A cura do Câncer
A cura do Câncer
A Dilma Roussef, aparentemente conseguiu se livrar do câncer linfático que de alguma forma adquiriu nos caminhos pela vida.
Mas este câncer que pode ser curado com as maravilhosas técnicas da medicina moderna, não é nada comparado com o câncer da personalidade dela que ela trouxe do berço, e que apesar de muito bem maquiado ainda encontra sempre algum buraco para aparecer sem a maquiagem.
Sua operação plástica, suas seções de botox, seu novo penteado, podem amainar um pouco as expressões de amargura e de desprezo pelas pessoas que a cercam, mas alguma coisa sempre transparece.
As mentiras dela, como no caso da funcionária da receita, não precisam de confirmação, estão totalmente espelhadas em sua expressão.
Existe um fato sobre esta pessoa, em que eu participei um pouco. Apenas como observador e que vou relatar:
Quando a Dilma era a Ministra das Minas e Energia, eu fui contratado para fazer um serviço de aterramento e revisão do sistema de telefonia do ministério que estava dando muitos problemas.
Para concluir esta tarefa se fez necessário alcançar um pilar da estrutura metálica que estava a quase seis metros de altura e a minha escada não chegava a tanto.
Informado que na garagem do ministério havia muitas escadas bem altas, me dirigi a este local para tentar conseguir este instrumento.
Este dia era um sábado à tarde, e não havia quase nenhum movimento na garagem, apenas uns quatro motoristas de plantão.
Ajudado por um deles localizei as escadas, levei uma delas para a sala de telefonia, e com isto consegui concluir o trabalho de aterramento.
Ao devolver a escada, comecei a conversar com os motoristas e perguntei inocentemente qual era o motorista designado para a ministra.
Com surpresa fui informado de que a ministra não tinha nenhum motorista designado, pois, nunca se dava com nenhum deles. E mais, que sempre se dirigia a eles com palavras de baixo calão, e muito ofensivas e que quase sempre ao retornar de alguma viagem exigia a retirada do motorista da frota do ministério e este tinha que ser temporariamente removido para outro local até a dengosa ministra se esquecer dele.
Depois desta conversa comecei a ver a ministra com outros olhos e enxergar nela uma pessoa que se encontrava muito longe da população que pagava e paga até hoje o salário dela.
E como pode uma pessoa destas ter a pretensão de ser a maior mandatária deste país?
Bem para os que tiverem alguma dúvida da personalidade que ela trouxe do berço, e que definitivamente não vai mudar, leiam abaixo este pequeno e resumido currículo que anda circulando na internet:
Pequena biografia da Dilma
Circula na Internet um resumo biográfico de Dilma Roussef, ministra da Casa Civil, que o presidente Lula da Silva quer empurrar goela abaixo dos brasileiros como sua sucessora. Infelizmente a mídia não divulga essas informações, deixando a população na ignorância. Eis o texto, sem autor assinando, que se espalha pela net:
O pai dela – Pétar Russév (mudado para Pedro Roussef) -, filiado ao Partido Comunista búlgaro, deixou um filho (Luben) lá na Bulgária e veio dar com os costados em Salvador, depois Buenos Aires e, ao fim e ao cabo, fez negócios em São Paulo. Encantou-se com a professorinha de 20 aninhos, Dilma Jane da Silva (rica filha de fazendeiro), e com ela casou e viveu em Belo Horizonte, tendo três filhos: Igor, Dilma – a guerrilheira – e Lúcia. Igor morreu em 1977.
Era uma família “Bon vivant”, com casa enorme, três empregadas, refeições servidas à francesa, com guarnições e talheres específicos. Tinham piano e professora particular de francês. Dilma, primeiro entrou numa escola de freiras – Colégio Sion – e, depois, no renomado Estadual Central. Nas férias, iam de avião para Guarapari/ES e ficavam no Hotel Cassino Radium. Dilma, ainda jovem, entrou para o
POLOP – Política Operária – e depois se mudou para o COLINA – Comando de Libertação Nacional -. Apaixonou-se e casou-se com Cláudio Galeno Linhares, especialista em fazer bombas com os pós e líquidos da farmácia de manipulação do seu pai.
Sua primeira aula de marxismo foi-lhe dada por Apolo Heringer e, pouco depois, estava em suas mãos o livrinho: “Revolução na Revolução”, de Régis Debray, francês que se mudou para Cuba e ficou amigo do Fidel e mais tarde, acompanhando Guevara, foi preso na Bolívia. Aos 21 anos, Dilma partiu para o RJ a fim de se esconder dos militares, após o frustrado assalto ao Banco da Lavoura de Sabará. No Rio, ainda casada, apaixonou-se por Carlos Franklin Paixão de Araújo, o chefe da dissidência do Partidão; então, chegou, de chofre, e disse para o marido: “Estou com o Carlos!”.
Carlos vivia antes com a geógrafa Vânia Arantes e, sedutor, já havia tido outras sete mulheres, aos 31 aos de idade. Com ele, Dilma participou da fusão COLINA/VPR (esta do Lamarca), que deu origem, em Mongaguá, à Vanguarda Armada Revolucionária-Palmares, cujo estatuto
dizia: Art.1º – A Vanguarda Armada Revolucionária-Palmares é uma organização político-militar de caráter partidário, marxista-leninista, que se propõe a cumprir todas as tarefas da guerra revolucionária e da construção do Partido da Classe Operária, com o objetivo de tomar o poder e construir o socialismo.”
Foi em Mongaguá, litoral paulista, que se traçou o plano da “Grande Ação”, que se deu em 18 de julho de 1969, com o assalto e roubo do cofre da casa da amante do Ademar de Barros, em Santa Teresa/RJ, que lhes rendeu 2,5 milhões de dólares, cofre aberto em Porto Alegre, com maçarico, pelo metalúrgico Delci. Mas a organização se dividiu entre “basistas” – que defendiam o trabalho das “massas” e junto às “bases”, e os “militaristas”, que priorizavam a imediata e constante luta armada comunista. A disputa pelo butim dolarizado foi ferrenha! Dilma era chamada de “Joana D’Arc da subversão”. Então foi para São Paulo onde dividia um quarto com Maria Celeste Martins, hoje sua assessora imediata no Planalto.
Dedurada por José Olavo Leite Ribeiro – mantinha com ela três contatos semanais -, foi presa, armada, em um bar da Rua Augusta, juntamente com Antônio de Pádua Perosa; depois, entregou à polícia seu amigo Natael Custódio Barbosa. Enquanto isso, o Carlos Araújo teve um romance tórrido com a atriz e terrorista Bete Mendes, da TV Globo.
Dilma saiu do presídio em 1973 e foi para Porto Alegre e, reatar com o marido infiel. Mas hoje, Carlos Araújo mora sozinho com dois vira-latas (Amarelo e Negrão), numa casinha às margens da lagoa do Guaíba, em Porto Alegre. Ele tem enfisema pulmonar e está com 71 anos.
Diz que é feliz, mesmo a ex-esposa sendo Ministra e candidata do apedeuta/fronteiriço à Presidência da República.
Eis aí uma “síntese sintético-resumida” da vida da Dilminha que, logo….logo…será apresentada pelo Lula como a “da paz e do amor”.
Quem sabe, antes, possa dar tempo de dar uma chegada a um “Camp Quest” qualquer dawkinsiano por certo, para, cética e racionalmente, ficar com a “mente ainda mais aberta”, em cursilho prepararatório para a Presidência da República. E em se tratando deste povinho brasileiro
(batuque, bola, bolsa e bunda), tudo se pode esperar, infelizmente.
E agora?
Será que esta pessoa que alem de déspota, irritada, psicopata, mentirosa compulsiva, como no caso de suas graduações, merece a chance de ser uma candidata?
O congresso, que deveria representar o povo e os estados deveriam se manifestar, e impugnar esta candidatura antes que ela tenha chance de crescer.
Mas o congresso……… está um congesso e não fará nada e então cabe a nós que pagamos seus salários mostrar que não concordamos com esta baderna.

O Lula e Maquiavel!!!!
O Lula e Maquiavel!!!!
Outro dia, conversando com amigos sobre a estratégia do governo para a eleição de “Dilma Rousifu”, começou a surgir em nossas mentes, uma possibilidade ainda não veiculada em nenhuma mídia sobre a possibilidade do Lula entregar passivamente o poder, possivelmente para uma oposição, e com seus 84% de popularidade.
E o desgaste sofrido com a permanência do Sir Ney, que claramente foi uma iniciativa do executivo.
E este agora com este desgaste com as mentiras da Dilma.
Isto não condiz, com uma possibilidade de uma eleição majoritária a pouco mais de um ano.
Não faz sentido, a situação de se expor desta forma, e ter a pretensão de eleger sua candidata.
E está mais do que comprovado que a transferência de votos e popularidade é uma tarefa muito difícil e quase impossível de se concretizar.
Para acabar com este preâmbulo, resta apenas dizer que um possível candidato, o José Serra que ainda não se manifestou como tal, anda disparado na frente de qualquer simulação de intenção de votos e que a Dilma, que realmente progrediu um pouco, ainda não mostrou a que veio.
E então, como se equaliza esta questão?
E foi então que apareceu uma possibilidade que contempla todas estas situações, e coloca em perspectiva, todos estes desmandos e erros do executivo.
Vamos enumerar as possibilidades antes das conclusões.
1. O Lula não quer, e não pode deixar o poder, por razões óbvias:
a. Com uma popularidade de 84%, seria um desperdício, apenas colocar o rabo entre as pernas e ir-se embora.
b. Com tantas maracutaias e pendências abertas, com o súbito enriquecimento de sua família, seria um tremendo risco entregar o governo ao inimigo que poderia abrir inquéritos, e causar muita dor de cabeça.
c. O Lula não vai arriscar tentar um plebiscito ou referendo em favorecimento de um terceiro mandato, pois o risco de ser considerado um golpe é grande como aconteceu em Honduras.
2. Se não está disposto a entregar democraticamente o mandato, como vai conseguir eleger seu candidato, que no momento é candidata e não consegue decolar?
a. A Dilma não decola.
b. A transferência de popularidade é coisa incerta.
c. O desgaste no congresso é coisa inexplicável.
d. E o desgaste na receita, é inaceitável em começo de campanha.
3. E então qual seria o plano?
a. O Sarney, aliado inconseqüente, teria de ser mantido como presidente do congresso e terceiro na fila presidencial. (Por isto o risco do desgaste)
b. A Dilma será a candidata, e o Lula se afasta da presidência em março e compõe a chapa como vice da Dilma.
c. Deste modo, não existe problema de transferência de votos, pois o próprio Lula é o candidato.
d. Procurando superficialmente pelas possibilidades jurídicas desta possibilidade, (Não sou jurista), não encontro nenhuma razão constitucional ou legal que impeça o presidente de se afastar da presidência e se tronar vice em alguma chapa.
e. O atual vice está mais com um pé na cova do que fora, e no caso de não poder assumir, entra então a necessidade de manter o Sarney, pois o vice do Sarney é o Marconi Perilo que é da oposição, e como presidente assumido poderia causar dificuldades para este plano.
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f. A Dilma também não está lá estas coisas de saúde, e se o plano der certo, ela se afastaria deixando o Lula mais quatro anos e com caminho livre para as eleições de 2014, pois não seria considerado presidente, mas sim vice e poderia continuar no poder.
4. Foram estas as considerações a que chegamos para explicar estes atos aparentemente tresloucados da atual administração, mas que se olhados do ângulo certo podem mostrar um tremendo plano muito maquiavélico, que deixa aparente sem sombra de dúvidas as mãzinhas do senhor José Dirceu e do Marco Aurélio Garcia.
Que tal, temos agora começar a lutar para impedir a concretização deste plano que nada mais é do que um golpe disfarçado de democracia nos mesmos moldes de um referendo, mas com mais peculiaridades, aproveitando as brechas da legislação brasileira. 
O Brasil e a saúva II.

Este post foi escrito e publicado em junho de 2007, e continua muito atual. As coisas e os fatos sim mudaram, mas para pior. Os personagens ficaram desde então mais ousados, o cinismo aumentou, e as maracutaias estão a céu aberto. Os políticos estão tratando povo como idiotas, o povo está tratando os políticos como se fossem de outro país.
As notícias, as entrevistas, são reais e estão acontecendo no Brasil.
Não é possível que os cidadãos que estão pagando por tudo isto estejam observando tudo como se estivesse acontecendo na China, no Iraque ou mesmo em Israel.
Quando um político diz em alto e bom tom que está se lixando para a opinião pública e sai rindo, é um sinal de que algo está muito errado.
Este tal de Paulo Duque, de 81 anos de idade, com cara de mascate, é o suplente do suplente, não recebeu nem um simples voto, e já anuncia antes de conhecer todos os fatos que irá arquivar todas as denúncias contra seu patrão o Zé Sir Ney.
Bem leiam o artigo abaixo com mais de dois anos de publicação, assim como os artigos no conteúdo que são de outros autores e julguem vocês mesmos se algo está diferente ou pior
O Brasil e a saúva.
Ou o Brasil acaba com a Saúva ou a Saúva acaba com o Brasil.
Esta frase, de autor desconhecido, era propagada com afinco nos anos 60, e hoje está comprovado que era um equívoco total por parte dos pesquisadores.
Leiam sobre a saúva aqui:
http://fgaia.org.br/texts/brasil.html
Atualmente, existe uma linha de pensamento que até explora a possibilidade de que a frase seja de autoria de uma campanha dos produtores de agrotóxicos para justificar a venda dos seus produtos.
Agora, eu vou aproveitar esta frase equivocada para construir outra parecida, mas que não vai estar nunca equivocada, e vai permanecer atual para sempre.
Retirando-se a presunção aqui vai:
“Ou o Brasil acaba com a corrupção endêmica ou a corrupção acaba com o Brasil.”
O Lula em vez de mandar investigar a fundo o mensalão, abraçou o Roberto Jefferson e disse que confiaria sua vida à ele.
Disse algo parecido com ocaso do Palocci.
Agora vem falando o mesmo do seu irmão Vavá pela segunda vez, pois este já foi investigado por tráfico de influência e a investigação foi “influenciada” pelo ex-ministro da justiça.
Agora vem o caso do Renan Calheiros, que em uma averiguação fajuta pelo congresso, apresentou provas de que financeiramente poderia estar bancando a sua ex-amante e sua filha com esta. Este não é o caso, poderia é claro que poderia, pois ganha suficiente para isto. Mas se faria é outra coisa, pois a ganância não tem limites e como a revista veja publicou, o congresso tem é que vasculhar os extratos bancários dos dois para ver se saiu de um para ir para no outro. Existem inúmeras maneiras de se fazer isto, e uma delas é pelos pagamentos do CPMF. Pelo menos este imposto indecente deveria servir para algo decente.
Acorda Brasil, isto tem que acabar senão estamos perdidos.
Onde tem fumaça, certamente tem fogo.
Uma coisa o Brasil tem de sobra, são bons escritores e jornalistas falando sobre este assunto.
Liam o artigo do Jarbas logo abaixo:
Opinião: Endemia da ladroagem
Jarbas passarinho escreve:
Ao pregar diante de Dom João IV e sua corte, na Igreja da Misericórdia, o padre Vieira iniciou audaciosamente o sermão dizendo ser a Capela Real, e não aquela a que assomara, porque falaria de coisas atinentes à Sua Majestade Real e não de piedade, pois nem os reis podem ir ao paraíso sem levar consigo os ladrões, nem os ladrões podem ir ao inferno sem levar, com eles, os reis.
Louvado em São Tomás de Aquino e Santo Agostinho, vergastou os grandes que sabia ladrões, parte deles na Corte Real. Sem nomear quem quer que fosse, muitos que o ouviam sabiam ser seus alvos. Como vários santos trataram de ladrões protegidos pelos reis, advertiu: “O que vemos praticar em todos os reinos do mundo é, em vez de os reis levarem consigo os ladrões ao paraíso, os ladrões são os que levam consigo os reis ao inferno”.
Concluídas as invectivas, disse estar respondendo a Sua Majestade, que lhe perguntava se havia ou não conveniência de unirem-se as duas capitanias, do Maranhão e do Pará, em um só governo ou em dois. Menos mal – disse ele – será melhor um ladrão que dois, já que é mais difícil achar dois homens de bem.
Temos, hoje, 27 governadores e 38 ministros de Estado. Padre Vieira teria de mudar seus exemplos, pensando quão difícil é indicar não dois, mas muitos homens de bem para assessorarem Suas Excelências, sem o receio de desagradáveis procedimentos que os levem, junto com os protegidos, ao inferno. Há que fugirem de tal futuro os três poderes da República, bem assim as organizações sindicais patronais, até de terceiro grau, a representar milhares de empresários.
O quadro atual da desalentadora corrupção, que parece endêmica, bem mereceria uma defesa de tese de doutorado, receita para prevenir, evitar e impedir que o inferno do padre Vieira venha a ter dificuldade de alojá-los, tantos são. A triste realidade brasileira pode ser objeto não das increpações substantivas do padre Vieira, mas as adjetivas de seu contemporâneo Souza Macedo, o verdadeiro autor de A arte de furtar.
Não temos reis para ouvir, ao lado de seus ladrões, fingindo não saber nada, mas render-se aos indícios escandalosos de desonra, de pérfido exemplo, sobretudo para os jovens. São tantos, de pertinente autoridade não honrada, que, parodiando Norberto Bobbio, já não despertam a “santa indignação” que os provocava o furto do dinheiro público.
Repetir-se-ia, séculos depois, a engenhosa imaginação de Machado ao comparar as diversas fraudes com a conjugação dos tempos e modos do verbo rápio, de que derivam nosso rapinar e o substantivo rapina. Furtam pelo modo indicativo presente, quando, noviços, louvam os veteranos nas lições de como furtar nas licitações; pelo modo imperativo, mandando terceiros receber a propina depositada nos bancos ou no cofre das secretárias dos grandes empresários, e especialmente o imperativo negativo, ao bradarem, ofendidos, nunca terem recebido propina nem conhecerem sequer o propinador; pelo conjuntivo, lobistas experientes, que conjuntam a sua argúcia ao cabedal de magistrados, negociando suas sentenças, ou ao parlamentar zeloso e habilidoso a aprovar emendas para obras em que tem generosa participação e, descarado, ainda tenta chantagear o governo a cuja bancada pertence; pelo modo permissivo porque permitem que se furte, desde que se reparta o furto; pelo modo infinitivo, quando acha pouco e pede mais; e finalmente furtam pelo modo mais-que-perfeito, construindo pontes que ligam o nada ao nada coniventes com governador.
Mas o que essa novela Gautama mais estranha são os substantivos cuja significação varia com a mudança do gênero, em que Zuleide muda em Zuleido, original na troca e nada original na arte de furtar. Tantos se anteciparam, a ele, como os graúdos petistas, por exemplo, que surrupiaram, através de um intermediário experimentado na profissão de fraudador, muitos milhões de reais e quase mais ninguém se lembra disso. Talvez porque foram modestos e não furtaram o bilhão e meio de reais que o masculino de Zuleide amealhou em inocentes relações com seis ministérios e dezenas de honestos representantes de nosso povo.
Jarbas Passarinho foi ministro, senador, governador e é escritor
Agora, temos um excelente artigo do Laurence:
Por Laurence Bittencourt Leite, jornalista
A política brasileira caberia num romance de Dostoievski, mas não certamente em “Crime e Castigo”. Aqui só há o crime. Lembrei-me dessa frase lendo a primorosa crônica do jornalista Woden Madruga do último sábado sobre a “mentira” no nosso mundo (ou seria submundo?) político. Lembrei-me também que no Brasil nunca (já imagino os defensores!) ganhamos um prêmio Nobel. Vale acrescentar: em nada. Nadica de nada. Talvez muitos quisessem acabar até mesmo com a Física e a Química porque seus cientistas criaram a energia a vapor que criou a revolução industrial. Quanta, quanta picaretagem. Mas haveria um Nobel que se fosse instituído nós seriamos imbatíveis: Nobel de corrupção. Nesse nós somos Phd, com todos os “méritos”. Nesse nós exportamos “tecnologia”. O crime da corrupção, esse, esse é o nosso grande “patrimônio cultural”, acrescido do dificílimo mérito de não haver o castigo.
Lembro agora que na década de 80, Henry Kissinger, em entrevista a jornalistas brasileiros, disse que o Brasil era o maior potencial econômico do mundo. Sequer falava-se em China ou Índia. Percebam. No entanto, outra figura notável, essa do mundo das letras, Stefan Zweig escreveu um livro chamado “Brasil, o país do futuro”. O primeiro, Kissinger, hoje, ninguém mais fala. E Zweig suicidou-se. Como acréscimo aconselho a leitura do livro biográfico do jornalista Alberto Dines sobre Zweig chamado “Morte no paraíso”. O paraíso, claro, é o Brasil. O paraíso fiscal, o paraíso das incoerências, da corrupção.
Mas numa coisa eu posso concordar tanto com Kissinger quanto com Zweig. Nossas riquezas são imensas, inúmeras. Mas estão enterradas. De que valem? A questão é que para desenterrá-las nos falta cabeça. Falta “cérebro” para explorá-las. Não conheço nenhuma árvore, que sozinha produza papel, é preciso a parte do homem, para explorar a árvore, que se faz o papel que se faz o jornal, por exemplo. Mas nosso cérebro só funciona quando é para a exploração política. Exploração, mentira e corrupção. Ai, ele é imbatível. Eis a nossa civilização. Uma civilização sem culpa.
E qual a raiz a sociológica ou psicológica para não mentir? Sem dúvida, o medo da punição. Esse é outro nosso grande mérito: nós abolimos a punição. Somos um país livre. É outro nosso paradoxo. Aqui se muda de ideologia como se muda de roupa. Aqui se muda de partido sem nenhum constrangimento. E nesse momento, eu fico me perguntando para aqueles que defendem a sociedade: onde está a força da nossa sociedade para punir a mentira, o excesso? Essa sociedade é uma miragem? Ou justamente pelo (excesso) de miséria se torna manipulável? Algo natural ou premeditado?
Aqui o que temos é o Estado gastador, assistencialista e provedor. Que vai entregar casa, comida e roupa lavada. Mas sem acabar com a miséria. Percebem a contradição? É a saída marota? Os pobres se avolumam com seus pedidos porque a idéia não é acabar com a miséria e sim “explorar” a miséria. A nossa política se faz com o assistencialismo que nunca termina com a miséria. É o Estado gerador da dependência.
O incrível é que passamos mais de vinte anos de ditadura militar combatendo e criticando a dependência educacional, a dependência financeira, a dependência econômica da miséria, dos pobres ingnorantes e miseráveis. O combate, Jesus, hoje sabemos, era apenas para mudar de “dono” do Estado, ou de “dono” do poder. Resolver e acabar com a miséria pela geração de emprego e trabalho eles não querem nunca. Eles vivem de “dar” as coisas, mas esse “dar” é com o dinheiro dos outros, e pressupõe a continuação, a perpetuação da miséria. Pobre dependência.
Quem foi mesmo que disse que o homem se tornava homem quando recebia seu primeiro salário? Ah sim, foi Sartre. Ok. Mas repito: o nosso Nobel disparado seria o da corrupção. Esse é nosso eternamente.
Se não houver uma reforma política profunda, feita e comandada
pelos eleitores, a tendência é de um quadro pior no futuro
próximo, e de uma revolução violenta e sangrenta para tirar do
poder estes verdadeiros sanguesugas e carrapatos que não
querem largar o conforto de sugar o sangue dos brasileiros sem
serem importunados

Os incríveis?
Os incríveis?
É mesmo impressionante a passividade dos brasileiros.
Nós pagamos direta e indiretamente a maior carga tributária do
mundo civilizado, e não recebemos em troca absolutamente nada.
Deveríamos ser sem nenhuma dúvida, o país com a melhor
educação básica, a melhor saúde pública e o país de melhor
segurança no mundo.
Somos acreditem ou não exatamente o contrário. Somos na visão
do resto do mundo, um país de otários, que elegemos para
presidente um imbecil que roda o mundo inteiro falando
abobrinhas e que para representantes no congresso mantemos de
forma coagida pelas atuais leis os mesmos corruptos que deram o
Brasil o título de campeão de corrupção no mundo.
E os incríveis sofredores, deram ao Lula mais de 80% de
aprovação. Inrível, incrível mesmo
Depois de assistir na mídia local, e também na mídia
internacional, os escândalos cometidos dentro do senado federal.
Depois de ouvir nas rádios, o presidente do congresso contratar
sem concurso o namorado de sua neta para trabalhar no senado
federal, dizendo em alto e bom tom que a vaga existente é mesmo
da família, como se o voto de confiança recebido sem merecer do
estado do Amapá, também lhe dava o direito vitalício de um
pedaço do Senado Federal. Depois de ouvir o presidente do
conselho de ética do Senado Federal, que não representa
ninguém, pois não recebeu nenhum voto para ocupar a posição
ocupada, adiantou para os eleitores a remissão do Senador
Sarney de qualquer culpa seja lá o que for.
O povo não faz nada.
Em um país mais sério, este crápula do Duque seria linchado em
praça pública.
Mas este começo de post, nada tem haver com o assunto que me
trouxe hoje por aqui.
O povo brasileiro, além de pagar estes impostos abusivos, ainda
paga mais em forma de várias multas.
É verdade que as multas mais freqüentes atingem mais a classe
média, nas formas de multas de trânsito, mas também é a classe
média que suporta a maior carga tributária.
É também a classe média que tem maior acesso à mídia de todas
as formas e está mais informada sobre todos os assuntos.
E mesmo assim, esta classe tão sofrida, paga sem muito
questionar, este abuso que é a indústria das multas de trânsito.
E as administrações locais, principalmente as administrações
municipais, estão inventando a cada dia, mais uma maneira de
cobrar mais multas para poder financiar e saciar a sua fome por
recursos que são usados espuriamente da forma que lhes convier.
É também verdade, que o Código de Transito Brasileiro (CTB),
prevê que as multas de trânsito devam ser usadas na melhoria no
trânsito.
Esta disposição, é muito vaga e apesar de bem intencionada, leva
a más interpretações do assunto, deixando aberta a porta da
informalidade.
Por exemplo, no DF, o governador anuncia que as multas de
trânsito estão ajudando na implementação da segurança no
trânsito. Com este dinheiro, que não é pouco (aproximadamente
500 milhões de reais ao ano), ele contrata mais agentes para
multar, instala mais radares para multar mais, e a segurança está
em baixa, pois os acidentes continuam acontecendo, os roubos de
veículos aumentaram escandalosamente e as infrações que
causam muitos problemas com estacionamentos proibidos, estão
acontecendo em todos os recantos do DF.
E esta arrecadação escandalosa de multas, inconstitucionalmente
já faz parte da receita do DF.
Pensem como isto está totalmente errado.
A receita de qualquer município, estado ou da nação tem que ser
feita antecipadamente em forma de previsão orçamentária, que
deve ser aprovada, pelas câmaras de representantes, de cada
unidade.
Portanto esta arrecadação de multas, não pode ser parte da
receita, pois, teoricamente, não deveria existir se o povo se
educasse e parassem de cometer infrações.
Mas, com a fome de arrecadar cada vez mais, inventam há todos
os instantes, maneiras, regras idiotas, apenas para poderem ter
uma desculpa para continuar a usufruir desta arrecadação
espúria.
Esta arrecadação também promove outra infração como o
suborno que freqüentemente acontece quando um oficial recebe
do cidadão alguma recompensa para não emitir a multa.
E esta situação está em tendência de alta, sem muita perspectiva
de acabar.
Isto precisa acabar sim. Esta indústria da multa, qualquer multa,
tem que ser coibida de alguma forma.
Realmente, a multa tem que existir, pois sem ela os abusos
tendem a aumentar.
O que fazer então????
Eu tive outro dia uma idéia, que precisa ser difundida e encontrar
algum representante honesto o suficiente para apresentar no
congresso.
Seria criado o Fundo Nacional da Multa.
Toda e qualquer multa aplicada punitivamente a qualquer
cidadão ou pessoa jurídica, seria depositado neste fundo único.
Isto se aplica a qualquer unidade federativa seja município,
estado ou união.
Os recursos arrecadados neste fundo seriam distribuídos
diretamente e, igualmente no Ensino Básico e na Saúde Pública.
O TCU, o Ministério Público e uma comissão de representantes,
iriam fiscalizar esta distribuição, ficando totalmente proibido,
repassar estes fundos para qualquer ministério, secretaria ou
qualquer outro órgão que não o usuário final, como uma escola
ou hospital público que deveria apresentar ao fundo uma
necessidade emergencial, que seria analisada pelo conselho
dentro do fundo.
Os motivos poderiam ser os mais diversos, como uma melhoria
nos salários, dos médicos e professores para incentivar médicos
e professores decentes em municípios mais pobres.
A compra de materiais de emergência para escolas e municípios
pobres.
Não poderiam ser usados estes recursos para obras inteiras como
construção de hospitais ou escolas novas, pois isto poderia
reverter em distorções nas distribuições e em corrupção durante
as obras como super faturamento, etc.
Os membros e diretores deste fundo seriam remunerados pelos
órgãos a que pertencerem sem retirar do fundo absolutamente
nenhum centavo para o funcionamento deste.
As medidas legais e os estatutos do fundo seriam criados por
entidades com experiência jurídica legal como a OAB ou algo
parecido.
Com esta medida, a fome arrecadatória seria amainada, e as
escolas e hospitais públicos iriam se beneficiar destas multas.
Vamos gente, vamos deixar de ficar incrivelmente passivos, e
mostrar para os incrivelmente corruptos que o povo também tem
vontade de fazer as coisas acontecerem, sem legislar em causa
própria.
E para dar um exemplo de alguém que não está na impassividade,
leiam este Email que recebi, dando credito a este professor da
USP.
FORREST LULA (o professor foi genial)
Finalmente alguém abordou o tema com uma simplicidade
franciscana, foi direto ao ponto.
O melhor de tudo é que o autor é docente de uma grande
universidade onde, via de regra, a grande maioria é de esquerda,
festiva, burra e eleitora de LULA.
APROVEITEM A ANALISE INTELIGENTE DO PROFESSOR DA
USP Wagner Valenti*
Professor da USP / Departamento de Biologia Aplicada. Esse
professor da USP fez um belo resumo, que aí vai ….
‘Todos conhecem o filme Forrest Gump , que narra a história de
um imbecil que sobe na vida auxiliado por circunstâncias a ele
absurdamente favoráveis.
Pois nós brasileiros temos aqui nosso Forrest Lula, pelas razões
que apresentarei abaixo.
1) Ele pensa que chegou a presidente pela competência, mas foi
por uma junção entre sua persistência malufiana e o
‘mudancismo’ do eleitor, que só pelo desejo de mudar nem se
sabe o quê vota alternadamente em candidatos como Collor e
Maluf, e depois em Lula & companhia.
2) Ele pensa que é respeitado lá fora, mas não passa de uma
curiosidade zoológica, como o mico-leão dourado. A esquerda
romântica de lá acha lindo um operário do terceiro mundo ter
virado presidente: Se ele é competente ou não, o terceiro mundo
que se dane. Ele recebe essa corda toda e acredita.
3 ) Ele pensa que trouxe programas sociais, mas a única coisa que
o PT fez foi proteger os terroristas sem-terra, e transformar o
bolsa-escola em bolsa-esmola.
4) Ele pensa que faz sucesso com a imprensa, mas na verdade
contou, pelo menos até os recentes escândalos, com uma
imprensa domesticada e cordial.
5) Ele pensa que não existe ninguém que possa questioná-lo tanto
em ética quanto em política, mas isso só acontece por que ele
nunca se expôs a entrevistas coletivas sérias, com jornalistas
especializados, onde teria de dar uma satisfação objetiva de seu
desempenho.
6) Ele pensa que é imune a essa crise porque seu percentual de
aprovação ainda é alto, mas as pessoas que ainda confiam nele são
aquelas tão avessas à leitura quanto seu presidente, e por isso
nem sabem o que acontece.
7) Ele pensa que é responsável pelo sucesso da política
econômica, mas isso aconteceu porque a diretriz econômica foi a
única herança do governo anterior que ele não estragou.
Ele pensa que causou o aumento das exportações, embora isso
tenha sido
conseqüência de uma série de fatores anteriores a seu governo,
mais as circunstâncias favoráveis no cenário internacional.
9) Ele pensa que não sofrerá impeachment por estar acima de
tudo o que acontece, embora Collor tenha sido defenestrado por
muito menos. Na verdade, ele só vai ficar lá porque não interessa
a ninguém transformá-lo em mártir,
dando-lhe chance de retornar à cena política, ao mesmo tempo
que ninguém quer ver o escroto do Alencar tomar o poder e
arruinar a política macro-econômica..
Wagner Valenti* Professor da USP / Departamento de Biologia
Aplicada ‘ ..
(*) é um bom prof. de Biologia, pois, mostrou que entende bem
de moluscos, vermes e parasitas…
O legado.
O legado.
Hoje recebi um email comentando umas das ultimas propostas do Clodovil Hernandes.
Este deputado muito polêmico e com suas excentricidades, era uma pessoa de bem, culta e responsável, que se preocupava em realmente representar o eleitor. A sua proposta de reduzir o número de parlamentares, veio provavelmente depois que ele constatou pessoalmente que a maioria dos representantes representa apenas a si próprio.
Vou reproduzir o email na íntegra e depois quero comentar sobre esta idéia:
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Cada macaco no seu galho
Cada macaco no seu galho
O meu pai foi professor universitário, desde antes eu nascer.
Ele deu aulas na UFMG por mais de trinta anos, e neste período foi paraninfo da turma formanda várias vezes.
Ele não tinha muito dinheiro, nunca sobrou nada, mas nós tínhamos uma vida confortável.
Muitas turmas formandas convidam um professor para ser seu paraninfo para que ele contribuísse com dinheiro para festa de formatura, comprando assim o seu ego. Era para que as outras pessoas pensassem que ele
fosse um professor querido.
O meu pai, sem ter dinheiro para fazer isto, era convidado quase todos os anos pela simples razão de que os alunos realmente gostavam dele. E também pelo seu discurso no dia da formatura, onde ele que escrevia muito bem, sempre fazia bons discursos.
Pela opinião geral, ele era um excelente professor.
Nunca reprovou nenhum aluno, e dizia para as pessoas e outros professores que reprovavam maus alunos:
“O ato de reprovar um aluno, dá ao professor uma nota má. O professor deve ensinar e não reprovar.”
Eu lembro perfeitamente bem quando durante férias de meio do ano, apareciam lá em casa pessoas estranhas, e eu quando perguntava quem eram minha mãe dizia que eram os maus alunos de meu pai que iriam passar as férias estudando lá em casa para poderem passar de ano.
Meu pai era um excelente educador, e seus alunos normalmente se tornavam bons profissionais.
Durante sua carreira, como não poderia deixar de ser, o professor popular se tornou o diretor da escola.
E não deu certo. O meu pai era um mau político, não tinha muito jogo de cintura, e a diretoria para ele foi um mau negócio.
As pressões foram tantas, que ele conseguiu um enfarto, teve que se retirar, e pouco tempo depois se aposentou do magistério.
E porque estou contando estas coisas de meu pai?
Foi porque lendo as colunas de noticiários e os blogs como faço todos os dias, encontrei primeiro no Claudio Humberto http://www.claudiohumberto.com.br/ e depois no blog da Adriana Vandoni, http://www.prosaepolitica.com.br/ ,
duas referencias ao senador Cristovam Buarque
que lembram o meu pai.
Eu tenho seguido a carreira deste senador desde a reitoria da UNB. Ele não soube administrar e não foi um bom reitor.
Depois como governador, também faltou tino administrativo e não foi um bom governador.
Realmente não sei se ele foi um bom professor, porque não pude acompanhar sua carreira docente. Pode ser que tenha sido um bom mestre.
Como ministro da educação, ele também foi mal por falta de jogo de cintura, e por ser pobre no jogo político.
Mas como legislador e senador representante do povo, tiro o meu chapéu para ele.
Vou postar agora os dois artigos que me chamaram a atenção e volto depois para comentar:
Projeto de Cristovam propõe plebiscito para fechar o Congresso Nacional
Orlando Brito
Cristovam não explicou o que substituiria a democracia
O senador Cristovam Buarque (PDT-DF) defendeu, em entrevista à rádio 106.9, de Pernambuco, a apresentação de uma proposta para a realização de um plebiscito no qual a população brasileira deveria opinar sobre o fechamento ou não do Congresso Nacional. A idéia do senador surgiu após a enorme quantidade de denúncias e escândalos que tomam conta do noticiário. Segundo Cristovam ele defende manter o Legislativo aberto, mas “pode ser que o povo pense o contrário”. O senador concedeu a entrevista ao programa Frente a Frente do jornalista Magno Martins.
Para ver se deixam melhorar
(Giulio Sanmartini) Sou do tempo que o ensino público ombreava com o particular. O Colégio Pedro Segundo, um dos melhores do país era público. A coisa foi piorando gradativamente até chegar aos níveis atuais, em que pais que querem uma boa formação para seus filhos tem que matriculá-los em escolas particulares. Para que haja uma melhora o educador e senador Cristóvam Buarque encontrou uma solução engenhosa. Será votado, de sua autoria na Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) do Senado, o projeto de lei que obriga vereadores, prefeitos, deputados estaduais, governadores, deputados federais, senadores e o presidente da República a matricular seus filhos em escolas públicas.
Pelo projeto, os filhos dos políticos estarão obrigados a cursar o ensino básico na rede pública. O projeto estabelece ainda que a medida deva ser implementada até 1º de janeiro de 2014. O presidente da CCJ, senador Demóstenes Torres (DEM-GO), mostrou-se crítico ao afirmar que a matéria é inconstitucional uma vez que “não se pode obrigar ninguém, seja pedreiro ou presidente da República, a colocar o filho em escola pública ou privada”. Em sua opinião, a matéria “é demagógica e eleitoreira” e serve apenas para gerar polêmica. Demóstenes Torres considera ainda que, uma vez rejeitado, “o projeto só servirá para jogar ainda mais a população contra o Senado”. 
Voltei,
Como tenho escrito neste blog, como está na página de entrada, há muito tempo que estou criticando o congresso, com a falta de representatividade, com as decisões em causa própria, ignorando vários projetos de legisladores bem intencionados como o imposto único que já foi aprovado nas comissões de economia e outras mas nunca foi a votação. Com a decisão de abolir as cobranças mínimas e obrigatórias das empresas de telecomunicação, está parado há mais de ano. Este congresso tem que ser mudado e as regras para ser um representante do povo têm que ser mais rígidas. 
Se não bastasse isto, crápulas como o Sarnei, Barbalho, Gedel, Cunha Lima, e o maior de todos, Renan Calheiros estão em lugar errado. Deveriam estar presos e estão dentro do congresso, apodrecendo ainda mais o saco de batatas.
Dos 513 deputados da “Câmara de Representantes” apenas 32 agora que morreu o Clodoviu tiveram o voto popular. Os demais é o resultado de legenda ou suplência. Isto não tem legitimidade como representação.
Se conseguíssemos organizar um abaixo assinado de uns 10 milhões de pessoas, e com uns trezentos mil, invadir a explanada, tomar todo o congresso e mudar drasticamente as leis e procedimentos dos legisladores, acabando com as mordomias, seria muito bom, e não seria um golpe, mas uma benção para a democracia. O que existe hoje não tem nem vislumbre de democracia.
Na segunda reportagem, acho uma grande idéia e não somente os filhos dos políticos deveriam freqüentar as escolas básicas, mas seus descendentes diretos como netos e sobrinhos. Ainda vou mais longe senador Cristovam, os políticos deveriam obrigatoriamente freqüentar a rede pública de saúde, onde as pessoas estão morrendo na fila e o Lula diz que a saúde está como no primeiro mundo.
Agora a opinião cretina do Senador
Demóstenes Torres, indica claramente que ele está mancomunado em deixar as escolas públicas como estão sendo premiado com os votos da ignorância popular.
Senador Demóstenes, se fosse de minha vontade, homem público perderia temporariamente, enquanto fosse pago com o dinheiro do contribuinte qualquer tipo de sigilo e ou privilégio como este ridículo “Fórum Privilegiado”. Deveria sim é estar sujeito a um “fórum parlamentar” onde deveria ser julgado pela justiça comum, mas com mais rapidez para se evitar como no caso do Jader Barbalho onde foi responsável pelo desaparecimento de 6 bilhões da SUDAM, que caducou e foi arquivado.
E Senador Demóstenes, onde é que o senhor anda se escondendo? Sua Infeliz frase, “Jogar ainda mais a população contra o senado” não tem um pingo de amparo na realidade.
A população não tem nenhuma afinidade com o congresso.
Como pode a população tão sofrida ver um crápula como este
Renan Calheiros agindo como dono do senado e ter alguma simpatia com esta casa?
Se houvesse realmente um senador que entrasse com um pedido de cassação contra o mandato dele, ou com uma ação cível para que ele mostrasse a origem da fortuna dele, aí sim a população poderia começar a ter simpatia com esta casa de corruptos.
Demagogia é a sua querendo se enrolar na constituição como se não fosse possível se votar uma PEC e obrigar os políticos a serem os primeiros usuários dos benefícios públicos.
Quando o interesse é do congresso, vota-se uma PEC sem nenhum problema, mas quando é da nação, então é inconstitucional.
Muito mais inconstitucional é a presença do senhor Renan.
A força da lei
Eu não entendo porque em uma campanha política, acirrada coma a de São Paulo, não aparecem todos os fatos ligados à infração da lei de responsabilidade fiscal pela candidata Martha Favre, quando prefeita da capital paulista.
O desdém à lei foi muito fragrante e propiciou a emissão de uma medida provisória Nº 237 pelo executivo para se evitar e descartar a possibilidade de uma condenação de Marta.
Existe uma sentença de 2005 pelo supremo que arquiva o processo contra Martha, mas também admite que houve transgressões da lei pela então prefeita.
Bem aqui se pode notar que a medida provisória, com força de lei, Praticamente obrigou ao Ministro do Supremo Eros Grau, relator do processo contra Martha, a arquivar o processo.
Se fosse considerado processo antes da medida provisória, Martha correria sim o serio risco de ir para a cadeia.
O blog do marido dela, apenas fala que ela foi absolvida de qualquer crime pelo supremo.
Isto não é verdade, e pode-se notar isto na sentença. Ela foi absolvida do crime constante do processo porque depois de feito o processo pelo MP, apareceu a modificação na lei, com a medida provisória, que levou o relator do supremo a arquivar o processo.
Mas mesmo assim consta da sentença que existiam outros crimes na administração de Martha, mas que não constavam deste processo.
As despesas assumidas por Martha pouco antes de sair do governo, foram amenizadas pelo conteúdo da medida provisória.
. Em suma, embora se tenham verificado algumas irregularidades de cunho formal, a Corte de Contas constatou a necessidade da execução das despesas realizadas e dos procedimentos adotados para a contínua atuação da Administração em satisfação ao interesse público.
9. Nos termos do art. 359-C, do Código Penal, dispositivo que tutela a observância da LRF, constitui crime:
´Art. 359-C. Ordenar ou autorizar a assunção de obrigação, nos dois últimos quadrimestres do último ano de mandato ou legislatura, cuja despesa não possa ser paga no mesmo exercício financeiro ou, caso reste parcela a ser paga no exercício seguinte, que não tenha contrapartida suficiente de disponibilidade de caixa.
Pena – reclusão, de 1 (um) a 4 (quatro) anos.´
10. No caso em tela, as irregularidades apontadas no julgamento das contas do exercício de 2004 não foram suficientes para configurar o descumprimento do art. 42 da LRF, o que afasta o crime previsto no art.359-C acima transcrito. Inclusive, a Assessoria Jurídica de Controle Externo asseverou estar caracterizada conduta ativa do Executivo para o atendimento da LRF (fls. 70, do apenso 01).
Determino o arquivamento do feito.
Junte-se a petição protocolada sob o n. STF-182.694/2007.
Publique-se.
Brasília, 11 de fevereiro de 2008.
Ministro Eros Grau
- Relator -
Medida Provisória nº 237, de 27 de janeiro de 2005
DOU de 28.1.2005, Edição Extra
Autoriza a União a prestar auxílio financeiro aos Estados, ao Distrito Federal e aos Municípios, com o objetivo de fomentar as exportações do País, e dá outras providências.
Alterada pela Medida Provisória no 240, de 1 de março de 2005.
O PRESIDENTE DA REPÚBLICA, no uso da atribuição que lhe confere o art. 62 da Constituição, adota a seguinte Medida Provisória, com força de lei:
Art. 1o Fica a União autorizada a entregar aos Estados, ao Distrito Federal e aos Municípios, no exercício de 2005, o montante de R$ 900.000.000,00 (novecentos milhões de reais), com o objetivo de fomentar as exportações do País, de acordo com os critérios, prazos e condições previstos nesta Medida Provisória.
Art. 2o A parcela pertencente a cada Estado, incluídas as parcelas de seus Municípios, e ao Distrito Federal será proporcional aos coeficientes individuais de participação discriminados no Anexo desta Medida Provisória.
Parágrafo único. O montante citado no art. 1o será entregue aos Estados, ao Distrito Federal e aos Municípios na razão de um doze avos no último dia útil de cada mês, observado o disposto no art. 6o.
Art. 3o Do montante dos recursos que cabe a cada Estado, a União entregará diretamente ao próprio Estado setenta e cinco por cento, e aos seus Municípios, vinte e cinco por cento.
Parágrafo único. O rateio das parcelas dos Municípios obedecerá aos coeficientes individuais de participação na distribuição da parcela do ICMS de seus respectivos Estados, a serem aplicados no exercício de 2005.
Art. 4o Para a entrega dos recursos à unidade federada, a ser realizada por uma das formas previstas no art. 5o, serão obrigatoriamente considerados, pela ordem e até o montante total da entrega apurado no respectivo período, os valores das seguintes dívidas:
I – contraídas junto ao Tesouro Nacional pela unidade federada, vencidas e não pagas, computadas primeiro as da administração direta e depois as da administração indireta;
II – contraídas pela unidade federada com garantia da União, inclusive dívida externa, vencidas e não pagas, computadas inicialmente as da administração direta e posteriormente as da administração indireta; e
III – contraídas pela unidade federada junto aos demais entes da administração federal, direta e indireta, vencidas e não pagas, computadas inicialmente as da administração direta e posteriormente as da administração indireta.
Parágrafo único. Para efeito do disposto no inciso III deste artigo, ato do Poder Executivo Federal poderá autorizar:
I – a inclusão, como mais uma opção para efeito da entrega dos recursos, e na ordem que determinar, do valor correspondente a título da respectiva unidade federada na carteira da União, inclusive entes de sua administração indireta, primeiro relativamente aos valores vencidos e não pagos e, depois, aos vincendos no mês seguinte àquele em que serão entregues os recursos; e
II – a suspensão temporária da dedução de dívida compreendida pelo inciso III do caput, quando não estiverem disponíveis, no prazo devido, as necessárias informações.
Art. 5o Os recursos a serem entregues mensalmente à unidade federada, equivalentes ao montante das dívidas apurado na forma do art. 4o, serão satisfeitos pela União pelas seguintes formas:
I – entrega de obrigações do Tesouro Nacional, de série especial, inalienáveis, com vencimento não inferior a dez anos, remunerados por taxa igual ao custo médio das dívidas da respectiva unidade federada junto ao Tesouro Nacional, com poder liberatório para pagamento das referidas dívidas; ou
II – correspondente compensação.
Parágrafo único. Os recursos a serem entregues mensalmente à unidade federada equivalentes à diferença positiva entre o valor total que lhe cabe e o valor da dívida apurada nos termos do art. 4o, e liquidada na forma do inciso II deste artigo, serão satisfeitos por meio de crédito, em moeda corrente, à conta bancária do beneficiário.
Art. 6o Para efeito de aplicação desta Medida Provisória, o Ministério da Fazenda definirá, em até sessenta dias a contar de sua publicação, as regras da prestação de informação pelos Estados e pelo Distrito Federal sobre a efetiva manutenção e aproveitamento de créditos pelos exportadores a que se refere o art. 155, § 2o, inciso X, alínea “a”, da Constituição.
Parágrafo único. O ente federado que não enviar as informações referidas no caput ficará sujeito à suspensão do recebimento do auxílio de que trata esta Medida Provisória.
Art. 7o A regularização do envio das informações de que trata o art. 6o permitirá o recebimento dos recursos no mês imediatamente posterior, observado o disposto no parágrafo único do art. 2o.
Art. 8o (Revogado pela Medida Provisória no 240, de 1 de março de 2005).
Art. 9o O art. 8o da Medida Provisória no 2.185-35, de 24 de agosto de 2001, fica acrescido de § 2o, passando o seu parágrafo único a vigorar como § 1o, com a seguinte redação:
“§ 1o Excluem-se das vedações a que se refere o inciso II:
I – a contratação de operações de crédito instituídas por programas federais, destinadas à modernização e ao aparelhamento da máquina administrativa dos Municípios;
II – os empréstimos ou financiamentos junto a organismos financeiros multilaterais e a instituições de fomento e cooperação ligadas a governos estrangeiros, que tenham avaliação positiva da agência financiadora, ao Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social – BNDES e à Caixa Econômica Federal, desde que contratados dentro do prazo de seis anos contados de 30 de junho de 1999 e destinados exclusivamente à complementação de programas em andamento; e
III – as operações de crédito destinadas à implantação de projeto de melhoria em sistemas de iluminação pública, no âmbito do Programa Nacional de Iluminação Pública Eficiente – Reluz.
§ 2o Os efeitos da exclusão a que se refere o inciso III do § 1o retroagem a 29 de junho de 2000.” (NR)
Art. 10. Esta Medida Provisória entra em vigor na data de sua publicação.
Brasília, 27 de janeiro de 2005; 184o da Independência e 117o da República.
Agora leiam este artigo que encontrei no blog do Noblat, de autoria da Lúcia Hippolito:
Marta Suplicy e a irresponsabilidade fiscal
Comentário da cientista política Lucia Hippolito na CBN:
” Antes tarde do que muito tarde. Finalmente, a Comissão de Assuntos Econômicos do Senado aprovou um pedido ao Ministério Público de São Paulo para que abra inquérito contra a ex-prefeita Marta Suplicy por descumprimento da Lei de Responsabilidade Fiscal.
O assunto ainda tem que ir ao plenário, mas é sintomático que a ex-prefeita só tenha obtido o apoio dos quatro senadores petistas que são membros da CAE. O restante votou contra ela.
A ex-prefeita pode ser condenada até a dois anos de prisão e, principalmente, poderá ter que dar adeus ao sonho de ser candidata do PT ao governo de São Paulo.
No início do ano passado, Marta contratou uma operação de crédito para ampliar um programa em andamento na Prefeitura de São Paulo, mas sem autorização prévia da Comissão de Assuntos Econômicos do Senado, como manda a lei. A CAE é responsável pela análise e aprovação dos pedidos de créditos feitos pelas Prefeituras.
O Ministério da Fazenda fez tudo para ajudar a ex-prefeita, chegando inclusive a editar a Medida Provisória nº 237, para tentar ajeitar a irregularidade.
Mas a Câmara de Vereadores de São Paulo e a Comissão de Assuntos Econômicos do Senado não concordaram.
É verdade que a atitude de Marta Suplicy não contribuiu para melhorar as coisas. Convidada várias vezes a comparecer à CAE para se explicar, Marta preferiu desconsiderar o chamado dos senadores e enviar uma correspondência, que foi considerada insuficiente.
O relatório aprovado na CAE pede ao Ministério Público que processe a ex-prefeita por improbidade administrativa, crime de responsabilidade e descumprimento do Código Penal.
Em sua defesa, Marta Suplicy argumentou que as Prefeituras do Rio de Janeiro, Salvador, Campinas, Araçatuba e Valinhos fizeram a mesma coisa.
Com todo o respeito por essas valorosas cidades, alguém acha mesmo que se Marta Suplicy não estivesse correndo o risco de ir para a cadeia, o governo Lula ia se lembrar de fazer uma Medida Provisória para salvar o prefeito de Araçatuba e de Valinhos?!”
Estava demorando a aparecer……
Estava demorando a aparecer……
Saiu na coluna do Claudio Humberto:
21/08/2008 | 00:00
Dilma e Geddel, a chapa de Lula
O presidente Lula parece decidido a levar adiante a candidatura da ministra Dilma Rousseff (Casa Civil) à sua sucessão, em 2010, e até já pensa no companheiro de chapa dela. Em conversa com políticos do Rio de Janeiro, entre os quais o vice-governador Luiz Fernando Pezão, Lula afirmou que o ideal seria uma chapa PT-PMDB e, se depender dele, o candidato a vice é o ministro Geddel Vieira Lima (Integração Nacional).
Este político baiano, que foi apelidado pelo finado ACM de “Agatunado”, tem uma tremenda fama de aproveitador (para quem conhece a peça já sabe como ele aproveita).
Foi encarregado de gerenciar uma verba para ser utilizada na condenação à morte do Rio São Francisco, de 6,2 bilhões de reais.
Os primeiros noventa milhões gastos nesta obra foram questionados pelo TCU, e depois da notícia não se ouviu mais nada. De acordo com as primeiras notícias de aproximadamente um ano atrás havia notas frias, notas falsas, falta de comprovantes e outras falcatruas.
Agora, vem esta notícia da possibilidade da candidatura deste político para vice da Dilma.
Quem quer casar com a dona baratinha que tem dinheiro na caixinha?
Vem que tem.
Eta Brasil…..
Constituição natimorta!…
Constituição natimorta!…
Saiu hoje na coluna do Claudio Humberto:
“OAB celebra 20 anos da Constituição”
“O presidente nacional da OAB, Cezar Britto, participa às 9h30 de hoje (21) da cerimônia de abertura do Fórum Brasileiro de Direito Constitucional, que comemorará as duas primeiras décadas da Constituição de 1988. O encontro “O STF e a Constituição: 20 anos” terá a Coordenação científica da advogada Daniela Tamanini, e reunirá mestres constitucionalistas, ministros da Corte, advogados e procuradores. O evento será no Centro de Eventos e Convenções Brasil 21, em Brasília. “
Esta constituição vergonhosa, que foi feita e construída com o pensamento em vingança e compensação social pelos abusos cometidos durante os anos de chumbo, está legalmente inválida pelos atos do então deputado Nelson Jobim, hoje ministro da defesa, que inseriu nela (constituição) depois de votada e aprovada, artigos de interesse de bancos nacionais e estrangeiros, e provavelmente dele próprio (o Jobim).
Este ato invalida esta constituição, que a OAB está comemorando o aniversário de 20 anos.
Comemorando um aniversário de uma coisa que ainda não nasceu.
Ah bom……
Legislando o problema.
Legislando o problema.
Esta semana por motivo de muito trabalho, negligenciei o blog novamente, mas vamos apanhando as notícias e tentando fazer algum sentido sobre o que está acontecendo no Brasil.
Recebi de meu sobrinho o José Melo (http://zefonseca.com/blogs/ze/) um email interessante:
Gostei dessa lei de zero álcool no sangue. Fui ao aniversário de um parente e na minha mesa ninguém bebeu porque estavam todos ao volante. Voltando pra casa fui pensando: bem que podia ter uma dessas pra corruptos, não acham?
Afinal, a corrupção no Brasil é um problema tão sério quanto os bêbados no volante. Roubam-nos e ainda causam a alta dos impostos (porque só criam impostos novos pra suprir sua roubalheira e incompetência). Os corruptos matam pessoas que não sobrevivem aos hospitais caindo aos pedaços, matam milhares de fome, tiram o emprego de gente honesta, ganham licitações encima de empresas honestas, e por aí vai. Corruptos matam igual o bêbado no trânsito, talvez mais. Um bêbado mata as pessoas próximas. Um corrupto mata dezenas, centenas, até milhares dependendo do cargo, e seus malefícios têm seqüela várias gerações adiante, o corrupto mata indiretamente e o povo não percebe.
Portanto, nos mesmos moldes da tolerância zero de álcool no trânsito, proponho a lei de tolerância zero pra corruptos.
1) A corrupção torna-se crime hediondo.
2) Acaba o foro privilegiado para qualquer autoridade
3) A imunidade fica restrita apenas às atividades estritamente legislativas.
4) O sigilo fiscal e bancário deixa de existir automaticamente uma vez que o candidato eleito for diplomado.
5) Candidatos que estiverem sendo processados em varas criminais ficam inelegíveis
6) Qualquer candidato com condenação passada fica inelegível, tem que ter currículo perfeito.
7) O voto torna-se optativo.
8 ) A renúncia não interrompe o processo de cassação.
1) A corrupção torna-se crime hediondo
No caso do roubo ser maior que R$ 50.000,00 (cinqüenta mil Reais) o dinheiro poderia salvar a vida de alguém num hospital público, portanto, assim como na nova lei de trânsito, um roubo desse porte ou maior deverá ser considerado homicídio doloso. Assim, um Lalau ou um Cacciola passaria o resto dos dias preso, na cadeia, e não em casa.
2) Acaba o foro privilegiado para qualquer autoridade
Não tem cabimento um Ministro de Estado ser blindado de processos. Deveria ser o contrário, ele deveria ter muito mais responsabilidade de explicar qualquer denúncia, e não ser blindado. Lula protegeu Henrique Meirelles dando-lhe status de Ministro. É o único Ministro do mundo subordinado a outro Ministro. Onde já se viu isso? Acabaria também o foro privilegiado para qualquer outra autoridade. Pra que foro privilegiado se a pessoa for honesta?
3) A imunidade fica restrita apenas às atividades estritamente legislativas.
O parlamentar, no exercício de suas atribuições de fiscalizar o Executivo e enquanto legisla, não pode sofrer pressão ou chantagem qualquer. Portanto, apenas para essas atividades, ele mantém imunidade.
4) O sigilo fiscal e bancário deixa de existir automaticamente uma vez que o candidato eleito for diplomado.
O “homem público” no Brasil só tem o rosto de público. O resto é um jogo de espelhos e fumaça, não tem nada de público na vida dos principais suspeitos. Aliás, dos eternos suspeitos, sempre sendo processados, sempre na imprensa se defendendo. Vamos resolver o mal pela raiz: ao ser diplomado fica automaticamente quebrado o sigilo fiscal e bancário. Aí o povo decide se o que ele tem é compatível, ou não, com suas atividades passadas.
5) Candidatos que estiverem sendo processados em varas criminais ficam inelegíveis
Processos pequenos, em vara cível, acusações de adversários e pequenas ofensas ficam isentas. Todos os outros crimes tornam o candidato inelegível. Quer ser homem público? Pois ande na linha desde cedo.
6) Qualquer candidato com condenação passada fica inelegível, tem que ter currículo perfeito.
Quer ser homem público? Então ande na linha.
7) O voto torna-se optativo.
O povo vota se quiser. Candidatos medíocres não merecem voto. Se ninguém votar significa que os candidatos não prestam. Ficam todos inelegíveis e convocam-se novas eleições imediatamente ao invés de presentear bandidos com 4 anos de dinheiro público.
8 ) A renúncia não interrompe o processo de cassação.
Se houver denúncia, o processo de cassação deve ocorrer do início ao fim para averiguar todas as acusações, até mesmo pelo interesse do candidato de ser inocentado. Portanto a renúncia ao cargo não interromperia o processo. Havendo constatação política do crime, o candidato é cassado in absentia caso tenha renunciado, e perde seus direitos políticos para sempre.
Já que o Estado mostrou o braço forte pegando bêbados nas estradas, com tolerância zero, vamos pegar então essa praga que mata muito mais que os bêbados e que corrói o Brasil como um câncer espalhando o atraso. Chegou a hora da lei de tolerância zero com corruptos. Vocês vão ver, se fizesse uma lei assim os impostos cairiam, todos viveriam melhor e o Brasil seria uma país mais sério afinal de contas.
É o Zé pegou uma linha interessante de pensamento. Seria muito desejável que isto acontecesse de fato no Brasil. Mas não vai acontecer.
Quando estavam elaborando o “Novo Código de Transito Brasileiro”, no governo FHC, o relator da matéria era o deputado por São Paulo, Ary Kara. Publicaram no jornal uma prévia do código antes de ser sancionado pelo FHC.
Ao lê-lo encontrei muitas coisas indevidas e impraticáveis dentro da nova lei, e entrei em contato com o então deputado.
Depois de muito tentar recebi um telefonema de seu gabinete, e finalmente pude falar com ele. Eu então depois das apresentações disse:
“- Deputado, eu tenho uma licença para dirigir em vários países e conheço as leis de cada um deles. Entre os países estão os Estados Unidos, Canadá, Inglaterra, Escócia, México,
Venezuela, Colômbia, e este novo código em formação, não pode funcionar no Brasil, pois depende de legislação complementar, reforma no judiciário, e existem vários artigos totalmente desnecessários com, por exemplo, a exigência de um kit de emergência, totalmente incompleto e sem serventia alguma sem o devido treinamento. Os extintores deveriam ser restritos aos veículos comerciais, e as multas de transito deveriam ser dadas ao motorista infrator e não ao veículo, sendo necessário que o policial parasse o veiculo e identificasse o condutor. As multas de estacionamento proibido poderiam ser dadas sem o motorista presente, mas não poderiam contar pontos na carteira. Deveria haver uma distinção entre multas com o veiculo em movimento e multas com o veículo parado.”
Depois desta explicação, o deputado de forma gentil, me disse o seguinte:
“- Caro Roberto, é muito bom que os cidadãos se interessem pelos acontecimentos do país, mas neste caso quero lhe informar que estudamos a fundo as leis de trânsito de vários países e esta lei em andamento, é a mais moderna e melhor para o Brasil e depois de aprovada teremos o melhor código de transito do mundo”
Sem mais explicações, e muito dono da verdade, ele desligou. Mandei então ao gabinete da presidência da República, uma carta com uma sugestão de vetos ao projeto do código. Eram 30 sugestões, e o presidente FHC vetou 26. Não sei se foi a minha carta ou não, mas coincidiu e os vetos presidenciais tornaram o presente código mais palatável. Ficou entre outras coisas, o famoso “Estojo de Primeiros socorros” que por sua inutilidade foi mais tarde descartado, e as multas com o veiculo em movimento, multando com isto o veiculo e não o motorista, criando nos grandes centros uma indústria da multa, onde pessoas se ofereciam nos jornais para assumir a culpa da infração por uma quantia, e assim acabando com o efeito educação do código.
No código atual está explícito que os fundos arrecadados com as multas deveriam ser usados na sua totalidade em educação e melhorias no sistema de trânsito. Esta idéia é muito boa, mas se eu entendo direito, deveria existir uma conta dentro dos governos, onde seriam depositadas estas quantias, e deveriam ser usadas para o fim dentro das especificações legais e este uso deveria ser fiscalizado pelo TCU. Mas da maneira atual, estas multas fazem parte do caixa dos governos que as usam para o fim que lhes der vontade, até para campanhas políticas.
Da maneira em que foi feito o Código de Trânsito Brasileiro, não visa melhorar a educação do motorista, mas visa apenas como está comprovada a arrecadação extra para os cofres do governo. E não é pouca esta arrecadação. Apenas no DF, onde recentemente celebraram com estardalhaço o emplacamento do milionésimo veículo, não existe nenhuma possibilidade de se dirigir sem pelo menos uma multa anual. A menor multa por excesso de velocidade, apenas alguns quilômetros a mais, em alguns pontos a tolerância é de um (1) quilômetro por hora, é de R$ 85,00. Somente aí se arrecada 85 milhões de reais, se a média for de uma multa por veiculo e eu aposto que a média é maior.
E voltando ao email do Zé, no Brasil se tem a vontade e é prática política de se legislar os problemas.
Violência gerou a legislação sobre as armas.
Mais violência gerou o pedido para legislar a idade penal.
Violência no transito gerou a estúpida lei dos bares nas proximidades das rodovias. De tão estúpida e impensada foi modificada até ficar como era antes da lei, com muito desgaste para o governo.
Agora vem esta imbecilidade da tolerância Zero. Não vai acabar com a violência no transito esta idiotice porque até os imbecis sabem que é uma medida apenas arrecadatória para os governos, pois os alcoólatras que dirigem embriagados e causam acidentes vão continuar a fazê-lo, com ou sem carteira de motorista, as cadeias não vão comportar mais este volume de infração, e as cortes de justiça não vão atender as demandas desta nova lei. Mas, as multas vão funcionar sim.
Eu pessoalmente desconfio que o Fernandinho Beira Mar e o narcotráfico estejam por detrás desta lei, pois os bafômetros não vão encontrar nem maconha nem cocaína nos motoristas e os arrebites nos caminhoneiros, e então as pessoas que freqüentam festas vão começar a usar estas drogas e relutar na cerveja que pode ser detectada.
E este governo e legisladores irresponsáveis, que criaram uma lei visando melhorar os índices de acidentes no trânsito, não criaram nenhuma lei com Tolerância Zero (que por sinal já existe) para obrigar aos governantes a melhorar o estado geral das rodovias e a sinalização, as balanças, a fiscalização, e a segurança em geral das estradas brasileiras que matam muito mais do que dirigir embriagado. Não estou com isto condizendo com a direção embriagada, pelo contrário sou totalmente contra, mas isto se consegue é com a educação, começando nas escolas básicas e não com uma legislação inútil e sem respaldo infra-estrutural das vias, que seria por onde deveria começar a intenção de melhorar os índices de acidentes de trânsito.
A legislação sobre as armas se provou desgastante, até um plebiscito foi feito e, a campanha de recolher armas se mostrou inútil, pois depois de tudo a violência e o crime com as armas pioraram.
No Brasil existem as mais severas leis contra as drogas ilícitas, mas estas seguem aumentando, existem severas leis sobre o contrabando, mas este segue aumentando, existem leis e mais leis sobre a violência e esta segue aumentando.
A inutilidade de tais instrumentos é tal, que poderia ser legislada a felicidade geral da população.
Seria a Tolerância Zero da infelicidade. Em vez da bolsa família, o principal programa do governo Lula poderia ser uma lei:
Tolerância Zero da Pobreza, onde seria proibido ser pobre.
E é por esta razão que considero, apesar de muito boa, utópica a idéia do Zé da Tolerância Zero da Corrupção.
Tenho, no entanto uma sugestão:
“Tolerância Zero já, do fim do estado atual da educação no Brasil”
Seriam imediatamente revistas as normas educacionais no país, ficando estabelecida uma taxa obrigatória de 15% do PIB (atualmente se gasta 2,5% do PIB, e destes 80% são para ensino superior) para a educação básica e secundária, e estabelecendo o fim das universidades gratuitas, tendo o estudante superior de bancar seus estudos que poderiam ser financiados com juros mais baixos, mas com obrigatoriedade de pagamentos.
Com um bom e decente ensino básico poderia ser o começo para uma duradoura paz no trânsito, arrefecimento da violência, e uma base segura de respaldo para as legislações futuras.
Os idiotas e imbecis que pensam estas leis, são infelizmente o fruto desta educação precária brasileira que não visa apenas o pobre, mas a todos. (As escolas privadas e caras também não estão condizentes com uma educação de real qualidade).
Nos anos noventa, creio que em 97, um deputado federal de Minas Gerais (o meu estado) entrou na pauta de votação da Câmara, um projeto de lei para retirar do Hino Nacional Brasileiro, as palavras “LUTA” e “MORTE” para coibir a violência.
Este coitado é mais uma vítima das precárias escolas brasileiras.
E leia este recente artigo da falácia desta lei como uma forma de coibir os acidentes no trânsito.
Mudanças & promessas.
Mudanças & promessas.
Lula foi eleito com muita esperança por mudanças prometidas e repetidas em campanha. Mudanças no sistema tributário que ele definiu com extorsivo e inibidor de um crescimento que o Brasil merecia.
Mudanças políticas definidas por ele como a única forma do Brasil poder ser chamado de um país sério.
Mudanças éticas em todo o aparato administrativo, pois ele definiu em campanha que a transparência na administração publica seria uma de suas metas se fosse eleito presidente.
E ele foi eleito presidente e de acordo com a sua agencia de propaganda, a sua eleição foi definida como “A esperança venceu o medo”.
Depois de eleito, aconteceu muita coisa, menos as mudanças prometidas em sua campanha.
A mudança no sistema tributário onde ele alegava ser impossível um país crescer com tamanha carga tributária, ele aumentou descaradamente todos os tributos, e as mudanças prometidas foram esquecidas, o modo do IBGE calcular o PIB (Produto Interno Bruto) foi modificado para camuflar tanto o crescimento como a carga tributária, mas a nossa arrecadação tributária bate recordes atrás de recordes e é descaradamente a maior da planeta. O lema entre os empresários é :
“Se não sonegar não agüenta”.
As mudanças políticas ele fez, foram uma festa de compra do legislativo corrupto, que todo comprado aprova as mais loucas medidas antidemocráticas jamais vista neste país.
As mudanças éticas e a transparência foram por água abaixo, e hoje a definição de ética no Brasil, está totalmente desvirtuada em favor da falta de pudor e de deslavada propagação da mentira por parte principalmente do primeiro mandatário.
Os seus programas de governo no primeiro mandato, como “Fome Zero”
“Primeiro Emprego” entre outros fizeram água e descaradamente foram esquecidos em favor de outro que veio parcialmente do governo anterior. Este programa foi renomeado e desvirtuado, se transformando no carro chefe do governo. No governo anterior foi criado para manter as crianças na escola, vacinadas e atendidas em postos de saúde. Esta era principalmente a condição de permanência no programa que se chamava “Bolsa Escola”. Tinha fiscalização, era um pouco limitado às regiões onde a evasão escolar era maior, e as condições de saúde eram piores. Este novo governo onde a esperança venceu o medo, renomeou o programa “Bolsa Família”, tirou as contra partidas, e expandiu este programa rapidamente por todo o território nacional. Com o aumento vertiginoso do tamanho do programa, a fiscalização ficou difícil, e as fraudes aumentaram também vertiginosamente, a ponto de funcionários públicos em Brasília serem pegos participando do programa.
Não existe contra partida e recentemente o IBGE (Órgão do Governo) constatou que nos municípios onde o gasto com o programa foi maior, a evasão escolar aumentou, o nível do ensino piorou e a criminalidade aumentou.
Hoje são 46 milhões de pessoas inscritas no programa “Bolsa Família”,
recebendo esmola do governo, sem nenhum incentivo para abandonar o programa e se transformarem em cidadãos independentes e colaboradores com a sociedade.
Estes participantes do programa com o pequeno acréscimo de renda do programa se transformaram em consumidores, aumentando o consumo de bens, levando com isto a um crescimento da indústria fornecedora dos materiais consumidos.
Mas pensem bem quem está sendo realmente o consumidor.
O governo é que está consumindo bens, pois está tirando dinheiro da classe média e dando para os mais pobres gastarem.
Seria como economizar andando a pé em vez de pegar o ônibus, sem contabilizar o gasto de energia, sapatos, tempo. E a economia seria ainda maior se em vez de ônibus, se corresse atrás de um taxi.
A indústria está crescendo, com as compras do governo, que para comprar mais eleva impostos que retira da classe média.
A indústria também está crescendo com o crédito desenfreado que foi dado ao consumidor, com prazos muito longos, juros altos, e promessas de estabilidade eterna. A inadimplência está crescendo mais do que a indústria, e quando a bolha explodir vai ser um “Deus nos acuda”.
E recentemente, a inflação, que foi durante cinco anos a menina dos olhos do governo, está dando sinais de retorno, sem que se encontre uma forma de controle por parte do governo que venceu o medo e agora está com medo.
E falando de mudanças reais temos a seguinte situação no Brasil
Transformações diretas
Baranga em Dama.
Pilantra em Presidente
Vavá em lambari
Crescimento Real
Crescimento da dignidade pessoal.
Trabalhando duro
Durante o caso do Vavá, vendendo influência em que foi pego pela segunda vez, o medico e escritor Carlos Alberto Reis Lima escreveu este artigo:
UM HOMEM DE AZAR
por Carlos Alberto Reis Lima
Lula é um azarado. Tudo o que ele toca suja suas mãos. Seus amigos têm uma vocação irresistível para a fraude, para a trapaça. Lula está cercado de mau olhado. Só os piores tipos dele se acercam abusando de sua extrema generosidade, de sua grande alma (mahatma), de sua bondade de coração – de sua maneira manteiga-derretida!
Lula por onde anda está cercado de gente que não presta; seus auxiliares o traem a toda hora; seus colaboradores tramam contra ele. Até o presidente Hugo Chàvez, que ele pensava que era seu amigo, disse coisas horríveis do Congresso brasileiro que ele comprou com tanto carinho! A traição o espreita. Uma vez, em Paris – lembram? – ele se queixou dela.
Essa Operação Navalha só pode ser coisa de invejosos do seu sucesso, dos seus discursos apurados de intelectual, de suas tiradas metafísicas-futebolísticas, embora ditas com amor, com compaixão pelos pobres, pelos irmãos, pelos gentios. Lula é um injustiçado. Agora querem acusá-lo de ter um irmão vigarista! Até a Polícia Federal o traiu. Tarso Genro, quem diria, seu Ministro da Justiça, trama contra ele. Renan Calheiros é injustamente envolvido em uma falcatrua com empresários e tem a sua vida privada aberta à execração popular. Sarney faz de tudo para protegê-lo … mas até quando? Um compadre seu, pasmem, teria relações promíscuas com dinheiro público em Diadema. Querem prejudicá-lo prendendo e denunciando seus amigos próximos e seus parentes mais queridos, querendo insinuar que ele, de novo, sabia de tudo.
Lula é um azarado. O presidente do seu Partido é um “aloprado”. O ex-presidente do PT, Genoíno, tem um irmão cujo assessor forrava as cuecas com dólares só para prejudicar Lula. O “nosso” Delúbio fazia maracutaias com o Marcos Valério (onde andará?) deixando o PT com a injusta fama de partido desonesto e corrupto. Sabem para quê tudo isso? Para atingir Lula; para ferir de morte a sua honestidade e a sua caridade! Essa gente que acompanha Lula há 30 anos não presta!
Chegaram a acusá-lo agora de ter vendido a Petrobrás da Bolívia ao Hugo Chàvez! Vejam aonde chega a maledicência desses invejosos! Imaginem se um presidente eleito pelo Foro de São Paulo faria tal coisa contra o patrimônio nacional! Lula está cercado. Tem gente embaixo de sua cama o roubando; tem ascensorista suspeito, motoristas inconfiáveis, que à primeira oportunidade o trairão e o deixarão mal junto à opinião pública. Seu amigo Bruno Maranhão o traiu ao depredar o Congresso nacional. Pois foi deixado impune para que essa maldição antidemocrática fosse assacada contra ele, Lula. Os seus amigos mais próximos são suspeitos de assassinarem dois prefeitos e de ameaçar familiares sobreviventes. Jornalistas agora são perseguidos. Tudo apenas para sujar o seu nome. É muito azar!
Em vista de tudo isso, em vista da enorme injustiça que se comete à miúde contra esse santo homem, alguém deve dele se aproximar e dizer claramente: Presidente, cuidado, eles querem lhe pegar! Mas talvez isso não seja necessário. Soube hoje, com alívio, que os especialistas da mídia, essa sim muito fiel e solidária, já garantem que Lula sairá sobranceiro de mais essa crise – a crise de número 145! –, que ele dará a volta por cima como sempre deu com a ajuda do seu povo faminto, dos seus parlamentares fiéis no Congresso. Afinal, se há alguma coisa que é sincera e fiel aliada do Lula é esse tal de Congresso e essa tal de mídia. Custa caro para o Lula, a gente sabe, mas como assegurar tanta fidelidade em apenas um ou dois mandatos? Da imprensa ele só tem alegrias. Coitado, ultimamente estava tão alegre que resolveu fazer uma televisão só para ele e com gente confiável. Mas já tem gente falando mal dele, que ele está imitando o Chàvez, e outras inverdades.
Então, seus secadores, tirem o cavalinho da chuva: o “affair” Vavá não vai dar em nada, de novo. O homem é azarado, mas tem um santo forte, blindado, comprado a peso de ouro, incorruptível, um santo impoluto como só ele sabe ser. Só falta agora a Justiça, que ele criou à sua feição, virar-se contra ele e de forma erótica e libidinosa condená-lo a uma multa de R$100,00! A maldade humana não tem limites!
A volta à luta.
A volta à luta.
Estou à bastante tempo sem atualizar o Blog.
Tirei umas férias do blog, por estar trabalhando bastante, e tentando equacionar a minha vida neste sistema maluco em que vivemos atualmente.
A minha pequena empresa anda bem devagar, devo impostos, devo cheque especial, estou negociando estas dívidas, o pouco trabalho que vou conseguindo, levo calotes, sou pago com cheque sem fundos, e o pior de tudo estou pagando pelo ultimo calculo, 80% do que eu produzo para o governo. Não recebo em troca nada por isto. Sou multado quase todos os dias, por dirigir apenas dois ou três quilômetros por hora acima do limite de velocidade, dirijo em ruas esburacadas, perco pneus, rodas, sou alvo de tentativas de assalto, não aprece nenhum policial para me defender. Tenho que acionar os meus devedores nas cortes abarrotadas, e a primeira audiência demora seis meses. O devedor acionado apresenta atestado médico fajuto e não comparece. Eu tenho que comparecer perder o dia de trabalho tentando receber outro trabalho concluído. Os meus filhos estão estudando em escolas públicas, sem nenhuma garantia que vão estudar ou aprender algo, pois as escolas estão muito ruins e os professores mal pagos, fazem greves constantes e os dias perdidos são repostos nas férias.
E não vejo nenhuma luz no fim do túnel. Mas tenho que seguir lutando, pois comungo das idéias do Rui Barbosa de que maior do que a tristeza de não vencer é a vergonha de não ter lutado.
Tenho que expor as minhas idéias para tentar me fazer ouvir, para tentar convencer o maior número possível de pessoas a participarem da utopia de fazer um Brasil melhor, mais democrático, mais justo. Foi gratificante saber que apesar de não ser atualizado, o blog manteve a sua média de acessos e de que mais de mil pessoas continuaram a acessar por suas próprias razões aos artigos que escrevi ou publiquei.
Neste tempo em limbo pensei sobre o nosso país, e ontem recebi por Email, uma mensagem de um novo grupo, que também procura pelos mesmos ideais de melhoras no Brasil.
O mais interessante sobre este grupo e sua mensagem, foi que parecia eu estar lendo os meus artigos, sobre eleições, sobre o imposto único, sobre democracia, sobre a educação básica. Tudo que eu sempre falei estava na mensagem enviada por este novo grupo.
(http://www.brasilnaveia.com/)
. Eles estão divulgando a anulação do voto. Já participei também desta campanha, mas não é possível conseguir um consenso geral para que todos parem de votar, e se apenas 10% votarem no candidato ele será eleito representante de todos os que não votaram. Não creio que seja esta a avenida a percorrer.
Tem que haver uma reforma na marra. Tem que haver um meio de conseguir uma multidão de uns 50 a 100 mil pessoas, respaldados por um abaixo assinado sério, de dois milhões de assinantes, registrado em cartório, com apoio da OAB, Ministério Público, Forças Armadas, e subir no plenário da câmara, e votar por decreto imediato as reformas que podem fazer o Brasil passar a ser um país mais sério.
Tem que tirar da constituição o voto obrigatório, tem que mudar o estatus do voto de “Direito” para “Privilégio”.
Votar deveria ser um privilégio concedido aos cidadãos de bem para escolherem os seus representantes, e não um direito adquirido como atualmente. Os criminosos condenados perderiam para sempre este privilégio, e as pessoas que estiverem sendo beneficiadas com os programas assistencialistas do governo, deveriam perder este privilégio ao voto enquanto não saírem destes programas e se transformasse pessoa contribuinte para a melhoria da sociedade.
O voto como privilégio seria obviamente totalmente voluntário como deveria ser em uma democracia verdadeira.
Tem que haver uma reforma tributária real e duradoura e a idéia do professor Marcos Cintra da FGV
(http://www.marcoscintra.org/novo/)
do imposto único, que já foi aprovada para votação na câmara desde 2002, ainda se encontra na gaveta esperando ser posta em votação. Desta forma será sempre engavetada pois esta idéia é tão boa para o Brasil como um todo, que contraia interesses fortíssimos que estão mamando no atual sistema e têm pavor de uma boa idéia que possa modificar o “Estatus Quo” .
Bem este post anuncia a minha volta à luta para desbancar esta corja de FDP que se instalou nas instituições da democracia, e transformou estas instituições em antros de privilégios pessoais e de vergonha nacional.
Vamos à luta.
Justiça democrática.
Justiça democrática.
Para que um país seja um país democrático de fato, um dos quesitos mais importantes é o funcionamento da justiça.
A justiça de um país democrático tem que ser totalmente neutra, tem que ser célere, e tem que haver conseqüências graves para o desrespeito à lei.
Justamente como no Brasil!!!!!
O prefeito de Santo André/SP, o Celso Daniel, foi assassinado convenientemente por não querer participar do jogo de cartas marcadas na arrecadação de fundos para a campanha presidencial de 2001. Existem muitos fatos ligados à este assassinato, carentes de qualquer investigação. Existem sete testemunhas chaves e até um médico legista que questionou o laudo oficial, mortos de forma no mínimo estranha nos meses que se seguiram o assassinato.
E as doações suspeitas, dadas por empresários de transporte e obras das cidades do ABC paulista, nunca foram devidamente investigadas. Uma Delas, Ribeirão Preto foi feito uma sindicância e resultou no indiciamento do Palocci. O delegado responsável foi sumariamente demitido e transferido para outra delegacia de menor importância. No caso do Celso Daniel, a delegada que encerrou o caso, Dra. Sato, é sogra da Lurian Cordeiro, filha do Lula. Toninho do PT foi misteriosamente morto também com apuração duvidosa.
Existe o caso do dossiê, onde foram apanhados com a mão na massa, (flagrante delito) em um quarto de hotel, os assessores mais próximos de Lula. (Este não sabia de nada) Eles estavam com reais e dólares em um valor de um milhão e setecentos mil, e uma cópia de um dossiê fajuto supostamente para atrapalhar a campanha política de José Serra no governo de São Paulo. O dinheiro foi todo fotografado com os maços de notas envolvidos por faixas do Banco Central e da Caixa Econômica Federal.
Ninguém foi responsabilizado por este dinheiro, o presidente chamou os assessores de aloprados, não existiu nem crime de sonegação fiscal, e o delegado que foi encarregado da investigação foi promovido escandalosamente para uma tremenda posição de destaque em Mato Grosso. O delegado que divulgou as fotos do dinheiro foi punido com transferência para um lugar escondido. Não apareceu nenhum dono para o dinheiro. Eu já escrevi sobre isto anteriormente.
O crime da menina paulista Daniela Nardoni, não sai da mídia e revoltou todo o país. A polícia de São Paulo fez uma perícia dirigida não para apurar o autor do crime, mas para condenar de antemão o pai e a madrasta da menina.
Estranhamente todas as diligências feitas até o momento, e todas as testemunhas ouvidas foram para corroborar uma teoria de culpa iniciada no primeiro momento depois do assassinato. Não estou desculpando os possíveis culpados, mas da maneira em que foi feita estas perícias e os indiciamentos, ficou um prato cheio para a defesa, desclassificar toda esta investigação como tendenciosa e montada contra os seus clientes.
Provavelmente, não vai haver culpados neste crime.
Em um país onde existem coisas como prisão especial para quem tem curso superior, a justiça está totalmente invertida. Um pobre coitado que não tenha instrução alguma e por não conhecer as leis comete um crime, vai para o calabouço sem nenhum privilégio. Um promotor que friamente assassinou pessoas na rua, responde tudo em liberdade, continua ganhado seu salário e provavelmente vai ser absolvido. Um advogado que por ciúmes assassina friamente sua namorada, quando preso teve cela especial e responde agora em liberdade e vai provavelmente ser punido com uma pena alternativa. Estas pessoas assim como diversas outras, que têm o conhecimento da lei como profissão deveriam pagar mais rigidamente pelos crimes cometidos. Um cidadão instruído e consciente da existência das leis e as conseqüências dos atos praticados em detrimento da mesma deveriam quando em delito pagar de forma mais exemplar do que um pobre ignorante que desconheça a lei e suas implicâncias.
Os crimes de colarinho branco, sem nenhum tipo de violência, onde o culpado não apresente perigo para a sociedade, e onde seja a primeira ofensa, poderiam sem dúvida ter penas alternativas.
Um país onde as ONGs dos direitos humanos consideram que o preso não seja obrigado a trabalhar para compensar parte de seus gastos, onde presos recebam indiscriminadamente visitas sociais, onde os presídios sejam ordenados em classes sociais, e onde o comando do crime continue regendo a orquestra do crime por controle remoto de dentro de sua cela é um país sem democracia.
Para que haja uma democracia mais justa,(Democracia justa é pleonasmo) as leis do país que foram criadas dentro de um sistema democrático têm que funcionar plenamente, as penas têm que ser cumpridas, e as prisões têm que ser lugares para cumprir penas, onde os presos sejam tratados com dignidade, mas também com seriedade e severidade, e onde se a família tiver dinheiro para sustentar o preso, ele fique sem trabalhar, mas onde o estado tiver que sustentar este preso, ele tem obrigatoriamente o dever de trabalhar. Um preso deste sistema poderia se recusar a trabalhar, mas neste caso cumpriria a pena total sem direito a nenhuma regalia.
Os presídios seriam menores e mais numerosos, com capacidade máxima de 250 presos.
Com um sistema destes, a democracia poderia começar a acontecer no Brasil.
Os representantes políticos que cometessem crimes, e fossem indiciados pelo MPF, perderiam seu salário e teriam um julgamento célere por um júri popular, pois foi o povo que o colocou lá em cima.
Tem quer haver uma revolução branca apenas para forçar mudanças como esta, para que o Brasil tenha chance de participar como membro do Clube da Democracia.
Este artigo abaixo do Jornal do Brasil tem muito em comum com as minhas idéias:
A volta dos que não foram
Ana Maria Tahan
A burla às leis, os códigos retrógrados, a lentidão do Judiciário andam escrevendo uma história brasileira por vias tortas. Ou tortuosas. Aquela máxima do não há mal que sempre dure vai acabar se incorporando aos contos de carochinhas reescritos para um público infantil que hoje se nutre nos teclados do computador quando ainda nem alfabetizado foi.
A introdução acima não é uma tese de colunista que anda de mal com a vida ou desencantada com a política. Resulta de fatos e acontecimentos que alimentam o dia-a-dia e acabam tragados, momentaneamente, por tragédias como o assassinato de Isabella Nardoni, a ameaça da falta de alimentos no mundo, as estripulias do mercado financeiro americano, a eleição do esquerdista Fernando Lugo no Paraguai, as andanças de Lula pelo mundo… O parágrafo inicial foi inspirado por dois fatos recentes. O primeiro, pela indicação do ex-ministro e deputado petista Antonio Palocci para a presidência da comissão especial que irá analisar a proposta de reforma tributária enviada pelo governo Lula ao Congresso. O outro, pelo retorno ao palco do ex-tesoureiro do PT Delúbio Soares.
Dois anos atrás (parece mais, não é?), Antonio Palocci era o todo-poderoso ministro da Fazenda do presidente Lula. Integrava o restrito grupo de assessores que aconselhavam o chefe e, algumas vezes, tinham a opinião acatada. Ganhara status e o reconhecimento depois de comandar a feitura do programa de governo do então candidato do PT ao Planalto além de reordenar o discurso econômico para acalmar mercados e investidores temerosos de uma reviravolta das práticas que lhes garantiram o lucro e a bonança na era FH.
Palocci foi desbancado do pedestal por um simplório caseiro. Francenildo Costa, que cuidava de uma mansão erguida no Lago Sul de Brasília, contou que o então ministro freqüentava a casa mantida com o dinheiro de lobistas originários de Ribeirão Preto, cidade do interior paulista que Palocci administrara como prefeito e onde se fez politicamente. O então ministro contou várias historinhas à época e movimentou a máquina para desacreditar o autor da denúncia. O extrato bancário de Francenildo foi violado e divulgado. Aliados governistas tentaram vender a versão de que os R$ 20 mil encontrados na conta do caseiro foram pagos pela oposição para atingir o então pai da economia de Lula. No mês passado, a Procuradoria-Geral da República denunciou Palocci, seu ex-assessor de imprensa Marcelo Netto e o ex-presidente da Caixa Econômica Federal Jorge Mattoso por quebra de sigilo funcional e bancário de Francenildo. Cabe agora ao Supremo Tribunal Federal decidir sobre a abertura de processo contra a trinca. Paralelamente, Francenildo move ação na Justiça cobrando uma indenização milionária da Caixa, enquanto ganha a vida trabalhando como jardineiro diarista em algumas casas do Lago Sul ou como garçom em festas.
Três anos atrás, Delúbio Soares controlava as finanças do PT. Arrecadava fundos, distribuía dinheiro para as campanhas da sigla, repartia o fundo partidário e as doações compulsórias dos petistas incrustados em cargos públicos país afora. Era o homem da mala da legenda, unha e carne do então ministro com crista de ouro José Dirceu, chefe da Casa Civil, e o resolve-encrencas do presidente petista José Genoino. Flagrado no escândalo do mensalão, perdeu o posto, a filiação, mas não a pose. Transformado em réu por decisão dos ministros do Supremo, acusado de ser um dos cabeças da organização criminosa que trocou apoios no Congresso por dinheiro, reapareceu no fim de semana político de Goiânia. Discursou na churrascada que comemorou, numa chácara, a oficialização da aliança entre o PT e o PMDB para manter na prefeitura da capital de Goiás o peemedebista Íris Rezende, com um petista de vice. Falou para mais ou menos 200 convidados com a empáfia de quem protagonizou as articulações para a montagem da coligação. E, depois, sumiu no mapa do anonimato, até os próximos atos da campanha (especialmente aquele momento em que será preciso passar o saco para recolher fundos, coisa que ele sabe fazer tão bem quanto os mais espertos banqueiros).
Enquanto os processos vão indo, a passos de tartaruga, Palocci e Delúbio seguem, sem perder tempo, a vida. Um vai tratar de como ficarão os tributos (coitado do contribuinte!). E o outro, do futuro político de Goiânia. Se não mais.
[22/04/2008] 02:01
Encontrei no blog da Adriana.
Em que dá o mau exemplo!
Pássaros de Brasília, agindo segundo aprenderam:
A revolução ética.
O povo tem que acordar.
Eu não morava no Brasil na época do Fernando Collor. Acompanhei os fatos da época nas revistas que eu conseguia ler nos consulados do Brasil. Acompanhei com surpresa, de que os brasileiros resolveram sair do ostracismo e demandar um pouco de ética nas políticas publicas. Os brasileiros foram às ruas e pintaram as caras e forçaram o congresso a fazer as coisas como era a vontade popular.
É bem verdade de que naquela época existia uma militância de esquerda, comandada pelo PT que era o partido mais popular. Esta militância está hoje com a alma partida, também depois de todos os esforços do passado, a mesma militância viu o seu partido, o PT cometer as mesmas vigarices ou muito pior do que as cometidas pelo governo Collor.
Não estou querendo dizer que os erros do presente possam ser comparados com os erros do passado como justificativa ou vice versa, os erros do passado possam justificar os erros do presente, mas se naquela época as malandragens do Collor indignaram a população, estas pilantragens do governo Lula, estas mentiradas empurradas goela abaixo da população, deveriam ser suficientes para um grito de
“BASTA CAMBADA DE LADRÕES”.
Os cinqüenta e oito milhões de votos não deram o Lula o direito de fazer o que quiser. Existe, além da constituição e as leis do código civil e criminal, uma ética moral com o povo que o elegeu como, por exemplo, cumprir as promessas de campanha. Uma delas, e que gerou milhares de votos foi a de diminuir a carga tributária.
Ele além de não fazer nem a tentativa de diminuir, aumentou descaradamente os impostos .
Os mais fanáticos dos eleitores do Lula continuam a querer justificar estas pilantragens, estas mentiras, estes gastos abusivos esta falta de iniciativa, este abandono da infra-estrutura, este descaso com a saúde pública e com a educação básica, usando o fato de ele ter sido eleito democraticamente e estar com uma aprovação acima de 60% da população.
Sadan Hussein foi eleito democraticamente e tinha uma aprovação de 99,5%.
Para não ser totalmente radical, temos no Brasil o Getúlio Vargas. Foi eleito democraticamente e tinha antes de se tornar ditador uma aprovação de mais de 70% da população votante.
Eu não consigo encontrar dentro do meu circulo de relações nem uma só pessoa que tenha respondido ao questionário de uma destas pesquisas de opinião. E não adianta dizer que estas pesquisas são éticas, porque não o são. Por dinheiro eles fazem as pesquisas onde o cliente quiser. Eu me recordo da eleição do segundo mandato do FHC, quando as pesquisas indicavam uma eleição sem segundo turno com a vitória de FHC e quando o Lula em um de seus discursos inflamados chamou a pesquisa de “Pesquisa Chapa Branca” e de “Pesquisa Fajuta”.
O Lula poderia até ter razão na época, mas agora, com o teto de vidro a coisa muda, a pesquisa é uma coisa séria.
Os inconformados eleitores do Lula ficam com vergonha das abobrinhas que o imbecil irradia todos os dias e promove a mídia a chamá-lo de ignorante e apedeuta, e os chargistas com insinuações de burro e imbecil, e dizem para se consolarem de que o imbecil ganhou democraticamente (com o voto obrigatório) do PHD Geraldo.
Mas não foi uma competição de sabedoria nem de preparo, foi uma competição de popularidade.
Eu, constantemente comparo o espetáculo da política brasileira com o BBB da Rede Globo.
Apenas neste ultimo episódio, um imbecil, e uma modelo sem nenhum preparo formal, sem saber conversar, não somente conseguiram uma votação maior do que a do Lula em um tempo de campanha muito menor. No processo e caminho da vitória, deixaram para trás, várias pessoas com muito mais preparo inclusive um médico formado. E no mesmo final a modelo apesar de despreparada tinha muito mais preparo do que o imbecil, e perdeu para ele. Assim é o Brasil.
O governo Lula botou a mão já sabe…..
Agora, eu não me conformo com a apatia destes eleitores do Lula, perante a demonstração de falta de caráter, lisura, atitude, hombridade, deste presidente.
Será que o fato deles terem acreditado que votando no Lula estariam melhorando o Brasil, e insistido no voto mesmo diante dos fatos do mensalão e das mentiras do dossiê, justifique esta insistência em defender um governo sem defesa?
Esta atitude seria como especular na bolsa, e com pouca sorte e ou conhecimento e preparo ver seus investimentos caírem, e insistirem em vender as ações pelo preço que pagaram dizendo que pagaram com bom dinheiro então elas valem.
O maior valor das ações Lula era a ética na política e a administração honesta, com reforma política e tributária.
Estes valores não apareceram e era uma mentira. E agora? Quanto vale estas ações sem as tangentes que lhe deram os valores iniciais?
Voltando à bolsa de valores, uma empresa de tecnologia anuncia que acabou de descobrir um carro que anda sem combustível e que o governo acreditou e vai comprar a idéia.
As suas ações sobem instantaneamente, e a empresa fica bem no pedaço.
Um ano depois se descobre de que era tudo uma farsa e que foi planejado para lesar o investidor.
O que acontece?
O preço das ações despenca, e os agentes reguladores entram com processo para punir a empresa mentirosa.
Provavelmente os investidores lesados, arcam com o prejuízo.
Porque será que os investidores que investiram no Lula,
não arcam com os seus prejuízos e metem este FDP na cadeia?
Seria muito melhor para o Brasil e para a democracia.
E no rastro dele, metessem também na cadeia, os representantes
corruptos que andam dando apoio a este governo de merda.
E também os corruptos que fazem oposição a este governo de merda.
Este artigo abaixo foi o que ocasionou o meu comentário e encontrei em outro blog:
E foi postado por Giulio Sanmartini.
Sexta-Feira, 11 de Abril de 2008 | Versão Impressa
Estadão
Uma questão de respeito
João Mellão Neto
Há poucas semanas, eu dava conta, aqui, da lassidão moral, do sentimento generalizado de indulgência que, de uns três anos para cá, vêm tomando conta da opinião pública brasileira. Que não venham alegar que a moralidade está fora de moda em todo o mundo, ou que as pessoas, na verdade, nunca se incomodaram para valer com a existência ou não de um mínimo de ética no trato da coisa pública. Há menos de 16 anos, quando fui ministro do então presidente Fernando Collor, vivenciei de perto um desses surtos de demanda ética que, de quando em quando, acometem toda a Nação, forçando a ocorrência de mudanças profundas. Por mais que se argumentasse, com pragmatismo, que os males do governo já haviam sido todos corrigidos, ou que se procurasse demonstrar que um trauma político de tais proporções jamais seria benéfico para a sociedade, nada disso adiantava. Ninguém estava disposto a perdoar Collor. Com o tempo, fui-me conformando com a queda iminente do presidente, o que eu considerava lastimável, uma vez que todas as medidas já haviam sido tomadas para que aquele governo, dali em diante, fosse um dos melhores de toda a História republicana.
Napoleão, num de seus momentos de reflexão, reconhecera, com toda a crueza, que havia vertido muito sangue, e talvez ainda vertesse mais, “não com ódio ou revanchismo, mas, tão-somente, porque a sangria faz parte da medicina política”. Conformei-me, então, com o óbvio: era crucial, naquele momento, para a auto-estima nacional, que a sacralidade do mandato presidencial fosse violada. Aquele povo que, por tantas décadas, fora espezinhado, despojado e vilipendiado em seus mais elementares direitos necessitava agora – como prova maior de sua cidadania – consumar um processo de impeachment.
Hoje em dia, mais e mais estou convicto de que, o que quer que Collor tenha feito, o problema, em 1992, não era ele, mas sim as circunstâncias. O Brasil ansiava por confrontar supremos mandatários. E o Fernando das Alagoas era a bola da vez.
Embora polêmica, essa tese não é de difícil comprovação. Basta comparar o que acontecia naqueles dias com o que ocorre hoje. Desde os escândalos do mensalão até agora, todas as feridas, embora continuem abertas, curiosamente jamais infeccionaram. Nesse ínterim, o próprio presidente Lula ainda foi premiado com a reeleição. Por muito menos o presidente Collor foi impiedosamente apeado do poder. O tempora, o mores…
O que mudou? O que ocorreu para que, em tão pouco tempo, os brios cívicos dos brasileiros se tivessem abrandado tanto? Há duas explicações, que se complementam.
A primeira é a de que Lula descobriu, meio sem querer, que custa muito barato comprar a consciência das camadas mais destituídas da população – R$ 70 por mês é o que o governo transfere para as cerca de 11 milhões de unidades familiares mais pobres do País. É discutível a eficácia de programas de transferência de renda como o Bolsa-Família na promoção econômica dos seus beneficiários. Como as contrapartidas das famílias-alvo não são fiscalizadas, tudo não passa de mero assistencialismo. Trata-se de uma “mãozinha” que o governo dá para atenuar as carências dos mais pobres. Não é tanto dinheiro assim, uma vez que tais dispêndios cabem folgadamente no Orçamento da Nação. O problema maior é que, se esmola curasse pobreza, há muito não haveria mais miseráveis no mundo. Lincoln, há um século e meio, já advertia sobre quão enganoso é acreditar que se ajudam efetivamente os cidadãos “fazendo por eles o que eles podem e devem fazer por si próprios”. As conseqüências diretas dessa política são a eterna dependência, o conformismo e o total aniquilamento do que ainda restava da ética do trabalho.
O problema é que esses R$ 70, que parecem muito pouco para uma família urbana do Sul ou do Sudeste, fazem toda a diferença quando o beneficiário habita as regiões mais pobres do Brasil. Volta e meia nos chegam notícias sobre a “falta de mão-de-obra” em certas comunidades pobres do País. Não se trata de falta de trabalhadores. A falta é de gente que queira trabalhar. Para muitos, os R$ 70 que o governo dá são mais do que suficientes para que os indivíduos deixem de procurar alguma outra forma de auferir renda. Essas pessoas formam uma clientela política extremamente fiel ao governo. Como são muitas, elas também ajudam a diluir e amortecer, na consciência geral, o impacto de eventuais transgressões morais por parte dos governantes. Tudo isso é muito conveniente ao status quo, mas a pergunta que não quer calar continua a ser a seguinte: existe, na História universal, o registro de um único povo que tenha prosperado por meio de esmolas? Não, não existe. E essa, sem dúvida, será a mais maldita das heranças legadas pela gestão Lula.
A outra explicação para a absoluta complacência moral em que vivemos advém do fato de que, em raras ocasiões, a economia internacional passou por uma fase tão próspera. O Brasil foi muito beneficiado com isso. Aos olhos de muitos se atribui tal afluência às virtudes do governo atual. Esse é outro poderoso fator que faz muitos relevarem ou mitigarem as recorrentes notícias de escândalos.
Esses fatores explicam, mas nem de longe justificam o torpor moral atual dos brasileiros. A história é uma só: todos os povos que, por um motivo ou outro, abriram mão de seus valores e convicções ou descuidaram de seus brios cívicos acabaram pagando um alto preço por isso. Quem no mundo haverá de respeitar um povo que, em troca de migalhas, deixou de se respeitar a si próprio? O tempo, como sempre, haverá de dar a resposta. Ai de ti, Brasil!
João Mellão Neto, jornalista, deputado estadual, foi deputado federal, secretário e ministro de Estado
E-mail: j.mellao@uol.com.br
Fone-fax: (11) 3845 1794
Lula vai realizar uma reforma geral no Palácio da Alvorada.
Ele e a sua súcia estão de mudança para o Palácio do Buriti.
Deveria ser uma reforma geral na praça dos três poderes
O clamor da inconfidência!!!!
No início do Século XVIII, era conhecido que as colônias dos impérios europeus eram muito ricas. A extração e mineração de ouro e prata despertou a cobiça dos mandatários dos reinados europeus e vários meios de controle para poder taxar as riquezas garimpadas foram implantados. Havia como hoje o peleguismo habitual e os representantes dos reis e monarcas da época sempre se davam bem afanado um pouco para si do que era recolhido. Quando era pouco, não fazia falta porque sem fazer nada a corte recebia enormes riquezas que não dava na cara o desvio.
Mas a ganância era tal que o surrupiado ia sempre aumentando, e começava a fazer falta. Aí o soberano era aconselhado a aumentar os impostos para cobrir o que estava faltando. (Soa familiar? Pois é).
Houve a guerra dos emboabas, entre os paulistas e os portugueses justamente para se libertarem dos pagamentos de impostos, que cresciam todos os dias.
E mais conhecida, foi a inconfidência mineira.
O rei português D. João V, foi aconselhado a regularizar uma forma de recolher consistentemente os impostos sobre o ouro garimpado no Brasil.
Minas era a província onde se garimpava mais ouro.
Foram criadas então as casa de intendência onde era obrigatória a pesagem e a fundição do ouro garimpado. Depois de pesado de fundido em barras, o intendente assinava um certificado de propriedade para o dono do ouro e ficava com 20% do garimpado em nome do Rei. Como de costume, o intendente roubava um pouco para ele, e o transportador roubava mais um pouco, o capitão do navio mais um pouco, e assim por diante e a parte do Rei já chegava defasada.
Com as reclamações por parte da corte português, os governantes começaram a se preocupar com suas posições de mordomia e bolaram um meio de estabilizar a coleta de impostos tivesse ou não sido garimpado o ouro.
A mudança criada pelo Marquês de Pombal, a mudança seria a seguinte: o quinto seria uma taxa per capita, em quilos de ouro, que a colônia era obrigada a mandar para a metrópole, independente da real produção de ouro. Cobrado dos mineradores e colonos em Minas Gerais no tempo do Brasil Colônia foi um dos fatos que motivou depois a Inconfidência Mineira. Correspondia a uma pesada taxa cobrada da população e que, durante o governo do secretário de Estado (espécie de primeiro-ministro) Sebastião José de Carvalho e Melo (ou Marquês de Pombal), foi fixada em 100 arrobas anuais (1 arroba = 32 arráteis = ~ 15 quilos), ou seja, 1500kg aproximadamente. Como -não raramente- o quinto não era pago integralmente e os valores não pagos eram acumulativos, era preciso intensificar a cobrança, confiscando-se bens e objetos d’ouro.
Essa prática de cobranças de valores atrasados era chamada de derrama.
A derrama começou a ser realizada em 1751. A partir de então, foi acionada algumas poucas vezes. Depois de se realizar um censo em que se indicavam os bens e rendas dos moradores, funcionários do governo português, violentamente recolhiam uma proporção das rendas pessoais.
Resumidamente, a derrama foi uma espécie de cobrança forçada dos impostos atrasados.
Então mais ou menos em 1788, chegou para governar a província de minas o Barão De Barbacena, com o encargo de organizar e estabilizar o recolhimento dos impostos que por causa dos desvios estavam minguando.
Depois o imposto do quinto foi substituído por outro chamado capitação. Consistia em o senhor pagar todos os anos ao Rei 230$ por cabeça de escravo que minerasse por sua conta; os escravos sujeitos a esse imposto chamavam-se capitados. Mais tarde foi esse imposto substituído por outro — o de uma contribuição anual marcada pelo Rei (25 arrobas de ouro). Anos depois voltou de novo o imposto da capitação. Finalmente de 1751 até a Independência do Brasil (1822), voltou a vigorar de novo, como era no princípio, o imposto do quinto. De sorte que o imposto do ouro, na época colonial de nosso Estado, percorreu a seguinte escala: quinto — capitação — contribuição anual — capitação — quinto.
Os impostos atrasados pela lei do Rei poderiam ser cobrados com o confisco de bens e se denominou Derrama.
Mais ou menos o que se chama hoje de “Divida Ativa da União”
A Inconfidência Mineira e outras revoltas ocorreram pela relutância de pagar impostos abusivos.
Seria um pouco complicado, porém possível se calcular a taxa total dos impostos que por demasiados resultaram em revolta da população.
Na realidade, a atual taxa tributária brasileira é extorsiva.
Calculado em função do PIB e dos impostos diretos, a taxa brasileira está encostada em 40% do PIB.
Em 2005 houve uma nova maneira de se calcular o PIB, levando-se em conta o valor do trabalho exercido por pessoas não remuneradas, como donas de casa e outros. Desta forma o PIB cresceu artificialmente 2% a partir daí. Com este novo calculo a taxa em percentual do PIB decresceu proporcionalmente também os 2%. Pela maneira antiga de se medir o PIB, a nossa taxa tributária direta está em 42% do PIB.
Portem, existe uma medida em que o Brasil é o campeão mundial disparado. È a taxa tributária chamada taxa plena, e que é o potencial total de arrecadação pelos governos Federal, Estadual e Municipal, sem nenhuma sonegação.
A Taxa plena brasileira está a 79,8% do PIB.
Bem perto dos 80% de toda a riqueza produzida pelo país.
Um funcionário público bem remunerado, que paga sem descontos os seus 27,5% de IR, e paga também todos os outros impostos embutidos nos custos de tudo que compra para sobreviver, vestir, locomover, enfim viver decentemente está pagando 80% para o governo.
É mole?
Os países escandinavos, Suécia, Noruega, Dinamarca e outros, cobram muitos impostos, e como praticamente não têm sonegação, a taxa real cobrada e a taxa ampla, se vão igualando.
Na Suécia se cobra total de impostos 58% do PIB.
O cidadão sueco, por este preço, tem boas e decentes escolas.
Bom atendimento médico e boa segurança para ir e vir sem medo de ser assaltado e roubado.
Os 42% que o Sueco conservou para ele depois dos impostos são para ele comer e sobra para fazer o que bem entender
Com os 20% que sobra ao cidadão brasileiro, ele tem que pagar as escolas de seus filhos, o plano de saúde particular, contratar alarmes e seguranças para sua casa, repara o carro que caiu em buracos nas péssimas vias de acesso e aí tem que, comer, vestir, e viver um pouco.
Uma reforma tributária tem que ser urgente, mas parece que a sanha arrecadatória do governo é de tal modo cega que a reforma mandada ao congresso pelo executivo, depois de analisada por vários economistas, chegou-se à conclusão de que a burocracia poderia diminuir mas, a arrecadação iria aumentar se fosse aprovada.
Tem que haver no Brasil uma forma moderna e menos burocrática de se coletar impostos. Uma forma justa em que todos possam contribuir proporcionalmente com sua carga tributária e que não pese em uns mais do que em outros. Uma forma justa em que não seja preciso se calcular a sonegação.
Existe um projeto a ser pensado com carinho.
É o projeto do economista Marcos Cintra da FGV.
http://www.marcoscintra.org/novo/
Este projeto já foi examinado e aprovado por comissão especial em 2001, e está engavetado esperando ser colocado em pauta para votação.
Ou por mudar drasticamente o Brasil para melhor está engavetado esperando o ostracismo.
Se for aprovado este projeto acabará de vez com a burocracia, e também com as boquinhas sedentas do dinheiro público que estão lá dentro dos três poderes, principalmente no legislativo.
Ora que esperança!!!! A raposa votar em que as galinhas sejam protegidas (ooops atualmente não se pode falar de galinhas).
Aparentemente este projeto terá de ser aprovado por um plebiscito e temos que fazer campanha.
Teremos que chamar o povo para outra inconfidência
O que não podemos deixar acontecer, é isto:
Mais abusos!!!
É incrível a variedade de notícias sobre os abusos de poder na era Lula.
Sua Esposa, a Galega Italiana, no início do primeiro mandato, achou que o Alvorada era dela e começou a destruir o jardim do Burle Max com um enorme canteiro em forma de estrela plantado com flores vermelhas. Pegou tão mal que eu acho que mandaram desmanchar. Depois mandou buscar os filhos com os amigos no avião da FAB para passarem as férias na mordomia do Alvorada.
Depois arranjou uma “Ecônoma” com um cartão corporativo, onde gastava a merreca de R$ 2.500,00 por dia sendo que R$ 1.800,00 eram saques em dinheiro. Pegou tão mal quando a notícia se espalhou que o Mercadante colocou os gastos da Galega como segurança nacional para não serem divulgados.
Os abusos do Lula não ficam menores, reformou seu apartamento com o cartão corporativo, e outras mordomias, que se forem divulgadas, a sua popularidade pode até cair se não cair o mandato.
Mas existem pequenas coisas absurdas que devemos perguntar sobre elas pois estamos pagando por elas.
Hoje lendo o blog da Adriana Vandoni
Encontrei este artigo do Ralph:
O rei que não desfila nu
Por Ralph J. Hofmann
Notícias do Planalto relatam que Lula gasta R$ 70.000,00 de alfaiate ao mês. Este valor paga facilmente dez ternos ingleses feitos em Savile Row, a rua onde está a nata das alfaiatarias mundiais. As grifes italianas vão e vem, mas ter um terno de Savile Row é algo muito especial, especialmente se for uma das casas mais tradicionais. Claro que o alfaiate brasileiro de Lula deve ser muito melhor que estas vetustas casas inglesas, onde as pessoas herdam o castelo da família e o direito de fazer ternos nesta ou naquela casa. Ao menos, se fizer dez ternos ao mês está cobrando como eles. A menos de dez ternos por mês merece ser nomeado o digno sucessor daqueles alfaiates da Meia Idade que convenceram todos de que só os estultos não enxergavam suas supremas criações e fizeram o rei desfilar nu.
A pergunta que não pode calar?
Lula sabe que se pode mandar um terno ao tintureiro?Se não sabe será que algum Gerdau ou Ermírio de Moraes pode ceder o nome de seu tintureiro?
Outra pergunta. Lula já está ha mais de sessenta meses no poder.Será que não podia leiloar alguns de seus 600 ternos em benefício dos pobres. Não!
Deve estar estocando para quando não for mais presidente.
Quanto ele paga por par de sapatos? Em Savile Row custa US$ 2.800. Mas tem loja com ponta de estoque na rua ao lado. Uns 35% de desconto.
Por que um sujeito que tem 600 ternos e ao entregar o governo terá 960 ternos não quer usar fraque em certos eventos oficiais como a vista a Buckingham Palace. Baita hipócrita não é?
De mais a mais, geralmente Lula anda com jaquetas safári, calça esporte (ainda bem que não adotou o uniforme vermelho do Chavez. Hoje ele parece um Ewok do mal. De vermelho pareceria que o Lobo Mau depois de comer a Chapeuzinho vestiria sua capinha), e outras vestimentas esporte. Acho que os ternos são para poder ficar no closet escolhendo roupa todas as manhãs. É alguma coisa para ocupar seus dias quando não viaja.
Gostaria de um depoimento de algumas pessoas relevantes. Não o Dr. Antonio Ermírio pois mesmo que seus ternos sejam caros ele os veste com tamanha displicência que parecem ser da Casa José Silva, mas Eike Batista e Daniel Dantas, Jorge Johanpeter, vocês gastam 480 mil dólares ao ano em alfaiate? O Lula gasta.
Por que não nasci no sertão nordestino e vim ao ABC ser sindicalista e político? Eu gosto de bons ternos também.
A carta!
Hoje estava eu lendo a revista Veja, quando deparei com a carta escrita pela ministra Dilma Rousseff tentando explicar o inexplicável, que é o dossiê armado sobre as contas do ex Presidente FHC e sua esposa D. Ruth Cardoso.
Fiquei desapontado.
È uma carta cheia de lero-leros contando o que já foi desmentido pelo TCU, de que os dados foram requisitados pelo TCU, e também disse que todos os gastos do atual governo serão mostrados com exceção daqueles que obviamente possam prejudicar a segurança do presidente e sua família imediata. Citou para isto a constituição disse que isto é normal em todos os governos atuais.
Eu gostaria que a Dilma explicasse também a implicância na segurança da presidência os saques em dinheiro feitos pela Ecônoma Maria Emília Évora em nome da Galega do presidente.
Antes de ser tirado do site “Portal da Transparência” estes saques eram em média, R$ 1.800,00 por dia nos oito meses em que os gastos figuraram no site da presidência.
Gostaria que a Dilma explicasse também como é que as compras na Daslu e os gastos com o seu cabeleireiro e as aplicações de Botox possam influenciar a segurança do Casal e seus filhos.
A Dilma poderia explicar também as compras dos ecônomos dos filhos do Lula com academias de ginástica e materiais de construção para a reforma do apartamento do Lula e a relação da segurança presidencial com estas compras.
O FHC, candidamente explicou os gastos com bebidas e demais coisas que pudessem parecer abusos do poder, e nem por isto sua segurança pessoal ficou comprometida.
Agora o Lula trem a cara de pau de insinuar que este dossiê é coisa da oposição para prejudicar a Dilma.
É realmente muita areia para o meu caminhão e para os brasileiros que estão assistindo ao espetáculo.
Agora, eu posso entender o tipo de segurança que a Dilma está se referindo.
A segurança de continuar a dar este espetáculo dantesco, de que está trabalhando quando o que está fazendo é roubando descaradamente o dinheiro do contribuinte.
Se aparecer no congresso e mostrar todos estes abusos, pode ser que o brasileiro crie ânimo e revolte pondo em risco a segurança do governo cara de pau e ladrão do Lula.
Esta segurança pode ser verdadeira. Escondendo-se as maracutaias o Lula pode seguir fazendo das suas com toda a segurança.
Encontrei o seguinte assunto interessante hoje na net:
Do blog “Prosa e Politica” –
Postado por Giulio Sanmartini
“ Lula tem o caradurismo de se adornar como um relés velhaco das realizações do partido que só destila veneno. Tudo de bom do governo Fernando Henrique Cardoso é de sua realização e propriedade.” (G.S)
Por Miriam Leitão
A declaração do presidente Lula sobre o Proer (Programa de Estímulo à Reestruturação e ao Fortalecimento do Sistema Financeiro Nacional) foi surpreendente (Lula disse que o Brasil poderia oferecer ajuda aos EUA sobre como socorrer bancos).
Nos anos 90, o PT foi contra o programa de socorro aos bancos e fez um escândalo como se fosse coisa ilegal. O grande feito da operação do BC, foi manter os ativos dos correntistas e impor a perda aos acionistas. Quem tinha conta no banco preservou o seu dinheiro, mas quem era dono perdeu. Foi assim com o Nacional, que os donos perderam por gestão fraudulenta.
A autoridade monetária deve preservar o dinheiro dos correntistas porque é o supervisor bancário e responde por isso. Quando você coloca dinheiro em um banco, você conta com o fato de que o Banco Central está regulando o setor, então ele precisa atuar nestes casos. No caso do Nacional, o BC fez uma intervenção cobrindo os passivos que não tinham cobertura, e pegou como garantia papéis do FCVS ((Fundo de Compensação de Variações Salariais). Eles estavam desvalorizados, mas eram títulos do Tesouro. Foi uma forma de manter o banco funcionando e depois vender a parte boa para outro, que no caso foi o Unibanco.
Quem fez esta operação, preservando o dinheiro de quem tinha conta no Nacional, também no Econômico e no Bamerindus, hoje, responde a processo. Naquele período, a dificuldade dos bancos foi por causa da transição da inflação mais baixa, de uma forma muito brusca. Isso deixou vários bancos com dificuldade. O ex-presidente do Banco Central Gustavo Loyola, por exemplo, responde a vários processos na Justiça, como se tivesse cometido um crime. O Fed fez a mesma coisa agora, e de uma forma mais tosca: entrou com dinheiro no Bear Stears, que era um banco que não tinha nem agência, e cobriu com títulos do governo.
Nos casos mais polêmicos, que foram os dos bancos Fonte Sindam e Marka, o Banco Central vendeu dólar no teto da banda. Ele tinha obrigação de fazer isso porque na época era adotado o sistema de bandas cambiais. No caso do Marka, o BC vendeu abaixo do teto, mas ainda dentro da banda. A operação de socorro foi feita porque havia o risco de que se o Marka e o Fonte Sindam quebrassem, poderia haver risco sistêmico. Esta é a mesma justificativa que o Fed usa agora para explicar o socorro ao Bear Stearns. Aqui ainda havia um agravante, como era a BM&F que vendia futuros de dólar, a bolsa poderia quebrar junto com os bancos.
Todo mundo olha para isso ainda hoje como se fosse um escândalo, mas é preciso separar a atuação de alguns banqueiros da atuação do Banco Central. Lula agora diz “temos o Proer”. Ele também diz “temos o real”, mas o PT votou contra o Plano Real no Congresso. É o mesmo presidente que diz “temos a Lei de Responsabilidade Fiscal”, que o PT entrou na Justiça contra ela. Quando alguma coisa dá certo, todo mundo quer ser pai.
A lei seca do Lula.
O que mais tem no Brasil são as leis. Tem lei contra e a favor de tudo. O código civil brasileiro está cheio de leis que se forem cumpridas deixariam o Brasil totalmente paralisado.
Nos meados dos anos 90, um deputado federal de Minas Gerais lançou um projeto de lei, que sugeria uma mudança nas palavras do Hino Nacional Brasileiro, trocando ou omitindo as palavras “LUTA e MORTE” para coibir a violência. E Nós os contribuintes pagamos o salário de um imbecil destes.
O decreto presidencial proibindo vender bebida em restaurantes à beira da estrada tem o mesmo formato e cor do projeto de lei mudando o hino nacional. Asneira impensada.
Também o que se pode esperar do apedeuta!
O que falta no Brasil são duas coisas importantes:
1. Uma revisão séria do código civil, para retirar dele as leis obsoletas, que geram confusão e interpretações errôneas que geralmente condenam os pobres e livram os ricos.
Explico: o pobre com sua falta de recurso se encontra vítima do MP que geralmente está mais preparado do que um defensor público abarrotado de serviço. Os ricos, com seus bem pagos advogados encontram no CCB alguma lei retrograda que coloca em dúvida a culpabilidade de seus clientes e com isto os livra das penalidades. Uma limpeza bem feita no CCB poderia encontrar estas leis contraditórias e aboli-las.
2. Punição severa para os crimes que realmente tiverem impacto na sociedade. Nos Estados Unidos quando eu morei por lá, existia uma infração legal denominada “DWI” que é uma abreviatura de “Dirigindo bêbado” hoje mudaram um pouco os nomes e esta DWI mudou para DUI que por causas da presença das drogas propiciou esta mudança de nomenclatura que significa “Dirigindo Sob a Influência”. Influência de qualquer coisa, drogas, bebidas, remédios seja o que for. É um crime sério e é tratado como tal. O infrator, na primeira infração, se não houverem vitimas, paga uma tremenda multa, perde geralmente o direito de dirigir por seis meses. Segunda infração seis meses de cadeia obrigatório mais multa e um ano de suspensão do privilégio de dirigir. Terceira infração 3 anos de cana e perda
permanente da carteira de motorista. E, a multa não é como aqui, que o policial sem preparo multa e prende. Lá o policial pode prender e citar para que o motorista autuado compareça a uma audiência onde um juiz togado vai julgar a culpa do acusado e terá como testemunha o policial que o prendeu. Para se estabelecer este sistema no Brasil teria que se
fazer uma modificação no sistema e criar a personalidade do juiz de transito que julgaria todas as infrações inclusive as autuações por excesso de velocidade. E para isto, os motoristas teriam que ser parados para serem multados acabando com a atual indústria da multa.
Agora, vem o Lula, por decreto, querendo acabar com o pessoal dirigindo bêbado. O que ele acabou injustamente foi com o comércio de restaurantes na beira da estrada onde geralmente pode-se ficar bebendo e sair dirigindo, mas não é a regra. É a exceção. E os viciados e alcoólatras que causam os acidentes mais graves, vem intoxicado de casa, como nas fotos do Lula espalhadas pela internet, que não bebeu na rodovia, mas em sua casa ou nossa casa pois nos estamos pagando para ele se embebedar. Devia estar para lá de Bagdá quando pensou nesta asneira, se foi ele que pensou que pode ter sido outro bêbado ao seu lado.
Depois de feita a Ca……da ele viu a popularidade se esvaindo e começou a mexer no decreto, que tem por sina acabar de vez. Energia gasta para nada. Os buracos e o estado geral da malha viária matam muito mais do que a bebida nos restaurantes à beira da estrada.
Eta Brasil
Cada coisa em seu lugar????
Cada coisa em seu lugar????
Estou bem longe de ser considerado puritano. Longe disto, eu falo palavras de baixo calão, esbravejo, conto anedotas cabeludas, e não me oponho a nada neste mundo desde que seja mais ou menos dentro dos limites que a sociedade convencionou.
Não acredito que os limites convencionais da sociedade sejam lá muito bem definidos, e sei que existe e dentro do sistema cultural de uma nação tão grande e diversa como o Brasil, várias interpretações de um mesmo conceito.
Tudo bem, a rigidez conceitual entre as pessoas leva ao preconceito o que também não é nada bom.
Recentemente, veio à tona umas impropriedades da ministra da Integração Racial A D. Matilde Ribeiro. O seu erro maior aconteceu a mais de um ano, quando se revelou preconceituosa contra as pessoas brancas. Ela disse que: “quando uma pessoa negra ou de origem negra sentisse raiva contra uma pessoa branca, esta pessoa de origem negra tinha razão, pois sua raça tinha sido maltratada pelos brancos durante anos”. Esta declaração em um governo sério deveria ser bastante para que ela fosse exonerada do cargo de representante do Governo.
Como seria possível que logo a Ministra da Integração Racial fosse fornecer a receita para um preconceito racial, e sendo ela da raça negra, este preconceito transpareceu em seu discurso contra a raça branca. Mas ela não foi exonerada por este motivo, e sim quando no portal da transparência que é do governo apareceram os seus gastos com o famoso cartão corporativo, e ela realmente exagerou nos gastos com suas mordomias. Se o governo fosse mais sério e tivesse removido a ministra por justa causa na demonstração racista, teria poupado o desgaste dos cartões.
Mas este não é o assunto deste post.
Buscando algo sobre o Clóvis Bornay, na internet, encontrei em outros blogs, uma referencia sobre o lustre que o deputado federal Clodovil Hernandes mandou fazer para ornamentar o seu gabinete na câmara dos deputados. De acordo com as notícias encontradas, se isto for realmente verdade, (pode ser montagem, pois a internet está cheia disto), e sendo seu gabinete de trabalho no congresso um lugar reservadamente público, esta demonstração do seu gosto pessoal está fugindo de suas atribuições assim como a demonstração racista da ministra. Como representante popular o deputado Clodovil, deve ser manter exercendo o seu mandato dentro das regras de conduta exigidas pelo código de ética e digo se existir realmente este lustre dependurado em seu gabinete, o conselho de ética da Câmara dos Deputados deveria investigar e punir com a perda de mandato esta demonstração de desrespeito com a sua obrigação dentro do congresso.
Se o gasto com o lustre foi pago como diz o artigo com a verba indenizatória este custo deverá ser imediatamente ressarcido aos cofres do erário.
Como eu disse no início deste artigo, as preferências sexuais do Clodovil, é problema dele e não me afeta em nada, como não me afeta sua religião, seus gostos de comida, desde que mantidas debaixo de sua responsabilidade pessoal.
O que me afeta, é ajudar a manter com o dinheiro dos impostos que eu pago, uma irreverência e um gasto totalmente desnecessário como este da matéria apresentada.
Em sua casa e com o dinheiro dele, ele pode fazer o que quiser.
Dentro do congresso não.
Um dos blogs em que encontrei a matéria foi:
http://forum.hardmob.com.br/showthread.php?t=326996
Vejam a matéria abaixo:
[Clodovil] Lustre Traquinas
Desenhado pelo próprio Clodovil, o lustre foi montado pela estilista mato-grossense Chiquita Folharal. Chiquita Folharal foi a responsável pelos ornamentos do caixão de Clóvis Bornay.
O lustre custou 300 mil reais e consumiu quase toda a verba de gabinete do Deputado mais alegre do Brasil. “Ele é tudo de bom! O problema, meu Amor”, reclama Clô, “é que ninguém consegue se concentrar no trabalho
“Uma ‘coisa’ dessa pendurada no meio do gabinete, balançando pra lá e pra cá”, prende a atenção de todos.
Subindo as sobrancelhas, Excelentíssimo deputado acrescenta: “Se bem que eu não vim aqui para trabalhar mesmo, hahahaha”, finaliza.
só pode ser sacanajem, como o povo de SP elege um fdp desse…
Para o bem do Brasil!!!?
Para o bem do Brasil!!!?
Estamos muito bem servidos de ministros e de representantes.
Ultimamente, em recentes revelações tivemos:
Ministro Carlos Lupi, que é presidente do PDT, desafiou a comissão de ética pública que determinou ser conflito de interesses, as duas responsabilidades. Ele teria de se demitir de um dos dois.
Ele disse que não abre mão da presidência do partido e o Ministério está nas mãos do Lula. Se o Lula pedir ele sai.
Até o momento o Lula não pediu e contrariando a decisão do conselho de ética ele está se lixando.
Outro Ministro, o agatunado Gedel Vieira Lima, disse que pode ser contra a ética, mas se for convidado ele vai comparecer aos camarotes do carnaval, vai se divertir e beber a vontade.
E a Ministra Sinistra Relaxa e Goza Suplicy em recente visita à Madri, disse que a violência no Brasil é coisa de propaganda enganosa. Desrespeitando o país hospedeiro, ela disse que pelo menos no Brasil não tem terrorismo.
Quando os traficantes incendeiam ônibus cheios de passageiros e que morrem queimados, é terrorismo sim senhor. Quando em arrastões nas praias turísticas os bandidos matam para roubar, é terrorismo sim, pelo menos os efeitos e resultados são os mesmos, o turista chega para visitar e morre.
E ela também disse que a epidemia de febre amarela não existe, e que não passa de uma epidemia de fofoca.
Porque não explica isto para os parentes dos 13 que já morreram quase todos este ano?
E a Ministra da integração racial!!!! A D. Matilde
Esta apenas em seis anos apareceu duas vezes.
A primeira quando disse que os negros tinham razão em odiar as pessoas brancas que os haviam oprimido durante séculos.
E a segunda quando foi flagrada usando os cartões corporativos de forma um tanto pessoal digamos assim.
O pecado não é a ministra Matilde gastar R$ 171 mil dos cofres públicos em férias, aluguel de carros, almoços e comprinhas em free shop. O problemaço é que descobriram e foi parar na imprensa.
O nosso verborrágico presidente disse que as acusações sobre o crescimento de desmatamento e queimada na região Amazonas, era apenas uma coceirinha, mas que deveria ser investigado. Suas palavras sobre o assunto em verdade foram:
“detectaram um tumorzinho e já saíram dizendo que era câncer”
E a sua esposa a Galega Italiana Marisa Letícia que sem prestar um único serviço
relevante à Aeronáutica recebeu a Medalha de Honra ao Mérito, Santos Dumont.
E o ministro dos Esportes, Orlando Silva que disse outro dia quer vai devolver os R$30.000,00 que usou indevidamente com os cartões corporativos porque se confundiu e trocou os cartões na hora de pagar uma tapioca de R$8,00.
E o guarda costas da Lurian Cordeiro (filha ilegítima do Lula) que vive em Santa
Catarina, o cidadão João Roberto Fernandes Júnior que em serviço à segurança da Lurian e seus filhos, gastou com os cartões do governo R$55.000,00 nos últimos nove meses. Uma média de R$6.000,00 por mês.
Disse que vai apresentar as contas tudo direitinho. Ah Bom!!!!
Ele comprou com estes cartões até materiais de construção.
Já a Secretaria de Imprensa do Planalto informou que não irá se manifestar sobre “temas relacionados à segurança do presidente ou seus familiares”.
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