blog do Roberto Leite

Assuntos de interesses multiplos e atuais.

Visões.

Boas visões.

 

O Giulio Sanmartini do “Prosa e Politica”  http://pep-home.blogspot.com/ publicou um bom artigo do André Luiz Leite.

Procurei mas não encontrei uma identidade definitiva deste autor. No Google existem mais de dez páginas deste nome e homônimos, portanto não sei quem realmente é o autor do texto.

Sabe o que tem de errado com o texto? – Nada e por isto tomei a iniciativa de publicá-lo também em meu blog.

 

Por André Luiz Leite

 

Nos últimos anos o que não nos faltou foram escândalos de corrupção. O atual inquilino do poder, o partido dos trabalhadores, patrocinou desvios de recursos públicos das mais diversas formas. Sempre com auxilio luxuoso dos partidos de aluguel, PP (agora o PR), PTB, PL, etc…. Assunto enfadonho e velho, eu admito. Mas o foco do artigo não é esse. Apenas citei os inúmeros casos de corrupção para lembrar que apesar dos pesares, o nosso povo não foi para as ruas para protestar. Que eu me lembre, apenas o capo José Dirceu levou umas merecidas bengaladas cívicas de um senhorzinho.

Pois bem, na última semana tivemos a visita do presidente americano ao Brasil. Cinco mil desocupados foram para a Avenida Paulista em dia útil protestar (de forma violenta) contra a presença de George W. Bush em solo tupiniquim. Nosso povo é assim mesmo, pode ser roubado que nem liga. Até reconduz aos cargos eletivos os que assaltam o erário. Mas culpam os Estados Unidos de tudo de mal que nos acontece. Assim funciona a curta mente dos semoventes de esquerda. Assim funciona a limitada cabeça de nosso povo. Foi o Bush o culpado pela morte do João Hélio. Foi o Bush que roubou para pagar o mensalão. Foi o Bush que fez a sanguessuga. Foi Bush que superfaturou a reforma de Congonhas. Não juntou meia dúzia para dar um couro nos corruptos, mas juntaram cinco mil quadrúpedes para protestar contra Bush.

O brasileiro médio tem essa característica de avestruz. Ao menor sinal de problemas enfia a cabeça na terra e de preferência culpa aos outros pelas suas falhas. Os Estados Unidos são um povo admirável, que construíram a maior economia democrática do mundo. Podem falar mal deles, mas até hoje nenhum povo construiu nada nem parecido. São duros ao defenderem seus interesses? Sim. São protecionistas? Sim. Menos que os europeus, mas também protegem seus mercados. Nós é que deveríamos aprender com eles a defender nossos interesses. Não essa política externa vergonhosa onde apanhamos da Bolívia dia sim e dia sim também. O Apedeuta trouxe para o Itamaraty a política do perde-perde. Das grandes economias é difícil ganhar, das pequenas ele entrega o jogo, pois são coitadinhos. É o Brasil na vanguarda. Perder ou perder é o lema dos petistas no front externo.

Até na questão da violência vemos a característica procrastinadora do nosso povinho. Falam em combater a violência e pedem a paz. Palavras vazias e sem objetivos. Ora bolas, nosso problema não é a violência e sim o crime. Quais propostas práticas para encarceramos por mais tempo e de maneira mais rápida o maior número possível de bandidos? Isso ninguém fala, fica nesse trololó de pedir paz. Os bandidos adoram essa mania do brasileiro de não enfrentar o problema de frente. Os políticos que espoliam o estado também adoram essa mansidão abilolada do nosso povo.

Enquanto não atingirmos a maturidade de nos responsabilizarmos pelas nossas falhas e desvios de caráter, não vamos andar para frente. Chega de acharmos bodes expiatórios e inimigos imaginários. Nós somos o nosso problema. Um povo que reelege tantos corruptos tem sérios problemas. A Assembléia Legislativa do Rio de Janeiro tem 55% dos deputados respondendo a algum processo na justiça. O povo que os colocou (de novo) lá tem problemas de valores morais. Nas outras “Casas do Povo” os números são parecidos. Que eu saiba, Bush não tem título de eleitor brasileiro.

Parabéns André por tanta verdade dita de maneira tão concisa, equilibrada e balanceada.

Pelo andar da carruagem e o próximo mensalão dentro do DNIT, estamos prontos para mais quatro anos do mesmo, e o Brasil/PT vai continuar a buscar o culpado por suas mazelas nas outras freguesias, como sempre o fez.

Com a saúde e a educação não se brinca……?????

Luiz Inácio Lulla da Silva.

Pelo jeito que a coisa vai, o crescimento e o PAC não passam de brincadeira para o Apedeuta, assim como a CPI, qualquer uma, a política externa, o turismo que vai para as mãos da Martinha Sexpot, o DNIT que já está todo fatiado para a troca de partidos, vá para o PR e ganhe uma franquia, e tudo mais com exceção da saúde que está muito pior do que no governo FHC e a educação que o próprio Lula admitiu relutantemente que vai mal. Pensem nisto o que o presidente considera que não é brincadeira vai mal e as brincadeiras……??? Que mal gosto.

17 Mar 2007 Publicado por Roberto Leite de Assis Fonseca | ABOBRINHAS, ARTIGOS, GOVERNO, POLÍTICA, ÉTICA | | Sem comentários ainda

Censura II.

Censura II.

Completam agora algumas semanas em que alguém entrou no servidor que hospeda o meu Blog, e tirou tudo do ar.

Deu um trabalho danado colocar tudo de volta, mas está aí, e eu não vou parar de falar as verdades e tentar demonstrar a falta de competência deste governo mentiroso e corrupto.

E não sou apenas eu que sofro censura desta corja de incompetentes e corruptos que tomou de roldão o país, na carona suspeita de 58 milhões de votos de eleitores enganados pela belíssima campanha de mentiras e ajudados pela pífia campanha do opositor.

Leiam a matéria do Giulio e mais abaixo a matéria do Hélio Gaspari:

 

Mais censura.

As vergonhas da Esquerda brasileira

 

No dia 27 de novembro de 1935, num ato revolucionário que ficou conhecido como Intentona (ataque imprevisto, conspiração para a revolta) Comunistas, estes tomaram o 3° Regimento de Infantaria que ficava na Praia Vermelha (Rio de Janeiro). Os revoltosos comunistas mataram 28 entre oficiais, sargentos, cabos e soldados. Não foram mortes em luta, mas execuções sumárias, onde alguns estavam até dormindo.

O fato é lembrado por memorial na Praça Tibúrcio no local onde estava o quartel onde se pode ler o nome de todos os mortos.

Alguns historiadores baseados mais em sua ideologia que na historiografia, querem negar o fato pois não interessa revelar a verdade.

Do que aconteceu nesse quartel tenho o testemunho de um oficial do exército a quem fui muito ligado e que como tenente fazia parte das forças legalistas que foram retomar o forte. Por isso pôde ouvir o testemunho dos militares que sobreviveram à intentona. Como ele não tinha necessidade de mentir, me vejo obrigado a creditar no que me disse.

Elio Gaspari escreve sobre a censura que o jornalista Boris Casoy sofreu por parte do ministro da Defesa, pois pediram-lhe para colaborar com um artigo no “Informe Defesa” e ele citou estes mortos.

O ministro Waldir Pires proibiu pessoalmente a publicação da matéria, mas depois do artigo de Elio Gaspari, emitiu uma nota oficial tentando explicar o inexplicável: “Não sabia, nem meu gabinete igualmente, do convite ao jornalista Boris Casoy, para sua contribuição (…). Divergi desde sempre de suas convicções (…) mas a página que escreveu esta desenganadamente inadequada, ao conteúdo de um informe oficial.”

Portanto, o que se pode entender é que o ministro do “apagão aéreo”, nada sabia sobre um assunto que está dando essa polêmica, depois deixa entender que o artigo foi considerado inadequado, pois ele Waldir Pires, diverge das convicções do jornalista.

Isso se chama patrulhamento ideológico, a vilania pusilânime de censurar.

Waldir Pires que sempre se jactou de ser um liberal e de ter luta contra o regime militar, mostra que a censura só é ruim se aplicada contra ele.

Este homem, ao que tudo indica continuará no ministério depois do festival de incompetência que apresentou em suas funções e que agora mostra ser desprovido de qualquer caráter.

Por esse motivo e outros que estão acontecendo no dia a dia, mais se reforça a certeza que ética, honestidade, lisura e sinceridade não têm espaço no governo Lula. (G.S.)

 

ELIO GASPARI

Waldir Pires censurou Boris Casoy

14/03/2007 01:53

Pela primeira vez em 51 anos de profissão, o jornalista Boris Casoy teve um texto expressamente censurado por um ministro. O censor foi o titular da Defesa, Waldir Pires, no episódio que aqui vai narrado.

No dia 5 de outubro, Casoy recebeu uma mensagem do encarregado da edição da revista “Informe Defesa”, uma publicação trimestral da Assessoria de Comunicação Social do Ministério da Defesa. Pediam-lhe um artigo para a seção “Abre Aspas”, sobre qualquer assunto que julgasse relevante. Ofereciam-lhe o espaço para que opinasse “de forma livre e transparente”.

Nove em dez jornalistas que recebem esse tipo de solicitação argumentam que estão atarefados, agradecem e seguem em frente, mas Casoy decidiu atender ao pedido. Escreveu pouco mais de vinte linhas, relembrando o levante comunista de 27 de novembro de 1935.

Disse coisas assim:

“Ai de quem invoca as vítimas da fracassada tentativa comunista de tomada do poder! Imediatamente sofre a censura e os ataques das ‘patrulhas’ dispostas a levar adiante seus propósitos, que apesar dos fracassos, agora sob nova roupagem, ainda motivam – por volúpia de poder ou ignorância – parcelas de nossa sociedade. E mais: há todo um movimento pela deificação do executor da Intentona, Luiz Carlos Prestes. (à) A ação comunista produziu 33 vítimas, cujas famílias nunca reivindicaram nada do governo brasileiro.”

 

Proféticas palavras. No dia 27 de dezembro, o jornalista recebeu uma mensagem informando que seu texto fora mandado às urtigas. Nas seguintes palavras, de um assessor de Waldir Pires:

“Ao ser levada a prova gráfica à consideração do Ministro (como de praxe) ele solicitou-me retirar o “Abre Aspas”. O argumento do Ministro é o de evitar-se a reabertura de feridas do passado. Ele chegou a conversar com o Comandante do Exército sobre isso”.

O Ministro, no caso, é um cidadão que, em 1964, teve seus direitos políticos suspensos pela ditadura militar. Tornou-se um “cassado”, nome que se dava à época aos malditos da política. Durante anos a mazorca dos generais proibiu a imprensa de “veicular declarações, opiniões ou citações de cassados ou seus porta-vozes”.

Censura não fecha “feridas do passado”. Elas são cicatrizes da História, com as quais é necessário conviver. A grandeza da França convive com a degola da Luís XVI e com o encarceramento do octogenário marechal colaboracionista Philippe Pétain, mandado em 1945 para uma enxovia de pedra no meio do oceano. (Está lá até hoje.) Na História do Brasil, os comunistas de 1935 matando colegas de farda, e os generais de 1974, ordenando o extermínio de guerrilheiros presos no Araguaia, são feridas que não têm remédio pela ação da censura. Elas pedem debate em vez de silencio.

Dá vontade de chorar quando se sabe que em novembro do ano passado, no meio do apagão aéreo, o ministro da Defesa, um advogado, ocupava-se conferindo “a prova gráfica” de um boletim de sua assessoria. Devia estar sob a influência de um ex-estudante de Direito da universidade de Kazan que lia os editoriais do Pravda antes que circulassem. Com uma diferença: Lênin lendo o Pravda rendeu uma bonita fotografia.

Waldir Pires lendo o “Informe Defesa” não dá xilogravura de feira.

ELIO GASPARI é jornalista.

17 Mar 2007 Publicado por Roberto Leite de Assis Fonseca | CENSURA, GOVERNO, ÉTICA | | Sem comentários ainda

DE MAL A PIOR.

E mais despreparo.

“Se Bush queria saber tudo

sobre álcool, procurou o presidente certo”.

O Brasil, no primeiro mandato do Lula, ficou praticamente parado. As duas coisas que cresceram foram:

· O tamanho do governo e com isto os gastos da máquina.

· E os impostos sobre a classe média para sustentar estes gastos.

No demais, somente foi o embalo que vinha das reformas do FHC, foi a política monetária que vinha do governo FHC, que sustentou o pífio crescimento de 2,6 de média, que foi o pior da América Latina.

As instituições federais como educação e saúde ficaram bem pior do que no governo FHC, como noticiou na Hora do Brasil de ontem nas Notícias do Poder Executivo.

Mas o orçamento para a saúde aumentou de 40 bilhões para 63 bilhões de reais.

Este número nos dá R$ 350,00 por ano para todas as pessoas vivendo no Brasil. É um número mais alto do que muito país de primeiro mundo. No entanto, este gasto é muito mal distribuído e as pessoas estão morrendo nas filas dos hospitais públicos.

Todo este dinheiro é desviado, e gasto com interesses em mente e não atende as necessidades das pessoas que necessitam.

Isto tudo é falta de preparo do executivo, que pensa e age de forma sindical para tocar o país, tentando fazer intercambio de favores em vez de adotar medidas enérgicas e necessárias para governar. Esta falta de energia reflete diretamente nos problemas de crescimento encontrado pelos empresários brasileiros, que em vez de cuidar de suas empresas passam o tempo todo fazendo lobby e negociatas com o governo tentando sobreviver de algum modo com estes impostos e taxas extorsivas praticadas pelo executivo, e votadas em medidas provisórias pelo congresso. Os pequenos empresários, em vez de crescer passam o tempo todo sonegando impostos e se escondendo do fisco, pois de outra forma não poderiam sobreviver. E se crescerem muito, vão aparecer e ser cobrados pelo fisco. Então preferem sobreviver pequeno e sonegando a crescer dar empregos e formalizar seus ganhos. O governo não enxerga nada disto, pois não tem esta capacidade de visão. Não tem preparo e não vai mudar.

O novo ministério que passou muito do tempo de nascer, está nascendo agora e vai direto para a UTI e a incubadora para ser cuidado. Falta de preparo, falta de conhecimento. Para fazer mais política de escambo, o ministério cresceu (foi outra coisa que me esqueci de mencionar que cresceu no Brasil de Lula), agora são 35 ministérios, o maior disparado da “historiadestepaís”.

Carlos Chagas em sua coluna de ontem nos dá sua visão de como está funcionando O NOSSO BRASIL:

Carlos Chagas 16 de março

Tribuna da imprensa.

Nas profundezas ou nas alturas?

 

BRASÍLIA – Como fica o presidente Lula, agora que a reforma do ministério parece quase completada? Fica mal e fica bem.

Mal, porque cedeu a inúmeras pressões dos partidos, escolhendo quem não conhecia, como o provável ministro da Agricultura, Odílio Balbinotti, do PMDB, partido ao qual deu cinco ministérios apenas para compor rixas internas. Puxou as orelhas do PT, mas além de emplacar Marta Suplicy no Turismo sem saber se em abril ela pula fora para candidatar-se à Prefeitura de São Paulo, acabou ampliando a presença do partido no governo, ao contrário do que anunciara. O PT terá mais dois ministérios além dos que detinha.

O PP fincou pé, ameaçando passar para a oposição, e não abriu mão do Ministério das Cidades, com Márcio Fortes. O presidente do PDT, Carlos Lupi, virou ministro da Previdência Social depois de ter estado com o presidente Lula apenas duas vezes. O PR, ex-PL, exigiu e conseguiu impor Armando Nascimento nos Transportes, além de negar-se a ver retirada de sua estrutura a costela do ex-futuro Ministério dos Portos e Aeroportos.

G grave, na história, é que foi com o presidente, para as profundezas, o critério de indicar o melhor e o mais capaz para cada pasta. Muitos candidatos a ministro pularam de um galho para outro, dando a impressão de luminares que entendem de tudo mas, na verdade, candidatos que não entendiam de nada. Exemplo: Marta Suplicy, que oscilou entre Educação e Cidades, mas acabou no Turismo, atividade cujo funcionamento conhece muito melhor na França.

Sendo assim, Lula perde por ter composto equipe com gente sem compromisso com a competência, despojada dos conhecimentos elementares dos setores onde vão trabalhar. Ganha, porém, com a promessa de apoio parlamentar maciço às suas iniciativas, por conta das bancadas dos aliados. Rezou a Oração de São Francisco com a intenção de chegar às alturas.

Dividir para não perder

 

O ex-presidente José Sarney tem completa sua biografia. Prestou inestimáveis serviços à causa democrática, mesmo tornando-se um esteio do regime militar, naqueles tempos bicudos. No governo do Maranhão, inovou e derrotou antigas oligarquias. Na presidência do PDS, portou uma pistola pela única vez em sua vida, enfrentou resistências e rompeu com os sabujos da ditadura, recusando-se a apoiar a candidatura de Paulo Maluf ao Planalto.

Chefiando a dissidência, tornou-se vice de Tancredo Neves e surpreendentemente presidente da República. Teve a paciência, a cautela e a audácia de consolidar o regime democrático. Desmentiu oráculos que até hoje falam dos anos 80 como a década perdida. Perdida para especuladores, talvez, mas para a democracia foi crucial, com lugar de honra para Sarney.

Feitos os elogios, o contraponto. Não dá para acreditar que o ex-presidente e hoje senador pelo Amapá esteja por trás da manobra que fez aprovar na Comissão de Constituição e Justiça do Senado, esta semana, proposta para dividir o Maranhão em dois. Dividir por quê? O Amazonas e o Pará são muito maiores, mas seus naturais chamam para a briga quem quiser dividi-los.

Seria por conta da derrota de seu grupo político nas últimas eleições que Sarney estimularia um absurdo desses? Para vingar-se de adversários cortaria pela metade a ação de quem bateu Roseana nas urnas? E o povo maranhense, como ficaria? As potencialidades do estado seriam divididas por dois?

CPIs

O governo mobiliza rolo compressor para impedir a CPI das ONGs e a CPI do Apagão Aéreo. Coloca-se Lula contra o direito de minorias, consagrado na Constituição. E empenha-se em luta inglória, quando bastaria seguir a corrente e, pela força de sua força, designar presidente e relator da CPI do Apagão e evitar depoimentos contrários a seus interesses. Teria maioria para levar os trabalhos a não investigar irregularidades na Infraero.

Na CPI das ONGs, o presidente está escolhido: é o senador Heráclito Fortes, do PFL, mas seus integrantes, dos partidos da base, garantiriam impunidade das organizações ligadas ao PT. As oportunidades serviriam para aprimorar instituições e sugerir iniciativas para atender às necessidades da sociedade, como não ver dinheiro do Tesouro escoar por mãos fajutas e esclarecer por que 154 cidadãos foram sacrificados. As CPIs não se instalam contra governos, mas a favor deles, se querem governar para a população, não para grupos.

17 Mar 2007 Publicado por Roberto Leite de Assis Fonseca | ADMINISTRAÇÃO PÚBLICA, CRESCIMENTO ECONÔMICO, GOVERNO, POLÍTICA | | Sem comentários ainda