do
estado do Amapá, também lhe dava o direito vitalício de um
pedaço do Senado Federal. Depois de ouvir o presidente do
conselho de ética do Senado Federal, que não representa
ninguém, pois não recebeu nenhum voto para ocupar a posição
ocupada, adiantou para os eleitores a remissão do Senador
Sarney de qualquer culpa seja lá o que for.
O povo não faz nada.
Em um país mais sério, este crápula do Duque seria linchado em
praça pública.
Mas este começo de post, nada tem haver com o assunto que me
trouxe hoje por aqui.
O povo brasileiro, além de pagar estes impostos abusivos, ainda
paga mais em forma de várias multas.
É verdade que as multas mais freqüentes atingem mais a classe
média, nas formas de multas de trânsito, mas também é a classe
média que suporta a maior carga tributária.
É também a classe média que tem maior acesso à mídia de todas
as formas e está mais informada sobre todos os assuntos.
E mesmo assim, esta classe tão sofrida, paga sem muito
questionar, este abuso que é a indústria das multas de trânsito.
E as administrações locais, principalmente as administrações
municipais, estão inventando a cada dia, mais uma maneira de
cobrar mais multas para poder financiar e saciar a sua fome por
recursos que são usados espuriamente da forma que lhes convier.
É também verdade, que o Código de Transito Brasileiro (CTB),
prevê que as multas de trânsito devam ser usadas na melhoria no
trânsito.
Esta disposição, é muito vaga e apesar de bem intencionada, leva
a más interpretações do assunto, deixando aberta a porta da
informalidade.
Por exemplo, no DF, o governador anuncia que as multas de
trânsito estão ajudando na implementação da segurança no
trânsito. Com este dinheiro, que não é pouco (aproximadamente
500 milhões de reais ao ano), ele contrata mais agentes para
multar, instala mais radares para multar mais, e a segurança está
em baixa, pois os acidentes continuam acontecendo, os roubos de
veículos aumentaram escandalosamente e as infrações que
causam muitos problemas com estacionamentos proibidos, estão
acontecendo em todos os recantos do DF.
E esta arrecadação escandalosa de multas, inconstitucionalmente
já faz parte da receita do DF.
Pensem como isto está totalmente errado.
A receita de qualquer município, estado ou da nação tem que ser
feita antecipadamente em forma de previsão orçamentária, que
deve ser aprovada, pelas câmaras de representantes, de cada
unidade.
Portanto esta arrecadação de multas, não pode ser parte da
receita, pois, teoricamente, não deveria existir se o povo se
educasse e parassem de cometer infrações.
Mas, com a fome de arrecadar cada vez mais, inventam há todos
os instantes, maneiras, regras idiotas, apenas para poderem ter
uma desculpa para continuar a usufruir desta arrecadação
espúria.
Esta arrecadação também promove outra infração como o
suborno que freqüentemente acontece quando um oficial recebe
do cidadão alguma recompensa para não emitir a multa.
E esta situação está em tendência de alta, sem muita perspectiva
de acabar.
Isto precisa acabar sim. Esta indústria da multa, qualquer multa,
tem que ser coibida de alguma forma.
Realmente, a multa tem que existir, pois sem ela os abusos
tendem a aumentar.
O que fazer então????
Eu tive outro dia uma idéia, que precisa ser difundida e encontrar
algum representante honesto o suficiente para apresentar no
congresso.
Seria criado o Fundo Nacional da Multa.
Toda e qualquer multa aplicada punitivamente a qualquer
cidadão ou pessoa jurídica, seria depositado neste fundo único.
Isto se aplica a qualquer unidade federativa seja município,
estado ou união.
Os recursos arrecadados neste fundo seriam distribuídos
diretamente e, igualmente no Ensino Básico e na Saúde Pública.
O TCU, o Ministério Público e uma comissão de representantes,
iriam fiscalizar esta distribuição, ficando totalmente proibido,
repassar estes fundos para qualquer ministério, secretaria ou
qualquer outro órgão que não o usuário final, como uma escola
ou hospital público que deveria apresentar ao fundo uma
necessidade emergencial, que seria analisada pelo conselho
dentro do fundo.
Os motivos poderiam ser os mais diversos, como uma melhoria
nos salários, dos médicos e professores para incentivar médicos
e professores decentes em municípios mais pobres.
A compra de materiais de emergência para escolas e municípios
pobres.
Não poderiam ser usados estes recursos para obras inteiras como
construção de hospitais ou escolas novas, pois isto poderia
reverter em distorções nas distribuições e em corrupção durante
as obras como super faturamento, etc.
Os membros e diretores deste fundo seriam remunerados pelos
órgãos a que pertencerem sem retirar do fundo absolutamente
nenhum centavo para o funcionamento deste.
As medidas legais e os estatutos do fundo seriam criados por
entidades com experiência jurídica legal como a OAB ou algo
parecido.
Com esta medida, a fome arrecadatória seria amainada, e as
escolas e hospitais públicos iriam se beneficiar destas multas.
Vamos gente, vamos deixar de ficar incrivelmente passivos, e
mostrar para os incrivelmente corruptos que o povo também tem
vontade de fazer as coisas acontecerem, sem legislar em causa
própria.
E para dar um exemplo de alguém que não está na impassividade,
leiam este Email que recebi, dando credito a este professor da
USP.
FORREST LULA (o professor foi genial)
Finalmente alguém abordou o tema com uma simplicidade
franciscana, foi direto ao ponto.
O melhor de tudo é que o autor é docente de uma grande
universidade onde, via de regra, a grande maioria é de esquerda,
festiva, burra e eleitora de LULA.
APROVEITEM A ANALISE INTELIGENTE DO PROFESSOR DA
USP Wagner Valenti*
Professor da USP / Departamento de Biologia Aplicada. Esse
professor da USP fez um belo resumo, que aí vai ….
‘Todos conhecem o filme Forrest Gump , que narra a história de
um imbecil que sobe na vida auxiliado por circunstâncias a ele
absurdamente favoráveis.
Pois nós brasileiros temos aqui nosso Forrest Lula, pelas razões
que apresentarei abaixo.
1) Ele pensa que chegou a presidente pela competência, mas foi
por uma junção entre sua persistência malufiana e o
‘mudancismo’ do eleitor, que só pelo desejo de mudar nem se
sabe o quê vota alternadamente em candidatos como Collor e
Maluf, e depois em Lula & companhia.
2) Ele pensa que é respeitado lá fora, mas não passa de uma
curiosidade zoológica, como o mico-leão dourado. A esquerda
romântica de lá acha lindo um operário do terceiro mundo ter
virado presidente: Se ele é competente ou não, o terceiro mundo
que se dane. Ele recebe essa corda toda e acredita.
3 ) Ele pensa que trouxe programas sociais, mas a única coisa que
o PT fez foi proteger os terroristas sem-terra, e transformar o
bolsa-escola em bolsa-esmola.
4) Ele pensa que faz sucesso com a imprensa, mas na verdade
contou, pelo menos até os recentes escândalos, com uma
imprensa domesticada e cordial.
5) Ele pensa que não existe ninguém que possa questioná-lo tanto
em ética quanto em política, mas isso só acontece por que ele
nunca se expôs a entrevistas coletivas sérias, com jornalistas
especializados, onde teria de dar uma satisfação objetiva de seu
desempenho.
6) Ele pensa que é imune a essa crise porque seu percentual de
aprovação ainda é alto, mas as pessoas que ainda confiam nele são
aquelas tão avessas à leitura quanto seu presidente, e por isso
nem sabem o que acontece.
7) Ele pensa que é responsável pelo sucesso da política
econômica, mas isso aconteceu porque a diretriz econômica foi a
única herança do governo anterior que ele não estragou.
Ele pensa que causou o aumento das exportações, embora isso
tenha sido
conseqüência de uma série de fatores anteriores a seu governo,
mais as circunstâncias favoráveis no cenário internacional.
9) Ele pensa que não sofrerá impeachment por estar acima de
tudo o que acontece, embora Collor tenha sido defenestrado por
muito menos. Na verdade, ele só vai ficar lá porque não interessa
a ninguém transformá-lo em mártir,
dando-lhe chance de retornar à cena política, ao mesmo tempo
que ninguém quer ver o escroto do Alencar tomar o poder e
arruinar a política macro-econômica..
Wagner Valenti* Professor da USP / Departamento de Biologia
Aplicada ‘ ..
(*) é um bom prof. de Biologia, pois, mostrou que entende bem
de moluscos, vermes e parasitas…
O legado.
O legado.
Hoje recebi um email comentando umas das ultimas propostas do Clodovil Hernandes.
Este deputado muito polêmico e com suas excentricidades, era uma pessoa de bem, culta e responsável, que se preocupava em realmente representar o eleitor. A sua proposta de reduzir o número de parlamentares, veio provavelmente depois que ele constatou pessoalmente que a maioria dos representantes representa apenas a si próprio.
Vou reproduzir o email na íntegra e depois quero comentar sobre esta idéia:
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O poder do poder.
O poder do poder.
Eu tenho dito que o governo Lula, não tem e nunca teve nenhum ideal político, patriota ou nobre, e sempre foi um governo de tomada do poder econômico no Brasil, capitaneado pelos donos do poder com a ajuda dos capitães antigos do poder financeiro.
Dizem que o Lula foi implantado pelo regime militar para formar uma esquerda mais amena do que a esquerda radical que existia no tempo da guerra fria.
Não acredito nesta tese, o Lula cresceu só e por mérito próprio, dentro do sindicato, dando vazão ao seu carisma sua tendência de não fazer nada, tomar pinga e se divertir.
Quando os líderes de algumas entidades da turma do capital como o Roberto Teixeira seu compadre, enxergaram o potencial deste novo líder, começaram a investir nele.
O Lula não tem nada de bobo, e nem foi usado, foi desde muito tempo conivente com o plano de assalto ao erário, programado pelos ricos e em posição de se perpetuar no poder sendo os donos da economia para sempre no Brasil sem dar a mínima chance a que mudanças na área política pudessem atrapalhar os seus planos.
Este plano foi um tremendo sucesso, apoiado em um pouco de sorte do crescimento global, ainda que fosse apenas uma bolha. A nossa sorte, e o azar deles, (sorte não dura para sempre), foi que a bolha estourou uns dois anos antes do previsto. Se o crescimento global perdurasse, e a turma do capital conseguisse um sucessor para se evitar as investigações sobre os acontecimentos espúrios durante os oito anos de sedimentação do mau-caratismo no Brasil, o plano estaria perfeito.
E teremos de ter muito cuidado em mudar os cursos da política para que seja tudo investigado com realidade, e para que esta corja de FDP que descaradamente, em nome de ideologia pisa na ética e na moral, assassina pessoas, tornam cada vez mais ingovernável o Brasil, seja desmascarada e punida de forma exemplar.
E este artigo do Reinaldo, que às vezes exagera um pouco, está de acordo com este pensamento que está se tornando a realidade a olhos vistos.
Leia o artigo e pense nisto.
Se quiser ver os outros artigos mencionados no texto, está na Veja on line desta semana
http://veja.abril.com.br/blogs/reinaldo/
Lula nuclear 1 – A VAR-Empreiteira
Abaixo, vocês lêem reportagem de Márcio Aith, na Folha, dando conta de que o governo Lula resolveu, como chamarei?, “esquentar” uma licitação que vem lá da ditadura militar — nesse caso, poderíamos chamar regime de “ditabranda”, ministra Dilma? — e “atualizou” o contrato com a empreiteira Andrade Gutierrez para retomar a construção da usina nuclear Angra 3. Um modesto contrato de US$ 3,3 bilhões. Em 23 anos, mudou tudo. Da tecnologia ao preço da matéria-prima, nada mais é como antes. Mas o governo não viu problema nenhum em retomar o contrato decrépito — com o valor corrigido, e muito!, como vocês verão.
O passado de Dilma Rousseff veio à tona, um tanto estimulado por ela mesma, não é? Com efeito, ela integrou um grupo terrorista, e dos mais virulentos: a VAR-Palmares — antes, tinha sido do Colina, também experiente em assassinatos. Eu nunca escrevi, nunca mesmo!, que o governo Lula optaria pela comunização do país. Isso é uma tolice. Muita gente gosta de atribuir aos críticos do lulismo essa abordagem bronca para, depois, afirmar: “Estão vendo? É mentira! Nós gostamos da economia de mercado!” Eu sei. E como gostam! Minhas restrições ao lulo-petismo são de natureza política. Essa gente detona as instituições. Já expus a questão em centenas de textos. Adiante.
A VAR-Palmares, como sabem, deixou de ser um problema. O problema hoje é termos a VAR- Empreiteiras, a VAR-Telefonia, a VAR-Petrobras, a VAR-Petroquímica, a VAR-Banco do Brasil. O risco é um grupo político usar a estrutura do estado para se consolidar no poder, tornando irrelevante a política. E essa construção está em curso. Não há nada de juízo conspiratório nisso. Há matéria de fato. O “A” das várias “VARs” tem hoje em dia um outro sentido: sai a palavra “Armada”. Em seu lugar, entra a palavra “Armação”. Vanguarda da Armação Revolucionária. Trata-se de uma “revolução” no capitalismo porque os ganhadores são decididos antes de qualquer forma de competição.

Escrevi há dias que “Daniel Dantas certamente é um Daniel Dantas”. Mas que “Daniel Dantas não é o único Daniel Dantas do país”. E também está longe de ser o mais importante. Construir um bandido de manual, de gibi, de história em quadrinhos, é coisa útil a quem pretende levar adiante a Vanguarda da Armação Revolucionária.
Vejo agora o caso relatado por Aith. O beneficiário da decisão de esquentar a licitação que vem lá do regime militar é o empresário Sérgio Andrade, o mesmo que foi beneficiado pela mudança na lei da telefonia, que permitiu à Oi, de que ele é sócio, comprar a Brasil Telecom — justamente aquela que foi retirada do controle do Daniel Dantas original. Não sei se percebem:
1 – num caso, muda-se a lei para legalizar um negócio que a empresa de Sérgio Andrade já fez — é a chamada “lei feita de acordo com os negócios”, quando o normal e o decente é que se façam os negócios de acordo com a lei;
2 – noutro caso, NÃO SE MUDA a licitação, e a empresa de que Sérgio Andrade também é sócio leva o contrato bilionário. Ser Sérgio Andrade na vida, e no governo Lula, é uma boa: ganha-se quando o Apedeuta é “mudancistas” e quando é “conservador”.
Sérgio Andrade, vocês se lembram, é o maior financiador individual da campanha de Lula e sócio da empresa que injetou R$ 10 milhões na Gamecorp, o empreendimento de Lulinha. Acima vai uma seqüência de fatos, não de opinião ou juízo de valor. Lula, com efeito, é um fenômeno. Creio que seja o único político a resistir em pé a um encadeamento como esse. Ele está de parabéns.
Fiquem com trecho de reportagem da Folha. A VAR-Palmares era assassina, sem dúvida, mas não deixava de ter um lado romântico. VAR-Empreiteira, VAR-Telefonia, VAR-Petrobras e similares são de um realismo inegável, explícito, verdadeiramente pornográfico.
Eis aí: questões como a retomada de Angra 3, revelada por Mário Aith, e irregularidades no pagamento de royalties da Petrobras, que Diogo Mainardi trouxe à luz (leia a respeito posts abaixo), deveriam mobilizar o Congresso Nacional. Mas os nobilíssimos estão muito ocupados com mesquinharias — que também custam caro ao país. Não têm tempo para cuidar dos, como devo chamar?, “negócios bilionários” do Executivo. Nunca foi tão fácil.
LULA/CLINTON

Eu estava navegando pelas notícias e encontrei esta nota no blog do coronel
http://coturnonoturno.blogspot.com/
Lula dá, o próximo que tire.
Vejam a malandragem do programa habitacional que Lula vai lançar para tentar eleger Dilma em cima da promessa de um milhão de casas. As famílias na faixa até dez salários mínimos contarão com um Fundo Garantidor, que terá cerca de R$ 500 milhões do Tesouro e vai bancar prestações dos mutuários que ficarem desempregados. Os mutuários com renda até três salários mínimos poderão suspender o pagamento das prestações por até 36 meses, mas terão de quitá-las ao fim do contrato. Para a faixa de até cinco salários, o Fundo honrará até 24 meses; no grupo até dez mínimos, 12 meses. E mais: é tudo sem entrada, sem taxas, sem nenhum custo até o recebimento das chaves. Ou seja: Lula dá, o próximo presidente que cobre ou tire a casa do pobre. O SFH, com muito mais exigências, deixou um rombo de R$ 200 bilhões para o país.
Postado por Coronel às 08:10:00
Antes de continuar, quero enfatizar que apesar de interessante, o blog do Coronel é apócrifo, deixando sem identidade o autor do mesmo. O autor, que já se identificou parcialmente dizendo-se professor e militar, deveria assinar com seu nome verdadeiro seus artigos o que demonstraria mais seriedade no que ele escreve. Não pode ser medo de ser processado porque, se o MP quiser, pode identificá-lo facilmente.
Aqui fica o apelo ao autor do “Blog do Coronel”, identifique-se e deixe para lá os fanáticos que estão em toda a rede acusando o blog de ser apócrifo.
Voltando ao assunto deste post:
Será que a memória deste governo é mesmo deficiente?
A atual crise que começou nos EEUU com o problema imobiliário, foi causada principalmente pela desregulamentação das exigências de comprovação do crédito para compra de imóveis. O ato desta prática foi feito no final do governo Clinton, que deixou de herança para o Bush, que por falta de competência deixou correr solto. O que aconteceu então foi que João sem nenhum crédito e sem reais condições de pagar, realizou o sonho da “Casa Própria”, comprando sem ter como pagar. Não que ele fosse desonesto, mas, na verdade de uma irrealidade, ele pensava que de dentro de sua residência seria mais fácil conseguir um bom emprego e assumir definitivamente as dívidas. Milhares de pessoas como João, fizeram o mesmo, inflacionando todo o mercado financeiro. Com esta prática de comprar sem crédito, faltou residências para muita gente, e as que existiam ficaram com os preços inflacionados. Então João e os outros milhares de primeiros compradores de casas sem garantia de crédito, perceberam que suas compras estavam muito valorizadas, em alguns casos até 1000% do preço pago. Sempre visando uma melhoria de estilo de vida (educação de berço nos EEUU), João vende sua casa, que com seu financiamento baixo já exigia muito de seu salário, e compra uma casa bem mais cara, com financiamento mais longo, e em uma área mais moderna. Assim fizeram milhares de pessoas iguais ao João. Esta história se repetiu inúmeras vezes, e com o mercado imobiliário superaquecido, as construtoras estavam construindo casas em números alarmantes e fazendo tudo em crédito, garantido por títulos de empréstimos sem garantias.
Bastou que uma delas não honrasse algum compromisso para soar o alarme, e os bancos e seguradoras, dentro e fora dos EEUU, abarrotadas com títulos sem garantias, e a inadimplência aumentando, deu no que deu.
E pela notícia divulgada no site do coronel, o Lula vai criar aqui, uma crise em menor escala do que a americana, com o único propósito demagogo, à moda do peleguismo sindical de sua origem, apenas para tentar eleger seu sucessor que depois de eleito vai dar com a cara na parede e Lula vai ficar bonito no pedaço, que nem o Clinton.
Como disse o artigo do coronel, o SFH, com todas as exigências de garantias está deficiente em muitos bilhões, imagine esta mamata em fundo perdido.
No país da “Lei de Gerson”, todo mundo vai querer tirar vantagem da mamata e ninguém vai pagar apenas os contribuintes (idiotas) vão ficar com as contas.
As construtoras vão superfaturar tudo, os materiais usados serão de terceira categoria, as casas vão ter pouca duração, e no momento em que as coisas apertarem, serão abandonadas como tudo acontece em nosso pobre país.
Eta Brasil
Brasil 2009
Brasil 2009
Emplacamos 2009, e isto é bom considerando as alternativas.
Eu fico aqui. Pensando se valeu a pena ter perdido tanto tempo escrevendo o obvio, escrevendo o que a maioria das pessoas com um pouco de sensibilidade já estão carecas de saber.
Escrevi menos em 2008 do que escrevi em 2007, mas escrevi bastante sobre as mentiras de nosso governante, sobre as peripécias de nossa polícia, sobre a falta de educação básica, sobre a falta que a educação básica faz ao Lula, sobre a súbita riqueza do gênio Flavio Luiz, que foi educado na Suíça, com o dinheiro do Roberto Teixeira seu padrinho. Este rebento e o resto da prole não sentiram falta de educação básica. Nem os ilegítimos como a Lurian Cordeiro sentiram falta das mordomias que a posição de filho de presidente proporciona. 
Os parentes mais próximos, como os irmãos bem que tentaram vender alguma influência como o Vavá, mas foram pegos com a boca na botija e viraram lambaris.
Escrevi sobre o assassinato do Celso Daniel, que ficou arquivado pela tia do genro do Lula como um assassinato e crime comum, onde todas as testemunhas desapareceram de causas estranhas, e onde um advogado do PT teve a autoridade de mudar legistas e delegados ignorar laudos médicos e gravações incriminatórias, e onde um médico legista, que contestou o laudo oficial e aceito pelo Greenhaugh, e que gozando uma saúde plena sofreu totalmente solitário, uma parada cardíaca e faleceu. No dia de seu falecimento, foram presos em Guarulhos com passaporte falso quatro indivíduos de nacionalidade cubana, que foram soltos e deixaram o país.
Escrevi sobre a impunidade do Renan. Deste escrevi tanto, que faltou ânimo para escrever sobre a impunidade do Paulinho da Força Sindical. Cansei de ver prevalecer a lei do cão.
Mas vou escrever e continuar a bater na mesma tecla, porque a frase mais sugestiva que coloquei no meu blog até hoje é do Rui Barbosa e que justifica a tentativa de luta contra esta corja de pilantras que sujam a reputação do nosso país e que turvam o futuro que pertence aos nossos filhos:
“Maior do que a tristeza da derrota é a vergonha de não ter lutado”
Vamos em frente com a nossa luta.
Volto a falar das mentiras do presidente e da falta de transparência deste governo. Isto não é privilégio do Governo do PT. Vocês devem lembrar muito bem quando inadvertidamente o Rubens Ricupero, então ministro da Fazenda deixou escapar a pérola”O que é bom a gente mostra e o que não é a gente esconde”.
Esta frase tem sido a cara dos governos brasileiros, desde que o Brasil é Brasil. Eu não tenho muita certeza, mas em outros países deve ser da mesma forma, quando se pode fazer sem muitos danos para o resultado final. Eu ainda me lembro do caso “Watergate” onde o Nixon tentou esconder, mas foi desmascarado e teve que sair do comando para evitar um impedimento por parte do congresso. A diferença está na impunidade reinante no Brasil, onde depois de ser pego em uma mentira cabeluda, o presidente continua no seu posto como se nada tivesse acontecido.
Uma diferença marcante neste governo do PT, é que além de esconder os fatos do público, quando pegos em flagrante a agencia de notícias nacional que é a Radiobrás que recentemente mudou de nome, muda os fatos e publica mentiras. Isto é novidade, pois durante os governos anteriores, a Radiobrás, publicava os fatos na íntegra depois que estes ficassem conhecidos. 
Recentemente, o Lula, em um de seus ataques verborrágicos, tentou explicar porque no começo da crise em setembro, tratou a crise econômica internacional com um grande descaso, dizendo que o Brasil não iria sentir nada desta crise que para os países desenvolvidos era um tsunami, para o Brasil que estava muito preparado seria uma “MAROLINHA”. Depois, como ficou comprovado, o Brasil sentiu, e sentirá muito esta crise internacional. Então o Lula disse que ele agiu como um médico que ao ver um paciente com uma grave e preocupante enfermidade diz a ele que o caso exigia cuidados, mas que com os avanços da medicina ele seria bem tratado.
Esta forma seria muito melhor do que chegar ao paciente e dizer:
“Meu caro você sifu” 
Sifu quer dizer na linguagem formal “Se Fudeu”
Todos os jornais publicaram, os blogs comentaram, os meios televisivos falaram e a Radiobrás que publica na íntegra todos os discursos do presidente (É uma de suas funções) quando chegou na hora do “Sifu” disse que Não foi possível entender e que havia ficado em branco. E em todo o Brasil a única emissora que não entendeu o que o presidente disse foi a radio do governo. Está mais do que na hora de limpar os ouvidos do Franklin Martins e mostrar a ele o seja transparência.
E as hipocrisias continuam, dentro da crise com os dois pés, o Brasil está apenas vivendo de tempo emprestado antes que o tsunami chegue para valer. O presidente em seu ultimo pronunciamento do ano disse para que o pessoal não tivesse medo de gastar, e que com juízo fosse às compras de natal e tivesse um bom natal.
Este discurso, não serviu para os quatro mil trabalhadores dispensados da Vale do Rio Doce, outros das montadoras de veículos e milhares que perderam o emprego por causa da crise.
Com esta falta de transparência, as notícias vão aparecendo devagar, e por mais que o Lula tenha bradado sobre o Brasil estar sofrendo com os problemas dos outros, e que nada tivemos a ver com esta crise, as mentiras e os brados vão se esvaindo e começam a surgir novidades como este email que recebi recentemente e que estou publicando na íntegra.
Os fatos mencionados mereceram de minha parte uma pesquisa na net, e aparentemente é tudo real.
Leiam este email:
ITAÚ. Verdadeira BOMBA
*Assunto: Itau*
“Cheguei há pouquinho do Rio, onde trabalhei muito, …não poderia deixar de responder esse seu mail agora, porque há mais de 2 meses o ‘pessoal’ da Ágora de São Paulo (você conhece?) me ’bateu a bola’ e a passei a alguns amigos nos USA e não sei se também copiei p/ VC;
de que o Henrique Meirelles tinha ido às pressas para Nova York, devido à falência da AIG, maior seguradora dos USA e que o Governo Americano tinha estatizado!
O Bush e seus asseclas, por pura pressa e INCOMPETÊNCIA, não tinham avaliado as muitas implicações internacionais dessa medida.. Dentre muitas a AIG era controladora do UNIBANCO.
Portanto o UNIBANCO PASSAVA A PERTENCER AO GOVERNO AMERICANO, e, salvo o compulsório, a AIG tinha esvaziado a caixa do UNIBANCO e a tinha ’enchido de hipotecas podres americanas’.
Resultado: O Banco Central emprestou a fundo perdido, dinheiro ao ITAÚ, que não precisava e forçou o BNDES a emprestar dinheiro a ‘taxas simbólicas’ ao ITAÚ, para o mesmo fim.
Na realidade, você e eu compramos o UNIBANCO!!
E os ‘títulos podres’ do AIG ficaram pro Banco Central!
Um novo PROER igual ao Marka/Fonte/Cindam concedido ao nosso ‘amigo’ Salvatore Cacciolla!!!
Isto tudo é pura verdade e pode passar adiante!!!
Há ainda o Banco Panamericano (Silvio Santos ) que ‘explodiu’
e a Financeira Aymoré, que financiou, sem garantias, a compra de milhares de carros 0 km, com entrada de R$1,00 e
pagamentos das primeiras 72 prestações só em março de 2009!!!
Esta BOMBA e outras vão ‘estourar no colo’ de alguém blindado…
Aí e depois, com as outras: CASAS BAHIA E INSINUANTE etc., vamos ver como ficam as coisas…
PORTANTO, NÃO COMPRE CARROS , ELETRODOMESTICOS , COMPRE O ESTRITAMENTE NECESSÁRIO , DEPOSITE SEU DINHEIRO EM BANCOS FEDERAIS (BANCO DO BRASIL E CAIXA ECONOMICA) EVITE TOTALMENTE DE EMPRESTIMOS E FINANCIAMENTOS.
OS CARROS TV PLASMA ELETRODOMESTICOS ESTAO SUPERFATURADOS MUITO ALEM DOS PREÇOS , AGUARDE ATE MARÇO DE 2009 POIS VOCE PODERA COMPRÁ-LOS POR 1/3 DO PREÇO DE HOJE , APLIQUE SEU DINHEIRO EM POUPANÇA DE BANCOS FEDERAIS.
DEPOIS DO NATAL VEM UMA BOMBA FINACEIRA DE ALTA POTÊNCIA , QUEM VIVER VERÁ …… AGUARDE!
E depois de mais um flagrante de falta de transparência, quero falar de outro assunto que tenho atravessado na garganta.
È esta misteriosa popularidade do Lula nas pesquisas de opinião.
O jornal Estado de São Paulo, o Estadão, publica uma enquete muito curiosa e que qualquer um pode entrar e votar, e conferir os resultados.
http://www.estadao.com.br/pages/enquetes/default.htm?id_enquete=361
No momento em que entrei e votei na enquete, 80% dos votantes dizia que não aprovava o governo Lula que obteve de acordo com a pesquisa CNT sensus, em dezembro, 80,3% de aprovação.
Exatamente o oposto da enquete do estadão.
A CNT é um órgão inteiramente ligado ao sindicato e fez parte do grupo do Marcos Valério e do mensalão e ao governo e por isto muito suspeito. Foi a CNT que dava para a Martha uma vantagem na corrida pela prefeitura de São Paulo. E deu no que deu.
Eu pessoalmente não acredito que honestamente mais de 40% possa estar aprovando o governo deste ignorante, mentiroso, desonesto, e presunçoso pelego que exerce o cargo de presidente.
Podem escrever….
Quando perguntaram ao Lula sobre as eleições em São Paulo para prefeito, ele saiu com esta:
“- Vocês podem escrever isto, a próxima prefeita de São Paulo será a Marta.”
Isto é uma afirmativa muito forte, para quem sabia que nas pesquisas de preferência, naquele momento, a Marta andava mal, uns 16 pontos abaixo de seu opositor o atual prefeito Kasab.
Ou o Lula não acredita nas pesquisas, onde ele tem uma aprovação de 80% (eu não acredito também), ou ele sabe que de uma forma ou de outra eles vão virar a mesa e ganhar na marra.
Isto me faz lembrar uma anedota muito contada em Nova York.
Nos Estados Unidos, principalmente na parte nordeste, o emigrante polonês leva afama de ser burro. (como o português no Brasil).
Então aí vai a piada:
Com se reconhece o polonês em uma rinha de galos?
Resposta:
È o que tem o pato debaixo do braço.
E como se sabe que a máfia está controlando a rinha?
Resposta:
O pato ganhou a briga.
Se a Marta levar esta eleição em Sampa, as cartas foram marcadas.
Se não levar, o Lula perdeu uma boa oportunidade em ficar calado.
E como bem sabemos não foi a única e nem será a ultima.
Falar asneiras é com ele mesmo.
Além de falastrão, ignorante e presunçoso, o Lula também é um hipócrita, e lendo a coluna da Adriana http://www.prosaepolitica.com.br/index.php
Encontrei este artigo do Raphael Curvo que fala justamente desta hipocrisia:
Hipocrisia, eu?
Por Raphael Curvo (*)
Estranhos movimentos estão a volver as ações e medidas legais, em tramitação, pelos bastidores do Congresso Nacional voltadas a “amparar” o sistema financeiro nacional contra a crise que, segundo o presidente, ainda não chegou ao Brasil. São “marolinhas”. Mal sabe que o “tsuname” econômico vem precedido de algumas marolas financeiras. Em seus discursos sempre prega a solidez do nosso mercado, das instituições bancárias e empresariais. No estilo do Galo da Madrugada, do carnaval de Recife, o governo botou o bloco da MP 443 na rua.
É notório que o discurso presidencial não tem seu devido lastro na realidade brasileira. O temor do resultado desta crise econômica nas eleições de 2010 está levando o governo à um processo de desespero político muito cedo. Isto se deve a aura criada em torno do mantra “nunca antes neste País”, que levou o governo e seus séquitos a imaginar longos anos no poder sob a égide do “mito”. Os processos e resultados eleitorais de 2008 estão traduzindo o momento político do Brasil. Percebe-se, com claridade, que a transferência de dinheiro, dos programas sociais e outros, não implica, necessariamente, em transferências de votos. Aí está o elo do desespero político atual e de 2010.
O presidente procura a todo custo desvincular a sua aprovação popular deste procedimento de distribuição de dinheiro. Quer fazer entender que, os índices das pesquisas, têm muito ou só a ver com a sua capacidade e competência de governar. Os seus ataques estão nitidamente inseridos de insegurança na manutenção do poder em 2010, via este fator. Fórmulas como as que foram apresentadas pelo governador Blairo Maggi, estender os mandatos até 2012, são de alta potência resolutória ao governo neste ponto e, também, para os acontecimentos que ainda estão a caminho em 2009 e seus efeitos nas próximas eleições.
Não é difícil entender, penso, que ao tomar tais atitudes contidas na MP 443, estas vão além do simples fato da crise. Há algo de podre no bojo dessa Maldade Pública 443. Basta atentar um pouquinho e veremos que lembra a “habilitante chavista” para o setor e perfumada com saudosas rosas vermelhas. Traz no seu bojo um forte cheiro de estatização. Não estabelece o retorno da participação, de forma concreta e real, às empresas atingidas pelos tentáculos oficiais. Oficializa, entendo, de forma disfarçada, a compra de empresas, financeiras ou de serviços, sem necessidade de qualquer ato legal de aprovação.
Essa história de que a MP 443 “é mais um instrumento de ajuda às instituições financeiras com problema de liquidez provocadas pela crise internacional” é a pura indicação da esperteza que está em curso para manutenção do controle do Poder nas próximas eleições. O sistema de apoio existente é suficiente para o atendimento das necessidades na área econômica e perfeitamente controlável.
Qual empresário da construção civil não vai querer a CEF como
sócia? É um monstruoso arranjo financeiro e que tem um forte odor de caixa de campanha. Onde estão a robustez do mercado e a sólida economia esbravejadas nos discursos do presidente e nas entrevistas do ministro da Fazenda? Era mentira?
A verdade, que sempre esconderam e escondem, virá à tona antes do Natal de 2008. O Sr. Mantega será um dos bodes. Não é um exercício de adivinhação, é o sentido lógico dos acontecimentos. O nosso Ministro da Fazenda é uma fraude. Assim será considerado para proteger o “enganado”, que nada sabe. Alimentou falsas esperanças em toda população. Os interesses eleitorais e de poder, razão maior no cerne do governo, não permitiram a decência política em ser transparente à população. O desespero é grande. Já sabem o tamanho da pedra que engoliram, mas não avaliaram se tinham um canal de saída compatível.
A campanha do pré-sal foi ladeira abaixo. Este fato me leva a pensar que o governo e seus auxiliares nada sabiam do que andava se passando na economia mundial. Deixaram o presidente sonhando com o dinheiro do pré-sal, impossível àquela época e muito menos agora e por muitos anos. Presidente, onde está o hipócrita?
(*) Raphael Curvo é jornalista, advogado pela PUC-RJ e pos graduado pela Cândido Mendes-RJ.
A força da lei
Eu não entendo porque em uma campanha política, acirrada coma a de São Paulo, não aparecem todos os fatos ligados à infração da lei de responsabilidade fiscal pela candidata Martha Favre, quando prefeita da capital paulista.
O desdém à lei foi muito fragrante e propiciou a emissão de uma medida provisória Nº 237 pelo executivo para se evitar e descartar a possibilidade de uma condenação de Marta.
Existe uma sentença de 2005 pelo supremo que arquiva o processo contra Martha, mas também admite que houve transgressões da lei pela então prefeita.
Bem aqui se pode notar que a medida provisória, com força de lei, Praticamente obrigou ao Ministro do Supremo Eros Grau, relator do processo contra Martha, a arquivar o processo.
Se fosse considerado processo antes da medida provisória, Martha correria sim o serio risco de ir para a cadeia.
O blog do marido dela, apenas fala que ela foi absolvida de qualquer crime pelo supremo.
Isto não é verdade, e pode-se notar isto na sentença. Ela foi absolvida do crime constante do processo porque depois de feito o processo pelo MP, apareceu a modificação na lei, com a medida provisória, que levou o relator do supremo a arquivar o processo.
Mas mesmo assim consta da sentença que existiam outros crimes na administração de Martha, mas que não constavam deste processo.
As despesas assumidas por Martha pouco antes de sair do governo, foram amenizadas pelo conteúdo da medida provisória.
. Em suma, embora se tenham verificado algumas irregularidades de cunho formal, a Corte de Contas constatou a necessidade da execução das despesas realizadas e dos procedimentos adotados para a contínua atuação da Administração em satisfação ao interesse público.
9. Nos termos do art. 359-C, do Código Penal, dispositivo que tutela a observância da LRF, constitui crime:
´Art. 359-C. Ordenar ou autorizar a assunção de obrigação, nos dois últimos quadrimestres do último ano de mandato ou legislatura, cuja despesa não possa ser paga no mesmo exercício financeiro ou, caso reste parcela a ser paga no exercício seguinte, que não tenha contrapartida suficiente de disponibilidade de caixa.
Pena – reclusão, de 1 (um) a 4 (quatro) anos.´
10. No caso em tela, as irregularidades apontadas no julgamento das contas do exercício de 2004 não foram suficientes para configurar o descumprimento do art. 42 da LRF, o que afasta o crime previsto no art.359-C acima transcrito. Inclusive, a Assessoria Jurídica de Controle Externo asseverou estar caracterizada conduta ativa do Executivo para o atendimento da LRF (fls. 70, do apenso 01).
Determino o arquivamento do feito.
Junte-se a petição protocolada sob o n. STF-182.694/2007.
Publique-se.
Brasília, 11 de fevereiro de 2008.
Ministro Eros Grau
- Relator -
Medida Provisória nº 237, de 27 de janeiro de 2005
DOU de 28.1.2005, Edição Extra
Autoriza a União a prestar auxílio financeiro aos Estados, ao Distrito Federal e aos Municípios, com o objetivo de fomentar as exportações do País, e dá outras providências.
Alterada pela Medida Provisória no 240, de 1 de março de 2005.
O PRESIDENTE DA REPÚBLICA, no uso da atribuição que lhe confere o art. 62 da Constituição, adota a seguinte Medida Provisória, com força de lei:
Art. 1o Fica a União autorizada a entregar aos Estados, ao Distrito Federal e aos Municípios, no exercício de 2005, o montante de R$ 900.000.000,00 (novecentos milhões de reais), com o objetivo de fomentar as exportações do País, de acordo com os critérios, prazos e condições previstos nesta Medida Provisória.
Art. 2o A parcela pertencente a cada Estado, incluídas as parcelas de seus Municípios, e ao Distrito Federal será proporcional aos coeficientes individuais de participação discriminados no Anexo desta Medida Provisória.
Parágrafo único. O montante citado no art. 1o será entregue aos Estados, ao Distrito Federal e aos Municípios na razão de um doze avos no último dia útil de cada mês, observado o disposto no art. 6o.
Art. 3o Do montante dos recursos que cabe a cada Estado, a União entregará diretamente ao próprio Estado setenta e cinco por cento, e aos seus Municípios, vinte e cinco por cento.
Parágrafo único. O rateio das parcelas dos Municípios obedecerá aos coeficientes individuais de participação na distribuição da parcela do ICMS de seus respectivos Estados, a serem aplicados no exercício de 2005.
Art. 4o Para a entrega dos recursos à unidade federada, a ser realizada por uma das formas previstas no art. 5o, serão obrigatoriamente considerados, pela ordem e até o montante total da entrega apurado no respectivo período, os valores das seguintes dívidas:
I – contraídas junto ao Tesouro Nacional pela unidade federada, vencidas e não pagas, computadas primeiro as da administração direta e depois as da administração indireta;
II – contraídas pela unidade federada com garantia da União, inclusive dívida externa, vencidas e não pagas, computadas inicialmente as da administração direta e posteriormente as da administração indireta; e
III – contraídas pela unidade federada junto aos demais entes da administração federal, direta e indireta, vencidas e não pagas, computadas inicialmente as da administração direta e posteriormente as da administração indireta.
Parágrafo único. Para efeito do disposto no inciso III deste artigo, ato do Poder Executivo Federal poderá autorizar:
I – a inclusão, como mais uma opção para efeito da entrega dos recursos, e na ordem que determinar, do valor correspondente a título da respectiva unidade federada na carteira da União, inclusive entes de sua administração indireta, primeiro relativamente aos valores vencidos e não pagos e, depois, aos vincendos no mês seguinte àquele em que serão entregues os recursos; e
II – a suspensão temporária da dedução de dívida compreendida pelo inciso III do caput, quando não estiverem disponíveis, no prazo devido, as necessárias informações.
Art. 5o Os recursos a serem entregues mensalmente à unidade federada, equivalentes ao montante das dívidas apurado na forma do art. 4o, serão satisfeitos pela União pelas seguintes formas:
I – entrega de obrigações do Tesouro Nacional, de série especial, inalienáveis, com vencimento não inferior a dez anos, remunerados por taxa igual ao custo médio das dívidas da respectiva unidade federada junto ao Tesouro Nacional, com poder liberatório para pagamento das referidas dívidas; ou
II – correspondente compensação.
Parágrafo único. Os recursos a serem entregues mensalmente à unidade federada equivalentes à diferença positiva entre o valor total que lhe cabe e o valor da dívida apurada nos termos do art. 4o, e liquidada na forma do inciso II deste artigo, serão satisfeitos por meio de crédito, em moeda corrente, à conta bancária do beneficiário.
Art. 6o Para efeito de aplicação desta Medida Provisória, o Ministério da Fazenda definirá, em até sessenta dias a contar de sua publicação, as regras da prestação de informação pelos Estados e pelo Distrito Federal sobre a efetiva manutenção e aproveitamento de créditos pelos exportadores a que se refere o art. 155, § 2o, inciso X, alínea “a”, da Constituição.
Parágrafo único. O ente federado que não enviar as informações referidas no caput ficará sujeito à suspensão do recebimento do auxílio de que trata esta Medida Provisória.
Art. 7o A regularização do envio das informações de que trata o art. 6o permitirá o recebimento dos recursos no mês imediatamente posterior, observado o disposto no parágrafo único do art. 2o.
Art. 8o (Revogado pela Medida Provisória no 240, de 1 de março de 2005).
Art. 9o O art. 8o da Medida Provisória no 2.185-35, de 24 de agosto de 2001, fica acrescido de § 2o, passando o seu parágrafo único a vigorar como § 1o, com a seguinte redação:
“§ 1o Excluem-se das vedações a que se refere o inciso II:
I – a contratação de operações de crédito instituídas por programas federais, destinadas à modernização e ao aparelhamento da máquina administrativa dos Municípios;
II – os empréstimos ou financiamentos junto a organismos financeiros multilaterais e a instituições de fomento e cooperação ligadas a governos estrangeiros, que tenham avaliação positiva da agência financiadora, ao Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social – BNDES e à Caixa Econômica Federal, desde que contratados dentro do prazo de seis anos contados de 30 de junho de 1999 e destinados exclusivamente à complementação de programas em andamento; e
III – as operações de crédito destinadas à implantação de projeto de melhoria em sistemas de iluminação pública, no âmbito do Programa Nacional de Iluminação Pública Eficiente – Reluz.
§ 2o Os efeitos da exclusão a que se refere o inciso III do § 1o retroagem a 29 de junho de 2000.” (NR)
Art. 10. Esta Medida Provisória entra em vigor na data de sua publicação.
Brasília, 27 de janeiro de 2005; 184o da Independência e 117o da República.
Agora leiam este artigo que encontrei no blog do Noblat, de autoria da Lúcia Hippolito:
Marta Suplicy e a irresponsabilidade fiscal
Comentário da cientista política Lucia Hippolito na CBN:
” Antes tarde do que muito tarde. Finalmente, a Comissão de Assuntos Econômicos do Senado aprovou um pedido ao Ministério Público de São Paulo para que abra inquérito contra a ex-prefeita Marta Suplicy por descumprimento da Lei de Responsabilidade Fiscal.
O assunto ainda tem que ir ao plenário, mas é sintomático que a ex-prefeita só tenha obtido o apoio dos quatro senadores petistas que são membros da CAE. O restante votou contra ela.
A ex-prefeita pode ser condenada até a dois anos de prisão e, principalmente, poderá ter que dar adeus ao sonho de ser candidata do PT ao governo de São Paulo.
No início do ano passado, Marta contratou uma operação de crédito para ampliar um programa em andamento na Prefeitura de São Paulo, mas sem autorização prévia da Comissão de Assuntos Econômicos do Senado, como manda a lei. A CAE é responsável pela análise e aprovação dos pedidos de créditos feitos pelas Prefeituras.
O Ministério da Fazenda fez tudo para ajudar a ex-prefeita, chegando inclusive a editar a Medida Provisória nº 237, para tentar ajeitar a irregularidade.
Mas a Câmara de Vereadores de São Paulo e a Comissão de Assuntos Econômicos do Senado não concordaram.
É verdade que a atitude de Marta Suplicy não contribuiu para melhorar as coisas. Convidada várias vezes a comparecer à CAE para se explicar, Marta preferiu desconsiderar o chamado dos senadores e enviar uma correspondência, que foi considerada insuficiente.
O relatório aprovado na CAE pede ao Ministério Público que processe a ex-prefeita por improbidade administrativa, crime de responsabilidade e descumprimento do Código Penal.
Em sua defesa, Marta Suplicy argumentou que as Prefeituras do Rio de Janeiro, Salvador, Campinas, Araçatuba e Valinhos fizeram a mesma coisa.
Com todo o respeito por essas valorosas cidades, alguém acha mesmo que se Marta Suplicy não estivesse correndo o risco de ir para a cadeia, o governo Lula ia se lembrar de fazer uma Medida Provisória para salvar o prefeito de Araçatuba e de Valinhos?!”
Certamente, talvez…..
“Certamente, talvez seja uma das maiores crises que o mundo já viveu”.(Lula da Silva)
Que tremenda falta faz uma escolinha básica ao seu presidente.
Sem uma boa escola básica, que o presidente menospreza e despreza as 300.000 vagas universitárias que ele está apregoando vão ser preenchidas por pessoas como ele e o que sair destas vagas universitárias estarão envergonhando o mundo com suas asneiras.
Exatamente como ele.
E as obras do PAC (Programa de Aceleração da Corrupção)?
Desde que foi implementado, não pararam de sair notícias sobre as irregularidades nas obras do PAC.
Para início de conversa, o tal PAC, nada mais é do que as obrigatoriedades orçamentárias do governo sob um novo nome de mercado. 70% destes investimentos serão feitos pela Petrobrás, que já constavam de seus planos orçamentários de longo prazo. Os restantes 30%, são as obras que deveriam ter sido feitas no primeiro mandato, que foram esquecidas em favor do aparelhamento da máquina e o inchaço no governo.
Depois que a infra-estrutura desabou, o governo resolve fazer a toque de caixa o que deveria ter feito e que não foi feito e chama isto de PAC.
O resultado é o que se esperava, sem controle e com metas impossíveis de serem cumpridas, os recibos e notas são esquecidos em favor da urgência, o superfaturamento vira uma constante, e o contribuinte se encarrega de cobrir este enriquecimento ilícito.
Este enriquecimento não é privilégio das obras do PAC, o Flavio Luiz da Silva, não está executando nenhuma obra do PAC e se enriqueceu repentinamente, e provavelmente ilicitamente.
Na inútil e perigosa OBRA DA TRRANSPOSIÇÃO DAS ÁGUAS DO RIO SÃO FRANCISCO, o encarregado da obra, Agatunado Gedel Vieira Lima, gastou os primeiros 90 milhões com poucas ou nenhuma nota fiscal ou empenho regularizado e a obra foi embargada pelo TCU.
Vocês estão lembrado da famosa operação de emergência “Tapa Buracos” pouco antes das eleições de 2006 ?
Pois é 90% destas obras estão em dívida com o TCU, por falta de justificativa dos gastos.
O seu presidente (meu eu garanto que não é) como recompensa por este escalavro, por suas famosas abobrinhas ganha em uma pesquisa (questionável) 80% de
aprovação do seu governo.
É mole?
Para não ficar como apenas fofoca reproduzo uma recente reportagem sobre as obras deste governo, e apenas a mais recente de várias que geralmente aparecem nas notícias.
Com estas freqüentes notícias e esta aprovação de 80%, fica evidente que 80% dos eleitores usam o jornal apenas para limpar o rabo
Leiam a reportagem:
TCU pede a paralisação de 48 obras da União
LORENNA RODRIGUES
da Folha Online, em Brasília
Atualizada às 16h26
O TCU (Tribunal de Contas da União) recomendou nesta terça-feira a paralisação de 48 obras federais, sendo 13 do PAC (Programa de Aceleração do Crescimento). A recomendação foi feita ao Congresso Nacional, que é quem decidirá pela paralisação ou não das obras.
Entre as obras do PAC está a construção do terceiro terminal de passageiros em Guarulhos (SP). O tribunal encontrou sobrepreço no projeto básico, além de restrições à competição no edital e outras irregularidades no documento. O tribunal pediu também a paralisação da reforma do aeroporto Santos Dumont (RJ), que, de acordo com o tribunal, apresentou alterações indevidas no projeto.
O tribunal pediu ainda a retenção do pagamento de 12 obras. O órgão encontrou ainda 78 obras com irregularidades, mas não recomendou a paralisação. Das 153 obras fiscalizadas, apenas 15 não tinham ressalvas.
A previsão é que as recomendações do tribunal tragam uma economia de R$ 3 bilhões aos cofres públicos. O total de obras fiscalizadas soma R$ 26 bilhões.
No ano passado, o tribunal determinou a paralisação de 77 obras, entre as quais a transposição do rio São Francisco
Estava demorando a aparecer……
Estava demorando a aparecer……
Saiu na coluna do Claudio Humberto:
21/08/2008 | 00:00
Dilma e Geddel, a chapa de Lula
O presidente Lula parece decidido a levar adiante a candidatura da ministra Dilma Rousseff (Casa Civil) à sua sucessão, em 2010, e até já pensa no companheiro de chapa dela. Em conversa com políticos do Rio de Janeiro, entre os quais o vice-governador Luiz Fernando Pezão, Lula afirmou que o ideal seria uma chapa PT-PMDB e, se depender dele, o candidato a vice é o ministro Geddel Vieira Lima (Integração Nacional).
Este político baiano, que foi apelidado pelo finado ACM de “Agatunado”, tem uma tremenda fama de aproveitador (para quem conhece a peça já sabe como ele aproveita).
Foi encarregado de gerenciar uma verba para ser utilizada na condenação à morte do Rio São Francisco, de 6,2 bilhões de reais.
Os primeiros noventa milhões gastos nesta obra foram questionados pelo TCU, e depois da notícia não se ouviu mais nada. De acordo com as primeiras notícias de aproximadamente um ano atrás havia notas frias, notas falsas, falta de comprovantes e outras falcatruas.
Agora, vem esta notícia da possibilidade da candidatura deste político para vice da Dilma.
Quem quer casar com a dona baratinha que tem dinheiro na caixinha?
Vem que tem.
Eta Brasil…..
A popularidade do desgoverno
A popularidade do desgoverno
Eu não sei como o desgoverno Lula pode ser tão popular.
Outro dia em uma estatística do IBGE, o número de eleitores para esta próxima eleição está bem perto dos 130.000.000. Deste total apenas 3% tem curso superior (3.900.000).
Em outra pesquisa sobre o ensino básico no Brasil – WWW.todospelaeducacao.com.br –, estamos, entre os 56 países pesquisados, em ultimo lugar geral, e em todas as matérias.
Em política internacional, depois da euforia inicial, perdemos em tudo que investimos. Culminando agora na rodada de Doha onde além das gafes internacionais do Ministro Celso Amorim, ficamos mal com os países latino americanos, ficamos mal com os países do G8, e ficamos mal também com a China. Na América Latina, estamos bancando e financiando tudo sozinhos e os parceiros apenas entram para tirar vantagens em tudo e o Brasil entra com as perdas. Na sociedade para construir uma refinaria em Pernambuco, a sócia Venezuela apenas entrou com a presença e duas visitas e cobranças pelo Hugo Chavez de sua aprovação no congresso brasileiro para fazer parte do MERCOSUL. Dinheiro nada. O BNDES já emprestou a fundo perdido para a Venezuela, mais de 12 bilhões de dólares. Este dinheiro não é do Lula, é dinheiro do FAT e, portanto dos trabalhadores brasileiros que podem tomar um grande calote.
A tentativa de uma cadeira permanente no comitê deliberativo da ONU, onde para isto perdoamos dívidas enormes aos países africanos, o Lula visitando países africanos sem nenhum motivo aparente, nem político nem comercial, apenas para tentar angariar os votos destes países para a posição na ONU. E no final não ficamos com nada apenas perdas.
Agora nos esportes, entramos nas olimpíadas de Pequim, com o maior contingente das ultimas presenças e vamos nos retirar com o pior resultado dos últimos tempos.
O comitê olímpico, presidido a mais de vinte anos pelo Carlos Arthur Nuzman, é uma mina de corrupção como durante os jogos pan-americanos, onde 12 das vinte empreiteiras que faziam parte dos trabalhos de implantação do parque para os jogos pertenciam a parentes e amigos pessoais do senhor Nuzman. Esta notícia rolou e parou e ninguém fez nada a respeito. Cadê o TCU ou a Policia Federal com os grampos?
A Polícia Federal, nuca prendeu tantos corruptos como agora, mas isto não é apenas por causa do trabalho da polícia como também nunca na história deste país se transgrediu tanto, se roubou tanto, com tanto cinismo e descaramento. Apesar dos caros e incessantes trabalhos da Polícia Federal, não tem nenhum contraventor, ladrão, político, preso por seus atos ilegais. Dentro da cúpula do desgoverno, dentro dos ambientes mais íntimos das vísceras desgovernamentais, se encontram os cabeças e executores de vários dos mais flagrantes delitos sem que nenhuma destas pessoas esteja ao menos preocupada com qualquer tipo de punição. O Apedeuta chamou seus mais próximos colaboradores de “ALOPRADOS”, e pronto já foi castigo suficiente. Os 1,7 milhões de reais que foram flagrados nas mãos dos aloprados, estão até hoje esperando o dono aparecer.
Estamos em uma crise inflacionária, nem tanto por causa do desgoverno, mas também por questões internacionais diversas, (que por sinal foram também responsáveis pelo crescimento durante o desgoverno) mas o desgoverno não entrega os pontos e diz que estamos muito bem.
Agora, em um rampante totalitário, o desgoverno quer criar uma nova estatal, paralela à Petrobrás, para explorar o pré-sal, reserva esta descoberta pela Petrobrás com recursos dos acionistas. Isto segundo notícias é para não ter que dividir os lucros com os acionistas que pagaram os contratos de risco para a exploração e descoberta das reservas do pré-sal. Deve ser coisa da cabeça doentia do rei do tártaro, o Marco Aurélio “top top” Garcia.
Grande roubo este, bem comparado ao do EVO MORALES com as refinarias da Petrobrás.
Coisa ruim e ditatorial, este governo aprende rápido.
Resultados bons com as idéias mirabolantes, o apedeuta não apregoa porque não os tem.
Veja esta reportagem abaixo, exemplo dos feitos do governo.
Quem está aprovando este governo não sabe disto e se sabe não lhe interessa, pois deve estar se locupletando com as peripécias do desgoverno.
5. Berço do Fome Zero, Guaribas segue na miséria
O Valor Econômico (para assinantes) teve a oportuna idéia de visitar a pequena Guaribas, no Piauí, cinco anos e meio depois de ter sido escolhida como vitrine do então recém-lançado Fome Zero. A lógica do programa de fazer um trabalho emergencial (alimentar a população) para que depois a cidade se desenvolvesse pelas próprias pernas fracassou. Passada a empolgação inicial, Guaribas não avançou nada. A agricultura e o comércio são insignificantes e quase a totalidade das famílias continua dependendo do Bolsa-Família, num ciclo que dificilmente vai se encerrar a curto prazo. Um retrato bem brasileiro.
Bem que outro dia recebi por Email o resultado de uma estatística, que não apregoaram a fonte e não sei se verdadeira, mas está pelo menos engraçada e pela aprovação recorde do desgoverno Lula, pode muito bem ser verdadeira:
Da totalidade dos eleitores, apenas 20% têm o hábito de ler o jornal. Os demais 80% usam o jornal apenas para limpar o rabo.
A lei seca do Lula II.
A lei seca do Lula II.
Outro dia em uma conversa com o meu irmão José, ele manifestou a sua opinião sobre as estatísticas favoráveis depois de estabelecida a Tolerância Zero pelo governo Lula:
“Se houvesse o aparato de fiscalização nas ruas o tempo todo da mesma maneira que estão atuando agora depois da Tolerância Zero, teriam também diminuído os incidentes com os bêbados dirigindo. Os limites antigos com 0,6% de álcool no organismo, não são considerados embriaguês suficiente para o motorista perder o controle e causar acidentes”
Outro comentário inteligente sobre esta nova medida, é que isto é mais uma medida arrecadatória, mais uma maracutaia para alguém ganhar muito dinheiro com a venda de bafômetros que podem ser comprados no site de compras “EBay” por US$100,00 e estão sendo vendidos aos órgãos fiscalizadores pela merreca de R$6.000,00. E o comandante da Polícia Rodoviária Federal ainda disse cinicamente que importação é um negócio lucrativo e não uma obra de caridade.
Recebi também um Email revoltado que vou reproduzir na íntegra por conter muitas verdades e bater com a minha revolta sobre esta lei idiota que foi assinada pelo Lula para tirar um pouco o foco das ultimas maracutaias que foram divulgadas sobre sua administração, da crescente onda inflacionária que também é o fruto da gastança e do descaso infra-estrutural do país. Funciona assim assina-se uma lei destas e a revolta popular faz o povo colocar em segundo plano a perigosa onda inflacionária que não para de crescer.
Leiam este Email cheio de verdades:
Quem é o amigo da vez se você fizer um brinde no motel?
Da série “Curiosidades da Lei Filha da Puta/2008″:
1) O Dep. Hugo Leal, relator dessa obra de mestre, é evangélico e pertence ao PSC-RJ, eleito no palanque de ninguém menos que Anthony Garotinho. Nós sabemos que Garotinho por ser evangélico não bebe, mas o que ele faz sóbriozinho todo mundo sabe pela imprensa. E o que eu tenho a ver com a religião deles? Eles não podem respeitar a minha?
2) Os acidentes caíram 24% e o movimento noturno no Brasil todo caiu 60%, familias não brindam, namorados não brindam, um bombom é crime, restaurantes estão quebrando, garçons e cozinheiros sendo demitidos, pessoas não saem mais de casa.
3) Esse negócio de amigo da vez é coisa de moleque. Você sinceramente tem um amigo barbado, barrigudo, pai de familia que vai dirigir para você depois do happy hour? Você sinceramente vai com essa sua cara de babaca combinar com outros marmanjos de 50 anos de um de vocês não beber? É coisa de babaca não é? Isso é, ou não é pra destruir todos os bares e restaurantes? Só adolescente tem “amiguinho” que não bebe.
4) Tem coisa mais brochante do que não poder brindar num motel? Imagina, você brinda e do lado de fora já tem uma gente fina te esperando. Pensam que é brincadeira? Passem no motel flamingo em Brasília entre 19 e 22 horas, fica uma viatura do lado de fora vigiando um por um.
5) Depois de brochar, tem coisa mais brochante que pedir pra amiguinho dirigir pra você depois do happy hour?
6) Depois de brochar 2 vezes tem coisa mais brochante do que parar para um guarda fedorento que brochou a semana toda em casa e está louco pra te multar em R$ 500000 e ainda te obrigar a soprar naquela bosta chinesa transistorizada que agora tem poder de te prender?
7) Depois de brochar pela terceira vez dê um soco no nariz do filho da puta que defende essa lei porque “diminuiu 24%” dos acidentes. É claro, Einstein, ninguém mais está saindo. Se ninguém sai, ninguém bate o carro.
Eu experimentei sair de taxi. Depois de brochar 4 vezes, só isso é mais brochante. Você vai dar um beijinho nela e o taxista ta babando no retrovisor ouvindo Radioatividade sertaneja 2 AM.
9) Com esse transporte público de merda que tem no Brasil resta chamar um taxi. Uma corrida de 3 quarteirões custa R$ 15,00 na bandeirada 2. É, na verdade, mais um imposto brochante que o governo criou.
10) Sinceramente? Se você não se revoltar e não passar este email a TODOS seus amigos, você é um brocha.
É realmente revoltante ver que as polícias brasileiras, mal treinadas e incompetentes como vêm demonstrando ultimamente as notícias dos equívocos cometidos por esta gente, em vez de procurar dar mais segurança ao cidadão comum, estão todas as noites em plantão permanente perto dos lugares mais concorridos da noite, para pegar os incautos que tomaram talvez dois chopes, ou como vêm dizendo as autoridades que se você comer dois Bon bons de licor, você é uma ameaça à segurança pública.
Se houvesse uma forma de educar o cidadão nas escolas de base sobre as responsabilidades no trânsito, eu garanto que os índices de acidentes vão diminuir. Nos Estados Unidos a educação obrigatória no transito começa aos dez anos. E para terminar, os bêbados de plantão já saem de casa dirigindo bêbados às oito horas da manhã, quando não estão de plantão as Blitz do DETRAN.
Vou relatar um fato ocorrido comigo em 1980 no Chile, em pleno regime de força Pinochet:
Estava eu trabalhando com petróleo na cidade de Punta Arenas no sul do Chile, quando foi necessário fazer um inventário de tubos em um armazém a uns 80 quilômetros de distancia. No carro da empresa de petróleo, iniciamos a viagem quando uns 30 quilômetros à frente encontramos uma barreira com vários soldados armados e outras pessoas à paisano.
Um destes homens à paisano, muito bem vestido, se aproximou da janela do motorista e disse:
“- Senhores peço desculpas pelo incomodo, mas sou representante do judiciário local e tenho em minhas mãos um mandato judicial oficial que vou lhes dar uma cópia. Este mandato nos dá o direito de interromper a via pública para identificar os passageiros que passarem por aqui. Vou precisar apenas de seus documentos pessoais, para conferencia rápida e não vamos deter-los por muito tempo.”
E assim foi feito, os documentos foram conferidos em uns dez minutos, os soldados armados não se aproximaram, ficaram à distância apenas como uma garantia. E isto foi em uma ditadura.
Quase igual ao Brasil!
Constitucionalmente, o direito de ir e vir é uma garantia, e como no exemplo acima, deveria haver uma ordem judicial para interromper uma via pública, com pessoas educadas e a paisano para lidar com os cidadãos, deixando ao lado os integrantes armados, apenas para as emergências. Deveriam fornecer uma cópia do mandato aos cidadãos incomodados com a interrupção de sua rotina em uma via pública. Isto seria no mínimo uma atividade democrática e respeitosa às pessoas que estão pagando os salários das autoridades.
Mas o que esperar em um país democrático onde o cidadão é obrigado a votar????????????
Realmente, eu creio que depois da euforia inicial, as blits vão arrefecer e tudo vai ficar mais ou menos normal, como sempre acontece no Brasil. Menos a existência da lei que vai ficar pairando indefinidamente sobre as nossas cabeças.
Eu posso visualizar em uma festa dada por um cidadão com alguma ambição política, é motivo de preocupação para outro político da oposição deste pretensioso futuro político. Então este político preocupado move seus contatos políticos e consegue uma blits em uma das ruas principais perto da casa do futuro político e quase todas as pessoas que saem da festa são paradas e multadas. No dia seguinte no noticiário sai a manchete “Orgia e bebedeira em casa de fulano dá multa e cadeia dos participantes”
Qualquer desafeto de qualquer um pode ficar de espreita e produzir coisa semelhante enquanto existir esta lei imbecil.
Situação atual.
Situação atual.
A situação econômica do Brasil atual é muito séria.
Os indícios inflacionários herdados do governo FHC se deviam claramente ao medo empresarial que o governo Lula inspirava ao ser eleito, pois suas idéias econômicas eram desconhecidas, mas os radicais do partido pregavam uma economia de estado, re-estatização de empresas públicas, entre outras coisas. Quando estes medos não se realizaram e o novo governo seguiu basicamente a política herdada do governo anterior, os empresários se acalmaram, investiram na economia e a inflação que dava sinais de vida foi enterrada temporariamente. O mundo todo estava em franca ascensão e o Brasil foi de carona, as importações aumentaram, a balança comercial ficou superavitária trazendo muitos dólares ao país. Com a chegada de dólares, o valor da moeda americana caiu, prejudicando as exportações, e para valorizar a moeda incentivando os exportadores, o governo começou a comprar dólares. Foram tantas as compras, que as reservas externas brasileiras superaram os empréstimos junto ao FMI pela primeira vez na história, e isto melhora a credibilidade e o Brasil passa a ser economia de mercado.
Tudo azul, e o governo foi um sucesso econômico. Não longe disto, para comprar os dólares que criavam a melhor reserva da história, o governo se endividou internamente pagando um serviço desta dívida na ordem de 14% em média anual. Foi a maior dívida interna da história com a maior percentagem do PIB para pagar juros na história do país. 48% de toda a arrecadação vai ao encontro do serviço da dívida. Mas isto tende a acabar, pois a arrecadação está em alta e pode pagar esta dívida também. Erro, a arrecadação realmente está em alta, mas os gastos do governo também nunca foram tão altos. Este governo criou 29 novas estatais, contratou mais de 300.000 funcionários de confiança, liberou empréstimo a fundo perdido para países com crédito duvidoso, emprestou energia elétrica para a Argentina a preços inferiores ao preço de geração, (paga para gerar uma média de 275 reais o megawatt e cobra da Argentina apenas 70 reais) e gastou apenas com combustível das usinas termo-elétricas para evitar um apagão este ano, 1,3 bilhões de reais.
Agora este mês, o governo disse que iria cortar gastos e com a arrecadação em alta isto seria suficiente para segurar a inflação. Mas o governo não parou de gastar em coisas duvidosas, apenas vai gastar menos. A arrecadação aumenta 13% comparado ao ano passado e o governo propõe um corte de 4% no orçamento deste ano. O superávit primário, que é dinheiro para pagar juros vai passar de 3,8% para 4,5% do PIB. A arrecadação este ano vai beirar 01 trilhão de reais, que será bem perto de 40% do PIB (pela nova maneira de avaliar o PIB pelo IBGE aparelhado).
E porque existiria um problema com a inflação?
O governo Lula, não soube aproveitar um bom momento da economia mundial, e em vez de fazer as melhorias infra-estruturares tão necessárias ao país, gastou em tentativas assistencialistas e programas eleitoreiros visando uma fácil reeleição. Investiu em programas superfaturados e diretamente ilegais para satisfazer políticos aliados, investiu em viagens e empréstimos a países africanos buscando um apoio para conseguir uma cadeira permanente na ONU para o Brasil. Gastamos muito dinheiro, mas não conseguimos o apoio e esta parte da meta Lula está fora de cogitação. Não há cadeira permanente na ONU.
Sem infra-estrutura, o custo Brasil fica muito alto. Com a inflação internacional nos preços de alimentos, o Brasil acompanha. Com os juros um pouco mais baixos, (ainda o maior do mundo) o Brasil incentivou o crédito e com a renda familiar aumentada com os programas assistencialistas, o governo está incentivando o consumo, com o dinheiro da classe média.
Nunca se vendeu tanto a crédito como agora e com este consumo aumentando, as mercadorias e os alimentos estão em falta e os preços estão em alta causando uma inflação, que engole os ganhos reais que a classe mais pobre amealhou nos últimos anos de governo.
Com a inflação em alta, a tendência de inadimplência é alta e se generalizada será uma explosão como a crise imobiliária americana.
Para conter a inflação, existe a possibilidade de se subir os juros ficando mais caro para a indústria adquirir nova matéria-prima, e sem poder aumentar os juros em contratos de seis e sete anos, será uma tremenda crise industrial. Poderia o governo cortar drasticamente os gastos, vender as estatais adquiridas e com o dinheiro que sobrar amortizar parte da dívida interna, e gastar com infra-estrutura. Isto será um pouco para médio ou longo prazo e deveria ter sido pensado seis a sete anos no passado, mas não foi. Agora em ano eleitoral seria cortar os programas eleitoreiros dos partidos aliados, e o governo não vai fazer isto.
Com todo o mundo em uma crise, e sem ter fundos sobrando para servir de amortecedor, o governo não pode subir tarifas, pois a classe média não consegue mais absorver estes impostos, e a situação fica meio sem solução. Esta inflação está aqui para ficar e crescer.
Pobre Brasil!!!!!!!
O fim do IPEA.
De Élio Gaspari, hoje, da Folha de São Paulo:
29 de junho de 2008.
O comissariado petista do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada, o Ipea, está destruindo uma instituição sacrossanta surgida em 1964 e respeitada até mesmo pelas bruxas da ditadura. Fazem isso com a grosseria dos bolcheviques e os instintos manipuladores dos economistas de Néstor Kirchner. O último golpe da moçada foi a alteração da periodicidade da divulgação de projeções pela Carta de Conjuntura, uma publicação trimestral do instituto, criada em 1986.Mais: embargaram a divulgação de projeções macroeconômicas que já haviam sido mandadas para a próxima publicação. Pior: mantiveram um cenário de previsão do aumento do consumo entre 3,3% e 5%, quando cálculos já fechados indicam que a expansão poderá ficar entre 6% e 8%. Esse texto foi reescrito por pessoas que se julgam detentoras da visão genial do problema. Isso tudo acontece sob o guarda-chuva do ministro Mangabeira Unger, que até bem pouco tempo trabalhava em Harvard, e do professor Márcio Pochmann, vindo da Unicamp.Segundo o companheiro Miguel Bruno, que dirige a Carta, “o Ipea não quer alimentar especulações do mercado”. Falso, o negócio é não provocar expectativas ruins na sociedade. Felizmente Bruno nunca operou no mercado, pois teria quebrado se esperasse dados do Ipea para fechar seus negócios. A turma do papelório dos bancos lida com projeções diárias muito mais refinadas. Além disso, o Banco Central produz e divulga análises de boa qualidade. O que o comissariado quer é brincar de felicidade.Desse jeito, acabarão querendo orientar as pesquisas do IBGE. O mercado, ao contrário da roubalheira e do aparelhamento do Estado, é uma coisa essencialmente boa. Os países que seguiram sua dinâmica prosperaram. Os que tiveram idéia melhor, arruinaram-se.Bruno foi além e disse que, “antes, o Ipea atuava em dobradinha com o mercado financeiro”. O comissário precisa definir “antes”, “Ipea” , “atuava” e “dobradinha”. Até lá, fica no ar a desprimorosa suspeita de que o instituto esteve dominado por uma cáfila de especuladores.Havendo “antes”, há de haver “quem”. Está acontecendo no Ipea algo mais grave e primitivo do que o velho e bom disfarce das notícias ruins. Estão encostados ex-diretores recentes e pesquisadores de renome internacional, como Ricardo Paes de Barros. Foi ele quem fez as contas que puseram de pé o Bolsa Família.PB, como é conhecido, continua no Ipea por amor à camisa da Seleção, pois teve vários convites para saltar. Um deles, da Universidade de Yale. Num astucioso episódio, o economista Fábio Giambiagi foi defenestrado e devolvido ao BNDES. O Grupo de Conjuntura, onde se discutem tendências da economia, foi expurgado. Isso no campo do patrulhamento intelectual.Há também patrulhas funcionais. Já ocorreu caso de transferência, pelo telefone, de um economista que tinha mais de 20 anos de experiência num setor. O diretor de estudos macroeconômicos, doutor João Sicsu, jamais pôs os pés num seminário (exceção para uma homenagem a Maria da Conceição Tavares). Ele pode estar certo ao não usar o sistema de mensagens eletrônicas do instituto, mas isso não ajuda o bom andamento dos trabalhos.Com 300 economistas, o Ipea tornou-se uma instituição desorganizada, convertida em orquestra e platéia do egocentrismo de seu presidente que, do pódio, oferece refogados de pesquisas velhas com farofas novas, ao gosto do Planalto. Falta aos comissários a generosidade profissional de chefes recentes, como Roberto Martins, que contribuiu para o reconhecimento de Paes de Barros. Caso o doutor Pochmann queira seguir um exemplo, pode prestar atenção na conduta do presidente do IBGE, Eduardo Nunes.Se as práticas do comissariado petista estivessem em vigor ao tempo da ditadura, teriam sido afogadas as carreiras de economistas como Pedro Malan, Edmar Bacha, Regis Bonelli e Claudio Moura Castro. Foi graças a eles que os futuros petistas aprenderam (se é que aprenderam) de onde viria a crise da economia do Milagre Brasileiro.
Comentário final:
Alei de “Tolerância Zero” está em vigor
Se beber não dirija nada. Nem carros, Nem caminhões, nem motos, nem aviões, e muito menos o país.
Mudanças & promessas.
Mudanças & promessas.
Lula foi eleito com muita esperança por mudanças prometidas e repetidas em campanha. Mudanças no sistema tributário que ele definiu com extorsivo e inibidor de um crescimento que o Brasil merecia.
Mudanças políticas definidas por ele como a única forma do Brasil poder ser chamado de um país sério.
Mudanças éticas em todo o aparato administrativo, pois ele definiu em campanha que a transparência na administração publica seria uma de suas metas se fosse eleito presidente.
E ele foi eleito presidente e de acordo com a sua agencia de propaganda, a sua eleição foi definida como “A esperança venceu o medo”.
Depois de eleito, aconteceu muita coisa, menos as mudanças prometidas em sua campanha.
A mudança no sistema tributário onde ele alegava ser impossível um país crescer com tamanha carga tributária, ele aumentou descaradamente todos os tributos, e as mudanças prometidas foram esquecidas, o modo do IBGE calcular o PIB (Produto Interno Bruto) foi modificado para camuflar tanto o crescimento como a carga tributária, mas a nossa arrecadação tributária bate recordes atrás de recordes e é descaradamente a maior da planeta. O lema entre os empresários é :
“Se não sonegar não agüenta”.
As mudanças políticas ele fez, foram uma festa de compra do legislativo corrupto, que todo comprado aprova as mais loucas medidas antidemocráticas jamais vista neste país.
As mudanças éticas e a transparência foram por água abaixo, e hoje a definição de ética no Brasil, está totalmente desvirtuada em favor da falta de pudor e de deslavada propagação da mentira por parte principalmente do primeiro mandatário.
Os seus programas de governo no primeiro mandato, como “Fome Zero”
“Primeiro Emprego” entre outros fizeram água e descaradamente foram esquecidos em favor de outro que veio parcialmente do governo anterior. Este programa foi renomeado e desvirtuado, se transformando no carro chefe do governo. No governo anterior foi criado para manter as crianças na escola, vacinadas e atendidas em postos de saúde. Esta era principalmente a condição de permanência no programa que se chamava “Bolsa Escola”. Tinha fiscalização, era um pouco limitado às regiões onde a evasão escolar era maior, e as condições de saúde eram piores. Este novo governo onde a esperança venceu o medo, renomeou o programa “Bolsa Família”, tirou as contra partidas, e expandiu este programa rapidamente por todo o território nacional. Com o aumento vertiginoso do tamanho do programa, a fiscalização ficou difícil, e as fraudes aumentaram também vertiginosamente, a ponto de funcionários públicos em Brasília serem pegos participando do programa.
Não existe contra partida e recentemente o IBGE (Órgão do Governo) constatou que nos municípios onde o gasto com o programa foi maior, a evasão escolar aumentou, o nível do ensino piorou e a criminalidade aumentou.
Hoje são 46 milhões de pessoas inscritas no programa “Bolsa Família”,
recebendo esmola do governo, sem nenhum incentivo para abandonar o programa e se transformarem em cidadãos independentes e colaboradores com a sociedade.
Estes participantes do programa com o pequeno acréscimo de renda do programa se transformaram em consumidores, aumentando o consumo de bens, levando com isto a um crescimento da indústria fornecedora dos materiais consumidos.
Mas pensem bem quem está sendo realmente o consumidor.
O governo é que está consumindo bens, pois está tirando dinheiro da classe média e dando para os mais pobres gastarem.
Seria como economizar andando a pé em vez de pegar o ônibus, sem contabilizar o gasto de energia, sapatos, tempo. E a economia seria ainda maior se em vez de ônibus, se corresse atrás de um taxi.
A indústria está crescendo, com as compras do governo, que para comprar mais eleva impostos que retira da classe média.
A indústria também está crescendo com o crédito desenfreado que foi dado ao consumidor, com prazos muito longos, juros altos, e promessas de estabilidade eterna. A inadimplência está crescendo mais do que a indústria, e quando a bolha explodir vai ser um “Deus nos acuda”.
E recentemente, a inflação, que foi durante cinco anos a menina dos olhos do governo, está dando sinais de retorno, sem que se encontre uma forma de controle por parte do governo que venceu o medo e agora está com medo.
E falando de mudanças reais temos a seguinte situação no Brasil
Transformações diretas
Baranga em Dama.
Pilantra em Presidente
Vavá em lambari
Crescimento Real
Crescimento da dignidade pessoal.
Trabalhando duro
Durante o caso do Vavá, vendendo influência em que foi pego pela segunda vez, o medico e escritor Carlos Alberto Reis Lima escreveu este artigo:
UM HOMEM DE AZAR
por Carlos Alberto Reis Lima
Lula é um azarado. Tudo o que ele toca suja suas mãos. Seus amigos têm uma vocação irresistível para a fraude, para a trapaça. Lula está cercado de mau olhado. Só os piores tipos dele se acercam abusando de sua extrema generosidade, de sua grande alma (mahatma), de sua bondade de coração – de sua maneira manteiga-derretida!
Lula por onde anda está cercado de gente que não presta; seus auxiliares o traem a toda hora; seus colaboradores tramam contra ele. Até o presidente Hugo Chàvez, que ele pensava que era seu amigo, disse coisas horríveis do Congresso brasileiro que ele comprou com tanto carinho! A traição o espreita. Uma vez, em Paris – lembram? – ele se queixou dela.
Essa Operação Navalha só pode ser coisa de invejosos do seu sucesso, dos seus discursos apurados de intelectual, de suas tiradas metafísicas-futebolísticas, embora ditas com amor, com compaixão pelos pobres, pelos irmãos, pelos gentios. Lula é um injustiçado. Agora querem acusá-lo de ter um irmão vigarista! Até a Polícia Federal o traiu. Tarso Genro, quem diria, seu Ministro da Justiça, trama contra ele. Renan Calheiros é injustamente envolvido em uma falcatrua com empresários e tem a sua vida privada aberta à execração popular. Sarney faz de tudo para protegê-lo … mas até quando? Um compadre seu, pasmem, teria relações promíscuas com dinheiro público em Diadema. Querem prejudicá-lo prendendo e denunciando seus amigos próximos e seus parentes mais queridos, querendo insinuar que ele, de novo, sabia de tudo.
Lula é um azarado. O presidente do seu Partido é um “aloprado”. O ex-presidente do PT, Genoíno, tem um irmão cujo assessor forrava as cuecas com dólares só para prejudicar Lula. O “nosso” Delúbio fazia maracutaias com o Marcos Valério (onde andará?) deixando o PT com a injusta fama de partido desonesto e corrupto. Sabem para quê tudo isso? Para atingir Lula; para ferir de morte a sua honestidade e a sua caridade! Essa gente que acompanha Lula há 30 anos não presta!
Chegaram a acusá-lo agora de ter vendido a Petrobrás da Bolívia ao Hugo Chàvez! Vejam aonde chega a maledicência desses invejosos! Imaginem se um presidente eleito pelo Foro de São Paulo faria tal coisa contra o patrimônio nacional! Lula está cercado. Tem gente embaixo de sua cama o roubando; tem ascensorista suspeito, motoristas inconfiáveis, que à primeira oportunidade o trairão e o deixarão mal junto à opinião pública. Seu amigo Bruno Maranhão o traiu ao depredar o Congresso nacional. Pois foi deixado impune para que essa maldição antidemocrática fosse assacada contra ele, Lula. Os seus amigos mais próximos são suspeitos de assassinarem dois prefeitos e de ameaçar familiares sobreviventes. Jornalistas agora são perseguidos. Tudo apenas para sujar o seu nome. É muito azar!
Em vista de tudo isso, em vista da enorme injustiça que se comete à miúde contra esse santo homem, alguém deve dele se aproximar e dizer claramente: Presidente, cuidado, eles querem lhe pegar! Mas talvez isso não seja necessário. Soube hoje, com alívio, que os especialistas da mídia, essa sim muito fiel e solidária, já garantem que Lula sairá sobranceiro de mais essa crise – a crise de número 145! –, que ele dará a volta por cima como sempre deu com a ajuda do seu povo faminto, dos seus parlamentares fiéis no Congresso. Afinal, se há alguma coisa que é sincera e fiel aliada do Lula é esse tal de Congresso e essa tal de mídia. Custa caro para o Lula, a gente sabe, mas como assegurar tanta fidelidade em apenas um ou dois mandatos? Da imprensa ele só tem alegrias. Coitado, ultimamente estava tão alegre que resolveu fazer uma televisão só para ele e com gente confiável. Mas já tem gente falando mal dele, que ele está imitando o Chàvez, e outras inverdades.
Então, seus secadores, tirem o cavalinho da chuva: o “affair” Vavá não vai dar em nada, de novo. O homem é azarado, mas tem um santo forte, blindado, comprado a peso de ouro, incorruptível, um santo impoluto como só ele sabe ser. Só falta agora a Justiça, que ele criou à sua feição, virar-se contra ele e de forma erótica e libidinosa condená-lo a uma multa de R$100,00! A maldade humana não tem limites!
A revolução ética.
O povo tem que acordar.
Eu não morava no Brasil na época do Fernando Collor. Acompanhei os fatos da época nas revistas que eu conseguia ler nos consulados do Brasil. Acompanhei com surpresa, de que os brasileiros resolveram sair do ostracismo e demandar um pouco de ética nas políticas publicas. Os brasileiros foram às ruas e pintaram as caras e forçaram o congresso a fazer as coisas como era a vontade popular.
É bem verdade de que naquela época existia uma militância de esquerda, comandada pelo PT que era o partido mais popular. Esta militância está hoje com a alma partida, também depois de todos os esforços do passado, a mesma militância viu o seu partido, o PT cometer as mesmas vigarices ou muito pior do que as cometidas pelo governo Collor.
Não estou querendo dizer que os erros do presente possam ser comparados com os erros do passado como justificativa ou vice versa, os erros do passado possam justificar os erros do presente, mas se naquela época as malandragens do Collor indignaram a população, estas pilantragens do governo Lula, estas mentiradas empurradas goela abaixo da população, deveriam ser suficientes para um grito de
“BASTA CAMBADA DE LADRÕES”.
Os cinqüenta e oito milhões de votos não deram o Lula o direito de fazer o que quiser. Existe, além da constituição e as leis do código civil e criminal, uma ética moral com o povo que o elegeu como, por exemplo, cumprir as promessas de campanha. Uma delas, e que gerou milhares de votos foi a de diminuir a carga tributária.
Ele além de não fazer nem a tentativa de diminuir, aumentou descaradamente os impostos .
Os mais fanáticos dos eleitores do Lula continuam a querer justificar estas pilantragens, estas mentiras, estes gastos abusivos esta falta de iniciativa, este abandono da infra-estrutura, este descaso com a saúde pública e com a educação básica, usando o fato de ele ter sido eleito democraticamente e estar com uma aprovação acima de 60% da população.
Sadan Hussein foi eleito democraticamente e tinha uma aprovação de 99,5%.
Para não ser totalmente radical, temos no Brasil o Getúlio Vargas. Foi eleito democraticamente e tinha antes de se tornar ditador uma aprovação de mais de 70% da população votante.
Eu não consigo encontrar dentro do meu circulo de relações nem uma só pessoa que tenha respondido ao questionário de uma destas pesquisas de opinião. E não adianta dizer que estas pesquisas são éticas, porque não o são. Por dinheiro eles fazem as pesquisas onde o cliente quiser. Eu me recordo da eleição do segundo mandato do FHC, quando as pesquisas indicavam uma eleição sem segundo turno com a vitória de FHC e quando o Lula em um de seus discursos inflamados chamou a pesquisa de “Pesquisa Chapa Branca” e de “Pesquisa Fajuta”.
O Lula poderia até ter razão na época, mas agora, com o teto de vidro a coisa muda, a pesquisa é uma coisa séria.
Os inconformados eleitores do Lula ficam com vergonha das abobrinhas que o imbecil irradia todos os dias e promove a mídia a chamá-lo de ignorante e apedeuta, e os chargistas com insinuações de burro e imbecil, e dizem para se consolarem de que o imbecil ganhou democraticamente (com o voto obrigatório) do PHD Geraldo.
Mas não foi uma competição de sabedoria nem de preparo, foi uma competição de popularidade.
Eu, constantemente comparo o espetáculo da política brasileira com o BBB da Rede Globo.
Apenas neste ultimo episódio, um imbecil, e uma modelo sem nenhum preparo formal, sem saber conversar, não somente conseguiram uma votação maior do que a do Lula em um tempo de campanha muito menor. No processo e caminho da vitória, deixaram para trás, várias pessoas com muito mais preparo inclusive um médico formado. E no mesmo final a modelo apesar de despreparada tinha muito mais preparo do que o imbecil, e perdeu para ele. Assim é o Brasil.
O governo Lula botou a mão já sabe…..
Agora, eu não me conformo com a apatia destes eleitores do Lula, perante a demonstração de falta de caráter, lisura, atitude, hombridade, deste presidente.
Será que o fato deles terem acreditado que votando no Lula estariam melhorando o Brasil, e insistido no voto mesmo diante dos fatos do mensalão e das mentiras do dossiê, justifique esta insistência em defender um governo sem defesa?
Esta atitude seria como especular na bolsa, e com pouca sorte e ou conhecimento e preparo ver seus investimentos caírem, e insistirem em vender as ações pelo preço que pagaram dizendo que pagaram com bom dinheiro então elas valem.
O maior valor das ações Lula era a ética na política e a administração honesta, com reforma política e tributária.
Estes valores não apareceram e era uma mentira. E agora? Quanto vale estas ações sem as tangentes que lhe deram os valores iniciais?
Voltando à bolsa de valores, uma empresa de tecnologia anuncia que acabou de descobrir um carro que anda sem combustível e que o governo acreditou e vai comprar a idéia.
As suas ações sobem instantaneamente, e a empresa fica bem no pedaço.
Um ano depois se descobre de que era tudo uma farsa e que foi planejado para lesar o investidor.
O que acontece?
O preço das ações despenca, e os agentes reguladores entram com processo para punir a empresa mentirosa.
Provavelmente os investidores lesados, arcam com o prejuízo.
Porque será que os investidores que investiram no Lula,
não arcam com os seus prejuízos e metem este FDP na cadeia?
Seria muito melhor para o Brasil e para a democracia.
E no rastro dele, metessem também na cadeia, os representantes
corruptos que andam dando apoio a este governo de merda.
E também os corruptos que fazem oposição a este governo de merda.
Este artigo abaixo foi o que ocasionou o meu comentário e encontrei em outro blog:
E foi postado por Giulio Sanmartini.
Sexta-Feira, 11 de Abril de 2008 | Versão Impressa
Estadão
Uma questão de respeito
João Mellão Neto
Há poucas semanas, eu dava conta, aqui, da lassidão moral, do sentimento generalizado de indulgência que, de uns três anos para cá, vêm tomando conta da opinião pública brasileira. Que não venham alegar que a moralidade está fora de moda em todo o mundo, ou que as pessoas, na verdade, nunca se incomodaram para valer com a existência ou não de um mínimo de ética no trato da coisa pública. Há menos de 16 anos, quando fui ministro do então presidente Fernando Collor, vivenciei de perto um desses surtos de demanda ética que, de quando em quando, acometem toda a Nação, forçando a ocorrência de mudanças profundas. Por mais que se argumentasse, com pragmatismo, que os males do governo já haviam sido todos corrigidos, ou que se procurasse demonstrar que um trauma político de tais proporções jamais seria benéfico para a sociedade, nada disso adiantava. Ninguém estava disposto a perdoar Collor. Com o tempo, fui-me conformando com a queda iminente do presidente, o que eu considerava lastimável, uma vez que todas as medidas já haviam sido tomadas para que aquele governo, dali em diante, fosse um dos melhores de toda a História republicana.
Napoleão, num de seus momentos de reflexão, reconhecera, com toda a crueza, que havia vertido muito sangue, e talvez ainda vertesse mais, “não com ódio ou revanchismo, mas, tão-somente, porque a sangria faz parte da medicina política”. Conformei-me, então, com o óbvio: era crucial, naquele momento, para a auto-estima nacional, que a sacralidade do mandato presidencial fosse violada. Aquele povo que, por tantas décadas, fora espezinhado, despojado e vilipendiado em seus mais elementares direitos necessitava agora – como prova maior de sua cidadania – consumar um processo de impeachment.
Hoje em dia, mais e mais estou convicto de que, o que quer que Collor tenha feito, o problema, em 1992, não era ele, mas sim as circunstâncias. O Brasil ansiava por confrontar supremos mandatários. E o Fernando das Alagoas era a bola da vez.
Embora polêmica, essa tese não é de difícil comprovação. Basta comparar o que acontecia naqueles dias com o que ocorre hoje. Desde os escândalos do mensalão até agora, todas as feridas, embora continuem abertas, curiosamente jamais infeccionaram. Nesse ínterim, o próprio presidente Lula ainda foi premiado com a reeleição. Por muito menos o presidente Collor foi impiedosamente apeado do poder. O tempora, o mores…
O que mudou? O que ocorreu para que, em tão pouco tempo, os brios cívicos dos brasileiros se tivessem abrandado tanto? Há duas explicações, que se complementam.
A primeira é a de que Lula descobriu, meio sem querer, que custa muito barato comprar a consciência das camadas mais destituídas da população – R$ 70 por mês é o que o governo transfere para as cerca de 11 milhões de unidades familiares mais pobres do País. É discutível a eficácia de programas de transferência de renda como o Bolsa-Família na promoção econômica dos seus beneficiários. Como as contrapartidas das famílias-alvo não são fiscalizadas, tudo não passa de mero assistencialismo. Trata-se de uma “mãozinha” que o governo dá para atenuar as carências dos mais pobres. Não é tanto dinheiro assim, uma vez que tais dispêndios cabem folgadamente no Orçamento da Nação. O problema maior é que, se esmola curasse pobreza, há muito não haveria mais miseráveis no mundo. Lincoln, há um século e meio, já advertia sobre quão enganoso é acreditar que se ajudam efetivamente os cidadãos “fazendo por eles o que eles podem e devem fazer por si próprios”. As conseqüências diretas dessa política são a eterna dependência, o conformismo e o total aniquilamento do que ainda restava da ética do trabalho.
O problema é que esses R$ 70, que parecem muito pouco para uma família urbana do Sul ou do Sudeste, fazem toda a diferença quando o beneficiário habita as regiões mais pobres do Brasil. Volta e meia nos chegam notícias sobre a “falta de mão-de-obra” em certas comunidades pobres do País. Não se trata de falta de trabalhadores. A falta é de gente que queira trabalhar. Para muitos, os R$ 70 que o governo dá são mais do que suficientes para que os indivíduos deixem de procurar alguma outra forma de auferir renda. Essas pessoas formam uma clientela política extremamente fiel ao governo. Como são muitas, elas também ajudam a diluir e amortecer, na consciência geral, o impacto de eventuais transgressões morais por parte dos governantes. Tudo isso é muito conveniente ao status quo, mas a pergunta que não quer calar continua a ser a seguinte: existe, na História universal, o registro de um único povo que tenha prosperado por meio de esmolas? Não, não existe. E essa, sem dúvida, será a mais maldita das heranças legadas pela gestão Lula.
A outra explicação para a absoluta complacência moral em que vivemos advém do fato de que, em raras ocasiões, a economia internacional passou por uma fase tão próspera. O Brasil foi muito beneficiado com isso. Aos olhos de muitos se atribui tal afluência às virtudes do governo atual. Esse é outro poderoso fator que faz muitos relevarem ou mitigarem as recorrentes notícias de escândalos.
Esses fatores explicam, mas nem de longe justificam o torpor moral atual dos brasileiros. A história é uma só: todos os povos que, por um motivo ou outro, abriram mão de seus valores e convicções ou descuidaram de seus brios cívicos acabaram pagando um alto preço por isso. Quem no mundo haverá de respeitar um povo que, em troca de migalhas, deixou de se respeitar a si próprio? O tempo, como sempre, haverá de dar a resposta. Ai de ti, Brasil!
João Mellão Neto, jornalista, deputado estadual, foi deputado federal, secretário e ministro de Estado
E-mail: j.mellao@uol.com.br
Fone-fax: (11) 3845 1794
Lula vai realizar uma reforma geral no Palácio da Alvorada.
Ele e a sua súcia estão de mudança para o Palácio do Buriti.
Deveria ser uma reforma geral na praça dos três poderes
Menos fiscalização.
Esta é a meta do governo Lula.
Seria muito bom se esta meta fosse para diminuir a burocracia, e o governo se meter menos na vida dos cidadãos honestos que pagam os custos desta praga desnecessária que é o tamanho do governo se metendo em tudo e na vida de todos.
Mas com o demonstrado pelo veto presidencial na fiscalização pelo TCU no dinheiro repassado aos sindicatos, indica que a desburocratização que ele prima é apenas nas contas em que existe interesse pessoal como nos sindicatos.
“[Quando] vieram me trazer para assinar, eu me lembrei que passei 30 anos da minha vida lutando por liberdade e autonomia sindical, e eu não podia compactuar com o fato de tirar do Ministério do Trabalho e colocar no Tribunal de Contas da União, para ficar fiscalizando o sindicato”.
O nosso imbecil presidente perdeu uma grande chance de fazer a coisa certa.
Quando se tentou desvincular de obrigatoriedade o pagamento por parte do trabalhador da contribuição sindical, poderia ter sido um grande avanço em direção a uma democracia de fato, democracia que atualmente não existe no Brasil.
E seria a única possibilidade de autonomia sindical.
Como pode falar o idiota do presidente de autonomia vinculada a uma obrigatoriedade constitucional.
É a mesma autonomia que ele deseja com os cartões corporativos.
“O dinheiro vem do povo e eu fui eleito pelo povo para gastar com o que eu quiser!!!”
“Eu fui eleito pela maioria do povo, e agora posso fazer o que quiser com o dinheiro que eles pagam.”
Esta é a mensagem gritante que este molusco está divulgando.
Ele foi eleito com 58 milhões de votos em um universo de 120 milhões de eleitores, o que deixa de fora 62 milhões de eleitores.
Se ele quer gastar sem dar satisfação o dinheiro dos contribuintes, que seja o dinheiro dos que votaram nele e deixe os outros 62 milhões de brasileiros isentos de qualquer tributação.
Eu por exemplo estou entregando para ele gastar 80% do que eu produzo. Poderia me deixar de fora. A família agradeceria.
Ele com sua política de destilar ódio e separação dos brasileiros formando uma casta de pessoas e segregando outras (A Zelite) os paulistas e paranaenses, ele está acendendo um pavio em um paiol de munições.
A pressão sindical contra a medida criando o fim da obrigatoriedade foi tremenda, pois perderiam muito dinheiro que entra sem nenhum trabalho por parte do sindicato, mas por força da lei o que torna a maioria dos sindicatos um cabide de vantagens para os dirigentes e nenhuma contrapartida para o trabalhador que está pagando.
Agora, por lei e por definição, dinheiro pago por obrigação é imposto e imposto tem que ser fiscalizado pelo TCU, que é o órgão criado para este fim.
Então, o veto do presidente foi imoral e ilegal, e deve ser contestado na justiça.
Se a contribuição sindical fosse voluntária, seria como em uma agremiação onde os fundos que entram são pertinentes apenas para os associados desta agremiação como um clube, um condomínio e onde a fiscalização ficaria apenas por conta dos associados.
Agora cobram um imposto (imposto = imposição, obrigatoriedade) e imposto tem que ser fiscalizado pelo órgão criado para este fim e isto deveria ser a posição do presidente se este fosse ético, preparado, inteligente, e disposto a dar pelo Brasil e pela democracia, um passo à frente.
Leia um artigo sobre este assunto na Folha de São Paulo:
DEM vai ao STF contra veto de Lula à fiscalização de centrais sindicais pelo TCU
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da Folha Online
O presidente do DEM, o deputado federal Rodrigo Maia (RJ), disse hoje que o seu partido vai ao STF (Supremo Tribunal Federal) nos próximos dias para questionar o veto do presidente Luiz Inácio Lula da Silva ao artigo do projeto de lei que regulamenta a atividade das centrais sindicais. O artigo vetado previa que o TCU (Tribunal de Contas da União) iria fiscalizar a utilização do imposto sindical repassado para as centrais sindicais.
Em nota, Maia diz que o veto de Lula contraria o que foi negociado no Congresso durante a aprovação do projeto de lei. “O Congresso estabeleceu a fiscalização do TCU”, afirma Maia. “O Congresso agiu de forma correta. Como se trata de contribuição obrigatória, imposta por lei, a cobrança de um dia de salário do trabalhador se transforma em um tributo. E todo tributo tem de ter a aplicação fiscalizada. Além do mais, até sindicalistas concordam em um ponto: o veto do presidente Lula beneficia a banda podre dos sindicatos.”
O procurador do Ministério Público junto ao TCU (Tribunal de Contas da União), Marinus Marisco, criticou o veto do presidente Lula ao artigo da lei que possibilitava ao TCU fiscalizar as contas de sindicatos, confederações e federações.
Segundo o “Jornal Nacional”, Marisco chamou a decisão de retrocesso. “São milhares de sindicatos, milhares de documentos de despesa. Se isso fosse sistematizado pelos sindicatos, naturalmente ficaria muito mais fácil fiscalizar”, afirmou o procurador do TCU.
O veto também foi criticado por especialistas. Para o professor Pedro Serrano, da PUC-SP, “deve ser papel do TCU fiscalizar a aplicação de qualquer verba pública, em especial em entidades que são privadas, mas têm caráter comunitário”.
Segundo Serrano, o ponto central está na obrigatoriedade do pagamento da contribuição sindical. “Qualquer contribuição compulsória do dinheiro das pessoas ao governo é dinheiro público. Seria diferente se fosse pagamento voluntário”, afirma.
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva disse ontem que vetou o artigo do projeto de lei que determinava ao TCU (Tribunal de Contas da União) o poder de fiscalizar as centrais sindicais por acreditar que os trabalhadores podem desempenhar essa função –por meio das categorias e entidades sindicais. Segundo ele, sua decisão foi tomada porque, assim, os trabalhadores ficarão resguardados.
“Não tem porque não acreditar que o trabalhador não é capaz de fazer a fiscalização. Por isso que eu vetei. É um mérito da persistência de vocês”, disse o presidente, no encontro que reuniu líderes de diversas centrais sindicais, no Palácio do Planalto.
Em março, a Câmara aprovou o projeto de lei que regulamenta as centrais sindicais. O texto previa que o TCU passaria a fiscalizar o uso do dinheiro arrecadado com o imposto sindical.
“Se nós não tomássemos o cuidado de vetar a fiscalização, eu já fico sabendo em cima de quem e em que momento iria a fiscalização”, afirmou o presidente, na cerimônia, referindo-se indiretamente às ameaças a que estariam submetidos os trabalhadores.
Em seguida, Lula afirmou: “Imagina se a cada vez que chegar uma eleição, uma campanha eleitoral no sindicato, alguém toma a decisão de fiscalizar, quanto nós estaremos tirando do trabalhador o direito de propor em assembléia mecanismo de fiscalização”.
Anteontem, ao anunciar o veto, o presidente contou ter sido influenciado por sua história como sindicalista. “[Quando] vieram me trazer para assinar, eu me lembrei que passei 30 anos da minha vida lutando por liberdade e autonomia sindical, e eu não podia compactuar com o fato de tirar do Ministério do Trabalho e colocar no Tribunal de Contas da União, para ficar fiscalizando o sindicato”, disse.
O clamor da inconfidência!!!!
No início do Século XVIII, era conhecido que as colônias dos impérios europeus eram muito ricas. A extração e mineração de ouro e prata despertou a cobiça dos mandatários dos reinados europeus e vários meios de controle para poder taxar as riquezas garimpadas foram implantados. Havia como hoje o peleguismo habitual e os representantes dos reis e monarcas da época sempre se davam bem afanado um pouco para si do que era recolhido. Quando era pouco, não fazia falta porque sem fazer nada a corte recebia enormes riquezas que não dava na cara o desvio.
Mas a ganância era tal que o surrupiado ia sempre aumentando, e começava a fazer falta. Aí o soberano era aconselhado a aumentar os impostos para cobrir o que estava faltando. (Soa familiar? Pois é).
Houve a guerra dos emboabas, entre os paulistas e os portugueses justamente para se libertarem dos pagamentos de impostos, que cresciam todos os dias.
E mais conhecida, foi a inconfidência mineira.
O rei português D. João V, foi aconselhado a regularizar uma forma de recolher consistentemente os impostos sobre o ouro garimpado no Brasil.
Minas era a província onde se garimpava mais ouro.
Foram criadas então as casa de intendência onde era obrigatória a pesagem e a fundição do ouro garimpado. Depois de pesado de fundido em barras, o intendente assinava um certificado de propriedade para o dono do ouro e ficava com 20% do garimpado em nome do Rei. Como de costume, o intendente roubava um pouco para ele, e o transportador roubava mais um pouco, o capitão do navio mais um pouco, e assim por diante e a parte do Rei já chegava defasada.
Com as reclamações por parte da corte português, os governantes começaram a se preocupar com suas posições de mordomia e bolaram um meio de estabilizar a coleta de impostos tivesse ou não sido garimpado o ouro.
A mudança criada pelo Marquês de Pombal, a mudança seria a seguinte: o quinto seria uma taxa per capita, em quilos de ouro, que a colônia era obrigada a mandar para a metrópole, independente da real produção de ouro. Cobrado dos mineradores e colonos em Minas Gerais no tempo do Brasil Colônia foi um dos fatos que motivou depois a Inconfidência Mineira. Correspondia a uma pesada taxa cobrada da população e que, durante o governo do secretário de Estado (espécie de primeiro-ministro) Sebastião José de Carvalho e Melo (ou Marquês de Pombal), foi fixada em 100 arrobas anuais (1 arroba = 32 arráteis = ~ 15 quilos), ou seja, 1500kg aproximadamente. Como -não raramente- o quinto não era pago integralmente e os valores não pagos eram acumulativos, era preciso intensificar a cobrança, confiscando-se bens e objetos d’ouro.
Essa prática de cobranças de valores atrasados era chamada de derrama.
A derrama começou a ser realizada em 1751. A partir de então, foi acionada algumas poucas vezes. Depois de se realizar um censo em que se indicavam os bens e rendas dos moradores, funcionários do governo português, violentamente recolhiam uma proporção das rendas pessoais.
Resumidamente, a derrama foi uma espécie de cobrança forçada dos impostos atrasados.
Então mais ou menos em 1788, chegou para governar a província de minas o Barão De Barbacena, com o encargo de organizar e estabilizar o recolhimento dos impostos que por causa dos desvios estavam minguando.
Depois o imposto do quinto foi substituído por outro chamado capitação. Consistia em o senhor pagar todos os anos ao Rei 230$ por cabeça de escravo que minerasse por sua conta; os escravos sujeitos a esse imposto chamavam-se capitados. Mais tarde foi esse imposto substituído por outro — o de uma contribuição anual marcada pelo Rei (25 arrobas de ouro). Anos depois voltou de novo o imposto da capitação. Finalmente de 1751 até a Independência do Brasil (1822), voltou a vigorar de novo, como era no princípio, o imposto do quinto. De sorte que o imposto do ouro, na época colonial de nosso Estado, percorreu a seguinte escala: quinto — capitação — contribuição anual — capitação — quinto.
Os impostos atrasados pela lei do Rei poderiam ser cobrados com o confisco de bens e se denominou Derrama.
Mais ou menos o que se chama hoje de “Divida Ativa da União”
A Inconfidência Mineira e outras revoltas ocorreram pela relutância de pagar impostos abusivos.
Seria um pouco complicado, porém possível se calcular a taxa total dos impostos que por demasiados resultaram em revolta da população.
Na realidade, a atual taxa tributária brasileira é extorsiva.
Calculado em função do PIB e dos impostos diretos, a taxa brasileira está encostada em 40% do PIB.
Em 2005 houve uma nova maneira de se calcular o PIB, levando-se em conta o valor do trabalho exercido por pessoas não remuneradas, como donas de casa e outros. Desta forma o PIB cresceu artificialmente 2% a partir daí. Com este novo calculo a taxa em percentual do PIB decresceu proporcionalmente também os 2%. Pela maneira antiga de se medir o PIB, a nossa taxa tributária direta está em 42% do PIB.
Portem, existe uma medida em que o Brasil é o campeão mundial disparado. È a taxa tributária chamada taxa plena, e que é o potencial total de arrecadação pelos governos Federal, Estadual e Municipal, sem nenhuma sonegação.
A Taxa plena brasileira está a 79,8% do PIB.
Bem perto dos 80% de toda a riqueza produzida pelo país.
Um funcionário público bem remunerado, que paga sem descontos os seus 27,5% de IR, e paga também todos os outros impostos embutidos nos custos de tudo que compra para sobreviver, vestir, locomover, enfim viver decentemente está pagando 80% para o governo.
É mole?
Os países escandinavos, Suécia, Noruega, Dinamarca e outros, cobram muitos impostos, e como praticamente não têm sonegação, a taxa real cobrada e a taxa ampla, se vão igualando.
Na Suécia se cobra total de impostos 58% do PIB.
O cidadão sueco, por este preço, tem boas e decentes escolas.
Bom atendimento médico e boa segurança para ir e vir sem medo de ser assaltado e roubado.
Os 42% que o Sueco conservou para ele depois dos impostos são para ele comer e sobra para fazer o que bem entender
Com os 20% que sobra ao cidadão brasileiro, ele tem que pagar as escolas de seus filhos, o plano de saúde particular, contratar alarmes e seguranças para sua casa, repara o carro que caiu em buracos nas péssimas vias de acesso e aí tem que, comer, vestir, e viver um pouco.
Uma reforma tributária tem que ser urgente, mas parece que a sanha arrecadatória do governo é de tal modo cega que a reforma mandada ao congresso pelo executivo, depois de analisada por vários economistas, chegou-se à conclusão de que a burocracia poderia diminuir mas, a arrecadação iria aumentar se fosse aprovada.
Tem que haver no Brasil uma forma moderna e menos burocrática de se coletar impostos. Uma forma justa em que todos possam contribuir proporcionalmente com sua carga tributária e que não pese em uns mais do que em outros. Uma forma justa em que não seja preciso se calcular a sonegação.
Existe um projeto a ser pensado com carinho.
É o projeto do economista Marcos Cintra da FGV.
http://www.marcoscintra.org/novo/
Este projeto já foi examinado e aprovado por comissão especial em 2001, e está engavetado esperando ser colocado em pauta para votação.
Ou por mudar drasticamente o Brasil para melhor está engavetado esperando o ostracismo.
Se for aprovado este projeto acabará de vez com a burocracia, e também com as boquinhas sedentas do dinheiro público que estão lá dentro dos três poderes, principalmente no legislativo.
Ora que esperança!!!! A raposa votar em que as galinhas sejam protegidas (ooops atualmente não se pode falar de galinhas).
Aparentemente este projeto terá de ser aprovado por um plebiscito e temos que fazer campanha.
Teremos que chamar o povo para outra inconfidência
O que não podemos deixar acontecer, é isto:
Mais abusos!!!
É incrível a variedade de notícias sobre os abusos de poder na era Lula.
Sua Esposa, a Galega Italiana, no início do primeiro mandato, achou que o Alvorada era dela e começou a destruir o jardim do Burle Max com um enorme canteiro em forma de estrela plantado com flores vermelhas. Pegou tão mal que eu acho que mandaram desmanchar. Depois mandou buscar os filhos com os amigos no avião da FAB para passarem as férias na mordomia do Alvorada.
Depois arranjou uma “Ecônoma” com um cartão corporativo, onde gastava a merreca de R$ 2.500,00 por dia sendo que R$ 1.800,00 eram saques em dinheiro. Pegou tão mal quando a notícia se espalhou que o Mercadante colocou os gastos da Galega como segurança nacional para não serem divulgados.
Os abusos do Lula não ficam menores, reformou seu apartamento com o cartão corporativo, e outras mordomias, que se forem divulgadas, a sua popularidade pode até cair se não cair o mandato.
Mas existem pequenas coisas absurdas que devemos perguntar sobre elas pois estamos pagando por elas.
Hoje lendo o blog da Adriana Vandoni
Encontrei este artigo do Ralph:
O rei que não desfila nu
Por Ralph J. Hofmann
Notícias do Planalto relatam que Lula gasta R$ 70.000,00 de alfaiate ao mês. Este valor paga facilmente dez ternos ingleses feitos em Savile Row, a rua onde está a nata das alfaiatarias mundiais. As grifes italianas vão e vem, mas ter um terno de Savile Row é algo muito especial, especialmente se for uma das casas mais tradicionais. Claro que o alfaiate brasileiro de Lula deve ser muito melhor que estas vetustas casas inglesas, onde as pessoas herdam o castelo da família e o direito de fazer ternos nesta ou naquela casa. Ao menos, se fizer dez ternos ao mês está cobrando como eles. A menos de dez ternos por mês merece ser nomeado o digno sucessor daqueles alfaiates da Meia Idade que convenceram todos de que só os estultos não enxergavam suas supremas criações e fizeram o rei desfilar nu.
A pergunta que não pode calar?
Lula sabe que se pode mandar um terno ao tintureiro?Se não sabe será que algum Gerdau ou Ermírio de Moraes pode ceder o nome de seu tintureiro?
Outra pergunta. Lula já está ha mais de sessenta meses no poder.Será que não podia leiloar alguns de seus 600 ternos em benefício dos pobres. Não!
Deve estar estocando para quando não for mais presidente.
Quanto ele paga por par de sapatos? Em Savile Row custa US$ 2.800. Mas tem loja com ponta de estoque na rua ao lado. Uns 35% de desconto.
Por que um sujeito que tem 600 ternos e ao entregar o governo terá 960 ternos não quer usar fraque em certos eventos oficiais como a vista a Buckingham Palace. Baita hipócrita não é?
De mais a mais, geralmente Lula anda com jaquetas safári, calça esporte (ainda bem que não adotou o uniforme vermelho do Chavez. Hoje ele parece um Ewok do mal. De vermelho pareceria que o Lobo Mau depois de comer a Chapeuzinho vestiria sua capinha), e outras vestimentas esporte. Acho que os ternos são para poder ficar no closet escolhendo roupa todas as manhãs. É alguma coisa para ocupar seus dias quando não viaja.
Gostaria de um depoimento de algumas pessoas relevantes. Não o Dr. Antonio Ermírio pois mesmo que seus ternos sejam caros ele os veste com tamanha displicência que parecem ser da Casa José Silva, mas Eike Batista e Daniel Dantas, Jorge Johanpeter, vocês gastam 480 mil dólares ao ano em alfaiate? O Lula gasta.
Por que não nasci no sertão nordestino e vim ao ABC ser sindicalista e político? Eu gosto de bons ternos também.
A carta!
Hoje estava eu lendo a revista Veja, quando deparei com a carta escrita pela ministra Dilma Rousseff tentando explicar o inexplicável, que é o dossiê armado sobre as contas do ex Presidente FHC e sua esposa D. Ruth Cardoso.
Fiquei desapontado.
È uma carta cheia de lero-leros contando o que já foi desmentido pelo TCU, de que os dados foram requisitados pelo TCU, e também disse que todos os gastos do atual governo serão mostrados com exceção daqueles que obviamente possam prejudicar a segurança do presidente e sua família imediata. Citou para isto a constituição disse que isto é normal em todos os governos atuais.
Eu gostaria que a Dilma explicasse também a implicância na segurança da presidência os saques em dinheiro feitos pela Ecônoma Maria Emília Évora em nome da Galega do presidente.
Antes de ser tirado do site “Portal da Transparência” estes saques eram em média, R$ 1.800,00 por dia nos oito meses em que os gastos figuraram no site da presidência.
Gostaria que a Dilma explicasse também como é que as compras na Daslu e os gastos com o seu cabeleireiro e as aplicações de Botox possam influenciar a segurança do Casal e seus filhos.
A Dilma poderia explicar também as compras dos ecônomos dos filhos do Lula com academias de ginástica e materiais de construção para a reforma do apartamento do Lula e a relação da segurança presidencial com estas compras.
O FHC, candidamente explicou os gastos com bebidas e demais coisas que pudessem parecer abusos do poder, e nem por isto sua segurança pessoal ficou comprometida.
Agora o Lula trem a cara de pau de insinuar que este dossiê é coisa da oposição para prejudicar a Dilma.
É realmente muita areia para o meu caminhão e para os brasileiros que estão assistindo ao espetáculo.
Agora, eu posso entender o tipo de segurança que a Dilma está se referindo.
A segurança de continuar a dar este espetáculo dantesco, de que está trabalhando quando o que está fazendo é roubando descaradamente o dinheiro do contribuinte.
Se aparecer no congresso e mostrar todos estes abusos, pode ser que o brasileiro crie ânimo e revolte pondo em risco a segurança do governo cara de pau e ladrão do Lula.
Esta segurança pode ser verdadeira. Escondendo-se as maracutaias o Lula pode seguir fazendo das suas com toda a segurança.
Encontrei o seguinte assunto interessante hoje na net:
Do blog “Prosa e Politica” –
Postado por Giulio Sanmartini
“ Lula tem o caradurismo de se adornar como um relés velhaco das realizações do partido que só destila veneno. Tudo de bom do governo Fernando Henrique Cardoso é de sua realização e propriedade.” (G.S)
Por Miriam Leitão
A declaração do presidente Lula sobre o Proer (Programa de Estímulo à Reestruturação e ao Fortalecimento do Sistema Financeiro Nacional) foi surpreendente (Lula disse que o Brasil poderia oferecer ajuda aos EUA sobre como socorrer bancos).
Nos anos 90, o PT foi contra o programa de socorro aos bancos e fez um escândalo como se fosse coisa ilegal. O grande feito da operação do BC, foi manter os ativos dos correntistas e impor a perda aos acionistas. Quem tinha conta no banco preservou o seu dinheiro, mas quem era dono perdeu. Foi assim com o Nacional, que os donos perderam por gestão fraudulenta.
A autoridade monetária deve preservar o dinheiro dos correntistas porque é o supervisor bancário e responde por isso. Quando você coloca dinheiro em um banco, você conta com o fato de que o Banco Central está regulando o setor, então ele precisa atuar nestes casos. No caso do Nacional, o BC fez uma intervenção cobrindo os passivos que não tinham cobertura, e pegou como garantia papéis do FCVS ((Fundo de Compensação de Variações Salariais). Eles estavam desvalorizados, mas eram títulos do Tesouro. Foi uma forma de manter o banco funcionando e depois vender a parte boa para outro, que no caso foi o Unibanco.
Quem fez esta operação, preservando o dinheiro de quem tinha conta no Nacional, também no Econômico e no Bamerindus, hoje, responde a processo. Naquele período, a dificuldade dos bancos foi por causa da transição da inflação mais baixa, de uma forma muito brusca. Isso deixou vários bancos com dificuldade. O ex-presidente do Banco Central Gustavo Loyola, por exemplo, responde a vários processos na Justiça, como se tivesse cometido um crime. O Fed fez a mesma coisa agora, e de uma forma mais tosca: entrou com dinheiro no Bear Stears, que era um banco que não tinha nem agência, e cobriu com títulos do governo.
Nos casos mais polêmicos, que foram os dos bancos Fonte Sindam e Marka, o Banco Central vendeu dólar no teto da banda. Ele tinha obrigação de fazer isso porque na época era adotado o sistema de bandas cambiais. No caso do Marka, o BC vendeu abaixo do teto, mas ainda dentro da banda. A operação de socorro foi feita porque havia o risco de que se o Marka e o Fonte Sindam quebrassem, poderia haver risco sistêmico. Esta é a mesma justificativa que o Fed usa agora para explicar o socorro ao Bear Stearns. Aqui ainda havia um agravante, como era a BM&F que vendia futuros de dólar, a bolsa poderia quebrar junto com os bancos.
Todo mundo olha para isso ainda hoje como se fosse um escândalo, mas é preciso separar a atuação de alguns banqueiros da atuação do Banco Central. Lula agora diz “temos o Proer”. Ele também diz “temos o real”, mas o PT votou contra o Plano Real no Congresso. É o mesmo presidente que diz “temos a Lei de Responsabilidade Fiscal”, que o PT entrou na Justiça contra ela. Quando alguma coisa dá certo, todo mundo quer ser pai.
Tenha piedade.
Tenha piedade.
Mas com muito cuidado!!!
Dê uma esmola a um pobre sem trabalho, e se ele o conhecer e souber o seu nome e vai sem dúvida falar bem de você.
É a natureza humana. Se por acaso o contemplado pela generosidade falar mal de você, pode acontecer, mas não é a regra.
Agora pergunto eu no caso do Rio de Janeiro:
-Quantas são as pessoas que estão sendo contempladas pela Bolsa Família o maior e mais custoso programa assistencialista do atual governo?
Eu realmente não sei, mas pela atenção dada pela mídia ao estado e à cidade do Rio de Janeiro, deduzo que sejam várias famílias atendidas por este programa que distribui em média R$ 170,00 por cada família inscrita no tal programa.
Se antes estavam desempregados e agora podem contar com esta renda esmola e que pode melhorar um pouco a miséria em que viviam antes, tanto melhor. Que falem bem do autor da esmola, que fiquem contentes com o seu presidente.
O Rio de Janeiro está vivendo uma das piores epidemias de Dengue de que se tem notícia, e este é o resultado de vários vetores independentes que se combinaram para chegarem ao resultado atual.
1. Para fazer frente ao derretimento do Dólar Americano, que dificultava as exportações brasileiras, o governo comprava dólares em quantidades cada vez maiores. Os dólares eram comprados internamente com títulos da dívida publica interna e se paga em média 14% ao ano por estes empréstimos para comprar dólares. As compras de dólares resultaram em uma reserva maior do que a dívida externa que por esta razão pode ser quitada e ainda sobra dinheiro.
2. De todo o dinheiro arrecadado com as maiores tarifas do mundo, forma-se um tremendo bolo tarifário que se aproximou em 2007 a 950 bilhões de reais dos quais aproximadamente 40% foram gastos em pagamento dos juros da dívida interna, 25% com a previdência social, 0.44% com a segurança pública 2,25% com a educação e 4,8% com a saúde.
3. Sem nenhuma ou quase nenhuma educação, noção de higiene, e comportamento social adequado, uma família dependente na Bolsa Família, compra com o novo poder aquisitivo refrigerantes embalados em garrafas PET, e as deixam descartadas em qualquer lugar nas proximidades de sua residência. Vem a chuva, vem os mosquitos e vem a dengue.
4. A família é vítima de uma infecção de dengue e vai para o hospital, onde sem verba não tem tratamento adequado e o membro da família vem a óbito.
5. Será que valeu a pena este dinheirinho miserável que o governo anda espalhando por aí com finalidade eleitoreira?
6. Os países como o México Argentina, Chile, gastam com estes três orçamentos obrigatórios Saúde, Educação e Segurança, aproximadamente 40% do PIB correspondente a cada país o Brasil gasta 9%. E o Brasil da atualidade arrecada muito mais do que estes países visinhos. A arrecadação brasileira em números totais está a 39% do PIB, mas o potencial pleno, que é a arrecadação sem nenhuma sonegação está a 80% do PIB. Isto quer dizer que uma pessoa que pague todos os seus impostos deixa nas mãos do governo 80% do que recebe, e com a pífia contrapartida de que deste confisco apenas 9% será usado em seu benefício e os demais para as mordomias do governo e os programas nocivos e eleitoreiros
Eta Brasil
O artigo abaixo do cientista político Francisco Marcos foi retirado do blog Prosa e Política
- http://pep-home.blogspot.com/ -
e postado por Adriana Vandoni.
Muito real e muito bom:
Por Francisco Marcos, cientista político
O texto abaixo e aspado é de Élio Gaspari e sobre o qual alinho considerações que julgo pertinentes à conjuntura que vivemos no surrealismo brasileiro.
“O governo decidiu segurar o preço da energia que vende aos grandes consumidores. Não faz isso só porque gosta deles mas também porque o megawatt-hora comprado a R$ 80 ajuda a baixar a inflação.
Essa filantropia transfere dinheiro do andar de baixo para o de cima. A patuléia, consumidora de energia nos relógios, paga de R$ 100 até R$ 800 pelo mesmo megawatt. Depois de pagar pela construção das hidrelétricas que produzem energia barata, a choldra se vê obrigada a financiar as térmicas do megawatt caro.”
O portento que há seis anos é inquilino do Palácio da Alvorada vive a apregoar que é o pai dos pobres, mormente defronte à uma platéia nordestina. Lembremos que o saudoso Getúlio Vargas era considerado como tal. Existe uma enorme distância entre as duas figuras. Gegê possuía visão de estadista, se comportava como tal, dotado de uma sagacidade política muito mais acurada do que o gnomo de boteco, fez-se chefe de uma revolução e venceu. A história se divide entre antes e pós Getúlio. A urbanização no Brasil teve início com ele, Volta Redonda e sua usina, a Petrobrás hoje tão cafetinada pelos “cultores da ética na política.” Fundou dois partidos: PSD voltado para os fazendeiros e elite política, e o PTB visando neutralizar o préstimo e monitorar o movimento trabalhista, bem como incomodar os industriais paulistas. Criou a CLT, mas para o campo criou o que?
O eterno candidato teflon distribui migalhas aos pobres e fartos banquetes aos que ele chama de elite, esquecendo que jamais teve pejo de aceitar doações contabilizadas ou não desta mesma elite. Dentro da minha ignorância e desimportância resolvi conceder-lo o título de “Mãe Amantíssima” das elites,destacando Andrade, Jereissati, Dantas, Setubal. Moreira Salles, magnatas espanhóis dos mais diversos segmentos econômicos e outros menos votados. Os conspiradores é que destilam ódio propagando inverdades: Dengue, Febre Amarela, Alta Arrecadação Tributária, Estradas mal cuidadas, Portos obsoletos, Ferrovias abandonadas, Falência do ensino público. Domínio do crime organizado, Corrupção endêmica, Mau caratismo, Mentira travestida de verdade.
“Talvez a maior lição da história seja a de que ninguém aprendeu as lições da história.”
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