Novas razões para o meu sonho.
Novas razões para o meu sonho.
Para se renovar o Brasil, sinceramente vai ser preciso um golpe.
Se levarmos em conta que o congresso nacional, não tem legitimidade como representante do povo, e se conseguimos gente suficiente para desmontar todo o congresso, votando imediatamente uma nova constituição com novos rumos para o Brasil, isto não poderia ser considerado um golpe de estado, pois estaríamos apenas livrando o Brasil dos predadores de carreira e instalando em seu lugar, possíveis pessoas bem intencionadas com a evolução do país.
Os presentes pseudo- representantes estão preocupados apenas com a evolução de seu capital.
Com o Lula seria diferente, em um regime democrático, ele tem sim representatividade, e retirá-lo por meio de um golpe seria sim um golpe de estado e estaria errado.
Ele, no entanto como presidente teria que se render à iniciativa de mais de 2 milhões de brasileiros, que cansados de serem violentados e estuprados pelos seus representantes, decidiram fazer algo a este respeito, e ele como presidente deveria aprovar este movimento popular.
Nos inícios dos anos 70, nos Estados Unidos, bastou uma mentira pega em flagrante para o Presidente Nixon, perder o mandato.
Para o Lula perder o mandato por esta razão está difícil, pois toda a mídia e os chargistas já o taxaram de mentiroso e cínico e ele continua lá sem chance do Brasil se livrar dele invocando a falta de ética.
O Lula mente mesmo e a mentira tem perna curta e ele já foi pego mais de uma vez falando suas mentiras descaradas.
O meu sonho em ter um congresso que realmente represente o eleitor, é que se existisse no Brasil esta representatividade, este congresso já teria feito um movimento para convocar o Presidente para explicar estas mentiras e se comprovadamente fossem assim, um movimento para que se iniciasse um impedimento por falta de ética.
Mas este congresso, em que o presidente do senado federal, mente descaradamente coletando em suas mentiras provas e mais provas contra si mesmo dizendo está provando a sua inocência, não vai nunca interpelar o Presidente da República sobre algo que possa ser uma mentira.
Temos que lutar e pensar no conselho do Rui Barbosa:
Maior que a tristeza de não haver vencido é a vergonha de não ter lutado!”
(Rui Barbosa)
Enquanto isto segue as provas das mentiras do Lula:
Leiam o bom texto abaixo, de Antônio Sepulveda.
Opinião: Pega na mentira
Antonio Sepulveda, escritor
São incontáveis as charges e piadas que ridicularizam Lula da Silva na mídia, em geral, e na internet, em particular. A última “frase do dia” do mundo virtual é sugestiva: “A mentira tem pernas curtas, língua presa, barba branca, um dedo a menos e duas oreia”. À parte o sempre condenável mau gosto da menção a deficiências físicas, podemos inferir que a diminuta parcela pensante da opinião pública, patrioticamente atenta ao cenário nacional, já percebeu que o presidente da República mente com o descaro e a impudência de um fauno.
Não vamos pensar, entretanto, que nosso supremo mandatário seja o único Pinóquio da política nacional. Os exemplos são abundantes e perenes. O presidente do Senado, senhor Renan Calheiros, por exemplo, é o mentiroso em cartaz; e suas mentiras chocam pela desfaçatez. Se os fatos inequívocos estão contra ele, que se danem os fatos. Mas deixemos, por enquanto, o senador se enrolar ainda mais em suas explicações autopredatórias; até porque, mesmo que se prove e comprove a culpa do escorregadio Renan, ele nada tem a temer do Supremo Tribunal Federal.
Ora, desde a promulgação da Constituição de 1988, a mais alta corte do Brasil jamais condenou um político corrupto que tivesse cumprido pena e servido à justiça, conforme costuma acontecer nos países civilizados. Abstinência? Coincidência? Jurisprudência? Conivência? Inconsciência? Seja lá o que for, temos o direito de desconfiar de algum tipo de sujeira. Não é possível que toda essa corja que passou pelo crivo do STF e saiu impune ou ilesa, ao longo desses nove anos, seja, na verdade, uma plêiade de candorosos baluartes da moral e dos bons costumes. Melhor deixar pra lá… Falemos disso outro dia. Nossa implicância de hoje é com as recentes fabulações do senhor Lula da Silva com respeito à crise da aviação.
Nosso alambicado presidente, quando ainda em campanha para abocanhar o poder, assinou um artigo intitulado Morte anunciada do transporte aéreo, publicado na Gazeta Mercantil de 7 de janeiro de 2002; o texto antecipava o colapso do transporte aéreo e exigia providências do governo de então. Hoje, pálidos de espanto como o poeta, testemunhamos o mesmo Lula da Silva a afirmar que seu governo não tinha conhecimento da gravidade dos problemas no setor aéreo brasileiro.
Será que, em 2002, Lula da Silva não leu o texto que assumiu? Ninguém leu para ele? Alguém acredita que foi algo como “assina aqui e depois eu explico do que se trata”? É difícil de aceitar esta versão. Queremos crer que o supremo mandatário costuma tomar conhecimento do que se encontra escrito no papel onde ele capricha na assinatura. Talvez tenha esquecido. Um cérebro indisciplinado, desafeito ao raciocínio e à associação de premissas, até mesmo por carência de vocabulário, torna-se imediatista e tem o alcance extremamente limitado ao que está diante do nariz. Pode ser. A hipótese mais provável, contudo, em nossa modesta opinião, é a de uma mentira pura e simples; obtusa, afobada, quase infantil.
Lula da Silva vai mais longe. Asseverou que, nas cinco eleições em que concorreu à Presidência, o tema “crise aérea” jamais foi mencionado. Mentira; basta rever o debate da TV Bandeirantes na eleição passada. Dizia antes Lula da Silva: “Temos problemas em alguns aeroportos, mas não existe crise”. Algumas semanas depois, lá vem ele de novo: “Quero um prazo, com dia e hora, para comunicar ao país que os aviões voltaram a voar normalmente”. Uma enxurrada de balelas e de sofismas.
A coisa vai assumindo gravidade maior, quando se divulga um alerta ao Planalto, datado de 2003, do então ministro da Defesa, José Viegas, sobre o risco de decadência do sistema aéreo brasileiro. O presidente não lê os despachos de seus ministros que lhe são endereçados? “É claro que sim”, responde em uníssono a súcia de malandros da Nomenclatura. “Então”, replicamos nós, “se é assim, a credibilidade não é uma virtude presidencial, e Lula da Silva tem, na carne e na alma, a compulsão da mentira”.
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