blog do Roberto Leite

Assuntos de interesses multiplos e atuais.

Hienas e Abutres.

Hienas e Abutres.

 

Outro dia, um dos jornalistas que leio diariamente, o Ralph J. Hofmann falou sobre a Receita Federal.

Ele dentro do conteúdo de sua matéria mencionou que o animal que representa a Receita, o Leão, deveria ser substituído por outro animal como a Hiena, ou o Abutre.

Ele em sua matéria estava com a sua razão que falava sobre a absurda carga tributária brasileira. Concordo com tudo o que ele disse.

Eu vou mais longe, o site do Ex-deputado Marcus Cintra, autor da idéia do imposto único, deve ser visitado e avaliado, pois a sua idéia é muito boa e seria o fim da burocracia empresarial e uma oportunidade para que as médias e pequenas empresas possam florescer de verdade no Brasil, sem ter que contemplar a informalidade.

Confira o site:

http://www.marcoscintra.org/novo/

A gora falando sobre os abutres, desfrutem a visão dos parlamentares chegando para trabalhar no que eles fazem de melhor:

abutres-1.jpg

Leiam o artigo do Ralph:

 

Por Ralph J. Hofmann

Não adianta espernear, não adianta chorar, não adianta nada. As empresas tentam reduzir custos, os indivíduos tentam reduzir o saque desmesurado aos seus ganhos, usando fórmulas perfeitamente legais, mas o governo persiste em persegui-los.

O símbolo da Receita Federal neste país não deveria ser um leão. Deveria ser uma hiena ou um abutre.

Sugestão para um logo da Receita Federal. Um abutre numa árvore observando um homem estrebuchante. Ou, em termos de heráldica um abutre rampante sobre um “homo sapiens” moribundo.

A emenda N° 3, em relação às prestadoras de serviços, vetada pelo Grande Timoneiro tem uma mensagem clara. “ Queremos que vocês comam três refeições ao dia, tenham uma muda de roupa, e possam se locomover até seus postos de trabalho. O resto é para a estrutura de apoio do executivo e para os sem-terra. E estamos conversados.”

Acho que a grande massa de pessoas que realmente trabalha deve começar a pegar cotações de plástico preto. Assim no dia que for necessário já teremos como construir nossas barracas embaixo da ponte.

Usamos o máximo de nossa ingenuidade para minorar nossas perdas ante o absoluto egocentrismo de nossos governantes, e estes, que no mais não demonstram a menor capacidade administrativa, no que tange fechar qualquer brecha legal para assistirmos nossas famílias se revelam gênios, aliás, gênios operosos.

Em 1968 o AI 5 foi desencadeado por uma sugestão de que as meninas não deveriam namorar membros das forças armadas.

Será que seria demais hoje sugerirmos que as meninas não namorem filhos de deputados, senadores, fiscais da recita federal e estadual, ou mesmo os pais desses?

27 Mai 2007 - Publicado por Roberto Leite de Assis Fonseca | ADMINISTRAÇÃO PÚBLICA, ECONOMIA, IMPOSTO ÚNICO | | Sem comentários ainda

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