blog do Roberto Leite

Assuntos de interesses multiplos e atuais.

Mais razões para o meu sonho.

Mais razões para o meu sonho.

futuro-presidebnte.jpg

A seriedade no Brasil está mesmo em baixa.

O presidente viaja para passear como de praxe, e o Brasil vai se preparando para as cobranças políticas para que o povo pague pelos favores dentro de nossa casa de representação onde não temos nenhuma alternativa senão ficar observando e lendo nos jornais e veículos informativos sobre os nossos políticos e sobre as suas cínicas decisões e soluções para “melhorar o Brasil”

Depois da absolvição do crápula Calheiros, onde ficou com esta decisão que mentir para o público não é quebrar a ética profissional no congresso, os outros crimes que o acusam devem cair no esquecimento.

Os Senadores deveriam ter cassado o mandato do Canalha apenas por mentir e o MP deveria se encarregar do resto do problema, pois sem proteção parlamentar os outros crimes comuns poderiam ser investigados e julgados pelo MP.

Mas não, salvaram o crápula para ganhos pessoais, como as matérias publicadas abaixo nos informam.

E é por esta razão que o meu sonho de revolução ética fica vivo e com esperança que possa acontecer.

Para melhorar e limpar o congresso somente entrando na marra e tirando a podridão lá de dentro.

E o PAC?

Além de empacado, está gerando problemas operacionais de corrupção, dentro dos moldes do congresso, onde a falta de ética parece ser a tentativa de retirar de lá os políticos corruptos e corruptores.

Eta Brasil……

escola-no-brasil.jpg

E do Blog Prosa e política (http://pep-home.blogspot.com/) retirei uma matéria interessante hoje que quero publicar:

Por Giulio Samartini

Nessa segunda feira passada o banco Northern Rock, quinta instituição financeira da Grã-Bretanha entrou no ponto de aguda crise, com os correntistas fazendo filas para salvar o seu como pudessem, o que levou as bolsas européias a uma forte queda, especialmente as de Londres, Milão, Zurique, Paris e Amsterdan.
Os presidentes e primeiros ministros desses paises de pouca importância e subdesenvolvidos , pedira socorro ao grande e poderoso Luiz Inácio Lula da Silva, que em sua imaginação mentecapta, deve ter acordado invocado e por telefone dado um esporro em Bush. Este assustadíssimo mandou que a Fed (Federal Reserve dos Estados Unidos, algo como o Banco Central) fez uma redução dos juros em 0,5% assim as bolsas voltara, depois de uma alta, à situação de normalidade.
O Grande Lula nem precisou fazer a impossível “travessia” do oceano, para mandar Bush tomar um providência. Êta presidente porretão esse do Brasil, salvou a economia dos paises mais ricos do mundo.
Diz
Carlos Chagas: “Como justificar Lula anunciando que irá aconselhar o presidente Bush a cuidar sozinho da crise econômica gerada pelas especulações imobiliárias nos Estados Unidos?
Se insistir nessa inconveniência, poderá ouvir que, além de não ser a sua praia, qualquer crise econômica verificada acima do Rio Grande afeta o mundo inteiro. Fosse o presidente Bush um homem de cultura e ainda poderia corrigir o presidente brasileiro, esclarecendo que o Oceano Atlântico separa os Estados Unidos da Europa, não os Estados Unidos do Brasil, como Lula afirmou, esquecendo de que integramos o mesmo continente.”
O destempero do presidente brasileiro passará em branco, haja vista que, por sorte, Bush e Lula se equivalem, isto é qualquer um dos dois trocado por um balde de merda perde quem dá o balde.

Tribuna da Imprensa online

nao-vendo-nada-errado.jpg

TCU pega o PAC da irregularidade

Tribunal de Contas da União aponta 29 obras que custam R$ 2,99 bilhões com indícios de problemas

BRASÍLIA – Principal instrumento do governo federal para tentar promover o crescimento econômico do País, o Programa de Aceleração do Crescimento (PAC) teve nada menos do que 29 de suas obras incluídas ontem pelo Tribunal de Contas da União (TCU) no relatório de obras públicas com indícios de irregularidades graves paralisantes. Ao todo, essas obras do PAC envolvem recursos de cerca de R$ 2,99 bilhões.

A inclusão na lista faz com que as obras tenham seus recursos orçamentários bloqueados e seu andamento paralisado por decisão do Congresso até que as irregularidades apontadas pelo Tribunal sejam sanadas. O Congresso não é obrigado a seguir as indicações feitas pelo TCU, mas historicamente tem aplicado integralmente as recomendações recebidas sobre obras com problemas.

O relatório do ministro Benjamin Zymler foi aprovado ontem pelo plenário do TCU e detectou um total de 77 obras com irregularidades graves paralisantes e outras 102 com irregularidades graves, mas em menor grau, que não exigem paralisação e bloqueio dos bens.

Apenas 52 obras da União foram consideradas regulares em um universo de 231 fiscalizações feitas, num valor equivalente a cerca de R$ 5 bilhões. Na sua maioria, os problemas encontrados pelo Tribunal de Contas tratam de irregularidades nas execuções dos convênios, superfaturamento de preços, alterações indevidas de projetos e problemas no processo licitatório, entre outros.

O ministro Benjamim Zymler constata que o alto percentual de irregularidades descobertas vêm se mantendo desde a década passada, em torno de 30% a 40% das fiscalizações feitas. Este ano, o percentual chegou a 33,3%. “Esse número é absurdo. Esse número choca. Nós já perdemos a sensibilidade com esse número”, afirmou Zymler, durante a leitura de seu relatório.

“Não há como tapar o sol com a peneira. Uma parte dessas irregularidades deve ser debitada à corrupção”, acrescentou mais tarde. No caso do PAC, estão incluídas obras como a construção do trecho Sul do Rodoanel, em São Paulo, de responsabilidade do Departamento Nacional de Infra-Estrutura de Transportes (Dnit).

Segundo o relatório, foram encontradas irregularidades graves na execução do convênio. Obras do PAC para infra-estrutura, especialmente em rodovias, também aparecem na lista das obras com maior gravidade de problemas, como nas rodovias BR 101, no trecho de Pernambuco, na BR-476, no Paraná, na BR 163, na divisa entre Mato Grosso do Sul com o Mato Grosso.

Todas essas obras são de responsabilidade do Dnit. O Departamento é justamente o órgão do governo federal que aparece com maior incidência no número de irregularidades, com 38 obras entre as 77 que o TCU recomenda que sejam paralisadas e tenham recursos bloqueados.

Estado de São Paulo

Quarta-feira, 19 setembro de 2007

NACIONAL

Aliados aproveitam para cobrar cargos

Coalizão tenta usar votação da CPMF para garantir indicados às vagas remanescentes, como a cobiçada presidência da BR Distribuidora

João Domingos, BRASÍLIA

Partidos que formam a coalizão de governo vão transformar a votação da emenda constitucional que prorroga a CPMF na última trincheira importante para cobrar os cargos prometidos pelo governo e ainda não preenchidos. “Pelo que tenho ouvido, o governo vai sangrar muito”, disse o deputado Arnaldo Faria de Sá (PTB-SP).

A lista do passivo do governo é grande. Vai de cargos em estatais muito importantes, a exemplo da presidência da BR Distribuidora, ou das diretorias Internacional e de Abastecimento da Petrobrás, a cargos federais em cidades do interior. O certo é que, importante ou não, este é o grande momento para que os partidos arranquem do governo o pagamento de todas as promessas. A lista entregue ao ministro das Relações Institucionais, Walfrido Mares Guia, é ampla.

Um dos cargos reivindicados tanto pelo PMDB quanto pelo PT chama a atenção, pois tem ocupante. O PMDB de Minas Gerais exige para a Diretoria Internacional da Petrobrás a nomeação de João Augusto Fernandes, funcionário de carreira da estatal. O PT bate o pé pela manutenção de Nestor Cerveró, apadrinhado do senador Delcídio Amaral (PT-MS).

Na véspera da votação do processo de cassação do senador Renan Calheiros (PMDB-AL), na semana passada, surpreendentemente, Cerveró passou a ser defendido tanto pelo presidente do Senado quanto pelo senador José Sarney (PMDB-AP). Um parlamentar do PMDB de Minas suspeita que seu nome entrou na negociação que absolveu Renan.

Para a Diretoria de Abastecimento da Petrobrás, o PP indicou Paulo Roberto Costa. Há 20 dias, o partido conseguiu emplacar em duas diretorias do Ministério das Cidades os nomes de Leodegar Ticoski e Luiz Carlos Bueno. O partido já tem o ministro, Márcio Fortes.

O líder do PTB, Jovair Arantes (GO), disse que seu partido não pretende “pôr a faca no pescoço” do governo por causa da CPMF. “Somos da base. Nossa opção é ser governo. Não precisamos que paguem nenhum passivo”, disse ele. Jovair está numa situação boa em relação a outras siglas. Embora seu partido reivindique também uma diretoria da Petrobrás, os pedidos do PTB já foram quase todos atendidos. Há 15 dias o presidente Luiz Inácio Lula da Silva nomeou Armando dos Santos Júnior para a presidência da Superintendência de Seguros Privados, indicado por Jovair.

“Claro que ainda há muito a ser resolvido e o passivo do governo com os partidos é grande. Mas vamos votar a CPMF. Se o governo não nomear os indicados agora, vamos continuar lutando por isso”, afirmou o líder do PR, Luciano Castro. O partido quer as diretorias do Departamento Nacional de Infra-Estrutura de Transporte (DNIT) de Santa Catarina, São Paulo e Sergipe, a diretoria de Operações de Furnas, diretoria da Agência Nacional do Petróleo (ANP) e cargo no setor de energia para o ex-governador do Ceará Lúcio Alcântara. Mares Guia já disse ao PR que Alcântara só será nomeado após a volta de Silas Rondeau ao Ministério de Minas e Energia.

Há briga por cargos pequenos também. O deputado Marco Aurélio Ubiali disse que há meses tenta nomear um aliado para um posto federal em Franca, mas o PT não deixa. Briga semelhante ocorre na Bahia. O deputado Colbert Martins (PMDB-BA), vice-líder do governo, tentou nomear o superintendente da Fundação Nacional de Saúde (Funasa) na Bahia. Encontrou resistência no deputado Walter Pinheiro (PT-BA), também vice-líder do governo. Foi se queixar ao ministro Mares Guia.

Ao contrário dos parceiros da coalizão, o PV não quer cargos. “Queremos redução na alíquota da CPMF”, disse o líder do partido, Marcelo Ortiz (SP). Ele disse que o PV não tem o ministro da Cultura, Gilberto Gil, na cota do partido. “Não fomos nós que o indicamos.”

Situação semelhante vive o PDT. O secretário-geral do partido, Manoel Dias, disse que, quando Lula convidou a legenda para fazer parte do governo, foi dito que a participação se limitaria a cargos que poderiam ajudar o PDT a levantar suas bandeiras. “Até agora, só o Ministério do Trabalho nos bastou”, disse Dias sobre o titular da pasta, Carlos Lupi

 

cpmf-de-novo.jpg

20 set 2007 - Publicado por | ABUSOS LEGISLATIVOS, ÉTICA, GOVERNO, O SONHO, POLÍTICA, REFORMA POLÍTICA

1 Comentário »

  1. Parabéns pelo blog. Realmente excelente!

    Forte abraço…

    Comentário por Ítalo de Paula Pinto | 25 set 2007 | Responder


Deixe uma resposta

Preencha os seus dados abaixo ou clique em um ícone para log in:

WordPress.com Logo

You are commenting using your WordPress.com account. Sair / Alterar )

Imagem do Twitter

You are commenting using your Twitter account. Sair / Alterar )

Foto do Facebook

You are commenting using your Facebook account. Sair / Alterar )

Connecting to %s

Seguir

Obtenha todo post novo entregue na sua caixa de entrada.