O juramento petista
O juramento petista.
(antes da eleição)
1. Nosso partido cumpre o que promete,
2. Só os tolos podem crer que
3. Não lutaremos contra a corrupção.
4. Por que se há algo certo para nós, é que
5. A honestidade e a transparência são fundamentais
6. Para alcançar nossos ideais.
7. Mostraremos que é grande estupidez crer que
8. As máfias continuarão no governo, como sempre.
9. Asseguramos sem dúvida que
10. A justiça social será o alvo de nossa ação.
11. Apesar disto, há idiotas que imaginam que
12. Se possa governar com as manchas da velha política.
13. Quando assumirmos o poder, faremos tudo para que
14. Se termine com os marajás e as negociatas.
15. Não permitiremos de nenhum modo que
16. nossas crianças morram de fome.
17. Cumpriremos nossos propósitos mesmo que
18. Os recursos econômicos do país se esgotem.
19. Exerceremos o poder até que
20. Compreendam que
21. Somos a nova política.
Para saber as verdades ocultas na mente petista, basta ler as 21 frases abaixo na ordem inversa.
Comece a ler a frase 21 e termine na frase 1.
O primeiro mandato, foi permeado com corrupção, mentiras e roubos descarados, com dólares na cueca, com mensalão, com crescimento pífio com enriquecimento ilícito (do Lulinha), fazendo o juramento inverso ficar cheio de verdades.
O segundo mandato, que realmente ainda nem começou (por incompetência do Apedeuta), já está mostrando a cara da desonestidade, com parlamentares sendo comprados com franquias do DNIT.
A verdade é que o PT não muda, o PT esconde a incompetência com a desonestidade.
O PT tenta comprar a mídia ou censurá-la. O PT está tentando comprar o congresso de novo.
Até quando vamos ver tudo isto e não fazer nada?
Dois bons artigos publicados anteriormente.
O perfil do brasileiro.
Autor desconecido.
Este artigo foi publicado no dia 11/12/06 neste Blog.
Outro dia o José Ronaldo o mandou novamente por Email, e decidi publicá-lo novamente.
Todos já sabemos da verdade, estamos batendo na mesma tecla, mas água mole em pedra dura, tanto bate até que fura, vamos continuar batendo e esperando que a tecla não quebre.
Estou publicando depois deste artigo um artigo de um professor de economia de Petrópolis/RJ, que também pegou pesado na realidade dos fatos atuais, e que foi publicado em,05/12/2006 neste blog.
É a mesma tecla.
Brasileiro é um povo solidário. Mentira.
Brasileiro é babaca.
Eleger para o cargo mais importante do Estado um sujeito que não tem escolaridade e preparo nem para ser gari , só porque tem uma história de vida sofrida; pagar 40% de sua renda em tributos e ainda dar esmola para pobre na rua ao invés de cobrar do governo uma solução para pobreza; aceitar que ONGs de direitos humanos fiquem dando pitaco na forma como tratamos nossa criminalidade; não protestar cada vez que o governo compra um colchão para presidiários que queimaram os deles de propósito, não é coisa de gente solidária.
É coisa de gente otária.
Brasileiro é um povo alegre. Mentira.
Brasileiro é bobalhão.
Fazer piadinha com as imundícies que acompanhamos todo dia é o mesmo que tomar bofetada na cara e dar risada.
Depois de um massacre que durou quatro dias em São Paulo, ouvir o José Simão fazer piadinha a respeito e achar graça, é o mesmo que contar piada no enterro do pai.
Brasileiro tem um sério problema.
Quando surge um escândalo, ao invés de protestar e tomar providências como cidadão, ri feito bobo.
Brasileiro é um povo trabalhador. Mentira.
Brasileiro é vagabundo por excelência.
O brasileiro tenta se enganar, fingindo que os políticos que ocupam cargos públicos no país, surgiram de Marte e pousaram em seus cargos, quando na verdade, são oriundos do povo.
O brasileiro, ao mesmo tempo em que fica indignado ao ver um deputado receber 20 mil por mês, para trabalhar três dias e coçar o saco o resto da semana, também sente inveja e sabe – lá no fundo – que se estivesse no lugar dele faria o mesmo.
Um povo que se conforma em receber uma esmola do governo de 90 reais mensais para não fazer nada e não aproveita isso para alavancar sua vida (realidade da brutal maioria dos beneficiários do programa bolsa família) não pode ser adjetivado de outra coisa que não de vagabundo.
Brasileiro é um povo honesto. Mentira.
Já foi; hoje é uma qualidade em baixa.
Se v. oferecer 50 Euros a um policial europeu para ele não te autuar, provavelmente v. irá preso.
Não por medo de ser pego, mas porque ele sabe ser errado aceitar propinas.
O brasileiro, ao mesmo tempo em que fica indignado com o mensalão, pensa intimamente o que faria se arrumasse uma boquinha dessas, quando na realidade isso sequer deveria passar por sua cabeça.
90% de quem vive na favela é gente honesta e trabalhadora. Mentira. Já foi.
Historicamente, as favelas se iniciaram nos morros cariocas quando os negros e mulatos retornando da Guerra do Paraguai ali se instalaram.
Naquela época quem morava lá era gente honesta, que não tinha alternativa e não concordava com o crime.
Hoje a realidade é diferente.
Muito pai de família sonha que o filho seja aceito como aviãozinho do tráfico para ganhar uma grana legal.
Se a maioria da favela fosse honesta, já teriam existido condições de se tocar os bandidos de lá para fora, porque podem matar 2 ou 3 mas não milhares de pessoas.
Além disso, cooperariam com a polícia na identificação de criminosos, inibindo-os de montar suas bases de operação nas favelas.
O Brasil é um país democrático. Mentira.
Num país democrático a vontade da maioria é Lei.
A maioria do povo acha que bandido bom é bandido morto, mas sucumbe a uma minoria barulhenta que se apressa em dizer que um bandido que foi morto numa troca de tiros, foi executado friamente.
Num país onde todos têm direitos, mas ninguém tem obrigações, não existe democracia e sim, anarquia.
Num país em que a maioria sucumbe bovinamente ante uma minoria barulhenta, não existe democracia, mas um simulacro hipócrita.
Se tirarmos o pano do politicamente correto, veremos que vivemos numa sociedade feudal:
· Um rei que detém o poder central (presidente e suas MP), seguido de duques, condes
arquiduques e senhores feudais (ministros, senadores, deputados, prefeitos, vereadores).
· Todos sustentados pelo povo que paga tributos que tem como único fim, o pagamento dos privilégios do poder.
· E ainda somos obrigados a votar.
Democracia isso?
Pense nisso!!!
O famoso jeitinho brasileiro.
Em minha opinião um dos maiores responsáveis pelo caos que se tornou a política brasileira.
Brasileiro se acha malandro, muito esperto.
Faz um “gato” puxando a TV a cabo do vizinho e acha que está botando pra quebrar.
No outro dia o caixa da padaria erra no troco e devolve 6 reais a mais, caramba, silenciosamente ele sai de lá com a felicidade de ter ganhado na loto…malandrões, esquecem que pagam a maior taxa de juros do planeta e o retorno é zero.
Zero saúde, zero emprego, zero educação, mas e daí?
Afinal somos penta campeão do mundo né?
Grande coisa…
O Brasil é o país do futuro.
Caramba, meu avô dizia isso em 1950.
Muitas vezes cheguei a imaginar em como seria a indignação e revolta dos meus avôs se ainda estivessem vivos.
Dessa vergonha eles se safaram…
Brasil, o país do futuro.
Hoje o futuro chegou e tivemos uma das piores taxas de crescimento do mundo.
Deus é brasileiro.
Puxa, essa eu não vou nem comentar…
O que me deixa mais triste e inconformado é ver todos os dias nos jornais a manchete da vitória no primeiro turno do governo mais sujo já visto em toda a história brasileira.
Para finalizar tiro minha conclusão.
O brasileiro merece!
Como diz o ditado popular, é igual mulher de malandro, gosta de apanhar.
Se você não é como o exemplo de brasileiro citado nesse e-mail, meus sentimentos amigo,
continuemos fazendo nossa parte, e que um dia pessoas de bem assumam o controle do país novamente, aí sim teremos todas as chances de ser a maior potência do planeta.
Afinal aqui não tem terremoto, tsunami nem furacão.
Temos petróleo, álcool, biodiesel, e sem dúvida nenhuma o mais importante. Água doce!
Só falta boa vontade, será que é tão difícil assim?
A DESFIGURAÇÃO MORAL E ÉTICA E UMA NAÇÃO DECADENTE.
Este professor, realmente pegou pesado. Mas, apesar de gostar de uma aproximação mais sutil de nossos problemas, não consigo encontrar nada de errado na posição do Professor Geraldo. Eu como ele estou descontente do rumo de nossa política e sinto revolta pelo estelionato eleitoral que democraticamente tem sido o cenário atual de nossa nação, onde somos obrigados a votar democraticamente.
Leia o seu exelente artigo:
Geraldo Almendra
Economista e professor de matemática
Petrópolis (RJ)
glaf@terra.com.br
Não me pergunte o que é ainda, que eu não sei, e não me pergunte a solução, que eu não a tenho, mas vou encontrar, porque o país precisa crescer“. Lula – depois das eleições.
O estelionato eleitoral de outubro de 2006 está sendo festejado com a união de oposições em torno do presidente reeleito. Não pode existir no processo político de um país, nada mais degradante do que o horror da aética e da imoralidade desta torpe coalizão que estamos presenciando, movimento antipatriótico que força uma covarde e absoluta maioria parlamentar a favor do fascismo populista, “maioria muito maior do que as urnas permitiram”.
“O que temem os traidores do país que patrocinam a coalizão espúria para acabar com a oposição ao desgoverno petista?”.
Estamos próximos da segunda posse do pior presidente da República que os eleitores já colocaram no poder, eleito e reeleito por dois sucessivos e grotescos estelionatos eleitorais – mentiras vrs verdades e confirmação pública de mentiras –, aceitos e validados por uma sociedade apática, acovardada, aética e imoral, que está entregando sua pátria pacificamente nas mãos de um latente Estado Comunista de Direito.
Um homem criado no laboratório da traição aos nossos sonhos de democracia e liberdade, e principal agente da entrega do nosso país nas mãos sujas de uma esquerda fascista, decadente e corrupta, irá assumir, pela vontade majoritária de um povo comprado com um projeto preservador da pobreza e motivador, por opção, da indolência paga com o dinheiro dos contribuintes, o poder absolutista da prostituição da política por mais quatro anos, consolidando o projeto de domínio do país pela oligarquia petista da gang dos 40, seus cúmplices e seus lacaios.
Desde o fim do regime militar que acompanhamos a infiltração, na sociedade organizada, especialmente na administração pública, de gente da pior espécie da decadência da política, corja disfarçada de adoradores do povo e promotores da “democracia”.
A infiltração dessa gentaça vermelha, no submundo da prostituição política nos corredores do poder público, objetivou, explicitamente, viabilizar um projeto de um socialismo mentiroso, com o fito de chegar ao poder perpétuo, autocrático e autoritário, com a mensagem estelionatária de um assistencialismo fascista, hipócrita, leviano e picareta.
A desqualificação do homem de Caetés, que após sua chegada ao poder presidencial, se apresentou, sem meios termos, como uma grotesca fraude humana e política, não se deve ao fato de ser um retirante apedeuta, pois existem milhares de pessoas humildes de mesma origem que carregam valores fundamentados na ética e na moralidade, muitos agindo apenas por instinto, fruto de uma índole pura de gente simples, honesta e não prostituída em seus valores humanos, mas levados à convocação marqueteira do aceite ao espúrio usufruto dos favores de um desgoverno corrupto e populista, que transforma, sem controle, a compulsória assistência social aos excluídos, em assistencialismo fascista comprador de votos.
O “arauto” dos nossos sonhos “de sermos felizes novamente” já demonstrou ser, na verdade, um digno habitante do lado mais permissivo e prostituído da política, em que a leviandade, a falsidade, a hipocrisia, a mentira, e as meias verdades voláteis dos seus “comícios” de uma campanha eleitoral que nunca termina, formam um espírito político maligno – um anticristo da política –, que tem demonstrado um absoluto domínio maquiavélico do balcão de negociação com as prostitutas e os prostitutos das “Vitrines de Amsterdã”.
Sua desqualificação, enfim, se deve à traição de todos os princípios que devem nortear as ações de um presidente da República – um estadista –, e acabou se apresentando como um espelho de uma histórica decadência moral e ética do país que, no seu caso, foi “autopermitida” em nome e na defesa de uma gang denunciada, formada por seus melhores amigos, construtores comuns e parceiros do maior engodo político da história do Brasil.
Não existe prova mais evidente da relativização espúria e da falência da Justiça no desgoverno petista, do que a impunidade de todos os que foram denunciados pelo Procurador Geral da República como a gang dos 40, tendo como boi de piranha, para livrar a cara do verdadeiro chefe da máfia da prostituição da política – o deficiente mental, auditivo e mental – o seu antigo e poderoso “ex-primeiro-ministro”.
Os subprodutos mais pérfidos da degeneração política do nosso país são as prostitutas e os prostitutos das “Vitrines de Amsterdã” – merecido codinome para o Parlamento das Pizzas –, cooptados com sinecuras públicas temporais ou permanentes no jogo sujo do corporativismo bandoleiro, com o poder consentido dos cargos públicos, e com bilhões roubados dos contribuídos, dinheiro maquiado com a sacanagem da denominação de “recursos não contabilizados”, com suas cotas algumas vezes entregues no meio de cuecas ou festas com garotas de programa pagas pelos palhaços e imbecis dos contribuintes.
Depois de tantos escândalos – que continuam impunes à luz de uma Justiça relativista e inoperante – no mundo da prevaricação no poder público petista, como cidadãos contribuintes que trabalham mais de cinco meses por ano para pagar seus impostos escorchantes, não enxergamos mais muitos dos que habitam os Poderes da República, no papel de qualificados representantes das lutas da sociedade por um país mais justo e mais digno, mas sim, como habitantes coniventes de um antro, de um covil de malfeitores, uma horda de prostitutos e prostitutas da política, uma camarilha de corruptos ou, simplesmente, ladrões e bandidos.
Muitos desses vândalos dos nossos sonhos de democracia e justiça social estão vendendo quase coletivamente suas “ideologias”, suas responsabilidades de defesa da cidadania, e seus escassos sentimentos de patriotismo, nos balcões de negociação das almas espúrias, com seus agentes espalhados nos corredores do submundo do sujo jogo do poder, um sórdido ambiente corporativista público-privado mais calhorda de nossa história, semeado em desgovernos anteriores, depois do regime militar, e trazido à tona na sua face mais maquiavélica e cruel na administração petista.
Temos que continuar batendo, pois alguma coisa vai acontecer.
Somente espero que depois deste pesadelo, reste algo para alguém com capacidade e honestidade possa reconstruir o que o governo Apedeuta destruiu.
Vai ser difícil, mas o Brasil tem raízes profundas apesar da cobertura de mato daninho que está escondendo o solo fértil.
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