Memória curta.
Memória curta.
A “tchurma” do PT tem memória muito curta.
Durante uma apuração das contas de campanha, ficou configurada uma irregularidade que se fosse interpretada ao pé legal da letra, impugnaria a campanha do Lula.
Uma empreiteira que servia no porto de Santos,me parece, doou vinte e poucos mil reais para a campanha do PT à presidência o que é irregular e proibido.
Em decisão única e sem precedentes o Ministro Marco Aurélio disse que esta quantia não representava uma vantagem muito grande na eleição e descartou um pedido de impugnação por parte da oposição.
Foi uma decisão no mínimo parcial, pois a lei não pode ser quebrada quantitativamente e na lei eleitoral, qualquer quantia que for dada irregularmente tem que influenciar na decisão de impugnação do candidato. Um governador perdeu o mandato por que doou cem reais a um candidato e foi considerado compra de votos.
Com esta decisão, o Ministro Marco Aurélio beneficiou a campanha do Lula que poderia ter perdido o mandato.
Agora, vem o Ministro Marco Aurélio, dar uma opinião correta em que estes programas sociais estão retirando da sociedade a oportunidade de uma imparcialidade de escolha na hora da votação, e a “Tchurma” do PT fica aí choramingando e dando apoio à irritação do presidente que sempre acontece quando alguém critica alguma de suas barbaridades.
O nosso filhote de ditador está realmente passando dos limites com estas campanhas sociais visando benefícios na hora do sufrágio.
O ministro deve estar se arrependendo por não ter cumprido a lei ao pé da letra e impugnado a campanha do apedeuta no momento oportuno em que poderia ter sido feito.
Ainda tem um jeito para consertar esta tentativa de transformar o nosso sistema eleitoral em uma farsa montada pelo Lula nos moldes do Chavez.
Bastaria o Ministro, ou alguém da oposição, sugerir uma PEC
(Proposta de Emenda Constitucional) para considerar quem estiver sendo favorecido pelos programas sociais do governo sejam impedidos de votar.
Eu realmente não sei se o Ministro pode sugerir isto, mas alguém precisa fazê-lo.
Leiam agora a reportagem no Estado De São Paulo:
O Estado de São Paulo
5 de março de 2008
Bancada do PT decide representar contra Marco Aurélio no Supremo
Deputados alegam que ministro desrespeitou Lei da Magistratura ao dar declarações sobre Territórios da Cidadania
Denise Madueño e Felipe Recondo, BRASÍLIA
A bancada do PT na Câmara encampou a irritação do presidente Luiz Inácio Lula da Silva com o Judiciário e decidiu representar contra o ministro Marco Aurélio Mello no próprio Supremo Tribunal Federal (STF) e no Conselho da Magistratura. Os deputados petistas argumentam que o ministro desrespeitou a Lei da Magistratura ao dar declarações sobre o programa Territórios da Cidadania, lançado por Lula na semana passada. A representação se baseia no inciso 3 do artigo 36 da lei que veda ao magistrado manifestar por meio de comunicação opinião sobre processo pendente de julgamento.
Os petistas reclamam de declarações do ministro, segundo as quais analisaria eventuais ações contra o caráter eleitoreiro do programa antes de formalização de processo. De acordo com informações de petistas, a proposta partiu dos deputados José Eduardo Martins Cardozo (SP) e Fernando Ferro (PE) e obteve o apoio de toda a bancada. A decisão de questionar a conduta do ministro foi tomada durante reunião da bancada na Câmara. O texto das representações será elaborado pelo departamento jurídico do partido.
“O ministro desrespeitou a Lei Orgânica da Magistratura opinando sobre programas sociais do governo que ainda não tinham sido questionados judicialmente. E, o mais grave, essa não é a primeira vez que ele tem essa postura, emitindo opinião política sobre o governo Lula”, argumentou Martins Cardozo.
“O ministro fez um prejulgamento, emitiu opinião sugerindo que o programa Territórios da Cidadania, lançado pelo governo Lula no início da semana passada, poderia ser eleitoreiro. Ora, essa foi a deixa para que os partidos de oposição entrassem na Justiça questionando o processo”, disse.
CONFRONTO
A ação da bancada petista é o segundo capítulo da disputa do Palácio do Planalto com o ministro. O confronto começou na noite de quinta-feira passada, quando Lula usou um palanque em Aracaju para criticar o Judiciário.
O presidente aproveitou seu discurso para fazer um duro ataque a Marco Aurélio, ainda que não o citasse explicitamente. “Seria tão bom que o Poder Judiciário metesse o nariz apenas nas coisas dele”, afirmou. “Se cada um ficar no seu galho, o Brasil tem chance de ir em frente. Se cada um der palpite , pode conturbar a tranqüilidade que a sociedade espera de nós.”
Presidente do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), Marco Aurélio havia criticado o Territórios da Cidadania, em sua avaliação um programa social lançado em ano eleitoral, o que é proibido por lei. Segundo o ministro, a oposição poderia contestar a iniciativa na Justiça – e isso de fato foi feito pelo DEM, no dia seguinte.
Um dia após o desabafo presidencial, Marco Aurélio disse ter estranhado a “acidez” do discurso em Aracaju e foi irônico com as queixas de Lula. “Há um fenômeno que é denominado o direito de espernear”, comentou na ocasião. Parlamentares condenaram o discurso de Lula. “É a última crítica que ele poderia fazer”, disse o presidente do Senado, Garibaldi Alves (PMDB-RN). Diante da repercussão negativa, o próprio Lula adotou tom um pouco mais moderado no dia seguinte ao episódio, embora não se retratasse. “No Brasil, as pessoas que dão palpites precisam aceitar que outras dêem palpites”, argumentou.
“Eu não sabia que eles estavam tão incomodados”, reagiu ontem Marco Aurélio, referindo-se à iniciativa dos deputados petistas. “Esqueceram-se de que o Tribunal Superior Eleitoral tem a função de planejamento das eleições e consultiva, de interpretar a lei. Eu penso que estou cumprindo o meu dever como presidente do TSE.”
FRASES
José Eduardo Martins Cardozo Deputado (PT-SP)
“O ministro desrespeitou a Lei Orgânica da Magistratura opinando sobre programas sociais do governo que ainda não tinham sido questionados judicialmente. E não é a primeira vez que ele tem esta postura”
“O ministro fez um prejulgamento, emitiu opinião sugerindo que o programa poderia ser eleitoreiro”
Tem cabimento gente esta Tchurma está demais.
Quando o Ministro ignora a lei beneficiando o PT ai “PODE”.
Quando em um ataque de cidadania o Ministro interpreta corretamente o que o Lula está fazendo de errado e se manifesta, aí “NÃO PODE”
Nota do editor:
Thurma = companheirada = + ou – corja ( para este termo existem exceções, mas são poucas).
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Nao houve, em momento algum, independente de “interpretações”, o intuito de se entender a lei de tal ou qual forma, mas sim o INFORME do que a LEI prevê e veta a qualquer politico: a implementação de programas sociais em anos de pleito. Ou seja, não hopuve interpretação, mas sim a INFORMAÇÃO do que já consta na lei.
Há sim, uma grave distorção feita pelos petistas (como esses advogados(?) petistas que sequer entendem o que seja lei o suas trasgressões) com o intuito de confundir a população pela falta de informação.
Todos já conhecemso as jogadas petistas…e o que vem deles, “cheirar bem” é que não tem como!